Fui ler e era ela. Me xingando que não queria mais ela porque estava com aquela outra, que era mais nova que ela, mais bonita, mais gostosa, e esses blá blá blá todo de mulher ciumenta. Eu disse pra ela se acalmar ou se quisesse conversar, ir novamente no mercado, parar no estacionamento bem no fundão e podíamos conversar. E fomos.
Cheguei lá, entrei no carro dela, e ela bem gostosinha, de vestidinho de alcinha, soltinho, uma delícia, começou a me xingar e falando que tinha entendido porque eu não tinha mais procurado ela, que ela estava louca de tesão pra dar pra mim e tal.
Eu nem falei e fiquei olhando aqueles peitinhos deliciosos, cobiçando ela, e ela me xingando que não ia adiantar aquilo, que ela queria saber o porque. Levei a mão na alça do vestido, e abaixei. Me curvei e comecei a mamar aquele peitinho delicioso. Ela parou na hora, se encostou no banco e começou a gemer. Meti a mão dentro da calcinha e senti a bucetinha quente, cheia de tesão. Ela abriu as pernas e pedi: me come, aqui, agora.
Levantei a cabeça, olhei para trás do carro, e como era cedo, tinha pouco movimento. Tirei minha rola para fora da bermuda, fui em cima dela e enfiei bem devagarinho. Ela se arreganhou toda e pedi pra socar, mas meti devagar para o carro não balançar. Foram só umas socadinhas e saí. Ela me olhou e disse que queria dar pra mim, agora.
Me falou para irmos pra casa dela, que o marido não estava e só voltaria mais tarde e era ela que ia buscar. Pulei para o banco de trás e fiquei deitadinho, escondido para nenhum vizinho ver. Entramos na garagem, ela fechou o portão, abriu a porta de trás e tirou meu pau e começou a mamar.
Ali mesmo na garagem, peguei ela por trás, coloquei a calcinha de lado e soquei. Ela com as duas mãos no carro, gemia e eu estocando tudo. Deixei ela peladinha na garagem, virei, peguei pelas pernas, encostei no carro e tome rola. Ela se segurava no teto do carro, as pernas abertas e eu sentia o gozo dela escorrendo.
Coloquei ela no chão e ela me pegou pela mão e me levou para o quarto dela, onde dorme com o corninho do marido. Fodemos muito, no papai mamãe, chupei a bucetinha rosa dela e ela mamou minha rola e meus ovos.
Na cavalgada, me molhou de gozo e me fez gozar dentro dela, sentando até o fundo pra minha rola ir lá dentro.
Depois que gozar ela pegou meu pau e limpou inteirinho, deixou durão de novo. Me pediu pra comer ela de quatro, e cada socava forte, ela gemia muito e pedia mais rola. Tirei e apontei no cuzinho dela. Ela saltou e pegou um creme na gaveta e me deu. Passei no cuzinho e na rola, e entrou fácil, entrou tudo, e o urro foi forte, a gozada foi grande dela, ela virava para trás e me olhava no olho, falando ai meu cuzinho, mete mais, come meu cu seu filho da puta.
Pediu pra eu deitar na cama e veio por cima. Enfiou minha rola no cuzinho e pulava feito louca, tocava o grelo, gemia e gozava, até a hora que não aguentei mais e ia gozar. Era muito forte, quando falei que ia gozar, ele deu um pulo e começou a mamar. Mamou toda a minha porra, apertava minhas bolas, que delícia de gozada.
Fiquei ali, na cama, todo suado, exausto. Ela me chamou para o banho, mamou mais, mas não rolou sexo, estava sugado. Mas levei ela pra cama, e chupei aquela bucetinha, acariciando sua buceta com 1 dedo dentro da vagina e o outro no cuzinho e ela gozou mais uma vez.
Nos recompomos e ela me levou até meu carro. Fui pra casa exausto e ela me mandou mensagem que queria mais, mas hoje não, podia ser amanhã. Se eu aguentar, né!
Que mulher da porra de louca!

