Depois daquele dia, eu fiquei ainda mais viciado na porra daquele dois. Meu cu não parava de latejar e eu vivia pensando em levar elas no cuzinho também Uns dias depois, minha mãe me mandou voltar no mesmo mercado pra comprar frango e arroz.
Eu fui de propósito passando pela obra. Dessa vez tinha mais movimento. Vi o Leo e o Luciano trabalhando, mas tinha um terceiro cara com eles: outro servente novo, que descobri depois chamado Rafael. Ele tinha uns 30 anos, negro, corpo magro e definido, cabelo raspado dos lados e um sorriso perigoso. Tinha uma tatuagem grande no braço e me olhava com cara de safado.
O Luciano me viu primeiro e fez sinal discreto com a cabeça, como quem diz “não chega agora”. Mas o Rafael me notou na hora. Ele parou de carregar o balde de massa, limpou as mãos na bermuda e veio andando na minha direção.
— E aí, brother? Tá procurando alguém? — perguntou, com a voz grossa.
Eu fiquei sem graça, mas respondi baixo:
— Só passando…
Ele olhou pra minha bunda sem disfarçar e sorriu.
— Sei… O Luciano me contou umas coisas sobre você. Disse que você é bem obediente e tem uma boquinha quente.
Meu rosto queimou. O Rafael chegou mais perto e falou bem baixinho:
— O Leo tá lá dentro misturando cimento. O Luciano tá ocupado. Se você quiser, tem um cantinho ali atrás da caçamba que ninguém vê. Rapidinho.
Eu hesitei só um segundo. O tesão falou mais alto. Balancei a cabeça e fui atrás dele.
A gente se escondeu atrás de uma caçamba grande de entulho. Rafael já baixou a bermuda na hora. O pau dele grosso na base, com a cabeça rosada e brilhante. Não era o maior, mas era bem gordo e já babando pré-gozo.
— De joelhos, putinho. Quero sentir essa boca.
Eu me ajoelhei no chão sujo. Rafael segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou o pau na minha boca sem cerimônia. Começou a foder logo de cara, metendo fundo na garganta.
— Caralho… que boca molhada. O Luciano não mentiu.
Ele metia rápido, segurando meus cabelos, fazendo eu babar tudo no chão. Eu engasgava, tossia, mas continuava chupando com vontade. O gosto dele era forte, suor misturado com tesão.
Não demorou muito. Depois de uns minutos fodendo minha boca, ele grunhiu baixo e gozou. O leite quente jorrou forte, enchendo minha boca. Era bastante e bem grosso. Eu engoli tudo, tossindo um pouco, com porra escorrendo pelo queixo.
Rafael tirou o pau, limpou na minha língua e sorriu:
— Boa… engoliu tudinho. Agora vira de quatro. Quero provar esse cuzinho.
Eu fiquei de quatro rapidinho, empinando a bunda. Rafael cuspiu na mão, passou no pau e depois cuspiu no meu buraco. Pressionou e enfiou tudo de uma vez.
— Aaaahh… — eu gemi baixo.
Ele começou a meter forte, segurando minha cintura. O pau gordo abria meu cu gostoso. Rafael metia com vontade, batendo fundo, gemendo rouco.
— Porra… que cu apertado e quente. Melhor que boceta.
Ele me fodeu rápido e bruto atrás da caçamba, dando tapas leves na minha bunda. Durou uns bons minutos até ele apertar minha cintura e gozar dentro de mim. Senti o calor do leitinho enchendo meu cu.
Ele não parou logo. Deu mais umas estocadas, misturando a porra, e só então tirou.
— Caralho, Gugu… você é um achado. O Luciano disse que você aguenta bastante. Da próxima vez eu quero mais tempo com você.
Eu levantei rápido, puxando o short. Meu cu estava pingando porra do Rafael e ainda tinha gosto dele na boca.
— Vou pro mercado agora… — murmurei.
Rafael riu e deu um tapa na minha bunda por cima do short:
— Vai lá, putinho. Mas volta outro dia quando o Leo não estiver. Quero te comer com mais calma.
Voltei pro mercado andando devagar, sentindo a porra do Rafael escorrendo pelas coxas grossas. Comprei as coisas da minha mãe, mas minha cabeça só pensava no pau novo que tinha acabado de me foder.
Cheguei em casa com o cu melado e a barriga ainda com o gosto do leitinho dele. Eu já sabia que ia voltar praquela obra mais vezes… especialmente quando só tivesse o Rafael ou o Luciano trabalhando, acabei batendo outra punheta e gozando gostoso.
Depois de um tempo evitando ir na obra pra ganhar rola, eu precisava de algo novo, mais distante, onde ninguém me conhecesse. Decidi ir de bicicleta. Era mais discreto, eu controlava o horário e podia pedalar até bairros mais afastados.
