Depois da obra, o pai do meu amigo de escola, novo vicio e nova aventura

Depois de uma foda pesada no barracão onde Mauro e Roni quase se mataram por minha causa, as coisas ficaram tensas. Roni tinha deixado claro: ele não queria mais dividir. Queria ser o único a me foder. Mas Mauro não ligou. Dois dias depois, Mauro me chamou de novo pra obra. Eu fui. E ele me fodeu com força no barracão, me chamando de putinho traíra e enchendo meu cu de porra, como se quisesse marcar território.
Teve confronto entre Mauro e Roni, no outro dia e eu decidi me afastar da obra. Não queria mais ficar no meio daquela briga. Parei de passar por lá. Mauro me chamou algumas vezes, mas eu não respondi. O vício continuava, mas eu precisava de algo novo, mais discreto.
E foi aí que Seu Carlos entrou de vez na minha vida.
Tudo começou a ficar mais frequente. Quase toda semana eu arrumava desculpas pra ir na casa de Thiago e Leandro fazer “trabalho de escola”. Os dois eram focados nos estudos, dois nerds e quase não saíam do quarto. Isso deu espaço pra Seu Carlos.
A primeira vez que tinha acontecido algo foi bem antes das férias onde eu mamei Seu Carlos no banheiro enquanto estava fazendo um trabalho com seus filhos.
Eu estava na sala com eles fazendo o trabalho quando Seu Carlos passou e falou:
— Gugu, vem aqui na cozinha me ajudar a pegar uma coisa lá em cima.
Entrei na cozinha. Ele já estava esperando. Assim que passei da porta, ele me empurrou contra a parede, baixou meu short e enfiou dois dedos no meu cu.
— Tá com saudade do meu pau, né putinho? — sussurrou no meu ouvido enquanto mexia os dedos. — Os meninos tão na sala. Se fizer barulho, vai ser pior pois ai eles vão descobrir que o amiguinho deles é uma putinha gulosa pela pica do pai deles.
Ele me fodeu ali mesmo, rápido e bruto, tapando minha boca com a mão enquanto metia fundo. Gozou dentro de mim em menos de cinco minutos e me mandou voltar pra sala como se nada tivesse acontecido.
A partir daí virou rotina perigosa.
Quase toda vez que eu ia na casa deles, Seu Carlos encontrava um jeito. Às vezes no banheiro, às vezes na lavanderia, às vezes até no quintal dos fundos quando os meninos estavam distraídos jogando video game. Ele era safado e ousado. Adorava o risco.
Uma tarde quase fomos pegos.
Eu estava de quatro na lavanderia, segurando na máquina de lavar, enquanto Seu Carlos metia forte por trás, segurando minha cintura. O pau dele entrava e saía com força, fazendo um barulho molhado que ecoava.
— Isso… aperta esse cu guloso… toma a rola do tio — grunhia ele baixinho.
De repente ouvimos passos no corredor. Era Thiago.
— Pai? Tá aí? A gente tá precisando de ajuda com uma conta!
Seu Carlos tampou minha boca com força e continuou metendo devagar, bem fundo, sem tirar o pau.
— Tô aqui na lavanderia, filho! Já tô indo! — respondeu ele, a voz rouca de tesão.
Thiago ficou parado do lado de fora da porta por uns segundos. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Seu Carlos ainda dava estocadas lentas e profundas, roçando minha próstata, enquanto respondia ao filho.
Assim que Thiago se afastou, ele acelerou de novo, metendo com força e gozando dentro de mim com um grunhido abafado.
— Porra… quase fomos pegos — ele riu rouco, ainda dentro de mim. — Você gosta do perigo, né putinho? Seu cu apertou tanto que quase me fez gozar antes da hora.
Eu comecei a ir menos na obra do Mauro. Ele até me procurou uma vez na rua, mas eu disse que estava estudando bastante. Mauro ficou puto, mas não insistiu.
Agora eu estava indo atrás de outras construções, mais afastadas do meu bairro. Pegava ônibus até bairros distantes só pra caçar rola nova. Virava um ritual: saía de casa com um short fino, caminhava perto das obras, olhava pros peões, e esperava algum deles me chamar.
Mas o que eu mais procurava mesmo era a casa de Thiago e Leandro.
Seu Carlos tinha virado meu vício principal.
Uma noite, ele me mandou um bilhete pela janela do quarto dos filhos quando eu estava lá:
“Entra no quarto de ferramentas depois das 23h. Vou deixar a porta encostada.”
Eu esperei os meninos dormirem e fui. Seu Carlos já estava me esperando no quartinho escuro, cheio de ferramentas e cheiro de graxa.
Ele me fodeu ali, em pé, contra a parede, tapando minha boca enquanto metia fundo e falava baixinho:
— Você tá cada vez mais viciado, né? Vem aqui quase todo dia só pra levar rola. Os meninos acham que você vem estudar… e você vem pra ser minha putinha particular.
Ele me virou, me fez apoiar numa bancada e me comeu com força, gemendo baixinho no meu ouvido:
