Desde que dei meu cu a primeira vez, parece que um interruptor foi ligado dentro de mim. O caminho não tem volta: agora, existe um vazio que clama constantemente para ser preenchido. É uma necessidade física, um latejar que só aquieta quando sinto algo atravessando a barreira do meu cu. Minha curiosidade virou obsessão. Comprei um plug médio, mas por um erro — ou talvez destino — recebi um grande. Olhei para aquilo e, por um segundo, achei que me arrombaria. Mas eu não sou homem de desistir fácil; se tem um desafio, eu encaro. Mandei para dentro, sentindo cada centímetro de dilatação, e ali percebi que meu corpo é muito mais receptivo do que eu jamais imaginei. Virei um explorador de sensações. No silêncio do meu quarto ou no segredo do banheiro, qualquer objeto vira um amante em potencial: bananas, frascos de perfume... qualquer coisa que sacie essa fome enquanto me punheto. Mas ontem eu queria algo mais próximo da realidade. Passei no mercado e fui direto à seção de embutidos. Escolhi duas calabresas a dedo, procurando aquela que fosse mais "cabeçuda", com a espessura que eu sabia que me faria arfar. Cheguei em casa com o coração acelerado. Encapei a escolhida com uma camisinha, criando o simulacro perfeito de uma rola. No banheiro, o ritual começou. O suor brotava na minha testa e a respiração ficou curta, rápida. Usei creme de pentear como lubrificante de emergência e posicionei a peça. No início, a resistência foi brava. Achei que não entraria, que tinha passado dos limites. Mas eu insisti, respirei fundo e relaxei a musculatura até sentir a cabeça da calabresa vencendo o anel e entrando aos poucos. Quando o corpo finalmente cedeu, a sensação foi gloriosa. Logo eu estava no controle, fazendo movimentos de vai e vem sem qualquer dificuldade. Comecei a socar com vontade, sentindo o peso e a textura firme preenchendo cada espaço lá dentro. Estava tão gostoso, tão real, que o transe tomou conta de mim. O prazer subiu como uma descarga elétrica. Eu não precisei encostar no meu pau. O estímulo interno foi tão absurdo, tão profundo, que meu corpo simplesmente explodiu. Gozei jatos grossos apenas com o movimento lá atrás. Gozei pelo cu, literalmente. Ali, ofegante e ainda sentindo o preenchimento, eu tive a certeza de que meu corpo agora fala uma nova língua, e eu sou um escravo apaixonado por cada uma dessas descobertas.
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