CU LATEJANDO
Na segunda rodada da farra, Bê me comeu. E mesmo depois de já ter sido enrabada duas vezes naquele dia (a primeira por Felipe, à tarde, e a segunda numa DP sensacional que fiz com Jota Erra e Marcinho), ele quis comer meu cu. E comeu! Toda mulher sabe que o cu deve ser usado com moderação. Quem quer dar o cu muitas vezes no mesmo dia, corre o risco de sair machucada e acaba ficando muitos dias sem conseguir dar outra vez! Fica a dica! Por mim, estava mais do que satisfeita. Mas, antes de ir embora ainda dei para mais um dos meninos, chamado Tonny. Meio desajeitado, ele foi uma gracinha. Firme e delicado ao mesmo tempo. Ao seguir minha orientação e, depois de gozar na minha buceta, ele me levou a loucura com um boquete maravilhoso!
Fui para casa, relaxada, com as pernas bambas e satisfeitíssima. Me sentia muito bem comida! Tanto assim que tirei a roupa, removi a maquiagem sem muito cuidado, escovei os dentes e caí na cama. Dormi tranquila, despreocupada e sem saber que teria pela frente dias ainda mais agitados do que aquele.
Na manhã dia seguinte, uma sexta-feira, me senti sozinha na cama quando acordei com uma fresta de luz entrando pela janela do quarto. Tinha perdido a hora, mas não me desesperei: não tinha nada muito importante para fazer aquela manhã. Fiquei deitada, sentindo aquelas latejadas suaves que nos fazem lembrar das visitas que o cu tinha recebido na véspera. Minha irmã, Mariana, diz que essa sensação de dormência, provocada pelas contrações suaves dentro do rabicó no dia seguinte à enrabada, é um dos prazeres mais suaves que fazem com que ela adore liberar a porta dos fundos. Concordei com ela!
Liguei para o escritório e disse que tiraria a manhã para resolver uns probleminhas e passaria por lá no dia seguinte. Conferi as mensagens do celular. Escrevi para Beto e para Paulinho perguntando como estavam as coisas e tomei um banho. Escolhi um conjunto de lingerie branco, rendado e lindo. Uma saia e uma camisa de linho, duas peças classudas e sensuais ao mesmo tempo. Antes de me vestir, passei a mão pela virilha para conferir se a depilação estava em dia. Achei melhor dar uma caprichada antes de colocá-la na roda outra vez!. E, antes de me vestir, passei cremes pelo corpo e pensei que seria muito melhor se, ao invés das minhas, outras mãos estivessem passeando pelo meu corpo.
Podia ser as mãos de Beto, meu marido. De Paulinho, meu noivo. De Ivan, que tem sido um amante frequente. De Felipe, que eu havia conhecido na tarde anterior e levado ao motel para me comer. De Bê, com aquele jeitinho meio afoito do macho que ainda tem muito a aprender (e eu estava disposta a ensinar). De Jota Erre, de Tonny,,, Enfim, de qualquer homem que estivesse por perto naquele momento. Depois de pronta, me vesti e telefonei para o salão que frequento, perto de minha casa. Por sorte, tinha um horário vago para dali a dez minutos. Podia fazer as unhas e tirar a penugem que começava a brotar em minha buceta e ainda dar uma ajeitada nos cabelos.
Fiz tudo o que tinha que fazer. Me depilei, fiz as unhas, lavei e hidratei os cabelos. Em determinado momento, recebi um whatsapp de minha irmã: “Oi, Maninha!!! A Taninha quer aprontar outra hoje. Você está dentro?” Se ela não me chamasse, pode estar certa: eu iria chamá-la para cair na putaria outra vez. Respondi: “Qual é a proposta?”. Mari respondeu: “Nada de mais. Nós chamamos os meninos, vamos para algum lugar e damos um trato neles!”. Respondi com o kkkk de risadas. E depois, perguntei: “O Bê vai? Ela respondeu: “Sua papa-anjo! Vou falar para Taninha chamar”. Marcamos de reservar um flat nos jardins para aquela noite. Mari e Taninha se encarregariam de providenciar os comes, os bebes, os utensílios de primeira necessidade — camisinhas, toalhinhas higiênicas, lubrificantes, álcool em gel para higienizar as mãos — e tudo o mais de essencial que não pode faltar numa suruba. Depois, racharíamos a conta.
