NOVINHOS E MADURAS
Por mais relaxada que estivesse naquele momento, por mais satisfeita e bem comida que me sentisse, não quis perder a oportunidade. A única coisa que perguntei a Mariana foi: “quem são os meninos? Vocês já sabem quem vai nos comer ou teremos que ir à caça? Tem homem para mim?”, perguntei. “Claro que tem, né? Acha que eu ia deixar minha maninha querida chupando o dedo. Sei que ela prefere chupar outra coisa!”
Rimos juntas. Ela me contou que, junto com Taninha, já tinha providenciado picas para todas nós. Tinham chamado uns carinhas bons de cama para a farra e estava tudo certo. Os três que Taninha chamou (e que Mari ainda não conhecia) são professores de academia. Sarados, supergatos e novinhos. “Um tem deles tem 22 aninhos!!!”, ela me falou entusiasmada. “Esse não me escapa”. Os três amigos de Mariana são comedores recentes, singles que ela conheceu no Inner Club, uma casa de swing tradicional aqui de São Paulo. Todos com menos de 30 anos. Detalhe: Mari não conhecia o trio de Taninha e Taninha não conhecia o trio de Mari. “Assim, haverá picas novas para todas nós!”
Quatro mulheres maduras — ou, se preferir, quatro coroas enxutas — para seis novinhos. Eu sou a mais velha do “Quarteto Fantástico”, nome do grupo que abrimos naquele dia para combinar nossas “putarias em família” pelo whatsapp. Me mato na academia, faço harmonização social, gasto um dinheirão com reposição hormonal, com dermatologista, com cirurgias plásticas, com canetas emagrecedoras e outros tratamentos para manter em forma e desejada pelos homens.
Tenho 55 anos e estou, como dizem meu marido, meu noivo e os outros caras que me comem “com tudo em cima”. Minha irmã tem 49 e é, sem favor algum, uma das mulheres mais lindas e charmosas que conheço. Nunca foi gorda nem precisou se esforçar muito para permanecer gostosa. Minhas primas são um pouco mais novas do que ela. As duas são do tipo mignon e magras de academia. Essa é a dica: homens novinhos e mulheres maduras rendem festas mais prolongadas do que aquelas que reúnem homens maduros e mulheres novinhas. Pode apostar!
Desde que dei pela primeira vez, nunca fiquei muito tempo longe de uma pica. Mesmo nos períodos mais tristes, em que ficava meio baixo astral, nunca fiquei sem levar pau. Se não tinha um à vista, não tinha dificuldade em conseguir. Mas não ter o trabalho de ir à caça depois de já ter feito isso naquele dia era muito bom. Não faço a menor ideia de quantos homens já passaram pela minha cama. Principalmente depois que eu e Beto, meu marido, começamos a praticar o swing, eu vi, peguei, chupei e fui empalada por uma quantidade enorme de picas. Centenas delas. Grandes, gigantes, pequenas, médias, grossas, finas, tortas, retinhas, cabeçudas, com muita veia, com pouca veia, duras como ferro, meia bomba... Pretas, brancas, avermelhadas. Com a cabeça pontuda, arredonda, em forma de cogumelo... O que nunca faltou para mim foi cacete.
LEMBRA DE MIM?
A vontade de descansar passou na hora e a ideia de dar outra vez aquela noite me encheu de energia. Cheguei em casa, tomei um banho caprichado. Passei mensagens para meu marido e para meu noivo. Disse que sairia com Mariana, mas não falei que estávamos indo “para o crime”. Conferi o “putafone” e encontrei uma mensagem de Felipe dizendo que a tarde tinha sido perfeita e que ele não via a hora de me ver outra vez. Perguntei: “só ver?” Ele respondeu: “ver, pegar, chupar, comer, te fazer gozar, gozar e começar de novo, uma, duas, três vezes...”
Ponto para ele! Com toda certeza, Felipe me comeria outra vez. Homem que dá atenção e se manifesta com elogios depois de foder uma mulher tem tudo para levá-la para a cama outras vezes. Respondi dizendo que a tarde tinha sido “dos deuses”, que ele é uma gracinha e que logo nos veríamos de novo. Mas que não poderia falar com ele agora, pois tinha um compromisso.
Me arrumei de uma forma despojada. Nunca acreditei muito nessa história de que roupa ousada ajuda a atrair homens. Atitude ajuda muito mais. Ainda mais para um encontro em que todas e todos sabem que terminará na cama. Preparei meu “kit suruba” — camisinhas, lubrificantes, necessaire com artigos de higiene, uma muda de calcinha e sutiã, uma camiseta e uma bermuda de academia.
