Leitinho de Obra: Minha vida como "mamador" de Pedreiros novo vício

Uns dias depois, minha mãe me mandou ir no mercado de outro bairro pra comprar umas coisas mais baratas que não tinha no nosso. Era um sábado de manhã e eu fui de ônibus. Quando desci, em vez de ir direto pro mercado, acabei passando por uma obra grande que tinha na rua de trás.
Dois caras estavam trabalhando ali fora. Um era o Leo, pedreiro principal, uns 40 anos, moreno, corpo forte, braços tatuados e uma barriga tanquinho de quem bebe mas ainda malha. O outro era o Luciano, o servente dele, mais novo, uns 28 anos, magro, pele bem escura, cabelo cacheado e um sorriso safado.
Eu parei um pouco pra olhar. O Leo me viu primeiro e deu um cutucão no Luciano. Os dois me encararam sem vergonha, especialmente minha bunda marcando no short.
— Ei, garoto! Tá perdido? — gritou o Leo.
Eu cheguei mais perto, nervoso mas já sentindo aquele frio na barriga.
— Não… só passando pra ir no mercado.
O Luciano sorriu e falou baixo:
— Tá olhando o quê? Gostou da vista?
Eu fiquei vermelho. O Leo limpou as mãos na bermuda e veio chegando perto.
— Relaxa. A gente sabe reconhecer um boyzinho que gosta de macho. Quer entrar um pouco pra tomar uma água? Tá quente pra caralho hoje.
Eu sabia que não era só água que eles queriam, mas acabei entrando com eles no barracão da obra. Assim que a porta fechou, o Leo já foi direto:
— De joelhos, putinho. Vamos ver se essa boquinha é boa mesmo.
Eu caí de joelhos no chão sujo. Os dois baixaram as bermudas ao mesmo tempo. O pau do Leo era grosso, meio escuro, com a cabeça grande. O do Luciano era mais comprido, fino na ponta mas bem veioso.
Eles não perderam tempo. O Leo segurou minha cabeça e enfiou primeiro.
— Chupa, garoto. Mama gostoso.
Eu comecei a mamar no pau dele, babando bastante. Enquanto isso, o Luciano batia o pau na minha bochecha e depois enfiava também. Eles ficavam trocando, fodendo minha boca um de cada vez, depois os dois tentando entrar juntos, esticando meu lábio.
— Caralho… que boca gulosa — gemia o Luciano.
Eles me usaram sem dó. Seguravam meu cabelo, metiam fundo na garganta, faziam eu engasgar e babar tudo. Eu chorava um pouco de tanto esforço, mas meu pau estava duro pra caralho dentro do short, meu cuzinho estava piscando loucamente.
O Leo foi o primeiro a gozar. Segurou minha cabeça com força e jogou uma porra grossa e quente direto na minha boca.
— Engole tudo, putinho.
Eu engoli o que deu, tossindo. Mal terminei de engolir e o Luciano já estava gozando também. Outra carga forte, um pouco mais líquida, enchendo minha boca. Parte escorreu pelo queixo.
Mas eles não pararam.
— Agora a segunda rodada — disse o Leo, ainda duro.
Eles continuaram me usando. Trocaram de posição várias vezes. Eu mamava num enquanto o outro batia o pau na minha cara ou enfiava na boca junto. Gozaram mais uma vez cada um, quase ao mesmo tempo. Minha boca estava cheia de porra, o queixo todo melado, e eu engolia sem parar.
— Terceira… — avisou o Luciano.
Eles me fizeram ficar de boca aberta, língua pra fora, e gozaram mais uma vez cada. O Leo soltou um gemido rouco e jogou bastante leite. O Luciano veio logo depois, enchendo minha boca até transbordar.
Quando terminaram, minha barriga estava pesada. Eu tinha engolido tanto leitinho que sentia a barriga inchada, cheia de porra quente dos dois.
O Leo deu um tapa leve na minha bochecha e riu:
— Porra, garoto… você virou nosso depósito de porra hoje. Olha o estado da sua boca.
Eu levantei cambaleando, as pernas fracas. O queixo e o pescoço estavam sujos de porra, o gosto forte dominando tudo. Limpei o que deu com a mão, mas ainda estava melado.
— Vai pro mercado agora? — perguntou o Luciano, rindo. — Com a barriga cheia de leite nosso?
Eu só balancei a cabeça, ainda atordoado.
Saí da obra andando devagar, sentindo o estômago pesado de tanto porra que engoli. No caminho pro mercado, cada passo fazia eu lembrar do gosto deles. Comprei as coisas da minha mãe como se nada tivesse acontecido, mas por dentro eu estava doido.
Voltei pra casa de ônibus com a barriga cheia de leitinho de pedreiro e servente. Deitei na cama quando cheguei e fiquei sentindo o calor da porra ainda na barriga.
Eu sabia que ia passar por aquela obra de novo.