Numa quinta-feira à tarde, saí de casa por volta das 14h. Coloquei um short de malha preto bem fino, daqueles que marcavam minha bunda grande, uma camiseta velha preta e pedalei por quase 50 minutos até um bairro bem distante, quase na saída da cidade. O sol estava forte, eu suava bastante e meu cu já latejava de expectativa só de imaginar o que poderia acontecer.
Cheguei numa obra grande de um prédio comercial. Parei a bike encostada num poste, limpei o suor do rosto e comecei a caminhar devagar pela calçada em frente à obra, olhando pros peões.
Foi quando vi ele.
Valdir.
Um homem por volta dos 50 anos, alto, moreno, corpo forte e peludo, com uma barriga de quem trabalha pesado a vida inteira. Tinha um bigode grosso e preto, cabelo curto com fios grisalhos. Estava sem camisa, só de bermuda jeans surrado, o suor escorrendo pelo peito peludo e pelos braços grossos. O volume entre as pernas era impossível de ignorar — uma saliência pesada e grossa marcando o tecido.
Ele me flagrou olhando. Parou o que estava fazendo, limpou o suor do rosto com o antebraço e veio andando até a cerca da obra com um sorriso safado.
— E aí, garoto? Pedalou até aqui só pra ficar olhando os homens suados? — perguntou, a voz rouca e grave.
Fiquei sem graça, mas não neguei. Ele olhou pros lados, viu que ninguém estava prestando atenção e falou baixo:
— Meu nome é Valdir. Mas aqui me chamam de Bigode. Se você quiser alguma coisa de verdade… tem um barraco ali atrás, perto dos materiais. Ninguém vai lá agora.
Meu coração disparou. Prendi a bike num poste e pulei a cerca discretamente atrás dele.
Assim que entramos no barraco de madeira abafado, Valdir trancou a porta e foi direto ao ponto:
— Tira tudo. Quero você pelado, meu putinho.
Tirei a roupa rapidamente, ficando só de tênis. Valdir baixou o bermudão e soltou um pau grosso, escuro, bem veioso, com a cabeça grande e já babando.
— De quatro. Empina essa bundona logo, não posso perder tempo senão chega alguém aqui e não fodo esse cuzinho.
Fiquei de quatro no chão sujo de serragem. Valdir cuspiu no meu cu, abriu minhas nádegas com as mãos grandes e calejadas e enfiou o pau com força.
— Aaaahhh! Porra… tá muito gostoso, Valdir…
— Ah, viadinho — rosnou ele, segurando minha cintura e começando a meter forte. — Pedalou quase uma hora só pra levar rola, seu puto? Tá escrito na sua cara que é uma putinha faminta.
Valdir metia com potência, ritmado e pesado. Cada estocada fazia meu corpo balançar. Ele dava tapas fortes na minha bunda enquanto me fodia sem dó.
— Caralho… que bundona macia e empinada. Tá apertando meu pau gostoso pra caralho. Você costuma dar por aí, né safado?
— Costumo… ahh… costumo sim — gemi.
Ele puxou meu cabelo, arqueando minhas costas:
— Fala direito. Você é o quê?
— Sou uma putinha… venho atrás de rola…
Valdir riu rouco e acelerou, metendo ainda mais fundo.
— Isso mesmo. Putinha de bike. Veio pedalar longe só pra tomar no cu. Que vadia sem vergonha.
Ele me fodeu de quatro por bastante tempo, depois me virou de lado, levantou minha perna e continuou socando fundo. O suor dele pingava no meu corpo. O barraco estava quente, cheirando a sexo, suor e madeira velha.
Valdir gozou pela primeira vez com um grunhido longo, enchendo meu cu de porra quente. Não parou. Continuou metendo, mais escorregadio, e me fez gozar sem tocar no pau.
— Segunda carga… aguenta tudo, putinho.
Ele me fodeu por quase uma hora, me virando como queria, me xingando baixinho, marcando meu corpo com tapas. Gozou pela segunda mas tirou o pau usou minha boquinha, me fez engolir todo seu leite.
Valdir limpou o pau na minha boca sentou num caixote e acendeu um cigarro.
— Você aguenta bem. Pode voltar quando quiser. Mas avisa antes. Eu gosto de meter com calma e por bastante tempo.
Eu me vesti, o short todo grudando na bunda. Saí do barraco, peguei minha bike e pedalei de volta pra casa com o cu latejando bastante, sentindo a porra dele escorrendo pelas pernas a cada pedalada.
Quase uma hora de bike pra ir e outra pra voltar… só pra levar rola.
Eu estava completamente perdido no vício.
E não queria ser encontrado.