Na volta do mercado "britadeira" não perdeu tempo e dividiu com mais um peão

Saí do barracão cambaleando, as pernas fracas, o short preto completamente molhado na bunda. A porra grossa do Mauro escorria sem parar pelas minhas coxas grossas, descendo até os joelhos. Cada passo que eu dava fazia um barulhinho molhado e o cu latejava forte, aberto, ardendo.
Mesmo assim, fui pro supermercado. Empurrava o carrinho devagar pelos corredores, sentindo o leitinho dele vazando toda vez que eu me abaixava pra pegar alguma coisa. Tinha medo de alguém perceber a mancha molhada no short ou o cheiro forte de sexo que eu estava carregando.
Quando cheguei no caixa, a moça me olhou estranho. Eu só abaixei a cabeça, paguei rápido e saí.
No caminho de volta, passei novamente pela obra. Mauro estava lá fora, bebendo água, suado. Assim que me viu, ele sorriu daquele jeito safado e fez um sinal com a cabeça.
— Já de volta, putinho? Veio buscar mais leite?
Eu parei. Meu cu piscou de novo, mesmo estando destruído, com cuzinho sensível. Eu sabia que não devia… mas não consegui resistir.
— …Posso voltar mais tarde? — perguntei baixinho.
Mauro riu rouco.
— Não. Entra agora. Tô com as bolas cheias de novo.
Ele me puxou de volta pro barracão, trancou a porta com a tábua como antes e nem esperou eu falar nada. Arrancou meu short com violência, me jogou de bruços sobre uns sacos de cimento e abriu minha bunda com as duas mãos.
— Olha o estado desse cu… todo arrombado e ainda pingando minha porra. Que puta gulosa.
Sem piedade, ele cuspiu no pau e enfiou tudo de uma vez. Eu mordi o braço pra não gritar.
— Aaaahhh! Britadeira… tá sensível… por favor…
— Cala a boca, viado! — rosnou ele, segurando minha cintura com força e começando a meter como um animal. — A Britadeira não para, porra! Você vai aguentar até eu cansar!
O ritmo dele era insano. Metia sem parar, forte, fundo, violento. O barulho molhado era ainda mais alto agora porque meu cu já estava cheio da primeira. Ele dava tapas fortes na minha bunda enquanto me fudia.
— Isso! Toma! Toma no cu, sua cadela! Rebola essa bunda gorda pra mim!
Eu rebolava como uma puta desesperada, gemendo alto, o rosto suado colado no saco de cimento. Mauro me puxava pelo cabelo, me fazia arquear as costas e metia ainda mais fundo.
Ele me virou de lado, levantou minha perna e continuou destruindo meu buraco. Depois me colocou de costas, segurou minhas coxas grossas abertas e meteu olhando pra minha cara de prazer e dor.
— Que putinho. Isso… geme mais alto, porra. Quero ouvir você pedindo pra eu te destruir.
— Me fode… me fode mais, britadeira… — implorei, completamente quebrado.
Ele gozou pela primeira vez nessa segunda rodada, enchendo meu cu ainda mais. Grunhiu como um animal e continuou metendo, sem tirar o pau. A porra escorria pelos lados enquanto ele seguia no mesmo ritmo.
— Segunda… agora aguenta a terceira, viado!
Mauro me virou de quatro novamente, montou em cima de mim como um cachorro e meteu com ainda mais força. O peso dele me esmagava. Ele segurava meus ombros e batia fundo, sem parar, suado, rosnando.
Depois de longos minutos selvagens, ele gozou pela terceira vez, soltando um gemido rouco enquanto despejava mais porra quente bem fundo dentro de mim.
Só então ele tirou o pau devagar. Meu cu ficou completamente: aberto, vermelho, inchado, piscando sem parar, com rios de porra grossa escorrendo sem controle.
Mauro deu vários tapas fortes na minha bunda e riu satisfeito:
— Agora sim… tá bem arrombado. Levanta e vai pra casa com esse cu pingando, putinho. Amanhã eu te espero de novo. E depois de amanhã… e todos os dias. Essa bundona agora tem dono aqui.
Eu me vesti como consegui. Pois o short estava encharcado, grudando na bunda. Saí da obra andando devagar, sentindo a porra dele descer pelas pernas enquanto carregava as sacolas do mercado.
Cheguei em casa com o cu completamente destruído, o corpo suado, o cheiro de macho impregnado na pele.
Minha mãe perguntou por que demorei tanto.
Eu só respondi:
— Tinha fila grande…
Mas por dentro eu já sabia: eu ia voltar naquela obra todos os dias. O vício tinha começado.
No dia seguinte, eu não aguentei ficar em casa. Meu cu ainda estava dolorido, inchado e sensível da surra que o Britadeira me deu, mas a vontade era maior que a dor. Por volta das 3 da tarde, inventei que ia comprar pão e saí de casa direto pra obra que ficava duas ruas depois da minha.
