A Despedida com os Amigos e depois com William a noite

A última semana das férias passou voando. Era a penúltima noite antes de eu voltar pra Americana. Tio Ismael e Tomás tinham viajado pra resolver uns problemas na usina e só voltariam no dia seguinte à tarde. A casa era só nossa.
William chamou o Osmar e o Daniel pra uma “despedida especial”. A gente ficou na sala bebendo refrigerante com pinga até ficar mais solto. O clima já estava pesado desde o começo.
— Então é isso… amanhã à noite você vai embora, né putinho? — perguntou William, me puxando pro colo dele no sofá.
— É… — respondi baixinho, já sentindo o cu piscar.
Osmar sorriu safado:
— Então hoje a gente vai te foder até você não conseguir sentar amanhã.
Daniel, com aqueles olhos verdes brilhando, completou:
— Vamos te encher de porra pra você lembrar da gente por um bom tempo.
Eles não perderam tempo. Me levaram pro quarto do William e me deixaram pelado no meio da cama. Os três ficaram ao redor, tirando a roupa.
William foi o primeiro:
— De quatro, Gugu. Mostra essa bundona pra gente pela última vez.
Eu obedeci. Osmar foi o primeiro a me comer, metendo forte e rápido enquanto William enfiava o pau na minha boca.
— Isso, chupa o pau do primo enquanto leva rola, sua putinha — rosnava William. — Amanhã você vai pra casa com o cu arrombado.
Daniel esperou a vez dele, depois me virou de costas, levantou minhas pernas e enfiou aqueles 22cm devagar, bem fundo, olhando nos meus olhos:
— Vou sentir falta desse cu apertado… aperta meu pau, Gugu. Isso… boa putinha.
Os três me foderam por mais de uma hora. Trocavam de posição o tempo todo: um no cu, outro na boca, às vezes dois paus na boca ao mesmo tempo. Me fizeram cavalgar, me foderam de lado, de bruços. Gozaram várias vezes — dentro do meu cu, na minha boca, no meu peito e na minha barriga. Eu gozei quatro vezes, tremendo inteiro, completamente destruído de prazer.
Quando os dois foram embora, já era tarde da noite. Osmar me deu um tapa na bunda antes de sair:
— Qualquer dia aparece de novo, putinho. Não esquece da gente.
Daniel me deu um beijo demorado e sussurrou:
— Você foi a melhor coisa dessas férias.
Depois que Osmar e Daniel foram embora, o quarto ficou em silêncio. William trancou a porta, apagou a luz grande e deixou apenas o abajur aceso, criando uma luz amarelada e quente no quarto. Ele me olhou por um tempo, depois se aproximou da cama e me puxou devagar para os braços dele.
— Vem cá… hoje vai ser só você e eu — murmurou, a voz rouca mas mais suave que o normal.
Ele me beijou devagar, diferente das outras vezes. Um beijo profundo, quente, demorado, enquanto as mãos grandes deslizavam pelas minhas coxas grossas e apertavam minha bunda com carinho. William me deitou na cama e ficou por cima de mim, beijando meu pescoço, meu peito, descendo a língua devagar até minha barriga.
— Você tá todo melado da porra dos outros… mas ainda tá gostoso pra caralho — sussurrou, lambendo minha pele. — Amanhã você vai embora… e eu não quero que essa última noite seja só foda bruta.
Ele me virou de lado, colou o corpo atrás de mim e levantou minha perna direita. Senti a cabeça grossa do pau dele pressionando meu cu, já melado da porra dos outros. Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, até enfiar tudo.
— Aaaahh… William… — gemi baixinho.
— Isso… sente meu pau bem fundo em você — sussurrou no meu ouvido, mordendo de leve minha orelha. — Eu adoro como seu cu aperta meu pau… tão quente, tão gostoso.
