O reencontro com Roberts mexeu comigo de um jeito perigoso. Ele era maestro de uma orquestra sinfônica, um letão talentoso. Depois de quase uma hora conversando na feira da faculdade, ele se inclinou perto do meu ouvido com aquele sotaque rouco: — Eu não quero só lembrar daquela festa. Quero te foder de verdade hoje. Quer ir pra um motel comigo agora? — Quero. Quinze minutos depois estávamos trancados num motel discreto. Assim que a porta fechou, Roberts me atacou como um animal, me beijando com fome bruta. — Tira essa roupa agora. Quero usar você todinho. Quando ele tirou a calça, aquela rola grossa de 23cm saltou pesada e latejante. — De joelhos, putinho. Eu me ajoelhei rápido, segurando aquele pau monstruoso com as duas mãos. Comecei a chupar com vontade, lambendo a cabeça grossa e descendo o máximo que conseguia. Roberts gemeu alto, segurando meu cabelo: — Caralho… olha só como você mama gostoso. Você realmente adora rola grande? Porra, Gugu… você tá babando inteiro no meu pau. Que boca de puta safada! Eu gemia com o pau dele na boca, chupando com mais fome, descendo até engasgar. — Isso… engole mais fundo! — ordenou ele, fodendo minha boca devagar. — Olha pra mim enquanto mama. Isso, putinho guloso! Você tá deliciado com essa rola grossa, né? Tá vendo como você baba todo? Eu adoro ver você assim… tão faminto pelo meu pau. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e meteu mais fundo, gemendo rouco: — Porra, você mama melhor que qualquer um… Chupa as bolas também, vai… isso! Lambe tudo, sua vadia. Você gosta mesmo, né? Gosta de ficar de joelhos mamando uma rola grande do maestro. Fala pra mim com o pau na boca! — Gosto… adoro mamar você… — respondi, babando e ofegante. — Eu sei que você adora, guloso do caralho! Olha como você tá desesperado pra engolir mais. Continua assim… mama gostoso, chupa a cabeça… isso! Tá me deixando louco. Você nasceu pra chupar rola grossa, putinho. Olha o quanto você tá feliz com meu pau na sua boca! Roberts fodeu minha boca com estocadas cada vez mais profundas, elogiando sem parar: — Isso… engasga no meu pau! Você fica tão lindo todo babado… Que puto faminto! Tá mamando como se fosse a última rola da sua vida. Caralho, eu poderia gozar só te vendo assim… Ele não aguentou muito tempo. Com um grunhido alto, puxou o pau e gozou forte no meu rosto e dentro da boca, enchendo-me de porra quente e grossa. — Toma toda… engole, guloso! Isso… você adora levar porra na boca, né? Ainda ofegante e com o rosto melado, ele me virou de bruços na cama e cuspiu várias vezes no meu cu. — Agora vou arrombar esse cu que eu tanto sonhei Empurrou a cabeça grossa e foi entrando devagar. — Roberts… é muito grosso… porra! — Aguenta, vadia! Esse cu vai aguentar minha regência — rosnou, enfiando mais fundo. — Isso… vai tomando esses 23cm todinhos, seu puto guloso do caralho! Sente como eu tô te arrombando? Quando enterrou tudo, começou a socar forte de quatro: — Rebola nessa rola grossa, porra! Empina esse cu pra mim! Isso, seu putinho safado! Tom minha rola de maestro no meio do seu cu! Geme alto, vadia! Depois ele me virou de lado, levantou minha perna e meteu fundo, olhando nos meus olhos enquanto socava. — Olha pra mim enquanto eu te destruo de lado, guloso! Tá sentindo cada veia abrindo esse cu? Aperta mais, porra! Você adora ser arrombado, né sua cadela? Em seguida, ele se sentou na beira da cama e me puxou para o colo dele, me segurando no ar com facilidade por causa da altura (quase 1,82m). Segurou minha bunda com as mãos grandes e me desceu devagar no pau grosso. — Isso… senta no meu pau, putinho. Caralho, você engole tudo mesmo! Agora cavalga gostoso pra mim. Eu comecei a subir e descer, rebolando enquanto ele chupava meus mamilos com força. — Isso, cavalga nessa rola grossa! Rebola inteiro, guloso do caralho! Olha como você desce até o saco… que puto faminto! Toma toda essa rola! Ele segurava minha cintura e me socava de baixo pra cima com força, gemendo rouco. Depois me colocou de quatro novamente, me prensou contra a parede e me fodeu de pé, segurando minhas coxas. Por fim, me jogou de costas na cama, abriu bem minhas pernas e meteu fundo, olhando nos meus olhos. — Toma, vadia! Toma essa rola grossa te regendo todinho! Roberts me fodeu selvagemente por quase uma hora. Suado, rosnando e dando tapas fortes na minha bunda. — Aperta esse cu, guloso! Você nasceu pra levar rola grande no cu? Diz que ama ser minha putinha! Ele gozou a primeira vez com um urro animal, enchendo meu cu de porra quente. Não parou. Continuou metendo e, alguns minutos depois, gozou pela segunda vez, despejando outra carga grossa e abundante bem fundo. Quando finalmente saiu, meu cu estava escancarado, vermelho e vazando porra sem parar. Roberts me puxou para os braços dele, mudando o tom completamente. Beijou minha testa, nuca e murmurou carinhoso: — Você foi perfeito, Gugu… Se quiser repetir, me chama. Eu quero te foder muitas outras vezes. Voltei pra casa quase amanhecendo, de calça com a cueca molhada, cu latejando e escorrendo porra até as coxas. Estava cada vez mais difícil equilibrar tudo. Mas eu não conseguia parar.
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