QUERIA DAR... E DEI!

Deitada de costas, nua em pelo e pensando no que faria para tornar aquele momento inesquecível para meu macho (nós, mulheres, também sabemos demarcar nosso espaço), ouvi o barulho da água escorrendo na pia do banheiro. Não havia nem duas horas que eu tinha conhecido aquele cara tesudo e cheirosinho no shopping e já estava com ele no motel — esperando pela segunda foda daquele fim de tarde. Antes que ele terminasse de lavar as mãos e voltasse para a cama, me virei de bruços e me ajeitei, toda exibida, para recebê-lo.
Me posicionei para que meu traseiro fosse a primeira visão que ele tivesse ao voltar para o quarto. Com a barriga apoiada sobre dois travesseiros, deixei a bunda arrebitada e as pernas entreabertas. Estendi o braço e apanhei dentro da bolsa o tubo de KY Hot que sempre levo comigo e esperei que Felipe (esse é o nome do rapaz) saísse do banheiro. Quando ele me viu naquela posição, mais oferecida do que ele poderia sonhar, o pau reagiu no mesmo instante. Então, com a voz mais casual do mundo, ofereci o prêmio que ele ainda não tinha pedido: “come meu cu, come?”
Minhas palavras soaram quase como uma ordem. Estendi o tubo de lubrificante e orientei cada movimento da preparação. Senti seus dedos acariciando e, a meu comando, invadindo meu fiofó. Senti aquele calorzinho gostoso do lubrificante, que eu adoro sentir antes de ser enrabada. Felipe fez tudo direitinho. Protegido por uma das camisinhas que sempre carrego na bolsa, posicionou a cabeça do pau na entradinha do meu cu, fez pressão e meteu!
Nem precisou forçar muito. A pica deslizou com facilidade para dentro de mim, centímetro por centímetro, e eu suspirei de satisfação. Mesmo para um rabo habituado a receber caralhos, como o meu, sempre há uma expectativa, quase uma dúvida, no momento em que cacete vai entrando devagar, abrindo passagem sem pedir licença e preenchendo todo o buraco de trás. Se o cara for bom de cama, se o cara souber fazer, se o cara não for afoito, ele pode nos levar ao paraíso.
Para minha sorte, Felipe era bom de cama. Ou, se não fosse, teve a manha de fazer tudo do jeitinho que mandei que ele fizesse. Ajeitei meu corpo debaixo dele. Arrebitei um pouco mais a bunda para não deixar um único centímetro daquela pica de fora do buraquinho. Senti quando as bolas do saco dele começaram a bater na minha buceta no ritmo delicioso das metidas que quase me varavam de ponta a ponta. Enquanto o cacete de bom tamanho e grossinho, como eu amo, ia e voltava dentro do meu tobinha, uma sensação maravilhosa, que eu conheço tão bem, começou a tomar conta de mim. Dali a pouco, vi as primeiras estrelas. Senti na barriga aquele calor gostoso que a gente sente antes de ter um orgasmo dando o cu. Sabia que, dali a pouco, gozaria numa explosão que, quando viesse, seria ouvida no motel inteiro.

COMO É BOM!