TRÊS COROAS GOSTOSAS
Voltei para casa, separei uma muda de roupa e duas mudas de lingerie. Pus numa mochila e levei para o carro. Sai de casa, comi alguma uma saladinha num shopping e à tarde, dei uma passadinha pelo escritório. Contei minhas estrepolias da noite anterior para minha amiga e sócia Roberta. “Hoje, não posso. Mas, da próxima, estou dentro!”, disse el. Quem já leu minhas histórias mais antiga sabe que ela é minha melhor amiga. Compartilhamos tudo: segredos, histórias, alegrias, trabalho e até os maridos! Ela adora dar para o Beto e eu amo o pau do Chico, marido dela!
Para encurtar a história, dali a pouco eu recebi um whatss de Mari com o endereço da esbórnia. Nos encontraríamos num flat que tem em Moema, ali perto do Shopping Ibirapuera. Passei mensagens de vídeo para Beto e Paulinho. Meu noivo me perguntou como em estava me comportando. Respondi “Muitíssimo bem. E você?” Rimos um pouco, disse que daria um trato quando ele chegasse. Fiz o mesmo com meu marido e, ali pelas cinco da tarde, parti em direção a Moema. Minha prima já me aguardava no flat. Me recebeu com um beijo de língua de tirar o fôlego — como beija bem a safada!
Dali a pouco chegou minha irmã. Sentamos as três na salinha, abrimos uma garrafa de espumante e começamos a conversar. Perguntei: “quem são nossas vítimas de hoje?” Minha prima, mais que depressa, respondeu: “o Bê ficou de vir. Mas eu não quis insistir muito para ele ficar se sentindo importante demais”. Ri por dentro. Ela estava certíssima. Mas, pelo que conheço de homens, tive certeza: ele estava na nossa e não perderia aquela suruba por nada. Jota Erre, que também tinha me comido na véspera, disse que iria — e perguntou se poderia levar dois amigos “gente boa”, que estavam loucos para nos conhecer. “Tudo bem”, concordamos. Minha irmã tinha ligado mais cedo para dois singles, frequentadores do Inner Club, e os chamou. Eram dois meninos, diferentes dos que tinham nos comido no dia anterior. Dois paus para cada uma! Ótimo.
Ficamos ali de bobeira, esperando nossas visitas. Foi então que minha irmã sugeriu: “Vamos recebê-los de lingerie?” Taninha não perdeu tempo: “Por que não ficamos peladas logo de uma vez?” Rimos e concordamos. Foi minha vez de palpitar: “Não estamos aqui atrás de amor... queremos pica!”, disse já começando me despir. Guardamos nossas roupas num armário e ficamos prontas para o combate.
PICAS SEMPRE DURAS
Modéstia à parte, somos três mulheres gostosas. Cada uma a seu estilo, muito gostosas. Não quero fazer autoelogio, mas eu, a mais velha das três, estou, como diz meu noivo Paulinho, “batendo o maior bolão”. Mantenho a pele macia com cremes e massagem. Tenho a face harmonizada e os seios levantados com a ajudinha de silicone. Gasto um dinheirão com mounjaro, com drenagem linfática, endermoterapia e toda novidade que aparece na minha esteticista! Me mato na academia fazendo elevação pélvica, agachamento sumô, afundo búlgaro e outros exercícios recomendados para levantar o bum-bum e tirar a barriguinha (só quem faz isso sabe como é difícil manter o rabo arrebitado e a barriga lisinha com o passar do tempo). Todo esse esforço para me manter apetitosa para os homens que, em troca, me recompensam com o que mais gosto: picas sempre duras, homens sempre dispostos a nos passar a vara!
Minha irmã é um fenômeno! Alta, longilínea, falsa magra de nascença. Um tesão! (costumo dizer que, se não fosse minha irmã, eu até comia! rsrsrsrs) Descobriu a vaidade quando já tinha mais de 40 anos e, tudo que precisou fazer para se tornar uma das mulheres mais desejadas de qualquer balada foi cuidar para não perder o que a natureza deu a ela. Aos 49 anos, nunca fez plástica e os seios, embora já estejam charmosamente caidinhos, ainda se sustentam sem fazer feio. Minha prima é mignonzinha, seios pequenos e firmes, barriguinha chapada, pernas torneadas, 45 anos — uma ratinha de academia que, depois que flagrou o marido dando o cu para um garotão, pôs o cara para correr, repensou os valores e caiu na gandaia.
