Descobrindo o prazer com o "britadeira" numa construção



Tudo que é bom tem que acabar.
As férias terminaram e eu tive que voltar pra Americana. Durante toda a viagem eu fiquei inquieto no banco do carro, apertando as coxas. Meu cu ainda latejava da última foda que William me deu de manhã. Depois de tantas semanas sendo arrombado todos os dias, meu corpo tinha mudado. Eu não era mais o mesmo garoto tímido. Agora eu sentia falta de pau. Uma falta quase dolorida.
Assim que chegamos em casa já era tardezinha e deixei a mala no quarto, minha mãe já veio com a lista:
— Gugu, vai no mercado pra mim rapidinho? Precisa de arroz, óleo, frango e leite. Toma o dinheiro aqui.
Eu suspirei, mas obedeci. Coloquei um short preto de malha folgado e uma camiseta e saí andando. O mercado ficava a uns dez minutos a pé. No caminho, passei perto de uma construção grande, onde estavam reformando um prédio. Tinha andaimes, poeira e vários pedreiros trabalhando.
Foi aí que eu vi ele.
Um moreno forte, por volta dos 48 anos, pele queimada de sol, braços grossos, peito largo e uma barriga sólida de quem trabalha pesado a vida inteira. Barba por fazer grisalha, suor escorrendo pelo corpo. Ele carregava uma pilha de tijolos como se não pesasse nada. O volume entre as pernas dele era absurdo, marcando forte na bermuda jeans suja de cimento.
Ele me viu olhando e parou. Seus olhos percorreram meu corpo inteiro e pararam na minha bunda. Abriu um sorriso safado.
Quando me viu, levantou a mão e chamou:
— Ei, garoto! Vem cá um minuto.
Eu hesitei, mas cheguei perto. Ele me olhou de cima a baixo, parando bastante tempo na minha bunda.
— Você é novo por aqui, né? Nunca te vi antes.
— Eu moro aqui, mas tava de férias… — respondi baixinho.
— E agora você esta indo onde, posso saber? Questionou ele
— Tô indo pro mercado — respondi, sentindo o cu piscar.
Ele largou os tijolos, limpou as mãos na bermuda e veio andando na minha direção. Parou bem perto, o cheiro forte de suor, álcool, cigarro, cimento e de homem invadiu meu nariz.
— Meu nome é Mauro. Mas aqui na obra me chamam de Britadeira.
— Por quê? — perguntei, mesmo já imaginando a resposta.
Ele deu um sorriso perigoso, olhou pros lados e falou baixo perto do meu ouvido:
— Porque quando eu começo a meter, eu não paro. Fodo sem piedade, sem parar, até esvaziar as bolas. As putinhas que já passaram por mim sabem bem.
Meu cuzinho que já estava piscando começou a latejar mais na hora dentro do short. Mauro percebeu e riu.
— Tá vendo? Já ficou com carinha de puta. Vem cá, vamos entrar para te mostrar uma coisa.
Ele me puxou pelo braço e me levou pro fundo da obra, pra um barracão escuro e abafado, cheio de sacos de cimento e ferramentas. Mal entrou, ele trancou a porta improvisada com tabuas velhas e me empurrou contra a parede.
— Tira essa roupa. Agora, viadinho.
Tirei o short e a camiseta rapidinho. Mauro baixou a bermuda e o pau dele saltou pra fora: grosso, curvado pra cima, cheio de veias e com a cabeça grande e roxa, devia ter mais ou menos 20cm por ai. Era uma rola pesada, bruta.
Ele cuspiu na mão, passou no pau e depois cuspiu direto no meu cu.
— Empina essa bundona. Que bunda maravilhosa!
Segurei na parede. Mauro não teve nenhuma delicadeza. Pressionou o pau e enfiou com força, quase tudo de uma vez.
— Aaaahhh! Porra… tá rasgando meu cuzinho! — gritei.
— Cala a boca e aguenta, viado! — rosnou ele, segurando minha cintura com as duas mãos grandes e calejadas. — Esse cu é de puta mesmo, foi feito para dar prazer pra macho… já tá acostumado a levar rola, né?
E então começou a Britadeira.
Mauro metia com força bruta, sem parar, num ritmo constante e animal. Ploc, ploc, ploc, ploc. Cada estocada fazia meu corpo inteiro balançar. Ele não dava descanso. Metia fundo, saía quase tudo e batia novamente, sem reduzir a velocidade.
— Isso! Toma no cu, sua putinha! — grunhia ele, suado, batendo a barriga contra minha bunda. — Rebola essa bunda gorda! Assim… que delícia de cu apertado!
Ele me fodeu de pé por um bom tempo, depois me jogou de quatro em cima de uns sacos de cimento e continuou sem parar. O suor dele pingava nas minhas costas. O barulho molhado da foda era alto dentro do barracão.
— Caralho… que bundona safada… tá engolindo meu pau todinho! — rosnava ele, dando tapas fortes na minha bunda.
Mauro me virou de lado, levantou uma das minhas pernas grossas e meteu ainda mais fundo, olhando pra minha cara de tesão e dor.
— Olha pra mim enquanto eu te arrombo, viado. Isso… geme mais alto, porra!
Eu gemia como uma cadela, completamente entregue. Meu pau babava sem parar no saco de cimento. Mauro não parava. Metia sem reduzir o ritmo, como uma máquina.
Ele gozou pela primeira vez com um grunhido animal, enchendo meu cu de porra grossa e quente. Mas não tirou o pau. Continuou metendo, agora mais escorregadio, ainda no mesmo ritmo insano.
— Primeira… agora aguenta a segunda, putinha!
Ele me colocou de bruços, montou em cima de mim e continuou fodendo com força. O peso do corpo dele me esmagava enquanto o pau entrava e saía sem parar.
Depois de longos minutos, ele gozou pela segunda vez, soltando outro grunhido gutural, enchendo meu cuzinho ainda mais.
Só então ele diminuiu um pouco, mas ainda dava estocadas lentas e profundas, misturando toda a porra dentro de mim.
— Tá sentindo, garoto? Seu cu foi feito pro meu pau… e agora tá todo melado de leitinho do Britadeira.
Ele tirou o pau devagar. Meu buraco ficou bem aberto, vermelho, piscando, com uma quantidade absurda de porra escorrendo pelas minhas coxas grossas e pingando no chão sujo.
Mauro deu dois tapas fortes na minha bunda e riu rouco:
— Bem-vindo de volta, putinho. Agora vai pro mercado com o cu pingando. E volta outro dia… que eu ainda tenho muito pra te dar, te fazer viciar no britadeira.
Eu me vesti tremendo, o short molhado na bunda, sentindo a porra dele escorrendo a cada passo que dava. Fui pro supermercado andando devagar, o cu latejando forte, o corpo todo suado e com cheiro de macho.
Mal tinha chegado em Americana e já estava com o cu arrombado e cheio de porra novamente.
E a verdade era uma só: Eu precisava disso. Essa vida de "putinho" que se iniciou nas férias estava longe de acabar...

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Ficha do conto

Foto Perfil dehpass
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Nome do conto:
Descobrindo o prazer com o "britadeira" numa construção

Codigo do conto:
261279

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
05/05/2026

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