A carona depois do trabalho!

Eu nunca trabalhava aos sábados, mas naquele dia precisei ir ao condomínio para resolver uns pagamentos atrasados. Desci até a sala da manutenção para tomar um café e, ao entrar sem bater, dei de cara com o Marcus completamente pelado.
Marcus, 47 anos, pele morena, cabelos pretos curtos com alguns fios brancos, corpo forte marcado pelo trabalho: ombros largos, braços grossos, barriga com volume de homem maduro e pernas potentes. Mesmo mole, o pau dele era impressionante — grosso, pesado, veioso, com uma cabeça rosada grande e um saco cheio balançando. Era o tipo de rola que não se esquece.
Fiquei congelado na porta. Ele percebeu meu olhar e sorriu de canto.
— Para de frescura, Guilherme. Entra e pega teu café.
Ele não se cobriu. Ficou ali enrolando, exibindo aquele pau pesado enquanto eu servia o café com as mãos tremendo. Saí rápido, mas meu rosto queimando entregou tudo.
O dia todo ele apareceu na minha sala umas dez vezes. Entrava, ficava me olhando mais tempo que o necessário, saía sem dizer muita coisa. Parecia querer falar algo, mas não tinha coragem.
Às 12h40 ele entrou de novo:
— Quer carona?
Aceitei.
Quando desci pro subsolo, ele já estava no carro. Short fino de academia preto colado no corpo, marcando uma lora absurda. Regata justa, cheiro bom de sabonete misturado com suor masculino. Ele me recebeu com um sorriso calmo e quente.
Assim que saímos do condomínio, ele olhou pra mim e perguntou, com a voz um pouco mais baixa:
— Guilherme, você se importa se eu estacionar em algum lugar pra gente conversar um pouco? Não quero fazer isso dirigindo.
Meu coração acelerou. Respondi apenas com um “tudo bem”, sentindo o clima mudar dentro do carro.
Marcus dirigiu até o shopping mais próximo e entrou no estacionamento subterrâneo. Procurou um canto escuro e isolado, longe das vagas principais, e parou o carro. Desligou o motor e virou pra mim, o olhar queimando de desejo e algo mais profundo.
— Eu não aguento mais fingir, Guilherme. Desde que você começou a trabalhar aqui que eu tenho vontade de foder esse seu cu. Eu não consigo parar de pensar em você. Já faz tempo que eu tenho vontade... Eu já sonhei com você várias vezes. Sonhei te fodendo gostoso na sua sala, te colocando de quatro em cima da sua mesa. Sonhei te comendo na sala da manutenção, te encostando na parede e te arrombando até você gemer meu nome.
Ele puxou meu rosto com a mão grande e calejada e me beijou com paixão avassaladora. O beijo era urgente, molhado, cheio de desejo represado durante meses. Enquanto a língua dele invadia minha boca, a mão dele já abria minha calça com urgência.
Quando meu pau pulou pra fora, babando, ele gemeu contra meus lábios:
— Porra, que rola gostosa...
Marcus se inclinou e engoliu meu pau até a garganta, chupando com fome bruta. Boca quente e molhada, saliva escorrendo pelo eixo, garganta apertando na cabeça enquanto ele gemia alto, vibrando no meu pau. Uma mão massageava minhas bolas, dois dedos já esfregando e pressionando meu cu.
— Tira tudo — rosnou ele, voz grossa de tesão.
Fiquei nu da cintura pra baixo. Ele tirou o short e a regata também. O pau dele estava monstruoso: 22cm de rola grossa, veias saltadas, cabeça inchada brilhando de pré-gozo, babando sem parar.
Marcus cuspiu várias vezes na mão, passou no próprio pau e depois no meu cu. Enfiou dois dedos grossos de uma vez, abrindo meu buraco com vontade enquanto me beijava apaixonadamente.
— Quero te foder bem forte hoje. Quero sentir esse cu apertando minha rola como nos meus sonhos.
Ele abaixou o banco do passageiro ao máximo. Me posicionou de lado, uma perna minha bem levantada. Encostou a cabeça grossa do pau na minha entrada e empurrou com força controlada, mas implacável.