É impressionante. Só ficar pelada em frente a outras mulheres, sem tocar uma nas outras, já me deixa cheia de tesão. Ficamos ali, batendo papo e peladas como viemos ao mundo quando, pouco antes das oito, o interfone tocou. Anunciaram Jota Erre e mais dois nomes: Rafael e Gabriel. “Dois anjos”, brinquei. Quando abrimos a porta e os recebemos, todas peladas, eu gelei: Rafael e Gabriel, que não conhecíamos até aquele momento, são gêmeos! Também sarados de academia, eram idênticos. Antes mesmo que os abraçássemos, o interfone tocou novamente. Eram Bê e os outros dois meninos, os amigos de Mariana, que chegaram juntos.
Para resumir a história: dali a poucos minutos, todo mundo, mulheres e homens, estava pelado. E antes que minha irmã e minha prima fizessem isso, me aproximei de Gabriel e Rafael, os peguei pelas mãos e disse: “São meus. Os dois!” Desde a primeira suruba que fiz, na casa de minha Márcia, quase vinte anos atrás (está tudo relatado em minhas histórias) senti a sensação deliciosa que é ter dois homens me dando prazer ao mesmo tempo. Isso para mim, modéstia à parte, é até rotineiro. Com um marido e um noivo à minha disposição, pelo menos uma vez por semana experimento essa sensação que recomendo par toda mulher. Mas, ali, era diferente: nunca tinha passado por minha cabeça — até porque julgava isso impossível — a ideia de dar para um par de gêmeos ao mesmo tempo. Naquela suruba despretensiosa, no entanto, eles estavam ali, na minha frente. Os corpos eram idênticos e os dois paus, iguaizinhos. E, o que é melhor, como todo pau de meninos de 23... 24 anos, dispostos a ficar duros por qualquer coisinha.
TREPADA GÊMEA
Me ajoelhei diante deles e comecei a chupar... ora um, ora outro. Enquanto minha boca passeava pela pica de Rafael, punhetava Gabriel levemente. Ou será o contrário? Me levantei e fiquei ali, ensanduichada pelos gêmeos. Àquela altura, minha irmã já fazia uma DP com Jota Erre e um dos amigos dela. E Taninha, levando a pica de Bê na buceta, de quatro, pagava um boquete guloso para o outro amigo de minha irmã — que cena mais linda!
Enquanto isso, euzinha estava lá, entregue à minha própria sorte, servindo de peterca para dois gêmeos novinhos e tesudos. Passava da mão de um para a mão do outro com a maior facilidade. Sempre gostei de comandar a trepada, sobretudo quanto envolve mais de um homem. Mas, daquela vez, me limitei a lembrar aos gêmeos de que o uso da camisinha pé obrigatório e, se um deles quisesse comer meu cu, que não economizasse lubrificante. É claro que dar essa instrução foi suficiente para dizer a eles que o toba estava liberado para receber visitas. E deixei tudo por conta dos gêmeos.
Senti as quatro mãos de meus dois gêmeos acariciando meu corpo num ritmo firme e gostoso. Passearam por minhas pernas e capricharam na altura da coxa. E ali, deitada de costas na cama, me limitava a sentir tremores pelo corpo, provocados por aquela massagem deliciosa. Acariciaram e chuparam meus seios, passeando as línguas pelos meus mamilos. Os movimentos eram tão sincronizados que pareciam ter sido ensaiados.
Eu tremia da cabeça aos pés. Rafael (ou terá sido Gabriel?) mandou que eu ficasse de quatro. Obedeci. Ele fez um carinho que só os machos mais seguros tomam a iniciativa de fazer: brincou no meu cu com a ponta da língua e parecia querer me invadir com ela. Enquanto eu chupava a pica de Gabriel (ou seria de Rafael?), o irmão preparava meu toba para receber mais uma visita. Caprichou no KY Hot.
Esperei pela ordem que sabia que viria. O menino que eu chupava se deitou de costas e mandou com voz firme: “senta aqui, sua safada!” Sem dizer uma palavra, obedeci. Nessa hora, senti as mãos do outro no meu ombro, me colocando na posição para receber a pica dele no meu rabo. Que bom! Já relaxadinho pelas enrabadas da vésperas, meu cu se abriu sem resistência para receber mais uma visita.