Mauro estava lá, carregando sacos de areia. Assim que me viu, abriu aquele sorriso safado e gritou:
— Olha o putinho voltou! Já ta com saudade da Britadeira, né?
Eu só balancei a cabeça. Ele largou o que estava fazendo e me puxou pro barracão. Mas dessa vez, antes de trancar a porta, ele gritou pra alguém lá fora:
— Roni! Vem cá rapidinho!
Um homem alto e forte apareceu. Era o Roni, outro peão da obra. Uns 32 anos, negro, pele bem escura, cabeça raspada, corpo musculoso e brilhando de suor. Tinha uns 1,85m de puro músculo, peito largo, braços grossos e uma expressão séria e bruta. O volume na bermuda dele era ridículo — parecia que tinha uma mangueira enrolada ali.
— Esse é o Gugu — disse Mauro, me empurrando pra frente. — O putinho novo da obra. Bundona gostosa e cu guloso pra caralho.
Roni me olhou de cima a baixo, parando bastante tempo na minha bunda, e soltou um sorriso lento.
— Porra… que bunda grande. Tá bom mesmo pra levar rola.
Mauro trancou a porta como sempre fazia colocando a tábua e foi direto:
— Tira a roupa e fica de quatro, viadinho. Hoje você vai conhecer os dois machos da sua vida.
Eu obedeci rápido, tirando tudo e ficando de quatro em cima dos sacos de cimento. Os dois peões baixaram as bermudas ao mesmo tempo.
O pau do Mauro eu já conhecia: grosso, curvado e bruto.
O do Roni era outra coisa… era monstruoso. Bem preto, extremamente longo (devia ter uns 23cm) e com uma grossura absurda. A cabeça era enorme, brilhante.
Mauro foi o primeiro. Cuspiu no meu cu e enfiou tudo de uma vez, começando a meter forte.
— Isso! Toma, putinho! Tá sentindo a britadeira de novo?
Roni se ajoelhou na minha frente, segurou meu cabelo com a mão grande e enfiou aquele pau preto na minha boca.
— Chupa, garoto. Engole o mais fundo que conseguir.
Os dois começaram a me usar como um brinquedo. Mauro metendo com força no meu cu, batendo fundo sem parar, enquanto Roni fodia minha garganta, enfiando cada vez mais fundo.
— Caralho, que boca quente — grunhia Roni. — Engole mais, viado. Isso… engasga no meu pau.
Mauro dava tapas fortes na minha bunda enquanto metia:
— Rebola pra mim, putinha! Olha como ele aguenta nós dois… que vadia gulosa!
Eles trocaram de lugar. Roni foi pra trás e encaixou aquela rola enorme no meu cu. Eu soltei um gemido abafado quando ele empurrou.
— Aaaahhh! Tá me rasgando… por favor…
— Aguenta! — rosnou Roni, segurando minha cintura e metendo com força. — Esse cu vai abrir pra mim hoje.
Ele metia diferente do Mauro. Mais fundo, mais longo, esticando meu cu ao limite. Enquanto isso, Mauro enfiava o pau na minha boca, fodendo minha garganta.
— Isso, chupa enquanto leva rola preta no cu, sua cadela!
Os dois me foderam sem misericórdia por quase uma hora. Me viraram de todos os jeitos: de quatro, de lado, deitado de costas com as pernas no ombro do Roni, e até me fizeram sentar no pau do Roni enquanto chupava o Mauro.
Roni gozou primeiro dentro de mim, soltando um grunhido grave enquanto despejava uma porra quente e grossa. Mauro veio logo depois, enchendo minha boca até transbordar.
Mas eles ainda não tinham acabado.
Mauro me colocou de quatro novamente e meteu com tudo, no ritmo insano da britadeira. Roni batia o pau semi-duro na minha cara enquanto assistia.
— Isso! Toma a britadeira, putinho! Geme mais alto, porra! Acaba com esse viadinho, Mauro.
Eu gozei duas vezes sem nem tocar no pau, tremendo inteiro. No final, Mauro gozou pela segunda vez dentro de mim, e Roni gozou novamente na minha boca, me obrigando a engolir quase tudo.
Quando terminaram, eu estava cansado. Fiquei deitado de bruços, o cu completamente arrombado, vermelho e escorrendo porra dos dois. O short estava sujo pois caiu no chão, o corpo todo suado e marcado de tapas.
Mauro deu um tapa forte na minha bunda e riu:
— Bem-vindo ao time, putinho. Agora você tem dois donos aqui na obra.
Roni limpou o pau na minha bunda e completou:
— Volta amanhã. Quero fuder esse cu com mais calma… e quero gozar nesse rabo pelo menos três vezes.
Eu saí do barracão e senti rios de porra escorrendo pelas pernas enquanto voltava pra casa.
Mal tinha voltado pra casa e já estava virando a putinha oficial da obra.
E o pior de tudo… Eu estava adorando.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Na volta do mercado "britadeira" não perdeu tempo e dividiu com mais um peão

Codigo do conto:
261310

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/05/2026

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