William começou a meter devagar, mas profundo. Um braço me abraçava por baixo, a mão apertando meu peito, enquanto a outra segurava minha coxa grossa. Cada estocada era forte, mas ritmada, quase carinhosa. Ele beijava minha nuca, meu ombro, sussurrando:
— Você virou minha putinha preferida nessas férias… sabia? Eu não esperava gostar tanto assim de você.
Ele acelerou aos poucos, metendo mais forte, mas sem parar de me beijar e me apertar contra o corpo dele.
— William… mais… por favor… — pedi, gemendo.
— Quer mais forte, né safado? — ele riu baixinho e mudou a posição.
Me colocou de costas, levantou minhas duas pernas e se encaixou entre elas. Agora ele me olhava nos olhos enquanto metia. O pau grosso entrava e saía quase todo, brilhando. Ele segurava minhas coxas com força, batendo fundo.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo… isso… geme pra mim, Gugu. Quero guardar sua cara gemendo.
O ritmo aumentou. William metia com força, o som molhado da foda enchendo o quarto. O suor dele pingava no meu peito. Ele se inclinou, me beijou com língua enquanto metia fundo, depois desceu a boca pro meu pescoço, chupando forte.
— Você é meu, entendeu? Mesmo voltando pra Americana, essa bundona continua sendo minha — rosnou, acelerando as estocadas.
Ele me virou de quatro, mas não foi bruto. Segurou minha cintura com firmeza e meteu fundo, uma mão descendo pra masturbar meu pau enquanto me comia.
— Goza pra mim… quero sentir seu cu apertando meu pau quando você gozar.
Não aguentei. Gozei forte, gemendo o nome dele, o corpo todo tremendo. Meu cu apertou ele com força e William grunhiu, metendo mais fundo até gozar dentro de mim, enchendo meu cu com porra quente e grossa.
Mesmo gozando, ele continuou mexendo devagar, aproveitando cada segundo.
— Ainda não acabei com você… — sussurrou.
Ele me deitou de lado novamente, entrou por trás mais uma vez e ficou metendo devagar, bem fundo, me abraçando forte. Ficamos assim por um longo tempo, ele me beijando, mordendo meu ombro, sussurrando no meu ouvido:
— Vou sentir falta dessa bundona… de ouvir você gemendo meu nome… de te encher de porra todo dia.
Eu gemia baixinho, cansado, sensível, mas louco de tesão. William me fez gozar mais uma vez, só com o pau dentro de mim e a mão no meu pau. Depois gozou pela segunda vez, bem fundo, me enchendo ainda mais.
No final, ele não tirou o pau. Ficou dentro de mim, me abraçando por trás, o corpo colado no meu, uma perna entre as minhas.
— Dorme assim… com meu pau dentro de você — murmurou, beijando minha nuca com carinho. — Quero que você sinta meu pau a noite inteira.
Eu estava destruído, o cu latejando, cheio de porra dele e dos outros, o corpo todo marcado. Mas me sentia estranhamente seguro e satisfeito nos braços dele.
— William… eu vou sentir muita saudade — confessei baixinho.
— Eu também, putinho… eu também.
Ele apertou o abraço, o pau ainda semi-duro dentro de mim, e ficamos assim, colados, suados, ofegantes.
Adormeci sentindo o calor do corpo do meu primo, o pau dele pulsando de leve dentro do meu cu, e o som da respiração dele no meu ouvido.
Acordei com o corpo dolorido, mas quente. O quarto ainda estava escuro, o sol mal começando a clarear o céu. William estava colado atrás de mim, o peito largo contra minhas costas, um braço pesado me abraçando pela cintura. O pior (ou melhor): o pau dele ainda estava dentro de mim, semi-duro, latejando de leve.
Eu me mexi um pouco e ele acordou, apertando o abraço e dando uma estocada lenta e profunda.
— Bom dia, putinho… — murmurou rouco no meu ouvido, a voz ainda cheia de sono e tesão. — Dormiu bem?
