Como de costume, assim que cheguei em casa contei tudo pro Lucas. Contei como o Marcus tinha me comido gostoso no carro, como ele gozou bem fundo dentro de mim e como confessou que sonhava em me foder há meses. Lucas ficou de pau duro na hora só de escutar a história. O pau dele marcou forte na calça enquanto eu falava. — Porra, amor... quero foder com os dois — eu disse, já louco de tesão. Lucas topou na hora, com um sorriso safado: — Manda ver então. Fui pro plano. Peguei o celular e mandei mensagem pro Marcus: “Oi. Vai fazer alguma coisa hoje? Que tal você vir aqui em casa hoje? Terminar o serviço.” Ele respondeu rápido: “Oi delícia. Tá falando sério?” “Sim. E seu marido?” “Ele não vai estar em casa, fica tranquilo. Só volta amanhã à tarde. Vem.” Marcus ficou um pouco receoso, mas depois de algumas mensagens aceitou. Marcamos o horário. Quando o momento ia se aproximando, combinei com o Lucas: ele ia se esconder no começo pra observar tudo, e só depois ele podia aparecer. Meu pau já estava a toda bala, assim como o do Lucas. Algumas horas mais tarde meu telefone apitou: “Tô chegando. Tem certeza que teu marido não vai aparecer? Cara, não quero problemas...” “Fica tranquilo, só vem.” Assim que a campainha tocou, Lucas correu pra se esconder. Eu fui abrir a porta. Lá estava Marcus: bermuda, camiseta justa, perfumado, cheiro de homem maduro que me deixou louco na hora. Não dei tempo pra ele pensar. Assim que ele entrou, eu o agarrei ainda na porta e enfiei a língua na boca dele com fome. Minha mão já desceu apertando o pau dele por cima da bermuda — estava duro pra caralho, latejando, enorme. — Calma... alguém pode ver — ele murmurou, nervoso. — Entra logo — respondi, puxando ele pra dentro e fechando a porta. — Quer uma água? Um café? — Um café tá bom. Enquanto eu ia pra cozinha fazer o café, já tirei a bermuda que usava e fiquei apenas de jockstrap preto, a bunda toda exposta. Isso deixou Marcus louco. Ele veio atrás de mim, me prensou contra a pia da cozinha, roçando aquela rola grossa e quente na minha bunda enquanto mordia meu pescoço com vontade. — Porra, Guilherme... você quer me matar hoje, né? — rosnou ele, voz rouca de tesão. Virou minha cabeça e me beijou profundamente, língua grossa invadindo minha boca. Enquanto o café passava, ele se ajoelhou atrás de mim e começou a lamber meu cu como se chupasse um sorvete. Língua quente, molhada, rodando no meu buraco, enfiando fundo, chupando com fome. Ele gemia alto: — Que cu gostoso da porra... tá piscando pra mim. Delícia... Marcus tirou a bermuda dele também. O pauzão grosso pulou pra fora, veioso, cabeça inchada babando pré-gozo. Ele não aguentou. Me pegou no colo, me colocou sentado na bancada da cozinha, abriu minhas pernas e cuspiu bastante no meu cu. Primeiro enfiou um dedo, depois dois, depois três, abrindo meu buraco com vontade. Eu gemia feito uma cadela no cio, rebolando. Lucas estava escondido, assistindo tudo, batendo uma punheta devagar. Marcus enfiou quatro dedos no meu cu, esticando bem fundo, enquanto com a outra mão segurava minha cabeça e me beijava apaixonadamente. Ele cuspia na minha boca e eu engolia, louco de tesão. — É isso que você queria, né? Levar rola de macho casado bem fundo? Fala pra mim, vai... — perguntava ele, voz rouca. Eu mal conseguia responder, só gemia e rebolava nos dedos dele. Depois ele me pegou no colo de novo, me levou pro sofá da sala e me deitou. Continuou fodendo meu cu com os dedos enquanto me beijava com desejo. Eu não aguentei mais: — Marcus... preciso te contar uma coisa. Ele parou por um instante, dedos ainda dentro de mim. — Meu marido tá em casa. Marcus abriu os olhos como um gato assustado. — Relaxa... ele também quer participar. — Você tá de sacanagem, né? — Não tô. Tô falando sério. Chamei o Lucas. Ele apareceu pelado e com o pau duro. Marcus a