O Pai da Tia: Alberto e Seu Lado Selvagem

A festa de aniversário da minha tia Patrícia estava no auge quando Alberto me encurralou na cozinha. Ele era o pai da minha tia, 65 anos, moreno, barba grisalha, postura de homem respeitável. Mas o olhar dele queimava de desejo, ele não tirou os olhos de mim a noite toda. Reparei que a cada movimento meu ele seguia com um olhar de predador, assim que entrei na cozinha e não tinha mais ninguém por lá. Me prensou contra a pia, abaixou meu short apenas o suficiente e enfiou dois dedos grossos no meu cu sem aviso.
O prazer foi imediato. Senti um arrepio quente subindo pela espinha enquanto os dedos dele giravam dentro de mim, roçando meu cuzinho que já piscava nos seus dedos. Meu pau endureceu na hora, latejando contra a pia.
— Tá molhado pra caralho…Sabia que você era um putinho, tava doido para sentir isso — rosnou no meu ouvido. — Enquanto minha filha tá cantando parabéns com a Sofia no colo, você tá aqui deixando o pai dela te dedar como uma putinha safada.
— Shhh… fica quietinho, putinho. Imagina se minha filha entra agora e vê o pai dela com os dedos enfiados no cu do seu sobrinho.
Alguém passou pelo corredor era seu neto Dário. Alberto não tirou os dedos. Continuou fodendo meu cuzinho devagar, sorrindo para ele como se nada tivesse acontecendo. O risco me deixou ainda mais excitado — meu cu apertava os dedos dele involuntariamente, enviando ondas de prazer que faziam minhas pernas tremerem.
Assim que ele saiu, ele tirou os dedos, foi para traz de mim, desceu mais meu shorts e cuspiu no pau e enfiou a rola grossa de uma vez.
O prazer foi avassalador. Senti cada centímetro grosso me abrindo, me esticando, me preenchendo completamente. Um gemido abafado escapou da minha boca enquanto meu cu pulsava ao redor da rola dele, mandando choques de prazer.
— Isso… toma a rola do pai da sua tia — rosnou ele, metendo fundo. — Sente como eu te arrombo na cozinha da minha própria filha? Enquanto todo mundo tá comemorando, eu tô aqui enchendo o cu do sobrinho dela de rola, sabia que ia matar minha vontade de te pegar hoje.
Cada estocada fazia meu corpo tremer. O prazer era tão intenso que meus joelhos fraquejavam. Meu cu apertava a rola dele instintivamente, como se não quisesse soltar. Cada vez que ele batia fundo, uma onda quente de prazer subia pela minha coluna, fazendo meus peitinhos endurecerem e meu pau babar pré-gozo.
Ele gozou rápido, enchendo meu cu de porra quente. O calor da porra dele me deixou ainda mais sensível — cada pulsação dele dentro de mim era uma delícia.
Mais tarde, quando a festa já estava terminando, Alberto anunciou:
— Estou cansado. Vou dormir no quarto de hóspedes.
Tio Cido ficou olhando para ele com desconfiança. Ele tinha reparado o tempo todo como o sogro me olhava durante a festa. Depois que Alberto foi para o quarto, Tio Cido se aproximou de mim.
— Você tá bem? — perguntou, estreitando os olhos. — Vi o jeito que meu sogro ficou te olhando a noite toda. Tá acontecendo alguma coisa?
Antes que eu pudesse responder, recebi uma mensagem de Alberto:
Alberto:
“Quarto de hóspedes. Porta entreaberta. Vem agora, não me faz esperar seu puto”
Falei que estava tudo bem pro meu tio e fui para o quarto de hóspedes.
Entrei no quarto. Alberto me puxou para a cama, já abaixou meu short e me colocou de quatro, de frente para a porta entreaberta.
— Fica quietinho — sussurrou, enfiando a rola grossa de uma vez. — Seu tio tá desconfiado. Ele reparou como eu te olhava a festa toda. Agora eu tô aqui te arrombando enquanto ele tá lá fora preocupado.
Ele começou a meter fundo, devagar, mas com força.
— Isso… sente como eu te encho de novo? Enquanto minha filha e seu tio estão lá fora, eu tô aqui metendo no cu do sobrinho dela. Rebola pra mim, vadiozinho. Empina essa bunda grande. Isso, porra… que cu guloso. Você adora risco, né? Adora levar rola do pai da sua tia enquanto seu tio tá desconfiado do lado de fora.
Alberto acelerou, dando tapas abafados na minha bunda. De repente, ouvimos passos no corredor. Alberto parou, ainda com o pau enterrado fundo em mim, e tapou minha boca com a mão.
— Shhh… fica quietinho — sussurrou. — Acho que é o seu tio.
Os passos se aproximaram da porta do quarto de hóspedes. Tio Cido parou do lado de fora.
— Gugu? Você tá aí? — chamou ele — Eu te vi entrando pra cá mais cedo. Tá tudo bem?
Alberto sorriu contra minha nuca e meteu bem devagar, só o suficiente para me fazer tremer, mas sem fazer barulho.
— Responde pra ele — sussurrou no meu ouvido, ainda com o pau bem fundo. — Fala que tá tudo bem… enquanto o pai da tia te fode escondido.
— Tá… tá tudo bem, tio… — respondi, a voz trêmula. — Só tô descansando um pouco.
Tio Cido ficou em silêncio por alguns segundos do lado de fora da porta. Parecia desconfiado.
— Tá estranho… você tá com uma voz esquisita. Tem certeza que não tá acontecendo nada aí dentro?
Alberto sorriu maliciosamente e meteu mais fundo, devagar, roçando a cabeça grossa no meu cuzinho.
— Responde de novo, putinho — sussurrou. — Fala pra ele que você tá bem… enquanto leva rola grossa do sogro dele.