— Dormi… — respondi baixinho, gemendo de leve quando ele mexeu o quadril novamente.
William beijou minha nuca, depois mordeu de leve, começando a meter devagar, bem fundo. O quarto estava silencioso, só se ouvia o barulho molhado do pau dele se movendo dentro do meu cu cheio da porra da noite anterior.
— Hoje você vai embora… mas antes eu vou te fuder mais uma vez — sussurrou, acelerando aos poucos. — Quero que você sinta meu pau o caminho inteiro até Americana.
Ele me virou de lado, levantou minha perna grossa e começou a meter com mais força. O pau grosso entrava e saía quase todo, fazendo um barulho obsceno. William segurava minha coxa com uma mão e masturbava meu pau com a outra, beijando meu ombro e pescoço.
— William… ahh… vai mais fundo… — pedi, gemendo.
— Assim? — ele meteu com força, enterrando tudo. — Tá sentindo, né? Esse cu é meu. Mesmo você indo embora, essa bundona vai continuar sentindo saudade do meu pau.
Ele me colocou de quatro, mas não foi bruto como das outras vezes. Segurou minha cintura com firmeza e metia fundo, ritmado, uma mão descendo pra apertar minha bunda enquanto me comia.
— Rebola pra mim… isso… mostra pro primo como você gosta de dar esse cu gostoso.
Eu rebolava para trás, gemendo alto, o corpo todo suado. William deu alguns tapas fortes na minha bunda, depois se inclinou sobre mim, colando o peito nas minhas costas.
— Goza pra mim, Gugu… goza enquanto eu te encho de novo.
Não aguentei. Gozei forte, gemendo o nome dele, meu cu apertando o pau dele. William grunhiu rouco, meteu mais rápido e gozou logo depois, soltando jatos quentes e grossos bem fundo dentro de mim.
Ele ficou lá dentro um tempo, pulsando, me abraçando forte por trás.
Depois me virou de frente, me deu um beijo longo e molhado, e sussurrou:
— Levanta. Quero te fuder mais uma vez antes de você tomar banho.
Ele me sentou na beira da cama, abriu minhas pernas e ficou de pé na minha frente. Enfiou o pau melado de novo e começou a meter de frente, segurando minhas coxas grossas, olhando nos meus olhos.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo… isso… geme meu nome.
Eu gemia o nome dele a cada estocada. William metia forte, suado, o cabelo bagunçado, com uma cara de quem não queria que aquilo acabasse. Ele gozou pela segunda vez, enchendo meu cu ainda mais.
Quando finalmente saiu de dentro de mim, uma grande quantidade de porra escorreu pelas minhas coxas e molhou o lençol.
William me olhou, satisfeito e um pouco triste.
— Agora vai tomar banho. Seu pai deve chegar daqui a pouco pra te buscar.
Eu levantei com dificuldade, as pernas bambas, o cu latejando e escorrendo porra. Antes de sair do quarto, William me puxou, me deu um último beijo demorado e apertou minha bunda com as duas mãos.
— Qualquer feriado ou final de semana que você puder vir… você vem. Entendeu, putinho?
— Entendi… — respondi, ainda ofegante.
Tomei banho sentindo o leitinho dele escorrendo pelas pernas. Quando saí, William estava na porta da casa, olhando pra mim com um sorriso safado.
Meu pai chegou pouco depois. Enquanto colocava minha mala no carro, William se aproximou e falou baixo, só pra eu ouvir:
— Cuida bem dessa bundona pra mim. E não esquece quem arrombou ela primeiro.
Entrei no carro com o cu latejando, cheio da porra dele, o corpo todo marcado e o coração apertado.
Enquanto o carro saía da colônia, eu olhava pela janela pensando que aquelas férias tinham mudado tudo.
E que eu mal via a hora de voltar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Despedida com os Amigos e depois com William a noite

Codigo do conto:
261165

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
04/05/2026

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