Gemendo cada vez mais alto, senti a gozada se aproximando! “Mete, seu filho da puta, mete! Mete, seu cavalo!” Ele também começou a respirar forte, fazendo barulho. E depois de me chamar de puta, de gostosa, de vadia, de safada, de meu amor, de sem-vergonha, de depravada, de ordinária, de querida e de mais um monte de nomes que, nessa hora, soam como os maiores elogios que uma mulher pode ouvir, ele soltou um gemido mais longo e desabou sobre meu corpo. Veio, então, aquela sensação deliciosa de sentir o pau que acabou de me arrombar ir amolecendo dentro de mim e ir saindo aos poucos do meu cu. Como é bom! Como é bom dar o cu!
Felipe sabia desde o início que eu sou uma mulher casada — e agia com aquele arzinho de superioridade de quem está se apossando de alguma coisa que pertence a outro. Já havia feito carinho sobre a aliança grossa, de ouro, que nunca sai de meu dedo esquerdo. Tinha reparado que eu também uso uma aliança, de noivado, na mão direita. Ele ficou curioso e quis conversar sobre aquelas joias, mas suavemente, pus o dedo sobre os lábios dele. Silêncio, pedi suavemente.
Preferia que ele me considerasse uma mulher malcomida pondo chifres no marido do que ficar explicando a liberdade que tenho nos meus dois relacionamentos. Além de casada, quem já leu minhas histórias sabe, também sou noiva! Começamos a conversar amenidades. Mas eu não estava ali para bater papo. Estava ali para foder. Dali a pouco, comecei a fazer carinho do pau do menino, esperando que ele desse sinal de vida. Quando senti a primeira reação, me ergui, mudei de posição e comecei a pagar um boquete caprichado. Bem melado. Bem guloso!
A primeira foda tinha sido na buceta. Assim que chegamos ao motel Astúrias, arranquei a roupa que eu usava e fiquei pelada na frente de Felipe. Me deitei, abri as pernas e mandei: “me chupe”. Ele me abraçou, passou a mão pelo meu corpo. Chupou meus seios com delicadeza e gula. Depois, me tomou pela mão e me levou para a cama.
Esse é um teste que faço. Se o cara demonstra algum tipo de frescura nessa hora, corre o risco de fazer a transa acabar ali mesmo. Gosto de homem que não tem nojinho de buceta, que gosta de sentir o gosto e o cheiro que saí de nossa intimidade quando estamos transbordando de tesão. Felipe foi aprovado no teste. Com louvor. Não era nenhuma sumidade em matéria de boquete (nessa hora, a comparação com meu marido é inevitável. Beto é o melhor chupador de bucetas que existe!). Mas ele demonstrava gula e sabia seguir as orientações.
Na medida em que eu explicava como gosto de ser chupada e ele deixou de pressionar minha buceta com a boca inteira e passou a fazer carinho no meu grelo com a ponta da língua, fui relaxando e sentido a gozada se aproximar. Nessa hora, ele levou uma das mãos a meus seios e começou a acariciá-los. É muito diferente gozar pela buceta de gozar dando o cu. A gozada na buceta é mais concentrada. Começa no grelo e depois se espalha pelo corpo inteiro. No cu, ela começa com um calor na barriga, se transforma em um tremor no corpo inteiro e só depois chega à buceta! (é por isso que eu adoro fazer dupla penetração! Adoro sentir dois cacetes dentro de mim e experimentar essas duas sensações ao mesmo tempo! Toda mulher deveria fazer isso!)
Só depois de gozar foi que mandei ele tirar a roupa. Ele pôs o pau para fora e me ofereceu para chupar. Nada mais justo. Depois de uma chupadinha caprichada, em que pude sentir o sabor do pau dele pela primeira vez, mandei que ele se despisse, colocasse uma camisinha e me comesse. “Agora, mete em mim, mete!” Foi uma trepada gostosa, mas não gozei. Talvez porque já tivesse gozado minutos antes, com a língua dele no meu grelo. Depois de gozar, ele foi ao banheiro e foi nessa hora que decidi oferecer meu cu para ele — coisa que pouca mulher faz, ainda mais no primeiro encontro.
A segunda foda foi a enrabada que acabei de descrever. Levei pau no rabo e amei levar! Foi fenomenal! Agora, na terceira, queria que ele gozasse na minha boca para a série ficar completa: buceta, bunda e boca numa mesma foda. Eu gosto de chupar piroca. Gosto, não. Adoro! Não apenas para dar prazer aos machos que me comem. Adoro sentir aquela peça roliça indo e vindo, envolvida pelos meus lábios. Gosto de passar a língua por toda a extensão do cacete. Gosto de sentir o gosto da cabecinha com a ponta da língua. Gosto de envolver um dos bagos do saco na minha boca, enquanto acaricio o outro.

FIO TERRA

Desta vez eu tive uma ideia e quis testar os limites de Felipe. Já fiz isso algumas vezes e percebo que os homens estão cada vez mais receptivos para carinho do cu. Acho uma delícia ver as reações deles. Não pedi autorização para fazer fio terra em Felipe. Sem que ele notasse, cobri meu dedo com uma camisinha, o besuntei com o lubrificante e comecei a pressionar. Ele se assustou, mas aceitou numa boa. Quando a pontinha entrou, ele soltou um gemido delicioso e se ajeitou para facilitar o meu trabalho. Pressionei e o dedo entrou inteiro.
Depois de ir e voltar algumas vezes e sem deixar de chupá-lo, tirei meu dedo indicador de dentro do cu do meu macho. Ele gemia cada vez mais alto. Voltei ao ataque. Agora, com o dedo médio também protegido pela camisinha, enfiei os dois no rabo que, depois ele me disse, adorou receber aquela visita. Felipe ergueu o quadril sobre a cama para curtir ainda mais a força da minha dedada. Ele começou a mexer cada vez mais depressa.
O movimento que ele fez quando estava pronto para gozar foi mais forte e o pau quase me fez engasgar. Enquanto meus dedos se mexiam no rabo dele, fazendo carinho na próstata, aumentei o ritmo da punheta que batia com a outra mão. Logo depois, senti a gozada explodir em minha boca. Engoli tudo e, olhando para a cara dele, ainda passei a língua pelos lábios para não desperdiçar nem uma gotinha. Tem mulher que não gosta. Mas eu confesso que adoro o sabor da porra que acabou de sair do pau.