Fui de carro. Cheguei ao local do encontro, um bar de um hotel chique dos Jardins. Minha irmã já estava lá, com os três amigos que tinha ficado de levar. Me agradei especialmente de um, chamado Marcinho. Mas os outros dois também não eram de se jogar fora. Logo chegou Juliana e pensei comigo mesma: se a Taninha der o bolo, já temos um pau para cada buceta!
Logo depois chegou Taninha. Rata de academia, com uma bundinha redondinha e saliente e os peitos empinados para uma mulher que passou dos 40 e já foi mãe, ela é um tesãozinho ambulante! Até eu pegaria! A filha dela, Eliane, tem a idade de Lina e, como toda a família, também é chegada numa piroca! Taninha caminhava à frente dos três sarados que ficou de trazer e foi aí que rolou a cena mais interessante da noite.
Vou contar o que aconteceu porque ajuda a tornar a história mais quente e interessante. Vamos lá: minha sobrinha Lina, filha de Mariana, tinha 16 anos quando disse à mãe que queria deixar de ser virgem. Muitas amigas delas já estavam transando e ela queria experimentar também.
Mari a levou a uma ginecologista para que a filha ficasse pronta para virar mulher (leia o relato Quem Sai aos Seus Não Degenera!) A menina precisava evitar roubadas e se preparar, tomando anticoncepcional e recebendo orientação para não contrair DST. Minha irmã também trocou os móveis dos quartos dos filhos. Comprou camas de casal, espelho, armários que não parecessem de adolescentes. E deu, tanto para Mari quanto para o filho, Nelsinho, liberdade para trazer seus parceiros para casa. “Aqui vocês estarão seguros”.
Lina desde o início se revelou uma putinha de primeira. Não gostava de namoro firme e cada semana aparecia em casa com um menino diferente. Um mais lindinho do que o outro, disse minha irmã. “Ela puxou você, Lalá”, disse Mari, se referindo ao comportamento inquieto que eu tinha na juventude, e à fama de biscate que me acompanhou do colégio à faculdade. “Cada dia aparece com um diferente. Não para quieta”.
(Nesse ponto, Lina se saiu às mulheres da família. Todas nós sempre gostamos de pica. Mariana é que custou a entrar na farra (tem relatos sobre isso na minha página). Mas hoje, minha irmã, minhas primas e eu assumimos que adoramos pica! Outro dia, soube por minha tia Marlene que minha mãe também gostava e, o que era raro na época dela, passou por muitas camas antes de conhecer e se casar com meu pai. Depois eu conto a história que ouvi da minha tia e que me encheu de orgulho! Minha mãe era uma mulher à frente de seu tempo. Pena nunca ter conversado sobre isso comigo enquanto era viva”!).
Entre os carinhas que Lina levou para casa logo que começou a dar havia um, o Bê, que ficou apaixonadinho por ela. Se dependesse da vontade dele, os dois teriam namorado. Era mais do que um comedor ocasional. Volta e meia, Lina o levava para a cama. Bê se dava muito bem com minha irmã e a tratava com respeito e carinho. Um ano mais velho do que minha sobrinha, o menino tinha 17 anos naqueles dias. Hoje, tem 22. Sim. Aquele menino que ela conheceu novinho e que a chamava de “tia” era o mesmo carinha de 22 aninhos por quem ela demonstrou interesse quando Taninha descreveu o trio que levaria para nossa suruba. Quando eles ficaram frente a frente e se reconheceram, o menino gaguejou. “Tia Mari! É a senhora? Lembra de mim?”
Minha irmã não se conteve: “Bêêêêêêêêêêêêêêêêêê!!!!!!!!!” Como você está linnndddo!” Mari notou que Bê ficou sem graça ao reconhecê-la entre as “coroas” que ele e os amigos comeriam aquela noite. Mas, safa e desencanada como é, ela não se apertou. O abraçou forte. Deu um selinho prolongado nos lábios do menino. E falou: “hoje você vai saber se a mãe é mais gostosa do que a filha. Capricha, hein!”.
