Uns dias depois, o Ricardão me chamou de novo na cerca do quintal, com aquele sorrisinho safado.
— Gugu, meu irmão Marcos tá aqui em casa. É meu irmão mais novo, ele tem uma quitanda no bairro de baixo com a esposa, acho que você deve conhecer de vista quando vai com sua mãe lá. Eu contei pra ele sobre você… e ele ficou bem interessado. Vem aqui, entra pelos fundos.
Eu pulei a cerca e entrei. Na sala, sentado no sofá, estava o Marcos.
Ele era bem diferente do Ricardão. Tinha 38 anos, pele morena escura, cabelo preto curto com alguns fios brancos nas têmporas. Era alto (quase 1,85m), ombros largos, peito peludo forte e braços grossos de quem carrega caixas pesadas de fruta o dia inteiro na quitanda. Tinha uma leve barriguinha, mas sólida, daqueles homens fortes que não são magros, mas têm potência. A barba era bem feita, rente, com alguns fios grisalhos que davam um ar maduro e macho. Os olhos eram pretos, intensos, e ele tinha uma cicatriz pequena acima da sobrancelha esquerda e um furo no queijo que dava um ar mais sexy a ele.
O que mais chamava atenção era o corpo dele: peludo no peito e na barriga, com uma trilha grossa de pelos que descia até dentro da bermuda. As mãos eram grandes, calejadas, com veias saltadas.
Assim que entrei, Marcos me olhou de cima a baixo sem pressa, especialmente parando na minha bunda empinada e nas coxas grossas. Ele abriu um sorriso lento e falou com a voz rouca e grave:
— Então você é o Gugu, acho que já te vi na quitanda com uma senhora, que deve ser sua mãe… Porra, Betão não exagerou não. Que bundona empinada, hein garoto? E essas coxas grossas… parece que foi feita pra levar rola.
Ele se levantou, abriu o zíper da bermuda jeans e tirou o pau pra fora com calma.
Eu fiquei sem reação.
O pau do Marcos era monstruoso. Uns 23 centímetros de comprimento, bem grosso (quase do tamanho do meu pulso), com veias grossas e saltadas ao longo da extensão. A cabeça era grande, rosada escura, brilhante, com um formato de cogumelo bem marcado. As bolas eram pesadas, grandes e peludas, penduradas. O pau já estava semi-duro e balançava pesado quando ele se mexia.
— Assustou, né? — ele riu baixo. — Mas relaxa. Vou te abrir devagar… no começo.
Ricardão sentou na poltrona pra assistir, já mexendo no próprio pau.
Marcos mandou eu tirar toda a roupa e ficar de quatro no sofá. Ele cuspiu várias vezes na mão, passou no pau gigante e depois cuspiu direto no meu cuzinho virgem daquela tarde.
— Empina mais essa bunda… isso.
Ele pressionou a cabeça grossa contra meu buraco. Só a cabeça já era difícil. Eu gemi alto quando ele começou a empurrar.
— Ai… Marcos… tá muito grande… vai rasgar…
— Shhh… respira. Vai caber. Seu cu é guloso, vai abrir pra mim.
Ele foi empurrando devagar, mas firme. Eu sentia meu anel sendo esticado ao máximo, uma ardência forte misturada com pressão. Centímetro por centímetro, aquele pau grosso foi entrando. Quando ele já tinha uns 15cm dentro, eu tremia inteiro, suando frio, gemendo sem parar no sofá.
— Caralho… que cu apertado — grunhiu Marcos, apertando minha cintura com as mãos grandes e calejadas. — Tá me espremendo pra caralho. Parece que nunca levou rola grossa.
Ele parou um pouco pra eu me acostumar, depois começou a meter devagar, entrando e saindo em movimentos curtos. A cada estocada ele ia mais fundo. O pau dele era tão grosso que eu sentia as veias roçando nas paredes do meu cu.
— Tá sentindo, Gugu? Tá sentindo o pau do tio Marcos destruindo sua bundinha?
Eu só conseguia gemer incoerentemente. Dor e prazer misturados. Marcos foi acelerando aos poucos, metendo cada vez mais fundo, até conseguir enfiar quase tudo. As bolas pesadas batiam contra minhas coxas.
Ricardão assistia tudo, batendo punheta:
— Arromba ele, Marcos. Destrói essa bundona.
Marcos segurou meus quadris com força e começou a foder de verdade. Estocadas longas, fortes e profundas. O sofá rangia, minha bunda balançava violentamente a cada metida. Eu gemia alto, lágrimas escorrendo, mas meu pau estava babando loucamente na almofada.
Ele me fodeu assim por uns longos minutos, suando, gemendo rouco, até que enterrou o máximo que conseguiu e gozou forte. Senti jatos grossos e quentes enchendo bem fundo meu cu. Era muita porra.
Mesmo gozando, ele continuou mexendo devagar, misturando o leitinho dentro de mim.
— Que delicia da porra… ainda vou te dar mais.
Marcos me virou de costas, colocou minhas pernas grossas sobre os ombros dele e enfiou novamente. Nessa posição ele conseguia ver meu rosto enquanto me destruía. Ele metia fundo, forte, o pau enorme abrindo meu cu sem piedade.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo, putinho. Essa bundona agora é minha também.
Ele gozou pela segunda vez uns minutos depois, enchendo meu cu ainda mais. Quando finalmente tirou o pau, meu buraco ficou bem aberto, vermelho, piscando, com uma quantidade absurda de porra grossa escorrendo sem parar pelas minhas coxas e molhando o sofá.
Marcos deu um tapa forte na minha bunda e sorriu satisfeito:
— Boa, Gugu. Você aguentou meu pau como poucos. Da próxima vez vou te foder com mais calma… e vou tentar enfiar tudo.
Eu mal conseguia andar quando saí da casa do Betão. Meu cu latejava forte, estava todo aberto e cheio de porra do Marcos. O short ficou encharcado na hora.
Cheguei em casa sentindo o leitinho dele escorrendo a cada passo e pensando que nunca tinha levado uma rola tão grande e grossa na vida, nem a do Roni chegava perto na do Marcos que tinha me arrombado
E, mesmo destruído… eu já queria mais.