APENAS O APERITIVO

Naquela noite, não tinha ninguém esperando por mim naquela noite. Meus dois homens, naquele dia, estavam fora de São Paulo. Mas preferi fingir que estava com pressa e que tinha hora para chegar em casa. Continuei agindo como a mulher casada que pula a cerca e enche de galhas a cabeça do marido. Passei para Felipe o número do meu “putafone” (o celular que estreei com Ivan e que uso apenas para me comunicar com meus amantes ocasionais e para combinar surubas com minha turma). Ele também me passou o número dele.
Pedi a conta do motel. Felipe fez menção de pagar, mas não deixei. “Essa é minha. A próxima você paga”. Nos vestimos e saímos. Enquanto descíamos as escadas da suíte, ele me perguntou quando me veria de novo. Eu disse que, quando tivesse tempo, mandaria mensagem. Ele me olhou. Me deu um beijo gostoso e disse: “tomara que não demore”.
Voltei para casa satisfeita. Havia acabado de fazer exatamente o que eu queria: dar para um cara que nunca havia me comido antes. Beto, meu marido, tinha viajado a trabalho e ficaria fora uns dez dias. Paulinho, meu noivo, também estava fora. Tinha ido aos Estados Unidos, para o primeiro compromisso internacional de sua carreira. (Não, você que não conhece minhas histórias, não leu errado. Muita mulher se queixa da falta de homem no mercado. Eu tenho dois machos para chamar de meus! Um marido e um noivo. Eles se conhecem, se dão muito bem e, mesmo sabendo que dou conta dos dois, me mimam e me enchem de vaidade disputando minha preferência. De vez em quando, dormimos os três na mesma cama! É quando me sinto a mulher mais puta e mais feliz do mundo!!)
Antes que eles embarcassem para suas viagens, os cobri de gentileza. Fiz as malas para cada um deles. Dei para eles (para Beto, na nossa cama. Para Paulinho, no apartamento que ele alugou na rua de minha casa e que eu visito quase todo dia). Meus dois machos, cada um na sua vez, me levaram à loucura.
Amei cada trepada. Mas deixei bem claro que aquilo não me contentaria e que não ficaria uma semana inteira sem pica, esperando por eles. Tinha feito minha TRH poucos dias antes e, como eles sabem muito bem, dias depois da aplicação dos hormônios o tesão vai a mil e a vontade de sentar num caralho fica incontrolável. Eles me conhecem muito bem e sabem que, quando quero dar, eu dou. Se eu quisesse pica na ausência deles, arranjaria outra para me satisfazer.
Pouca gente acredita que possa existir um relacionamento sólido com uma proposta como essa. Pois eu tenho certeza de que meus relacionamentos são sólidos justamente porque eu dou a meus homens a mesma liberdade que cobro deles. Ainda no trabalho, comecei a sentir entre as pernas aquele calor que denuncia a vontade de levar rola.
Pensei em chamar Ivan, que já havia me comido mais de dez vezes desde que o conheci, no mesmo shopping onde catei o Felipe. Mas o Ivan havia me comido na semana anterior e eu não queria que ele achasse que eu estava sempre à disposição. Além disso, queria dar uma variada. Queria uma pica novinha. Queria, também, sentir a emoção da caça e da conquista. Queria comer um cara que nunca tinha visto antes. Não demorou muito. Antes mesmo de escolher para onde o levaria, o vi andando pelo corredor e pensei: “É esse”.
Dei um jeito de chamar atenção do rapaz e ele caiu fácil na minha rede. Uma pergunta aparentemente desinteressada feita por uma mulher classuda parece ter efeito afrodisíaco. Trocamos meia dúzia de palavras e ele, sem saber que havia tirado a sorte grande aquela tarde, me convidou para tomar “alguma coisa” no Astor. Olhei bem no fundo dos olhos dele, sorri e fui direto ao ponto: “tenho uma ideia melhor. Você está livre pelas próximas duas horas?”.
Dali a pouco, estávamos no meu carro, a caminho do Motel Astúrias. Então, aconteceu a trepada que acabei de relatar. Para mim, o dia tinha terminado ali. Só que meu telefone tocou e, do outro lado da linha, minha irmã Mariana, que sabia que eu estaria sozinha naqueles dias, me convidou para sair. Aquela foda da tarde, com um cara que nunca tinha visto na vida, foi apenas o aperitivo. Não sabia que antes da meia noite, outros quatro caras que eu nunca tinha visto antes ainda me comeriam.
Mas isso eu conto depois.


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Comentários


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edumanso Comentou em 22/04/2026

Caramba ! Li cada detalhe desse conto puta tesão, amo mulheres poderosas que sabem dominar varios machos, fodem como e com quem quiser e ainda provoca no fio terra, sabe cativar ! Minha esposa tem eu, marido corno manso incentivador e outro macho, amante, sarado, tipo cafajeste, dormimos 3 juntos as vezes, mundo perfeito !




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Ficha do conto

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Nome do conto:
QUERIA DAR... E DEI!

Codigo do conto:
260037

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
22/04/2026

Quant.de Votos:
3

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