UM PAU NA BUCETA, OUTRO NO CU
Para encontrar a história, logo partimos para nosso destino. Mari e Taninha tinham reservado uma suíte coletiva no Motel Caribe, na Barra Funda. Adoro aquele lugar! Amo! Foi lá que, anos atrás, eu e Paulinho comemoramos um de nossos aniversários de namoro! Foi delicioso! Hoje, seríamos quatro mulheres e seis homens. Nos distribuímos por dois carros. No meu carro, fui com Mariana e com os três meninos que vieram com Taninha. Ela e Bê não se desgrudaram um minuto e, ousada como é, ela tirou a calcinha e a entregou a ele assim que entramos no carro. Protegidos pelo insulfilm os dois já começaram ali o que iríamos fazer no motel. A meu lado, no banco da frente, um dos meninos — a quem eles chamavam de Jota Erre — acariciava o próprio pau. Mandei que ele o pusesse para fora e o segurei. Sempre que o carro parava no farol eu dava uma acariciada e batia uma punhetinha para ele. Teve uma hora que eu até abaixei para dar uma chupadinha. O outro menino, que se chamava Tonny, que estava no banco de atrás com Bê e Mariana, também começou a acariciá-la. Ou seja: se não estivéssemos perto era bem capaz de gozarmos antes de chegar ao motel.
Passamos pela avenida Sumaré, atravessamos o viaduto Antarctica, fizemos a rotatória e longo nos apresentamos na entrada do Caribe. “Temos reserva”, anunciei na portaria. Cumprimos as formalidades e logo fomos autorizados a entrar. Ao chegarmos na garagem, o carro de Juliana já estava lá. Antes de subir para a suíte, Mariana já ficou pelada. Sem uma peça de roupa e com os pelos da buceta bem aparados e tingidos de vermelho, uma das marcas registradas dela.
Depois de ficar pelada, ela tirou a roupa de Bê. Eu disse que não deixaria minha irmã sozinha e, também tirei a roupa. Fiquei só de sandálias. Os outros meninos seguiram nosso exemplo e, dali a pouco, entramos na suíte onde Juliana. Tânia e os outros três garotos (Pedro, João e Marcinho), ainda vestidos, nos aguardavam.
Uma das cenas mais frequentes numa suruba, que é aquela conversa fiada que acontece antes da farra começar, não rolou dessa vez. Já falei mais de uma vez que nas surubas que frequento, uma cena comum é aquele momento inicial, onde todos sabem o que foram fazer ali, mas nada acontece antes do primeiro ou da primeira (normalmente a iniciativa parte de uma mulher) dar o primeiro passo.
Mariana nem esperou. Assim que entrou na suíte, pediu que alguém providenciasse uma camisinha e, dali a pouco, a colocou, com a boca, no pau de Bê. “Como você quer, meu Bebê?” ela brincou com o nome do menino. Ali, assisti uma das cenas mais lindas da noite, enquanto chamava Jota Erre e Marcinho (o cara que tinha me interessado quando nos encontramos, mais cedo) para ficarem comigo na cama. Jota Erre já estava pelado. Marcinho logo se livrou das roupas. Me ajoelhei na frente dos dois e comecei a alternar chupadas pelos dois cacetes. Naquela tarde, no Motel Astúrias, enquanto eu trepava com Felipe, senti saudade de uma boa DP. E era isso que eu queria fazer agora: um pau na buceta, outro no cu (a mulher que ainda não experimentou, não sabe o que está perdendo!)
“É TODO SEU”
Mesmo concentrada em endurecer as picas de Jota Erre e de Marcinho, acompanhava a trepada de Mariana com Bê. A cena era maravilhosa! Assim que foram para a cama, o menino deixou de agir como um novinho, assumiu o papel de macho alfa e dominou a situação. Começou a dar um trato que deve ter deixado minha irmã com a buceta arregaçada. Quando os paus de meus dois caras ficaram no ponto, me ergui e mandei cada um chupar um dos meus peitos. Adoro! Foi a última vez que vi Mariana antes que as picas começassem a entrar em mim.
Ao mesmo tempo, ouvia pelo quarto os gemidos de Ju, de Taninha e dos outros quatro garotos. Adoro o barulho de gente trepando, de gente metendo, de gente gritando de tando gozar. O ambiente de uma suruba em que todos confiam uns nos outros é muito tesante. Depois, eu soube que, na primeira rodada, Taninha deu conta de dois e Ju deu para o outro, Tonny, que a fez gozar e, depois, a enrabou (outra coisa que fiquei sabendo por minha tia Marlene foi que, minha mãe, quando saia para dar, gostava de liberar o cu para evitar gravidez. “Ela gostava de unir o útil ao delicioso!”).