Depois daquele dia, eu fiquei ainda mais viciado na porra daquele dois. Meu cu não parava de latejar e eu vivia pensando em levar elas no cuzinho também Uns dias depois, minha mãe me mandou voltar no mesmo mercado pra comprar frango e arroz.
Eu fui de propósito passando pela obra. Dessa vez tinha mais movimento. Vi o Leo e o Luciano trabalhando, mas tinha um terceiro cara com eles: outro servente novo, que descobri depois chamado Rafael. Ele tinha uns 30 anos, negro, corpo magro e definido, cabelo raspado dos lados e um sorriso perigoso. Tinha uma tatuagem grande no braço e me olhava com cara de safado.
O Luciano me viu primeiro e fez sinal discreto com a cabeça, como quem diz “não chega agora”. Mas o Rafael me notou na hora. Ele parou de carregar o balde de massa, limpou as mãos na bermuda e veio andando na minha direção.
— E aí, brother? Tá procurando alguém? — perguntou, com a voz grossa.
Eu fiquei sem graça, mas respondi baixo:
— Só passando…
Ele olhou pra minha bunda sem disfarçar e sorriu.
— Sei… O Luciano me contou umas coisas sobre você. Disse que você é bem obediente e tem uma boquinha quente.
Meu rosto queimou. O Rafael chegou mais perto e falou bem baixinho:
— O Leo tá lá dentro misturando cimento. O Luciano tá ocupado. Se você quiser, tem um cantinho ali atrás da caçamba que ninguém vê. Rapidinho.
Eu hesitei só um segundo. O tesão falou mais alto. Balancei a cabeça e fui atrás dele.
A gente se escondeu atrás de uma caçamba grande de entulho. Rafael já baixou a bermuda na hora. O pau dele grosso na base, com a cabeça rosada e brilhante. Não era o maior, mas era bem gordo e já babando pré-gozo.
— De joelhos, putinho. Quero sentir essa boca.
Eu me ajoelhei no chão sujo. Rafael segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou o pau na minha boca sem cerimônia. Começou a foder logo de cara, metendo fundo na garganta.
— Caralho… que boca molhada. O Luciano não mentiu.
Ele metia rápido, segurando meus cabelos, fazendo eu babar tudo no chão. Eu engasgava, tossia, mas continuava chupando com vontade. O gosto dele era forte, suor misturado com tesão.
Não demorou muito. Depois de uns minutos fodendo minha boca, ele grunhiu baixo e gozou. O leite quente jorrou forte, enchendo minha boca. Era bastante e bem grosso. Eu engoli tudo, tossindo um pouco, com porra escorrendo pelo queixo.
Rafael tirou o pau, limpou na minha língua e sorriu:
— Boa… engoliu tudinho. Agora vira de quatro. Quero provar esse cuzinho.
Eu fiquei de quatro rapidinho, empinando a bunda. Rafael cuspiu na mão, passou no pau e depois cuspiu no meu buraco. Pressionou e enfiou tudo de uma vez.
— Aaaahh… — eu gemi baixo.
Ele começou a meter forte, segurando minha cintura. O pau gordo abria meu cu gostoso. Rafael metia com vontade, batendo fundo, gemendo rouco.
— Porra… que cu apertado e quente. Melhor que boceta.
Ele me fodeu rápido e bruto atrás da caçamba, dando tapas leves na minha bunda. Durou uns bons minutos até ele apertar minha cintura e gozar dentro de mim. Senti o calor do leitinho enchendo meu cu.
Ele não parou logo. Deu mais umas estocadas, misturando a porra, e só então tirou.
— Caralho, Gugu… você é um achado. O Luciano disse que você aguenta bastante. Da próxima vez eu quero mais tempo com você.
Eu levantei rápido, puxando o short. Meu cu estava pingando porra do Rafael e ainda tinha gosto dele na boca.
— Vou pro mercado agora… — murmurei.
Rafael riu e deu um tapa na minha bunda por cima do short:
— Vai lá, putinho. Mas volta outro dia quando o Leo não estiver. Quero te comer com mais calma.
Voltei pro mercado andando devagar, sentindo a porra do Rafael escorrendo pelas coxas grossas. Comprei as coisas da minha mãe, mas minha cabeça só pensava no pau novo que tinha acabado de me foder.
Cheguei em casa com o cu melado e a barriga ainda com o gosto do leitinho dele. Eu já sabia que ia voltar praquela obra mais vezes… especialmente quando só tivesse o Rafael ou o Luciano trabalhando, acabei batendo outra punheta e gozando gostoso.

