Foi numa festa da faculdade que conheci Talles. Ele cursava Marketing, alto, negro, cabelo cacheado, corpo aquele magro definido e um sorriso que misturava charme com pura safadeza. Conversamos a noite toda, mas o tesão entre nós só aumentava. Perto das três da manhã, ele encostou os lábios no meu ouvido e falou rouco: — Gugu, eu tô louco pra te levar pra casa. Quero te comer a noite inteira. Topa? — Topo… mas só amizade com benefícios, tá? — Por enquanto eu aceito — respondeu ele, apertando minha cintura. Não demorou e já estávamos no apartamento dele. Assim que a porta fechou, Talles me jogou contra ela, beijando com fome enquanto apertava minha bunda com força. — Tô doido pra te arrombar desde que te vi, porra — rosnou, mordendo meu pescoço. No quarto, ele arrancou minha roupa e tirou a dele. O pau negro monstruoso de 22cm pulou pesado, grosso, veioso e babando. — Olha essa rola preta, puto. Tá vendo como ela tá latejando pra destruir seu cu? Hoje você vai levar tudo, guloso do caralho. Talles me jogou de quatro na cama, abriu minha bunda e cuspiu direto no buraco. Enfiou a língua fundo, comendo meu cu com vontade. — Que cu apertado e safado… tá piscando pedindo rola grande, né seu putinho? Relaxa que vou te arrombar de verdade. Ele encaixou a cabeça grossa e empurrou devagar. — Isso… vai tomando, puto. Sente esses 22cm te rasgando todinho. Caralho, seu cu guloso tá engolindo minha rola… vai, aguenta mais, vadio! Eu gemia alto, sentindo ele me abrir ao limite. — Tá sentindo, né? Tá sentindo essa rola preta grossa te invadindo? — rosnou, metendo mais fundo. — Isso, guloso do caralho! Toma mais um pouco… engole tudo! Quando enterrou até o saco, ele grunhiu satisfeito e começou a meter com força. — Rebola nessa rola, porra! Empina esse cu pra mim! Isso, seu puto safado! Toma 22cm de rola preta batendo fundo! Geme alto, vadia! Quero ouvir você, implorando pela minha rola! — Talles… caralho… você é enorme… me fode, mais forte.... — Cala a boca e rebola, guloso! Aperta esse cu no meu pau! Isso, porra! Você fica tão safado levando rola… seu cu foi feito pra ser arrombado! Ele metia selvagem, segurando minha cintura com força. Depois me virou de lado, levantou minha perna e socou ainda mais fundo, olhando nos meus olhos. — Olha pra mim enquanto eu te arrombo, puto! Tá sentindo como eu te encho melhor que ninguém? Esse cu guloso tá me viciando, caralho! Talles acelerou, suado e selvagem. De repente apertou minha coxa: — Tô gozando, porra! Toma toda essa porra, seu putinho guloso! Gozou a primeira carga quente e grossa, pulsando forte dentro de mim. Achei que fosse parar mas não parou. Continuou metendo, ainda duro. — Ainda tô duro pra caralho… vou te encher de novo, putinho! Me colocou de frente, pernas nos ombros, e socou fundo, beijando minha boca enquanto metia. — Rebola mais, guloso do caralho! Isso… aperta meu pau! Vou te encher de novo! Alguns minutos depois ele gozou pela segunda vez, gemendo alto meu nome enquanto despejava mais porra quente bem fundo. Ficou dentro de mim um tempo, ofegante. Então sua voz mudou completamente — ficou suave, carinhosa. Ele me beijou devagar no pescoço, no peito e na boca. — Você foi incrível, Gugu, nossa aguentou tudo… — sussurrou, acariciando meu cabelo. — Fica aqui comigo hoje. Quero dormir te abraçando, te cuidando. — Hoje não dá, Talles… mas foi muito bom — respondi, dando um beijo nele. Voltei pra casa com o cu destruído e escorrendo porra. Cheguei, tomei banho e deitei pelado na cama. Enquanto me masturbava lembrando daqueles 22cm me arrombando e das duas cargas quentes que ele deixou dentro de mim, gozei forte, gemendo o nome dele. Sabia que aquele era apenas um começo de amizade.
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