O que aconteceu na sequência foi divino. Mandei que eles preparassem meu cu para a enrabada, com muito KY Hot. Envolvida por aqueles sons e pelo cheiro das trepadas, mandei que Jota Erre e Marcinho decidissem quem viria pela frente e quem ficaria com a entrada dos fundos. Os dois, é claro, levaram na brincadeira. Jota Erre, da turma de Taninha, se deitou de costas na cama. Me ajeitei sobre ele e, quando entrou tudo, arrebitei minha bunda e disse para Marcinho (que era convidado de minha irmã): “é todo seu!”
Que sensação deliciosa! Que gozada sublime! Como é bom sentir aquele movimento simultâneo dentro da gente! Uma pica indo enquanto a outra volta. Ou as duas se movendo juntinhas! Ritmadas! Aaiiiiiiiiii!!! Fico molhada só de lembrar. Depois de alguns minutos levando estocadas pela frente e por trás, senti a vista embaralhada. Os gritos vieram sem que eu pudesse controlar. Que delíciaaaaaaaaaa!!!!!!!
Depois de descansarmos um pouco, partimos para o segundo turno. Minha irmã e Juliana, que pegaram só um da primeira vez, agora ficariam com dois. Eu e Taninha, que ficamos com dois na primeira rodada, ficaríamos com um só. Não combinamos nada. Apenas rolou assim.
Depois que todos gozamos, e antes de começar a rodada seguinte, tive uma conversa deliciosa com minha prima Juliana. Trocamos um beijo delicioso no meio da suíte. Ela acariciou meus seios, disse que eu merecia a fama de gostosa que tenho na família. Propôs que nos encontrássemos, junto com nossos maridos, e, se rolasse, fizéssemos uma farrinha mais íntima... Topei na hora. Mas, enquanto conversávamos, vi que os grupinhos já estavam se formando e resolvi agir para não ficar sem o pau que queria receber na minha buceta!
ATÉ FALAR CHEGA!!!!!
Um pouco por influência de minha irmã, dei um jeito de ficar com Bê — que já tinha comido minha sobrinha no passado, passou o ferro na mãe dela ainda há pouco e, dali a alguns minutos, traçaria também a tia (ele já tinha, também, passado a vara em Taninha, que o trouxe para o grupo, e, depois eu soube, também tinha comido Eliane, filha dela.) Se continuasse assim, ganharia medalha por serviços prestados à família (rsrsrs).
Como mete bem o garoto! O pau parece feito sob medida para mim: uns 18 centímetros e bem grossinho. Parece o de Paulinho, meu noivo. A energia é de quem nunca fica sem gás. Logo depois que minha irmã o liberou, me aproximei, me apresentei e jogu dele e comecei a fazer carinho. Primeiro no rosto, depois no peei charme. Logo estávamos de “namorico”. O abracei, dei um selinho e comecei a acariciar a bundinha dele. Que, por sinal, é uma delícia! Ele começou a reagir e começou a passar a mão pelo meu corpo, com a segurança de um veterano.
Sem que eu pedisse, se ajoelhou diante de mim e se pôs a chupar minha buceta. Depois, a meu pedido, me pôs de quatro e meteu! A pica dura como uma barra de aço entrou firme e bateu no fundo de meu útero! Que delícia. Fui sentindo aquilo tudo se mover dentro de mim, num ritmo cada vez mais acelerado. Ele continuou metendo e eu gozei antes dele. Ele me olhou sorrindo. Mandou que eu mudasse de posição e ficasse de costas.
Trocou a camisinha por uma nova e passou lubrificante no meu cu. Em condições normais, recusaria. Já tinha liberado o buraquinho duas vezes naquele dia. A primeira para Felipe. A segunda para Marcinho. Uma terceira enrabada num dia seria demais. Até mesmo para quem ama dar a bunda, como eu! Mas não tive forças para dizer não. Como negar esse prazer a um tesãozinho como ele?
Bê se ajeitou minhas pernas, me pôs na posição do frango assado e empurrou. Entrou tudo de uma vez. Noossssssaaaaaa!!!! O cara é bom mesmo! Meteu tudinho, com a segurança de um veterano e me deixou completamente sem fala! Gozei mais uma vez.
A farra não terminou ali. Todas nós nos divertimos um tantão aquela noite. E os meninos se esbaldaram!!!! Qualquer dia eu conto como essa história terminou. Mas, adianto que terminou na cama. Nesse dia eu me fartei de fazer o que mais gosto na vida: dar! Dar até falar chega!
lalah2