Depois de um tempo evitando ir na obra pra ganhar rola, eu precisava de algo novo, mais distante, onde ninguém me conhecesse. Decidi ir de bicicleta. Era mais discreto, eu controlava o horário e podia pedalar até bairros mais afastados.
Numa quinta-feira à tarde, saí de casa por volta das 14h. Coloquei um short de malha preto bem fino, daqueles que marcavam minha bunda grande, uma camiseta velha preta e pedalei por quase 50 minutos até um bairro bem distante, quase na saída da cidade. O sol estava forte, eu suava bastante e meu cu já latejava de expectativa só de imaginar o que poderia acontecer.
Cheguei numa obra grande de um prédio comercial. Parei a bike encostada num poste, limpei o suor do rosto e comecei a caminhar devagar pela calçada em frente à obra, olhando pros peões.
Foi quando vi ele.
Valdir.
Um homem por volta dos 50 anos, alto, moreno, corpo forte e peludo, com uma barriga de quem trabalha pesado a vida inteira. Tinha um bigode grosso e preto, cabelo curto com fios grisalhos. Estava sem camisa, só de bermuda jeans surrado, o suor escorrendo pelo peito peludo e pelos braços grossos. O volume entre as pernas era impossível de ignorar — uma saliência pesada e grossa marcando o tecido.
Ele me flagrou olhando. Parou o que estava fazendo, limpou o suor do rosto com o antebraço e veio andando até a cerca da obra com um sorriso safado.
— E aí, garoto? Pedalou até aqui só pra ficar olhando os homens suados? — perguntou, a voz rouca e grave.
Fiquei sem graça, mas não neguei. Ele olhou pros lados, viu que ninguém estava prestando atenção e falou baixo:
— Meu nome é Valdir. Mas aqui me chamam de Bigode. Se você quiser alguma coisa de verdade… tem um barraco ali atrás, perto dos materiais. Ninguém vai lá agora.
Meu coração disparou. Prendi a bike num poste e pulei a cerca discretamente atrás dele.
Assim que entramos no barraco de madeira abafado, Valdir trancou a porta e foi direto ao ponto:
— Tira tudo. Quero você pelado, meu putinho.
Tirei a roupa rapidamente, ficando só de tênis. Valdir baixou o bermudão e soltou um pau grosso, escuro, bem veioso, com a cabeça grande e já babando.
— De quatro. Empina essa bundona logo, não posso perder tempo senão chega alguém aqui e não fodo esse cuzinho.
Fiquei de quatro no chão sujo de serragem. Valdir cuspiu no meu cu, abriu minhas nádegas com as mãos grandes e calejadas e enfiou o pau com força.
— Aaaahhh! Porra… tá muito gostoso, Valdir…
— Ah, viadinho — rosnou ele, segurando minha cintura e começando a meter forte. — Pedalou quase uma hora só pra levar rola, seu puto? Tá escrito na sua cara que é uma putinha faminta.
Valdir metia com potência, ritmado e pesado. Cada estocada fazia meu corpo balançar. Ele dava tapas fortes na minha bunda enquanto me fodia sem dó.
— Caralho… que bundona macia e empinada. Tá apertando meu pau gostoso pra caralho. Você costuma dar por aí, né safado?
— Costumo… ahh… costumo sim — gemi.
Ele puxou meu cabelo, arqueando minhas costas:
— Fala direito. Você é o quê?
— Sou uma putinha… venho atrás de rola…
Valdir riu rouco e acelerou, metendo ainda mais fundo.
— Isso mesmo. Putinha de bike. Veio pedalar longe só pra tomar no cu. Que vadia sem vergonha.
Ele me fodeu de quatro por bastante tempo, depois me virou de lado, levantou minha perna e continuou socando fundo. O suor dele pingava no meu corpo. O barraco estava quente, cheirando a sexo, suor e madeira velha.
Valdir gozou pela primeira vez com um grunhido longo, enchendo meu cu de porra quente. Não parou. Continuou metendo, mais escorregadio, e me fez gozar sem tocar no pau.
— Segunda carga… aguenta tudo, putinho.
Ele me fodeu por quase uma hora, me virando como queria, me xingando baixinho, marcando meu corpo com tapas. Gozou pela segunda mas tirou o pau usou minha boquinha, me fez engolir todo seu leite.
Valdir limpou o pau na minha boca sentou num caixote e acendeu um cigarro.
— Você aguenta bem. Pode voltar quando quiser. Mas avisa antes. Eu gosto de meter com calma e por bastante tempo.
Eu me vesti, o short todo grudando na bunda. Saí do barraco, peguei minha bike e pedalei de volta pra casa com o cu latejando bastante, sentindo a porra dele escorrendo pelas pernas a cada pedalada.
Quase uma hora de bike pra ir e outra pra voltar… só pra levar rola.
Eu estava completamente perdido no vício.
E não queria ser encontrado.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Leitinho de Obra: Minha vida como "mamador" de Pedreiros novo vício

Codigo do conto:
261598

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/05/2026

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