Enfim. Uma amizade de quase 20 anos, a foda tão esperada rolou.
Talia, minha grande amiga, desde sempre, uma menina linda, corpo de modelo capa de revista de moda, alta, magra, loirinha, mas o bumbum brasileiro arrendondado e avantajado misturava a delicadeza de sua beleza com a malícia necessária para deixar qualquer um louco. . Como todos, eu a achava linda, porém nossa amizade sempre foi de boa, nos demos bem gratuitamente, desde q nos conhecemos, crescemos juntos, compartilhando as bobagens e dramas adolescentes, sem cruzar linha da intimidade e sempre com mto respeito, apesar de uma proximidade grande, deu ir pra casa dela e ficar só eu e ela conversando. . Erámos muito elogiosos um com o outro, a gente se cortejava sem nunca tentar nada um em relação ao outro, eu falava na cara dela q ela era linda de morrer e ela devolvia q eu era um partidão, mas sem nunca tentar absolutamente nada, só os olhares denunciavam, mas denunciavam mesmo, tudo, algumas vezes, no encontro de sorrisos de nossas conversas o alarme apitava, “vocês dois se querem”, mas pra não perder a amizade e os dois com receio de pisar na bola, por quase 20 anos, o desejo ficou guardado em nome daquela parceria antiga. . Mas tudo mudou, quando agora, a gente afastando uns 2 anos (afastados considerando que a gente se via quase todo dia), a melhor amiga dela, achando que nossos caminhos estão resolvidos em direções distintas soltou para mim num encontro causal no shopping: “a Talia era muito apaixonada por ti, meu Deus, como tive q consola-la”. A flechada dessa informação foi forte, mas não a ponto deu perda a chance da confirmação: “Ah, também sempre fui apaixonado por ela também, nossa amizade foi algo único, a consideração era grande e reciproca”. . ”Para de besteira Edu, não tô falando de sentimento de amigo. A Talia queria ficar contigo todos esses anos, mas disse q tinha medo de estragar a amizade e disse para mim ‘ainda bem que o Edu não tentou, porque eu que não ira resistir e perder a chance de ficar com ele’. Já pensou? Vocês dois se pegando, ia sair faísca” rsrsr disse a nossa confidente em comum. . Não precisei de outro aviso. Não perderia aquela oportunidade, por mais remota que fosse. No tempo da nossa amizade, a maioria dos anos eu ainda não tinha experimentado o fruto proibido e depois, não considerava as chaves boas, achava que era admiração de amigo e me enganei, eu tinha mais que chances, era uma certeza e eu fui correr atras do prejuízo. . Comecei a cercar a Talia e fiz de tudo para cruzar o caminho dela e voltar a corteja-la, por ela estar comprometida, fui com calma e cuidado, mas sempre observando o sorriso aberto, a mão no cabelo e as mãos desajeitadas, sem saber onde parar, denunciando que sim, eu mexia com ela. A vi muitas e muitas vezes, sempre a elogiando, até que um dia, ela de vestido preto acabou comigo, e deu uma olhada dos pés a cabeça dela, com cara de tarado, sem querer disfarçar e disse “o tempo passa e você vai ficando mais linda” ela sorriu bastante e disse “são seus olhos, até engordei”. . Amigos, a modelo ganhou um pouco de peso, mas ao contrário de lhe retirar, os kilos a mais só ressaltaram sua beleza dando mais curvas às suas coxas e pernas e, principalmente, deixando mais gostosa aquela bunda redondinha que se já era na medida certa, agora estava uma perdição de tão gostosa e suculenta, no caimento daquele vestido preto de malha que desenhava seu corpo lindo. Então eu disse: “até nisso você ficou mais perfeita ainda”. Falava e encerrava dando uma secada dela novamente, mas fazendo questão dela perceber que meu olhar era sugestivo principalmente ao seu rabinho gostoso. . Ela percebeu sim (não tinha como não perceber), mas não reclamou e então eu entendi. “Podíamos parar um dia para conversar melhor, relembrar os velhos tempos, não tem um dia que você tem tempo mais sozinha?” Dá pra dizer que ela não entendeu minha intenção? E sem hesitar, talvez tomada pelo desejo que estava claro naquele galanteio todo ela me confirmou “Mais difícil eu andar só, tem que ver uma hora que desse”. . Vendo que ela não disse não, continuei investindo: “supermercado, academia, saída do trabalho”. Como ela queria dar pra mim, mas não podia dizer sim de cara, após se fazer um pouco de doce, Talia me respondeu: “saída do trabalho as vezes acontece um pouco mais cedo, poderia ser”. . Então mais 2 ou 3 encontros rápidos na rua enquanto eu passava de carro, baixei o vidro como de costume e a elogiei e falei coisas do cotidiano e dei a intimação: “amanhã ou sexta que passou lá no seu trabalho pra gente ir lanchar alguma coisa?”