— Esse cu tá ficando cada vez melhor… mais aberto, mais guloso. Logo vou te foder na minha cama, quando a minha mulher não estiver e enquanto meus filhos dormem no quarto ao lado.
Eu gozei sem tocar no pau, tremendo inteiro. Seu Carlos gozou logo depois, enchendo meu cu mais uma vez.
Enquanto eu voltava pra casa sempre muito tarde da noite, short molhado, cu latejando, só conseguia pensar que tinha trocado a obra por algo ainda mais perigoso e viciante. E não queria parar.
Depois de um tempo, Seu Carlos ficou mais ousado. Ele não queria mais só me comer escondido dentro de casa. Queria arriscar mais.
Numa terça-feira à tarde, recebi o bilhete de Seu Carlos.
“19h30. Esquina de trás. Entra rápido no carro.”
Eu saí de casa dizendo que ia encontrar um amigo. Às 19h25 já estava esperando na esquina. O carro prata dele apareceu devagar. Entrei rápido no banco do passageiro. Seu Carlos já estava com o pau semi-duro na calça. Dirigiu até um terreno baldio grande que tinha no final do bairro — um lugar cheio de mato alto, terra batida e quase sem iluminação. Era um horário em que quase ninguém passava por ali. Ele parou o carro no meio do terreno, longe da rua, desligou os faróis e olhou pra mim.
— Tira toda essa roupa agora, sua putinha — ordenou ele, abrindo o zíper da calça. — Quero você pelado igual uma vadiazinha.
Eu tirei tudo rapidamente. Seu Carlos segurou minha nuca e puxou minha cabeça pro pau dele:
— Chupa, porra. Mama essa rola que você tanto gosta. Isso… engole fundo, sua boquinha gulosa. Caralho, que boca quente… você mama melhor que muita mulher, sabia?
Eu babava todo o pau dele, engasgando enquanto ele fodia minha garganta.
— Isso, engole até o fundo, putinho. Olha como você baba todo… que vadia sem vergonha. Os meus filhos acham que você é um garoto certinho… e você tá aqui mamando a rola do pai deles como uma putinha safada que você é.
Depois de uns minutos, ele me puxou:
— Vai pro banco de trás. Empina essa bundona logo.
Passei pro banco traseiro e empinei. Seu Carlos cuspiu no meu cu e enfiou o pau com força.
— Aaaahhh! Seu Carlos… tá muito grosso hoje…
— Cala a boca, sua vadia! — rosnou ele, segurando minha cintura e começando a meter forte. — Esse cu tá cada vez mais aberto… tá virando um buraco de puro prazer mesmo. Rebola pra mim, porra! Rebola essa bunda gorda!
O carro balançava violentamente enquanto ele me fodia.
— Isso… assim mesmo! Que cu guloso da porra. Você sai de casa só pra vir tomar rola, né? Fala, putinho!
— Saio… ahh… saio só pra tomar rola do senhor…
— Isso! Uma putinha safada! O amiguinho dos meus filhos vem pra casa fingindo que vai estudar e na verdade só quer é levar no cu. Que putaria gostosa, Gugu… que putinho sem vergonha você é.
Ele me virou de lado no banco apertado, levantou minha perna e meteu ainda mais fundo:
— Olha pra mim enquanto eu te arrombo. Isso… geme pra mim, sua cadela. Tá gostando de levar rola do pai dos seus amigos num terreno baldio? Tá gostando de ser meu putinho secreto?
— Tô gostando… me fode mais forte, Seu Carlos… me usa…
Ele acelerou, batendo fundo, o suor pingando dele em mim.
— Toma no cu, seu vadio! Toma essa rola que encheu você tantas vezes escondido. Se meus filhos soubessem que o amiguinho deles é uma puta que adora levar porra… iam ficar chocados.
Ele me puxou pra fora do carro e me colocou debruçado no capô quente:
— Empina bem! Quero te foder aqui fora.
Eu empinei a bunda no capô. Seu Carlos enfiou tudo e voltou a meter com força bruta.
— Isso! Toma! Toma no cu, seu putinho! Geme mais alto, porra! Quero ouvir você gemendo pra mim!
Ele meteu sem parar até gozar pela primeira vez, enchendo meu cu de porra quente. Não tirou. Continuou metendo, mais escorregadio.
— Segunda porra… aguenta tudo, vadio. Quero deixar seu cu bem cheio pra você voltar pra casa pingando.
Depois da segunda gozada, ele tirou o pau devagar e ficou olhando meu cu aberto escorrendo porra.
— Olha o estrago… que cu bem arrombado. Da próxima vez eu quero te foder num lugar ainda mais perigoso. Quem sabe até dentro do carro, na frente de casa, enquanto os meninos dormem.
Eu me vesti, o short completamente molhado, sentindo a porra dele escorrendo pelas coxas. Voltei pra casa com o cu todo latejado e cheio de porra do pai dos meus amigos.
O vício só aumentava.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Depois da obra, o pai do meu amigo de escola, novo vicio e nova aventura

Codigo do conto:
261424

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/05/2026

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