"Reencontro Proibido: O Professor Casado que Ainda Me Arromba Gostoso"
Fazia quase 8 anos que eu não via o professor João. Em 2024, eu estava cobrindo um evento de Educação na USP quando o vi. Ele estava ainda mais bonito. Aos 56 anos, o cabelo tinha alguns fios grisalhos nas têmporas, o corpo continuava firme, e aquele olhar maduro e penetrante continuava o mesmo. Ele estava casado com Clara, a professora de Publicidade, há uns 5 anos. Quando nossos olhares se cruzaram, ele sorriu daquele jeito que eu conhecia bem. Depois do evento, ele se aproximou. — Gugu… caralho, como o tempo passou — disse ele, me dando um abraço apertado. — Você ficou ainda mais bonito. — Você também, professor… continua um pecado — respondi, sentindo o corpo reagir imediatamente ao cheiro dele. Conversamos por alguns minutos sobre a vida, o trabalho, a faculdade. Até que ele baixou a voz: — Você está morando sozinho? — Moro. E você? Ainda casado, né? — Casado… — ele respondeu, com um sorriso safado. — Mas ainda lembro muito bem do gosto desse seu cuzinho. Senti um frio na barriga. Combinamos de tomar um café, mas acabamos indo direto pro meu apartamento, que ficava perto. Assim que fechei a porta, João me prensou contra a parede e me beijou com fome. — Tira tudo agora, Gugu. Quero você pelado pra mim, igual quando moramos juntos — ordenou ele, já tirando a própria camisa. Eu tirei a roupa rapidamente. João me olhou de cima a baixo, apertando minha bunda com força. — Essa bundona continua perfeita… Deita na cama. Me deitei de bruços. João subiu por cima, roçando o pau grosso na minha bunda. — Tá com saudade do meu pau, né? Fala a verdade — murmurou ele, mordendo minha orelha. — Tô… muita saudade, professor… quero sentir você me abrindo de novo — respondi, empinando a bunda. João cuspiu no meu cu e foi entrando devagar. — Aaaahh… caralho, Gugu… ainda continua apertado pra porra — gemeu ele. — Tá sentindo como eu te abro? Fala pra mim. — Tô sentindo… aaaahhh… tá tão grosso… vai devagar… me enche todinho — gemi, apertando o lençol. Quando enterrou tudo, ele ficou parado, pulsando dentro de mim. — Rebola pra mim… isso… continua rebolando gostoso como antes. Porra, você ainda sabe como me deixar louco. — Me fode, João… quero sentir você batendo fundo… me fode gostoso — pedi, rebolando mais. Ele começou a meter com força, segurando minha cintura. — Assim? Tá gostoso? Fala alto pra mim. — Tá delicioso… aaaahhh… me fode mais forte… eu adoro seu pau grosso me abrindo — gemi alto. João me virou de lado, levantou minha perna e meteu ainda mais fundo, chupando meu mamilo. — De lado você gosta mais, né? Eu lembro bem — disse ele, mordendo de leve. — Tá sentindo como eu entro mais fundo assim? — Tô… aaaahhh… me fode assim… me enche todinho… chupa meu peito enquanto me fode… — implorei, tremendo. Ele acelerou, metendo com vontade. — Rebola pra mim, putinho… isso… você rebola tão gostoso. Continua gemendo… quero ouvir você virando vadia de novo. — Eu sou sua vadia… me fode mais fundo… me arromba… aaaahhh… tá roçando tão gostoso — gemi alto. João me colocou de frango assado, levantou minhas pernas e me penetrou novamente, deitando por cima de mim. Agora ele conseguia me beijar enquanto metia. — Assim eu consigo te beijar enquanto te fodo — disse ele, enfiando a língua na minha boca. — Tá gostando de levar pau de frango assado? — Tô… me beija enquanto me fode… aaaahhh… me enche mais… quero sentir você bem fundo — respondi, gemendo entre os beijos. Ele metia forte, me beijando com fome, chupando meus mamilos e socando fundo. — Que cu guloso… aperta meu pau… isso… você