Comecei a falar baixinho, para marcar o ritmo da trepada. “Mete!... mete!... mete!.... mete!... mete!...” Continuei falando enquanto aquela sensação deliciosa de que a gozada está chegando foi se tornando mais forte, mais forte e mais forte, até explodir pelo corpo inteiro. Que delícia!
NA FRENTE OU ATRÁS?
Foi como se eu saísse de mim! Quando voltei, olhei para o lado e vi minha irmã e minha prima desfalecidas pelas trepadas deliciosas que receberam. Aos poucos, fui recuperando as forças e me levantei. Peguei mais espumantes e ofereci bebidas aos meninos. Enquanto todo mundo se ajeitava, me deitei num sofá, com a cabeça apoiada no colo de Jota Erre e as pernas passadas pelo colo de um dos amigos de Mariana, chamado Wlad (que, apesar do nome russo, tem a pelo bem moreninha).
Dali a pouco, Jota Erre começou a fazer carinho no meu rosto e a passear a mão pelos meus seios, enquanto Wlad, vendo aquilo, começou a acariciar “de meu umbigo para baixo”. Fez um carinho que eu a-do-ro! Pôs um punho cerrado entre minhas coxas e, com a outra, apertou minhas pernas. Aquela pressão foi me dando um tesão danado! Dali a pouco, me ajoelhei no sofá e comecei a pagar um boquete caprichado para Jota Erre, enquanto Wlad, com a boca colada a meu ouvido, perguntou: “Quer na frente ou atrás?”.
Sorri. Arrebitei minha bunda e falei: “Na buceta, por favor”.
Foi incrível. Ele nem bem meteu e eu já comecei a sentir os calafrios da gozada se aproximando. Fora de mim mais uma vez, me deixei levar pelas ondas de calor que chegavam enquanto os primeiros jatos da porra de Jota Erre começavam a encher minha boca. O deixei limpinho, limpinho. Que delícia. Estava com as pernas bambas e até pensei em ir embora quando me dei conta de que ainda não tinha dado para Bê naquela noite. Aliás, foi ele que, quando eu voltava do banheiro onde fui fazer xixi e me limpar, me abraçou no meio da sala, apoiou a boca em meu ouvido e meu falou: “Agora você não me escapa, Lalá!”. Senti minhas pernas bambearem com aquela voz no meu outido e perguntei de volta: “e quem disse que eu quero escapar?”
Olhei para os lados e vi Taninha com Rafael e Jota Erre. E minha irmã, gulosa como é, resolveu dar conta dos outros três ao mesmo tempo: um da buceta, outro no cu e o terceiro, na boca (sempre acho difícil esse tipo de malabarismo. Se eu já não tivesse visto, tantas vezes que até já perdi a conta, uma única mulher dando conta de três caras ao mesmo tempo, e até já tento experimentado muitas vezes essa sensação, eu tenho vontade em acreditar nisso. Minha irmã é uma craque! Sentou na pica de um, mandou que outro a comesse pela frente e se pôs a chupar a pica do terceiro, acho que Gabriel, com a maior habilidade. Como Mariana é puta!
Olhei para Bê e falei: “sou toda sua, meu homem1”. Naquela hora, o peito do menino estufou como se fosse o dono do pedaço. Agindo como se fosse o macho do pedaço, o galo do terreiro, o touro da manada, o garanhão do pasto, ele me entregou uma camisinha e disse com firmeza e suavidade: “com a boca!” Achei o menino meio abusado, mas resolvi entrar na dele. Me ajoelhei na frente dele e com os lábios encapei aquela pica que se mantinha duríssima, mesmo depois de já ter gozado duas ou três vezes naquela noite. “Como é bom ser jovem”, pensei.
Nessa hora, ele me ergueu pelas axilas e, quando eu estava de pé, ele beijou meus lábios com gula e carinho. Depois me ergueu, mandando que eu envolvesse com as pernas. E, deixando meu corpo escorregar em contato com o dele, encaixou a pica direitinho na minha buceta. Me encostou conta a parede e, enquanto meu quadril ia e voltava, acariciando o caralho que me empalava naquele momento, e ficou ali, gemendo nos meus ouvidos, enquanto eu gozava mais uma vez.
Que delícia! Que delícia!! Que delícia!!!
Eu não aguentava mais nada! Escolhi uma das camas em um do quartos daquele flat, apaguei e só abri os olhos na manhã seguinte. Bê e Jota Erre estavam comigo na mesma cama... O dia estava apenas começando!
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