Depois daquela primeira vez, as coisas mudaram rápido entre mim e o William. Ele ficava me olhando o dia inteiro com aquele sorrisinho safado, as vezes ficava pegando naquela pica que me deixava salivando de vontade e eu não conseguia nem olhar pra cara dele sem sentir o cu latejar. A gente aproveitava qualquer momento que ficava sozinho pra ele me comer de novo ou as vezes ele me dá leite na boca. Mas a foda mais intensa aconteceu num domingo à tarde. Tio Ismael tinha saído pra levar o caminhão pra manutenção na usina e o Tomás foi com ele pra ajudar. A casa ficou só pra gente. Era um domingo quente pra caralho, daqueles que o ar parece pesado e a gente só quer ficar sem roupa. Eu estava na cozinha pegando água quando o William chegou por trás, já sem camisa, e grudou o corpo no meu. Senti o pau dele duro pressionando minha bunda por cima do short. — Hoje você não vai gozar fácil não, priminho — ele sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Você só vai gozar depois que eu gozar umas três vezes dentro dessa bundona. Entendeu? Eu tremi inteiro. Só de ouvir aquilo meu cu piscou. — William... vai doer... — Vai doer gostoso — ele respondeu, já me puxando pro quarto dele. Ele me jogou na cama de bruços e arrancou meu short num puxão só. Cuspiu na mão, passou no pau dele e depois cuspiu direto no meu cuzinho, que ainda estava sensível das outras vezes. Não teve muita preparação. Ele subiu em cima de mim, abriu minhas nádegas com as mãos e enfiou tudo de uma vez. — Aaaahh! — eu gemi alto, mordendo o travesseiro. Doía, mas era aquele tipo de dor que vira prazer rapidinho. William começou a meter forte logo de cara, batendo fundo, segurando minha cintura com força. O barulho da pele dele batendo na minha bunda ecoava no quarto. Ele estava bruto, suado, grunhindo baixo. — Que cuzinho guloso... tá apertando meu pau pra caralho. Ele meteu sem parar por uns bons minutos até que enterrou tudo e gozou pela primeira vez. Senti o jato quente enchendo meu cu, bem fundo. Ele ficou lá dentro um tempo, respirando pesado, depois começou a mexer de novo, devagar, misturando a porra dele. — Primeira... agora faltam duas. Ele me virou de lado, levantou uma das minhas pernas grossas e enfiou de novo. Dessa vez olhava pra mim enquanto metia. O pau entrava e saía fácil porque meu cu já estava melado da primeira carga. Ele metia fundo, batendo forte, fazendo minha bunda tremer a cada estocada. Eu estava louco de tesão, meu pau babando na cama, mas ele não deixava eu tocar. — Não toca não, Gugu. Você só goza quando eu mandar. Ele acelerou, suando em cima de mim, e depois de uns minutos grunhiu alto e gozou pela segunda vez. Mais porra quente enchendo meu intestino. Meu cu estava todo escorregadio, fazendo barulho molhado toda vez que ele entrava. — Boa... segunda vez. William não tirou o pau. Ficou dentro de mim, ainda meio duro, e me fez ficar de quatro de novo. Segurou meus quadris com as duas mãos e começou a terceira rodada, ainda mais intensa. Ele metia bruto, fundo, rápido, como se quisesse me arrombar de vez. Minha bunda batia contra a barriga dele, as coxas grossas tremendo. — Caralho, Gugu... essa bundona foi feita pra levar leitinho. Eu gemia sem parar, o corpo todo suado, sentindo o pau dele roçando minha próstata a cada estocada. Estava difícil segurar o gozo. Meu pau pingava sem parar, mas eu obedecia. Não tocava. Ele meteu por uns longos minutos, cada vez mais forte, até que enterrou tudo bem fundo e gozou pela terceira vez. Senti o terceiro jato grosso enchendo meu cu já transbordando. A porra escorria pelas minhas coxas enquanto ele ainda dava umas estocadas finais, esvaziando as bolas completamente. Só aí ele tirou o pau devagar. Meu cuzinho ficou aberto, vermelho, piscando, com porra branca escorrendo sem parar. William deu um tapa forte na minha bunda e riu, ofegante: — Agora sim, priminho. Pode gozar. Eu nem precisei tocar muito. Só apertei meu pau duas vezes e gozei forte, jatos grossos sujando o lençol inteiro. Meu corpo tremeu inteiro, o cu apertando vazio enquanto a porra dele continuava vazando de mim. A gente mal tinha se recuperado quando ouvimos o barulho do carro chegando. Era o Tomás voltando com o tio Ismael. William riu baixinho e me deu outro tapa na bunda: — Levanta rápido, Gugu. Limpa essa porra toda antes que o Tomás entre e veja seu cuzinho pingando leitinho. Eu levantei correndo, pernas bambas, sentindo a porra escorrendo enquanto ia pro banheiro. Meu cu latejava, cheio, marcado. E eu sabia que ainda tinha muitas tardes como essa pela frente nas férias.
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