— Tô bem, tio… juro — consegui dizer, mordendo o lábio para não gemer.
Tio Cido hesitou mais um pouco, depois falou:
— Tá bom… se precisar de alguma coisa, me chama.
Os passos se afastaram. Assim que ele saiu do corredor, Alberto acelerou as estocadas, metendo com força.
— Olha pra porta… imagina se seu tio abrir agora por estar desconfiado da gente e me ver te fodendo. Ele ia ver o sogro dele arrombando o cu do sobrinho preferido. Que putinho sem vergonha você é, guloso do caralho. Passei tempos te imaginando assim, cavalga no meu pau.
Ele me fodeu por um longo tempo, sempre com um olho na porta, aumentando o risco.
No final, me colocou de quatro novamente, segurou meus ombros para trás e meteu com tudo.
— Goza pra mim, putinho. Goza com a rola do pai da sua tia bem fundo no seu cu.
Gozei tremendo, jorrando no lençol. Alberto meteu mais algumas vezes e gozou forte dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente enquanto gemia rouco no meu ouvido.
Depois de me foder com força no quarto de hóspedes, Alberto ficou dentro de mim por um tempo, respirando pesado contra minha nuca. Ele deu um tapa leve na minha bunda e sussurrou no meu ouvido:
— Da próxima vez não vai ser aqui. Quando minha esposa viajar pra casa da irmã, eu vou te chamar. Quero te foder na minha própria cama, bem devagar, enquanto ela estiver longe. Quero te ouvir gemendo no travesseiro dela, com meu pau fundo no seu cu. Você vai vir, não vai, putinho?
Eu assenti, ainda tremendo. Ele sorriu satisfeito, se vestiu e saiu do quarto primeiro, voltando a ser o senhor respeitável de sempre.
A festa estava terminando, Tio Cido me ofereceu carona para casa, assim que me encontrou na sala. Assim que entramos no carro e saímos da rua, ele abriu o zíper da calça e puxou o pau para fora.
— Abre a boca. Chupa o pau do tio no caminho.
Eu me inclinei sobre ele. O gosto dele me encheu a boca imediatamente. Tio Cido segurou minha nuca e começou a foder minha boca devagar.
— Isso… mama gostoso. Engole fundo. Caralho, que boca quente. acho que você tava aprontando algo com meu sogro, seu putinho.
Paramos no semáforo. Um carro parou ao nosso lado. O motorista — um senhor de uns 50 anos — olhou para o lado e congelou ao ver a cena: eu de cabeça baixa, mamando o pau do meu tio com vontade.
Tio Cido percebeu e sorriu. Em vez de esconder, segurou minha cabeça com mais força e empurrou meu rosto mais fundo, fazendo o pau entrar até o fundo da minha garganta.
— Não para de chupar — sussurrou ele, olhando para o homem ao lado com um sorriso arrogante. — Deixa ele ver. Deixa ele ver que você é meu putinho.
O prazer era insano. Meu cu ainda latejava cheio da porra de Alberto, e agora eu tinha o pau do tio enchendo minha boca. O risco de ser visto por um estranho me deixava ainda mais excitado — meu pau duro babava na cueca, meu corpo inteiro tremia de tesão.
O homem no carro ao lado não desviava o olhar. Seus olhos estavam arregalados, chocados, mas claramente excitados. Ele não acreditava no que via: um jovem mamando outro homem mais velho bem no carro ao lado.
Tio Cido adorou a reação. Acelerou o movimento da minha cabeça, fodendo minha boca com mais força.
— Isso, porra… engole tudo. Tá vendo o jeito que ele tá olhando? Ele tá doido vendo você mamando o pau do tio. Continua chupando, vadia. Mostra pra esse desconhecido como você é obediente. Como você adora servir macho.
O semáforo abriu, mas Tio Cido demorou alguns segundos para acelerar, querendo prolongar a cena. O outro motorista continuou olhando até perdermos de vista.
Tio Cido riu rouco, segurando minha cabeça com as duas mãos enquanto dirigia.
— Você viu o olhar dele? Ele não acreditou que um putinho como você tava mamando outro cara mais velho no carro. E você nem escondeu… tá todo feliz mamando o pau do tio, né? Que putinho sem vergonha.
Ele metia mais fundo na minha garganta, gemendo alto:
— Engasga no meu pau… isso. Tá babando todo. Imagina se ele tivesse parado o carro e pedido pra participar. Você ia abrir a boca pra ele também, né? Ia deixar um estranho ver você sendo usado pelo tio.
Quando chegamos perto de casa, ele segurou minha cabeça firme e gozou forte na minha boca, enchendo minha garganta de porra quente.
— Engole tudo… isso, boa putinha. Engole a porra do tio.
Eu engoli, limpei a boca e me ajeitei no banco. Tio Cido ajustou a calça, olhou pra mim com um sorriso possessivo e disse:
— Amanhã te mando mensagem. E não adianta eu quero saber o que meu sogro, fez contigo não adianta negar… você deve ter dado esse cuzinho para ele, não é?
Nem respondi pois João estava chegando em casa e aproveitei e entrei com ele. Meu cu latejando cheio da porra de Alberto e o gosto do tio ainda na boca.
Eu estava cada vez mais fundo nessa loucura.
E não queria sair. Queria era aproveitar quanto mais machos quiserem me usar, estarei lá a disposição!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Pai da Tia: Alberto e Seu Lado Selvagem

Codigo do conto:
262985

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
26/05/2026

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