— Ahhh... caralho... — gemi alto, sentindo ele me esticar ao limite.
Centímetro por centímetro, a rola grossa foi abrindo meu cu. Quando estava todo enterrado, as bolas pesadas dele coladas na minha bunda, Marcus soltou um gemido rouco e profundo:
— Que cu apertado e quente da porra... tá engolindo meu pau inteiro, Guilherme. Melhor que qualquer sonho.
Ele começou a meter. Devagar no início, sentindo cada detalhe, depois acelerou. Logo estava me fodendo com estocadas pesadas, profundas e ritmadas. O som molhado e obsceno enchia o carro: ploc-ploc-ploc-ploc-ploc. Cada vez que ele enterrava tudo, a cabeça grossa batia direto no meu próstata, me fazendo gemer como uma vadia.
— Toma essa rola, porra... — grunhia ele, uma mão apertando meu quadril com força, a outra segurando meu rosto para me olhar nos olhos enquanto me fodia. — Esse cu é meu agora. Eu queria te foder na sua sala o dia todo, te fazer sentar no meu pau enquanto você trabalhava. Queria te encostar na parede da sala da manutenção e te arrombar até você não aguentar mais.
Marcus metia com paixão selvagem. O carro balançava visivelmente. Ele suava muito, o peito largo colado nas minhas costas, mordendo meu ombro e meu pescoço enquanto socava sem piedade. De vez em quando ele tirava quase tudo só pra enfiar de volta com tudo, me fazendo sentir cada veia grossa abrindo meu buraco.
— Eu gosto de você pra caralho, Guilherme... — confessou ele entre estocadas brutais, a voz embargada de tesão e emoção. — Não é só vontade de te comer. Eu quero você de verdade. Quero te ter assim, todo meu.
Eu não aguentei. Gozei forte, jorrando porra no meu peito e no banco, meu cu apertando e ordenhando a rola dele em espasmos violentos.
— Isso... aperta meu pau, vai... aperta gostoso, meu bem — rosnou ele, acelerando ainda mais.
Com mais algumas estocadas profundas e selvagens, Marcus enterrou a rola até o talo e gozou. Senti o pau dele pulsar forte dentro de mim, jatos quentes, grossos e abundantes enchendo meu cu até transbordar. Ele grunhia meu nome rouco, o corpo tremendo contra o meu enquanto esvaziava as bolas bem fundo.
Ficamos ali, suados, ofegantes, o pau dele ainda enterrado até o fundo no meu cu cheio de porra. Marcus beijou minha nuca com carinho, depois virou meu rosto e me deu um beijo lento, profundo e apaixonado, ainda latejando dentro de mim.
— Caralho... que delícia de foda — murmurou contra meus lábios, respirando pesado. — depois me deixou na porta da minha casa e foi embora.
Foto 1 do Conto erotico: A carona depois do trabalho!

Foto 2 do Conto erotico: A carona depois do trabalho!

Foto 3 do Conto erotico: A carona depois do trabalho!

Foto 4 do Conto erotico: A carona depois do trabalho!


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario limaspzn

limaspzn Comentou em 02/05/2026

Que tesão de conto. Consegui sentir tudo o que aconteceu só de ler e imaginar




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


260952 - Ele Voltou Mais Tarde e Fodeu Nós Dois" - Categoria: Gays - Votos: 4
249421 - Meu sogro e meu marido me fuderam. - Categoria: Gays - Votos: 11
248679 - Orgia com o marido e o cunhado. - Categoria: Gays - Votos: 20
248180 - Noite insana com meu marido Lucas - Categoria: Gays - Votos: 9
248058 - Meu cunhado e meu sogro um dia inesquecível - Categoria: Gays - Votos: 19

Ficha do conto

Foto Perfil caelviselliot
caelviselliot

Nome do conto:
A carona depois do trabalho!

Codigo do conto:
260940

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/05/2026

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
4