. Talia riu e disse “pode ser”, perguntei o horário e ela disse “as vezes 17h30, mas o certo é 19h”. Pra deixar claro mais uma vez minhas más intenções indaguei: “não tem problema chegar mais tarde?” E ela, provavelmente já não tão preocupada em ser certinha, respondeu: “não, o transito tem dias que é muito ruim mesmo”. . Eu entendi, estava claro, iria rolar, com aquele jeito calmo e comportado, Talia aos poucos ajustou comigo um encontro e não dava pra perder. Mas muitos dias passei na frente do trabalho dela e esperei ela por perto, mas nunca cruzei com ela. Então quando a vi, na outra semana contei o ocorrido, ela ficou surpresa e perguntou “sério?”. Eu disse “sim, fui vários dias te esperar, teve dia que esperei 1h lá perto”. Ela disse: “Q estranho”. Então, quis deixar acertado dessa vez” E disse, a semana q vem vou todos os dias de novo e passo o dia todo esperando se for preciso, quero muito ter essa conversa, você não quer que a conversa aconteça?”. Então Talia timidamente, ajeitou o cabelo e balançou a cabeça positivamente que sim, com um pequeno sorriso no rosto, acho que imaginando nossa “conversa”. . Então, como o leão na espreita da presa, 17h saiu com o carro em direção ao trabalho da Talia, via algum lugar que ela teria que passar e ficava esperando. 2 dias e nada (terça e quarta), até que na quinta feita, 17h25 vejo Talia ao lado de uma amiga de trabalho vindo. Meu coração quase saiu pela boca. Então liguei o carro, esperei ela passar e fui atrás, quase no sinal da esquina, baixei o vidro e a fui acompanhando, até que ela percebeu e sem pensar nas consequências deu tchau pra amiga, apontou pro carro e veio na minha direção. . Como sempre educada, quando eu abri a porta para ela, ela pediu licença para entrar e sentou linda e tranquila, indo ao matadouro sem esbravejar, consciente que era minha presa e querendo isso. A amiga ao vê-la entrar sorriu e não teve dúvida, apesar de parecer surpresa com a atitude de Talia, deu tchau sorrindo e entendendo que ninguém é de ferro, nem a tão responsável, dedicada e comportada Talia. . Então, em uma aparente conversa amistosa começamos a nos deslocar, como quem vai em direção à casa dela, ninguém se precipitou em falar sobre a razão do nosso encontro, que aliás, nunca foi verbalizada, só estava subentendida, até que lancei: “quanto tempo você tem?”. Ela tranquilamente e como quem sabia do que eu estava falando respondeu: “acho que se eu chegar até 19h30 não tem muito problema”. . Vi que devia dar um passo para tirar dela a certeza, pelo que fui claro “Se a gente para antes para comer algo, acho que o tempo não vai ser suficiente, pensei da gente ir direto para onde temos que ir”. Ela sorriu e ficou me olhando, bela e enigmática, mas me relevando já ser uma mulher decidida e dona de si, voltou “sim, sim, acho melhor também”. . Nisso, comecei a lembrar vária dos dias em que ficamos só nós dois e como era boa nossa amizade. Talia sorria, de vez em quando mordendo os lábios, como quem tinha lembranças mais picantes e também para me provocar eu sei. O caminho foi desviado, não tinha nada haver com o rumo da casa dela, ela sabia pra onde tava indo e não falava nada, até que a placa do motel apareceu, ela me olhou, não disse nada, mas entendeu, pra ser mais provocante, dei a seta e olhei pra ela, ela me olhou, respirou fundo e mordeu os lábios, só sorriu. . Entrei no motel, pedi o quarto e nada foi dito sobre o que estávamos fazendo, continuávamos conversando normalmente sobre os bons tempos da nossa amizade. Até que entramos, subimos e perguntei se ela queria algo, ela disse que não. Então peguei uma água, falei mais umas duas coisas e peguei a toalha, então perguntei, quer ir primeiro, ela olhou pra baixo sorrindo e depois voltou aquele lindo olhar angelical respondendo “melhor você ir primeiro”. . Tomei banho e saiu de toalha, ela