Quando faltavam pouco mais de 3 semanas pro fim da obra minha mãe foi demitida, nossa obra precisaria parar indefinidamente e eu fiquei arrasado por que não aguentava mais morar com a minha avó. Minha mãe pediu que na hora que eu levasse o almoço eu avisasse que ela ia passar lá no fim do dia pra falar com eles e eu fui. Quando cheguei começamos fui avisar:
- Oi Gente boa tarde. Cheguei com o almoço.
Os dois ajudantes ficaram trabalhando, André parou o que estava fazendo e veio direto como de costume.
- Boa tarde patrãozinho, que bom que você chegou mais cedo, estava precisando comer alguma coisa.
- Vou botar a mesa pra vocês.
- Eu te ajudo,
Eu fui até a geladeira e peguei os copos e uma garrafa de refrigerante que minha mãe tinha deixado pro almoço deles e ele veio buscando os talheres e os pratos. Estava muito triste e por isso fiquei em silêncio.
- Que cara é essa patrãozinho? Algum problema ta aborrecido comigo?
- Nada não, minha mãe pediu pra avisar que vem aqui mais tarde pra falar com vocês.
- Más notícias?
Eu não consegui responder, então André se sentou na cadeira.
- Pode falar, quanto mais rápido eu conseguir saber o que tem errado mais fácil é resolver.
- Ah cara, não sei o que vai ser agora minha mãe foi demitida.
- Porra que merda, vocês vão conseguir se manter até sua mãe arrumar outro trabalho?
- Acho que isso não vai ser um problema, mas acho que ela vai suspender a obra e eu não vou poder voltar pra casa.
Eu mal acabei de falar isso e senti um tapa de leve na minha bunda, seguida de uma alisada leve e um pequeno apertão. Me assustei e olhei pra ele.
- Você não devia vir pra obra com short claro, acabou sujando tudo aqui atrás.
Nessa hora o olhar do André se incendiou, eu conseguia perceber ele se animando mas não entendi a princípio. Ele imediatamente me puxou e eu cai sobre o seu colo e ele empurrou seu pau endurecendo contra minha bunda.
- Patrãozinho, o negócio é o seguinte, o quanto você quer ajudar sua mãe nesse momento?
- O que você esta fazendo André?
- Isso ai, o quanto você está disposto a colaborar pra conseguir dar a casa bonitinha pra sua mãe?
- Não tenho como ajudar, eu não trabalho.
- Mas eu trabalho, o material ta todo ai, eu libero os ajudantes e termino tudinho pra sua mamãe, mas vou querer você aqui a minha disposição.
- Como assim André? Você quer que eu fique aqui de ajudante?
- Quero você a minha disposição, pra ser ajudante e pra fazer o que mais eu quiser fazer. Topa?
Eu sabia exatamente o que ele estava propondo, fiquei com medo do que ele poderia fazer comigo, mas saber que ele ia seguir trabalhando ia deixar minha mãe muito feliz e e no final eu poderia voltar pra casa.
- Topo.
- Vai se comportar e trabalhar direitinho pra pagar a obra da casa sem me dar problema com a sua familia?
- Vou.
Nisso ele me deu um beijo na boca apertado e colocou minha mão sobre o seu pau e me fez apertar ele. Nisso ouvimos os outros ajudantes vindo e ele praticamente me jogou longe pra ng perceber.
- Coloca o almoço ai que hoje eu quero comer bem.
Eu fiquei envergonhado e segui colocando a mesa. Os ajudantes chegaram, ele seguiu a conversa e eu sai. A noite minha mãe foi lá falar com eles e voltou pra casa muito emocionada. Ela não imaginava o que estava acontecendo, me abraçou e me disse que o André tinha dito que eu tinha me oferecido pra ser ajudante dele e que ele ia terminar a obra em solidariedade. Eu estremeci ao pensar o que seria aquela solidariedade, mas já estava decido, no dia seguinte eu estaria em casa as 6 da manhã para ajudar o André.
Cheguei cedo e lá estava ele, não sei se é por que eu sempre chegava a tarde me surpreendi em como ele estava cheiroso e com os cabelos molhados recém saídos do banho. Ele estava especialmente animado, brincava, ria e estava empenhado em me fazer me sentir confortável, mas eu estava apavorado. Carreguei os pisos que ele ia instalando na cozinha, ajudei a vira argamassa e tudo com ele me olhando como se eu fosse um pedaço de carne. Quando chegou a hora do almoço eu saí pra ir buscar nossa comida na casa da minha avó, como ele não tinha feito nenhuma investida achei que ele tinha desistido e voltei mais tranquilo. Voltei, ele estava trabalhando e eu coloquei a mesa. Nessa hora ele começou.