fica tão safado de frango assado. Depois ele me puxou para a beirada da cama, me deixou de quatro com o corpo na cama e as pernas penduradas. Metia com tudo, dando tapas fortes na minha bunda. — Na beirada fica perfeito pra te arrombar — rosnou ele. — Empina mais… rebola pra mim. Tá gostando? — Tô… me fode mais forte… bate fundo… eu adoro quando você me fode assim… aaaahhh… não para — gemi alto. Por último, ele me levantou, me colocou de pé contra a parede e me fodeu em pé, segurando uma das minhas pernas no alto. — De pé agora… quero te foder como um macho — disse ele, metendo com força. — Tá sentindo como eu te suspendo? — Tô… aaaahhh… me fode de pé… me segura… quero sentir você me levantando enquanto me arromba — respondi, gemendo descontrolado. Ele metia com selvageria, me beijando e mordendo meu pescoço. — Goza pra mim, Gugu… goza sentindo meu pau te destruindo… isso… goza, putinho! — Aaaaahhh!! Tô gozandooo… caralhooo… me enche… — gritei, gozando forte, o corpo convulsionando. João grunhiu rouco e gozou logo depois, enterrando fundo e enchendo meu cu de porra quente. — Toma toda… isso… toma a porra do professor… caralho, Gugu… você ainda é o melhor — gemeu ele, pulsando dentro de mim. Ficamos deitados por um tempo, suados e ofegantes. João ainda estava dentro de mim, pulsando devagar, como se não quisesse sair. A sensação era quente, densa, quase reconfortante — a porra dele me preenchendo por dentro, escorrendo devagar quando ele se mexia. Ele beijava minha nuca com calma, a barba roçando na minha pele arrepiada, enviando pequenos choques de prazer pela minha coluna. — Caralho, Gugu… você ainda me desmonta — murmurou ele, a voz rouca e baixa, enquanto passava a mão grande na minha bunda aberta. — Mesmo casado, eu ainda fico louco quando te vejo. Seu cheiro… seu gosto… esse cu apertado me viciou desde a primeira vez. Eu virei o rosto devagar, sentindo o pau dele ainda meio duro dentro de mim, roçando minha próstata sensível. — Eu também não consigo te esquecer… — respondi, a voz ainda trêmula. — Foi gostoso demais. Você ainda sabe exatamente como me foder, como me fazer gemer como um putinho. João saiu devagar. Senti cada centímetro saindo, o vazio repentino, o ardor gostoso do meu cu dilatado. A porra quente escorreu pelas minhas coxas, grossa e lenta, me fazendo gemer baixinho. Ele se deitou ao meu lado e me puxou para o peito dele. O cheiro dele — suor, perfume e sexo — me invadiu. A mão dele acariciava minhas costas, descendo até apertar minha bunda com possessividade. — A gente não pode fazer isso sempre… — disse ele, beijando minha testa. — Mas quando der, me chama. Eu sempre vou querer te foder gostoso como hoje. Você ainda é o melhor cu que eu já tive na vida. Eu sorri, sentindo meu corpo todo sensível: mamilos latejando, cu piscando, pernas fracas. — Pode deixar… eu vou chamar. Mesmo sabendo que é errado… isso só deixa tudo mais gostoso. Ficamos em silêncio por um tempo, apenas respirando juntos. O quarto cheirava a sexo. Meu corpo ainda tremia levemente, lembrando de cada estocada, de cada vez que ele me encheu. Quando João se levantou para se vestir, eu fiquei deitado, nu, olhando ele. A porra dele continuava escorrendo devagar entre minhas pernas, me marcando. Ele me deu um último beijo profundo, demorado, antes de sair. Assim que a porta fechou, eu me toquei, sentindo o cu aberto e molhado. Sorri sozinho. Eu sabia que era proibido. Sabia que ele era casado. Mas era exatamente isso que tornava tudo tão viciante. E eu já estava louco para a próxima vez.
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