Meu nome é Augusto, mas todo mundo me chama de Gugu. Eu tenho 18 anos, sou moreno, magro, mas com uma bunda bem grande e empinada e coxas grossas que puxei do meu pai. Sempre fui bem tímido, daqueles que fica vermelho fácil e evita olhar nos olhos dos outros. Nas férias de junho a gente sempre ia pra Piracicaba, pra colônia da usina de cana onde meu tio Ismael mora. Ele é motorista de caminhão e a casa deles fica lá. Meu primo William tem 20 anos, é moreno, corpo definido de tanto trabalho braçal, e é o maior safado que eu conheço. O irmão dele, o Tomás, de 22, é bem diferente: mais quieto, romântico. Mas o William... esse só pensa em gozar, não importa com quem. Eu nunca tinha feito nada com homem. Só fantasiava sozinho, apertando minha própria bunda no espelho e imaginando como seria sentir um pau de verdade. O William percebeu isso faz tempo. Tudo aconteceu numa tarde chuvosa. Tio Ismael tinha saído cedo com o caminhão e o Tomás foi ajudar uma tia na cidade. Só ficamos eu e o William em casa. A gente estava jogando video game no sofá. Eu de short de malha e camiseta velha. Ele sem camisa, só de bermudão. De repente ele pausou o jogo e olhou pra mim com aquele sorrisinho safado. — Tá quietão hoje, hein Gugu. Tá com vergonha de quê? Eu senti o rosto esquentar na hora. — Nada não... Ele chegou mais perto e colocou a mão na minha coxa, apertando de leve. — Eu sei o que você é, primo. Vi você se olhando no espelho, apertando essa bundona. Você quer levar rola, né? Meu coração quase saiu pela boca. Tentei falar alguma coisa, mas ele já estava com o rosto perto do meu pescoço. — Relaxa. O Tomás só volta de noite. Ninguém vai atrapalhar. Ele me puxou pro quarto dele, trancou a porta e mandou direto: — Tira a roupa e fica de joelhos. Eu obedeci tremendo. Quando ele baixou o bermudão, o pau dele pulou pra fora. Era grande pra caralho. Uns 19cm, bem grosso, com a cabeça rosada e veias marcadas. Eu nunca tinha visto um pau tão perto. — Abre a boca — ele ordenou. Segurou meu cabelo e enfiou devagar. O gosto era salgado, quente, um pouco forte. Eu tossi no começo, sem saber o que fazer. Ele foi empurrando mais fundo, fudendo minha boca devagar. — Chupa direito, porra. Relaxa a garganta. Eu babava tudo, os olhos lacrimejando, mas meu pau estava duro pra caralho. Depois de um tempo ele tirou o pau da minha boca, todo babado, e mandou: — Deita na cama. De quatro. Subi na cama tremendo, empinei a bunda. Ele cuspiu na mão, passou no pau dele e depois cuspiu direto no meu cuzinho. Senti a cabeça grossa pressionando meu buraco virgem. — Ai... William... tá doendo... — Relaxa, Gugu. Vai caber. Ele segurou minha cintura com força e foi empurrando. Doía pra caralho no começo. Eu mordia o travesseiro gemendo alto enquanto ele entrava centímetro por centímetro. Quando enfiou tudo, eu senti uma pressão enorme dentro de mim. Ele começou a meter devagar, depois foi acelerando. O barulho de pele batendo enchia o quarto. Eu gemia sem parar, uma mistura de dor e um prazer que eu nunca tinha sentido. — Que cuzinho apertado, porra... Tá gostoso pra caralho. Não demorou muito e eu gozei pela primeira vez sem nem tocar no meu pau. Meu corpo inteiro tremeu, o cu apertando forte nele enquanto eu gemia alto. O William não parou. Continuou metendo mais forte, suado, segurando minha bunda com as duas mãos. Depois ele me virou de costas, levantou minhas pernas nos ombros e enfiou tudo de novo. Agora olhava direto nos meus olhos enquanto metia fundo. — Olha pra mim enquanto eu te fodo, priminho. Eu gozei pela segunda vez. Ele grunhia, metendo cada vez mais bruto. — Agora eu vou gozar... Ele enterrou tudo e gozou forte dentro de mim. Senti o calor da porra enchendo meu cu, jato atrás de jato. Foi muito quente e estranho... mas gostoso. Ele não tirou. Ficou dentro de mim, ainda duro, e depois de uns minutos começou a mexer de novo, bem devagar. A segunda foda foi mais demorada. Meu cu já estava melado da porra dele, escorregadio. Eu gemia alto a cada estocada, sensível pra caralho. Gozei pela terceira vez, quase chorando de tanto prazer. O William meteu mais uns minutos e gozou de novo dentro de mim, uma carga ainda mais grossa. Meu cu ficou todo cheio, transbordando porra quando ele finalmente tirou o pau. Ele deu um tapa na minha bunda e riu: — Bem-vindo ao clube, Gugu. Essa bundinha agora é minha nessas férias. Eu fiquei lá deitado, exausto, pernas tremendo, sentindo a porra dele escorrendo entre minhas coxas grossas. Meu cuzinho latejava, aberto e quente. Eu mal conseguia acreditar no que tinha acabado de acontecer. Mas uma coisa eu sabia: depois dessa primeira vez, eu queria mais.
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