- Patrãozinho, o trabalho ta bom mas antes de almoçar queria tomar um banho com você.
- Comigo?
- Com você, lembra, você está a minha disposição.
- Está bem.
Fomos ao banheiro ele se virou pra mim e começou a tirar minha roupa e passar a mão pelo meu corpo, suas mãos eram pesadas, ásperas, ele me deixou completamente nú e ordenou.
- Dá uma voltinha pra mim dá.
Eu obedeci e ele me parou e ficou massageando minha bunda, seu dedo pressionando suavemente meu cuzinho. Ele tirou roupa e começou a esfregar seu corpo no meu, seu pau roçava no meu cú e eu sentia ele melando meu corpo a cada passada. Eu tremia de medo.
- Não fica com medo de mim tá? Eu vou devagar com você até você fazer tudo sozinho.
- O que você quer que eu faça?
- Começa pegando no meu pau.
Eu me virei e peguei o seu pau, ele estava completamente melado, sentia o cheiro de suor de trabalho saindo do seu corpo, seus pelos, sua barriga tudo tinham um cheiro forte de macho e era bom. Comecei suavemente a acariciar seu pau e punhetar ele lentamente, a rola babava muito então minha mão deslizava com facilidade pela rola. Ele passou o dedão pelo pau melecando ele todo e enfiou na minha boca, o gosto era suavemente doce, mas ao mesmo tempo amargo. Ele se projetou pra frente e me beijou na boca enfiando a língua contra a minha e então deslizou seu dedo pra dentro de mim. Quis gritar mas fui abafado e ele então apertou meu corpo contra o dele.
- Nossa putinho, que rabinho gostoso apertado, você todo gostoso sabia?
- Ai André, não isso não, vai doer.
- Vai não, seu macho vai ir devagarinho vou de deixar pronto pra levar rola.
- André não faz isso cara, eu te ajudo, vamos voltar pra obra.
- Vamos sim, depois.
André avançou contra o meu pescoço, ele me lambia, mordia, cheirava, meu corpo todo se arrepiava a cada movimento, enquanto isso seu dedo entrava e saía de dentro de mim, rodando e me tateando por dentro.
Apesar de ser doloroso e desconfortável ele sabia exatamente como quebrar minha resistência, eu não conseguia lutar contra ele, meu corpo todo respondia aquele toque áspero, aquela mão pesada. Eu sentia a poeira da obra me arranhando e sua língua quente invadindo minha orelha.
- Tá gostoso né branquinho? Vamos, relaxa, deixa eu por mais um dedinho pra dentro de você.
Ele disse isso pressionando o segundo dedo que entrava ardendo, me alargando, quando ele percebeu que eu ia gritar ele me beijava de novo, enfiando a língua na minha garganta, mordendo meus lábios.
- Isso garotão, relaxa seu cuzinho pro seu macho, sente meus dedos abrirem dentro de você.
- André, você vai me estourar cara, por favor.
E então ele enfiou o terceiro dedo, eu não achei que ele ia me estourar em dois. Por instinto avancei e o beijei.
- Vou te levantar, passa as pernas pela minha cintura e deixa esse cuzinho aberto pra mim.
Assim o fiz e ele começou a socar os 3 dedos pra dentro e pra fora, era um misto de dor e prazer muito intenso. Eu me agarrei no seu pescoço e comecei a ouvir ele me falando baixinho, quase rosnando.
- Desde a primeira vez que te vi chegar com aquele shortinho curto pra trazer comida fiquei esperando você me dar brecha, mas você nem me olhava, mas agora você tá aqui todo meu. Eu sei que você tá com medo, mas eu sei que você vai gostar, essas semanas da gente junto aqui a gente vai fazer tudo que você precisa pra ficar completamente viciado no meu pau, e quando eu acabar você vai vir na minha casa e eu sempre vou estar pronto pra te dar o tratamento que uma putinha gostosa igual você merece.
- André por favor, vamos parar.
- Não vamos não, a gente nem começou ainda.