princípio ficou assustado, com vergonha, mas Lucas logo disse: — Pode continuar, Marcus. Fica tranquilo. Lucas não perdeu tempo: ajoelhou na frente dele e começou a chupar aquela rola grossa com vontade, garganta profunda, babando tudo, enquanto Marcus voltava a foder meu cu com os quatro dedos. — Caralho... — gemeu Marcus, surpreso com o prazer. Lucas chupava fundo, engasgando na rola. Depois se levantou, ficou em pé no sofá e enfiou o pau na boca de Marcus. Enquanto isso, Marcus tirou os dedos do meu cu, posicionou a cabeça grossa da rola e enfiou tudo de uma vez no meu cu. — Ahhhhh porraaa! — gritei de prazer. Marcus começou a me foder forte no sofá, estocadas pesadas e fundas, enquanto chupava o pau do Lucas. O som molhado da rola dele entrando e saindo do meu cu enchia a sala. Ele metia fundo, as bolas pesadas batendo na minha bunda, grunhindo: — Que cu gostoso... vou te arrombar todo. Lucas segurava a cabeça dele e fodia sua boca, gemendo: — Chupa, Marcus... engole meu pau enquanto você come meu marido. Eu estava no paraíso. Marcus tirou o pau do meu cu, sentou no sofá e eu sentei na pica grossa e brilhante dele. Desci devagar sentindo cada centímetro me abrindo, depois comecei a quicar gostoso enquanto chupava meu marido. O pau do Marcus pulsava dentro de mim, me enchendo. Depois Lucas falou: — Minha vez. Se posicionou de quatro no sofá. Marcus deu uma lambida, cuspiu e enfiou a rola com tudo. O gemido abafado do Lucas foi engolido pelo meu pau que enfiei na boca dele. Lucas lacrimejava de tesão enquanto o cu era fodido sem piedade. Marcus olhava pra mim enquanto estraçalhava o cu do Lucas e dizia: — Você é foda... nunca imaginei isso. Eu só respondia: — Aproveita e fode com força essa puta! E ele fez. Metia selvagem, suado, com força bruta. Depois fomos para o quarto onde eu e Lucas ficamos de quatro na cama, lado a lado, sendo revesados por Marcus. Ele enfiava o pau no meu cu, tirava melado e enfiava no cu do Lucas, alternando enquanto nos beijávamos com paixão. — Marcus, você já deu o cu? — perguntei. Ele olhou assustado: — Não... — Então hoje vai ser o dia. Ele relutou, mas insistimos com carinho até ele aceitar. Coloquei Marcus deitado na cama na posição de frango assado. Lucas colocou o pau na boca dele. Passei gel no cuzinho virgem, encostei a cabeça da minha rola e fui entrando bem devagar. Marcus se contorcia, gemia alto. Quando comecei a pressionar mais fundo ele gemeu feito uma cadela, pedindo pra parar, mas Lucas fodia forte a garganta dele. Arrombei o cuzinho devagar — um pouco de sangue era normal. Logo ele foi gostando da mistura de dor e prazer. Fodi com força, depois tirei e Lucas assumiu, enfiando de uma vez. Marcus gritava de prazer. Depois Lucas colocou Marcus de quatro e fodeu ainda mais forte o cuzinho dele enquanto ele se masturbava e me chupava. Por fim, pedi pra Marcus sentar na beira da cama. Sentei no pau dele, descendo até o talo. Pedi pro Lucas enfiar o pau no meu cu também. Marcus olhou surpreso: — Você não vai conseguir... Eu ri, olhando pra ele, e Lucas enfiou. Senti as duas rolas grossas me abrindo ao mesmo tempo, esticando meu cu ao limite máximo. Dor e prazer insano. Os dois começaram a foder meu cu juntos num frenesi, estocadas fundas e ritmadas. Marcus ficou ainda mais excitado com a cena. Ele tirou o pau do meu cu e colocou na minha boca enquanto Lucas ainda me fodia. Os dois gozaram forte: Lucas encheu meu cu de porra quente e Marcus jorrou na minha boca. Eu gozei sem nem tocar no pau, jorrando no peito do Marcus. Caímos os três na cama, suados, melados e ofegantes. Marcus me puxou pra um beijo lento e carinhoso, depois beijou Lucas também. — Porra... vocês são incríveis — murmurou ele, ainda respirando pesado, passando a mão carinhosamente nas minhas costas
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