Mais uma tarde de sexo com amigo do meu primo e sendo flagrado

As férias estavam quase no fim. Faltava só uma semana pra eu voltar pra Americana e eu já estava desesperado pra aproveitar cada segundo.
Naquela tarde, tio Ismael e Tomás saíram e William tinha ido jogar bola. Aproveitei pra deitar na cama dele, só de shortinho fino, de bruços, lendo uma revista velha.
A porta abriu de repente. Era o Osmar. Ele entrou, trancou a porta por dentro e já veio com aquele olhar de fome.
— Olha só essa putinha… deitado na cama do primo, empinando essa bundona como uma vadia no cio. Tá louco pra levar rola, né seu viadinho sem vergonha?
— Osmar… o William pode voltar logo… — murmurei, envergonhado.
— E daí, porra? — ele riu, tirando a bermuda. — Se ele chegar, vai ver como o priminho dele é uma verdadeira puta.
Osmar puxou meu short com violência, deu três tapas bem fortes na minha bunda e cuspiu direto no meu cu.
— Caralho, que bundona… toda empinada pedindo pau. Você é patético, Gugu. Um garoto tímido que virou uma putinha faminta em poucas semanas.
Ele enfiou o pau grosso de uma vez, sem dó.
— Aaaahhh! Osmar… tá doendo!
— Cala a boca e aguenta, sua vadia! Esse cu já foi arrombado por metade da colônia e ainda reclama? Rebola pra mim, putinho!
Osmar metia com força, me xingando enquanto batia na minha bunda:
— Isso! Rebola essa bunda gorda, seu viado. Olha como você geme… que vergonha, hein?
Estávamos no meio da foda pesada quando alguém bateu forte na porta.
— Gugu?! Por que a porta tá trancada? Abre agora! — gritou William.
Eu gelei. Osmar só riu e continuou metendo mais devagar, provocante.
— Abre pra ele, putinho. Deixa seu primo ver que tipo de vadia você é.
Tremendo, eu estiquei o braço e destranquei a porta. William abriu e ficou paralisado na porta, olhando eu de quatro na cama dele, com o Osmar metendo fundo no meu cu.
— Que porra é essa?! — exclamou William.
Osmar deu uma estocada forte, me fazendo gemer alto, e falou rindo:
— Entra, William. Seu priminho é uma putinha escondida. Tá levando rola na sua cama faz um tempo.
William fechou a porta, tirando a roupa rapidamente, o pau já duro.
— Desde quando você tá comendo meu primo, Osmar? — perguntou ele, com raiva e tesão na voz.
— Desde aquela tarde que você passou a mão nessa bundona gulosa — respondeu Osmar, metendo mais fundo. — Ele abre o cu pra qualquer um. É só chamar no canto que ele já empina e geme como uma cadela no cio.
William segurou meu cabelo com força, puxando minha cabeça pra cima e enfiando o pau grosso na minha boca até o fundo.
— Então é isso, Gugu? Seu putinho traíra, vadia barata! Tá dando o cu pros meus amigos escondido de mim? Chupa direito, sua puta! Engole o pau do primo enquanto leva rola no cu!
Eu engasgava, babando tudo, lágrimas escorrendo enquanto os dois me humilhavam.
— Olha pra ele, Osmar… que vergonha. O garoto tímido que todo mundo achava inocente é na verdade uma putinha gulosa que adora rola — zombava William enquanto fodia minha garganta. — Desde quando você virou essa vadia, hein? Responde!
— Desde… a primeira semana… — consegui falar quando ele tirou o pau da minha boca por um segundo, babando e tossindo.
— Porra… e eu pensando que você era tímido — William riu. — Agora vai pagar, sua putinha. Hoje nós dois vamos te usar até você não conseguir andar.
Eles me destruíram por quase uma hora e meia. Me foderam de quatro, me fizeram chupar os dois paus ao mesmo tempo, me viraram de lado, me obrigaram a cavalgar enquanto me xingavam sem parar.
— Rebola mais gostoso, sua vadia! — mandava William, dando tapas fortes. — Olha como você geme… que putinha você é!
— Ele adora ser humilhado — provocava Osmar. — Olha como o cu dele aperta quando a gente xinga ele. Que viadinho sem vergonha.
Eu gozei três vezes de tanto tesão, o corpo inteiro tremendo. William gozou duas vezes dentro do meu cu, enchendo tudo, e Osmar gozou na minha boca, me obrigando a engolir e ainda lambendo o resto que escorria.
No final, eu estava destruído de bruços na cama do William, o cu bem aberto, vermelho e escorrendo porra grossa, a boca inchada, o rosto sujo de lágrimas e porra.
William deu um tapa bem forte na minha bunda e falou:
— Olha o estado dessa putinha… cheia de porra dos dois. Ainda tem uma semana, Gugu. Pode se preparar porque agora eu sei que você é uma vadia, e eu vou te tratar como uma todos os dias até você ir embora.
Osmar riu e apertou minha bunda melada:
— Isso mesmo, putinho. Quando você voltar pra casa, vai sentir falta de ser tratado como a puta que realmente é.
Ainda acabei contando eu o dotado do Daniel tinha me fudido algumas vezes no meio do canavial e os dois riam de saber que os amigos estavam fudendo o mesmo cuzinho.
Eu fiquei lá, humilhado, destruído, cheio de porra e completamente excitado.
Aquela foi uma das fodas mais pesadas e intensas de todas as férias. Ainda teve mais...

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Mais uma tarde de sexo com amigo do meu primo e sendo flagrado

Codigo do conto:
261159

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
04/05/2026

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