então tirou os sapatos, pegou a toalha também e foi ao banheiro sem dizer nada. Até que ela saiu, de calcinha e sutiã, pra me dizer que se preparou para aquele momento e queria me presentar com uma exibição de qualidade e que qualidade! Talia era totalmente linda, de todo o jeito que seria possível pensar, abaixando a cabeça, colocando o cabelo atrás da orelha ela veio em minha direção ao ver que eu já estava indo em direção à ela. . Então coloquei as mãos na cintura de Talia, ela me abraçou pelo pescoço e nos olhamos e eu disse sorrindo “enfim”. Ela, pronta para ser minha amante, decidida a se entregar para mim, sorriu me olhando bem dentro dos olhos, com um tesão estampado no olhar, também disse apenas “enfim”, selando nossos corpos um ao outro. . Nada mais precisou ser dito, agraciado por aquela mulher linda se entregando como um presente a mim, fui em direção aos seu lábios e então encontrei um beijo, doce, molhado, intenso e descarado, tudo na medida certa do equilíbrio entre um “fazer amor” e “trepar com força”. As vezes o sabor do beijo se destacava, outra hora minhas duas mãos naquela bunda gostosa a apertava tão forte contra meu pau que ela sentia ele pulsar contra sua buceta molhada, que Talia até gemia, sussurrando, enquanto me beijava. . Essa pegação não foi breve, não foi apressada, apesar de estarmos pegando fogo, ao mesmo tempo entediamos que tínhamos que nos deliciar e aproveitar aquela entrega que esperou 20 anos para acontecer, que foi crescendo com a gente e nossa amizade, mas que estava ali ainda mais madura para nos entregar a um sentimento bonito, de paixão e encantamento mutuo, mas apimentada por uma certeza que tinha muito fogo para ser trocado entre nossos corpos que se pudessem falar, sem duvida diriam: “é certo que a gente vai foder, isso aqui não tem como dar outra coisa”. um queria foder o outro e ambos queriam uma meteção forte! . Então enquanto a sugava com toda minha força e contorcia seu corpo no meu pau, pra que ela o sentisse muito duro, a falta de palavras cessou e fomos claros um pro outro, mas não com a cortesia de nossa amizade, nos reconhecemos amantes e fomos claros um com outro. Comecei a pegando pela cintura e a virando de costas pra mim para realizar meu desejo oculto de sentir meu pau bem duro roçando naquele rabão arredondado e suculento e soltei “eu sempre quis meter gostoso nesse teu rabo Talia” e dizendo isso beijava e mordiscava a orelha dela e ela me devolveu, enquanto rebolava o bundão na minha rola “eu sempre quis que tu me pegasse forte de quatro, seu gostoso, roludo”. . Eu não era nem roludo nem gostoso, mas deixei o imaginário dela falar mais alto e fui tirando o sutiã e pegando nos peitos, até ficar de frente pra ela e me acabar lambendo aquele belo par de seios, ainda de pé. Então fui a empurrando e a deitando na cama, beijando sua barriga toda e começando a tirar sua calcinha preta com rendas, até revelar um bigode bem acertado e aparado e um resto de bucetona bem lisinha e raspadinha, que delicia linda, me lancei de boca, chupando e metendo toda a minha língua grande e quente dentro daquela buceta molhada enquanto Talia se contorcia de tesão, colocando a mão na minha cabeça e me apertado contra sua xana, enquanto se jogava pra frente como quem experimentava algo muito bom que não queria que parasse. . E foi isso mesmo, Talia se deliciou com minha chupada, gemendo alto e molhando toda a cama, se contorcendo e tremendo, denunciando que tinha gozado na minha boca, o que percebi pelo gosto e excesso de fluido. Que tesão bom!. Então, esquecendo a cortesia, peguei ela pelo pescoço com força, me deitando e a puxando para a direção do meu umbigo “vem cá, vem”, jogando a cara da Talia na minha rola e dizendo “chupa meu pau agora sua gostosa”. Talia ajeitou o cabelo e começou um boquete nervoso e frenético, ela realmente estava no cio, punheta e chupava toda a minha pica, colocando tudo na boca e cutucando sua garganta com intensidade. . Talia era minha, me chupava forte e me olhava as vezes, enquanto lambia da base pra cabeça e abocanhava com tudo meu pau, que tava com a cabeça bem vermelha pela intensidade e bem molhado pelo prazer da Talia que escorria por sua boca quente e já totalmente cheia