Nisso senti seus dedos se afastarem e a cabeça muito melada da sua rola encaixar no meu cuzinho já relaxado. Eu queria resistir mas só soava manhoso, entregue.
- André, não, por favor.
- Isso putinho pede minha rola, ta sentindo ela encaixada no seu rabo? Eu vou começar a te descer devagar e o seu próprio peso vai fazer meu pau sumir dentro do você. Mas vamos devagar, sente a cabeça entrando aos pouquinhos, alargando seu rabinho pra me receber.
- André tá doendo cara.
- Mas vai passar, relaxa, me beija.
Ele me pressionou contra seu pau e eu senti ele me invadindo, eu queria gritar, me soltar mas não tinha forças. O Tesão era forte demais.
- Sente minha rola te invadindo, vou socar um pouquinho putinho, sente eu entrando pra dentro de você.
A cada movimento sentia ele me penetrando mais fundo, parecia que nunca ia ter fim, até que senti seu corpo colando com o meu.
- Pronto garotão, você aguentou bem to todinho dentro de você.
Nesse momento ele começou a me beijar e me fazer carinho, André sabia como fuder, não me sentia mais estranho com aquilo tudo, era natural e gostoso. Quando dei por mim estava forçando meu corpo contra o pau dele, ele percebeu e começou a meter devagarinho me fazendo gemer e estremecer.
Ele seguia me beijando e me cheirando, eu não queria que aquilo acabasse nunca mais. Sem falar nada ele soltou minhas pernas e me virou contra a parede, com os pés espaçou minhas pernas e disse.
- Putinho to adorando estar com você, mas a gente não pode ficar o dia todo aqui, então vou meter com mais pressão.
- Cuidado, por favor, pra não me machucar.
- Não meu gostoso, meu pau já deixou seu cuzinho pronto pra socar, não machuca mais não.
Ele disse isso e meteu o pau de uma vez só, inteiro, me fazendo gemer alto. Mas de fato não havia resistência, ele simplesmente entrou em mim. Nessa hora ele segurou minha cintura e começou a socar seu pau no meu cu sem dó. Meu corpo avançava pra frente e eu empurrava pra trás pra sentir ele sair e entrar de novo.
A cabeça do pau dele começou a tocar em um lugar dentro de mim que fazia com que todo meu corpo tremesse, quase como um choque elétrico. Eu não me preocupava mais nele me machucar ou não, só queria que ele entrasse de novo com força e tocasse dentro de mim naquele mesmo ponto que me fazia pulsar.
Aos poucos fomos nos descontrolando, ele metia brutalmente e eu reagia empurrando meu quadril pra trás, parecia que nunca mais iria acabar. Até que um tremor muito intenso, percebi que ia gozar sem me tocar, só com aquele macho me penetrando com força e brutalidade. Ele percebendo que eu ia gozar acelerou ainda mais e gravou os dentes nos meus ombros. Aquela mordida me fez gozar imediatamente, meu corpo contraía, minha visão escureceu e eu senti ele me segurar com força e meter ainda mais fundo. Ele também ia gozar, eu senti ele crescer ainda mais dentro de mim e então um calor percorrer meu corpo por dentro, úmido, quente, como se ele tomasse posse de mim.
Quando tudo acabou só ouvia a respiração, minha e dele, suas mãos novamente percorriam todo meu corpo, acariciando meus peitos, meu pau, meu pescoço enquanto ele me beijava. André tinha me chantageado pra conseguir aquilo, mas ele não me comeu apenas, ele quis que fosse especial, quase apaixonado e eu não conseguia resistir mais aquele homem. Eu faria aquilo de novo com ele quantas vezes ele quisesse, pelo tempo que ele me quisesse. Sua voz me trouxe de volta daquele transe.
- E ai garotão, foi muito ruim?
- Não, foi incrível.
- Doeu muito?
- No início sim, mas valeu a pena.
- Você é uma delícia sabia?
- Que bom que gostou.
- E agora como que eu vou sair de dentro de você e voltar a trabalhar? Não vai ter como.
- Quer fazer mais uma vez?
- Não meu putinho safado, vou te poupar pra amanhã você não estar ardendo e a gente fazer de novo.
- Obrigado André, pela ajuda na obra, por isso agora.
- Obrigado você meu garotão. Vamos tomar banho e voltar pro trabalho.
Nossa cara, continua aí como foi depois.
Amei!
Tesao puro!