com o cheiro da minha pica nela. . Não podíamos mais esperar, estava nítido para nós dois, então tentei me sair para pegar a camisinha, mas ao esticar o braço e me lançar para a cabeceira para pegar o preservativo Talia, ao dar uma chupada estalada, me olhou e me intimou “o que? Não. Quer dizer, se não tiver problema pra vc, eu uso anticoncepcional”, sendo assim clara que estava ali não pra transar simplesmente, mas pra ser uma vadia pra fuder comigo mesmo. . Então peguei ela forte pelo braço e a puxei pra cima de mim, pelo que sua cintura encaixou na minha e ela sorriu, ao sentir minha fúria em começar a comer ela, mas, claro que não queria ir com muita sede ao pote, então deixei Talia vir por cima primeiro, pra entender no que eu estava me metendo e se aquele tesão que ela mostrou no boquete ia ser uma intensidade constante ou foi só fogo de palha. . Talia me enganou bem, começou uma sentada calma e compassada, mas se esfregando que metendo, deslizando com cadencia na minha rola, pensei que estava de boa, nada a reclamar, a final ela era muito gostosa dançando sentada no meu pau, numa entrega de quem quer fuder gostoso. . Mas não parou por ai, após ficar mais molhada, Talia aumentou a intensidade e começou a pular no meu pau, sentando cada vez mais forte e mexendo no cabelo e olhando pra cima, se entregando numa meteção forte de quem queria sentir minha pica lá no fundo e assim ela foi se molhando, ela ficou muito excitada e sentou muito, chegando a escorrer, mas acho que não gozou. . Aquilo me deixou louco e tive que realizar minha vontade botar a Talia de quatro e comer aquela bundinha tão gostosa que sempre me encantou e que sempre sequei muito. Então levantei ela e dei um beijão na boca dela, enfiando toda minha língua na boca dela e a chupando bem. Até que a coloquei de quatro na cama e me abaixei para linguarar de baixo para cima aquela bucetinha vermelha rosada, meti muito a língua naquela belezinha. . Quando percebi a excitação dela, me pus em pé e comecei a encaixar meu pau no xiri da Talia, ela com a cara no colchão toda entregue, não demorou muito praquela exploração inicial começar e se transformar em estocadas fortes e constantes, querendo ultrapassar o útero da Talia e deixar todo meu pau dentro dela, foi intenso e ela não resistiu e começou a me pedir “Vai Edu, forte assim, me come gostoso, mete na minha buceta forte assim”. . Que delícia ouvir a Talia gemendo no meu pau e me pedindo mais, todos aqueles anos de desejo estavam sendo saciados, já estávamos quase 1h nos pegando e fazendo tudo que tínhamos vontade, eu não conseguia mais resistir, quanto mais acelerava, mais era certo que eu ia chegar lá. Então desacelerei uma última vez. . Eu sabia que aquilo era um momento, um tempo, a gente ia parar pra pensar e poderia não se repetir aquele nosso fim de tarde, então me concentrei e coloquei uma das pernas sobre a cama. E fui reiniciando a meteção na buceta bem molhada da Talia, metendo e aumentando a força, dando mais tapa naquela bunda gostosa e convidativa, metendo e metendo, forte e barulhento, fundendo o rabo da Talia com vontade, ficava olhando minha rola entrando e saindo forte e rápido daquela bucetuda e ela gemendo e aquele corpo tão gostoso pra mim, que tesão, que realização, Talia toda só pra mim e sem restrições. . Então naquela meteção forte e intensa não me contive e vi que ia gozar então mais forte e mais fundo eu fui na Talia que perdeu ainda mais a linha e gritava alto “isso, mete, mete, me come, isso, ai, ai”, que loucura então jorrei 1 litro de gala pra dentro da Talia, gozei dentro da buceta dela e me acabei metendo naquela grande amiga e grande vadia que era a Talia. . Fiquei uns 3 minutos dentro dela ainda, sentindo aquele rabo gostoso, passando a mão, apalpando e dando uns tapas naquela bunda, até que tirei e nos deitamos, nos lançando na cama, acabados, fiz carinho no rosto da Talia, ajeitei seus cabelos por trás da orelha, ela fez carinho na minha cabeça, me olhou, sorriu e me disse novamente “enfim”, eu respondi também a ela, sorrindo e olhando seu corpo nu, suado e gozado na minha frente, respirando fundo e sabendo que me dei muito bem: “sim, enfim”...
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