Agora... descobrindo o prazer com os dois amigos do meu primo
Eu ainda estava nas férias na casa do tio Ismael. Já fazia uns dias que o William tinha me comido pela primeira vez e desde então ele não perdia uma oportunidade de apertar minha bunda quando ninguém estava olhando. Naquela tarde de sábado, o Osmar e o Daniel tinham ido lá pra jogar videogame como sempre. A gente estava na sala: William no controle, eu sentado do lado dele no sofá, Osmar na poltrona da direita e Daniel na outra. Enquanto jogávamos FIFA, o William, safado como sempre, passou a mão devagar na minha bunda por cima do short, enfiou um dedo no meu cuzinho e apertou a carne grossa. Achei que ninguém tinha visto, mas o Osmar estava de olho. Ele viu tudo. Pouco depois eu levantei pra pegar um copo de água na cozinha. Estava sozinho quando ouvi passos atrás de mim. Era o Osmar. Ele entrou na cozinha, fechou a porta devagar e veio chegando bem perto, com um sorrisinho no rosto. — Então é verdade… — murmurou baixinho. — O William tá comendo você, né Gugu? Eu gelei. — O quê? Eu… não… Ele não deixou eu terminar. Chegou colado em mim, a mão grande apertando minha bunda com força. — Eu vi esses dias que vim aqui e vocês estavam fudendo no quarto dele, e ele estava apertando essa bundona agora há pouco. Relaxa, eu também gosto. E pelo jeito você tá precisando de mais rola, né safado? Meu coração batia forte. O Osmar me puxou pela mão e me levou pra lavanderia que ficava ao lado da cozinha. Trancou a porta por dentro e já foi baixando meu short até os joelhos. — Empina essa bunda pra mim, rapidinho. O William tá na sala, não podemos demorar. Eu me apoiei no tanque, empinando a bunda. Osmar cuspiu na mão, passou no pau dele e depois cuspiu no meu cuzinho. Pressionou a cabeça grossa e enfiou de uma vez. — Aaaahh… — eu gemi baixinho. — Shhh… cala a boca, putinho — ele sussurrou no meu ouvido enquanto começava a meter. — Que cuzinho apertado… caralho, tá gostoso pra porra. Ele metia rápido e fundo, segurando minha cintura com as duas mãos. O barulho molhado da foda era baixo, mas dava pra ouvir. — Você gosta de levar rola escondido, né? Enquanto seu primo tá na sala jogando… que safado. — Osmar… ahh… vai devagar… — eu pedia, mordendo o lábio. — Não dá pra ir devagar com essa bundona. Tá me apertando gostoso demais. Ele meteu mais uns minutos, acelerando, até que grunhiu baixinho e gozou dentro de mim. Senti o calor da porra enchendo meu cu. Ele ficou lá dentro um tempinho, respirando pesado, depois tirou o pau e deu um tapa na minha bunda. — Limpa direitinho antes de voltar. E não conta pro William ainda. Quero comer você de novo. Ele saiu primeiro. Eu limpei o que deu, puxei o short pra cima sentindo a porra dele escorrendo e voltei pra sala como se nada tivesse acontecido. Sentamos de novo. O William nem desconfiou. Mas o Daniel… ele era mais quieto. Com aqueles olhos verdes bonitos, ele me olhava de vez em quando. Uns minutos depois, ele se levantou e falou: — Vou no banheiro. Eu fiquei quieto. Mas depois de uns dois minutos, ele me gritou na cozinha. Meu cu ainda estava cheio da porra do Osmar quando eu levantei e fui pra cozinha. O Daniel já estava no banheiro me puxou e trancou a porta. Ele me olhou com aqueles olhos verdes brilhando de tesão. — Tira o short — mandou baixinho. Eu obedeci. O Daniel baixou a bermuda dele e o pau saltou pra fora. Era lindo. 22cm bem grosso, reto, com a cabeça vermelha e veias marcadas. Realmente grande. — Caralho, Daniel… é enorme — sussurrei. Ele sorriu, me virou de frente pra pia e me fez inclinar um pouco. — Eu sei que o Osmar acabou de te comer na lavanderia. Eu ouvi os barulhos. Agora é minha vez. Ele cuspiu no pau, encaixou a cabeça no meu cu já melado e empurrou devagar. Mesmo com a porra do Osmar ajudando, ainda era difícil por causa do tamanho. — Aaai… Daniel… é muito grande… — gemi baixinho. — Relaxa… vai caber. Que cu gostoso, Gugu… tá quente pra caralho. Ele foi enfiando aos poucos até enterrar boa parte. Depois começou a meter devagar, mas fundo. Uma mão na minha cintura, a outra tapando minha boca pra eu não gemer alto. — Shhh… quietinho. Se o William ouvir, estamos fodidos. Daniel metia gostoso, ritmado, o pau longo roçando fundo dentro de mim. Ele aproximou a boca do meu ouvido e sussurrou: — Você é uma putinha safada mesmo… levando rola do Osmar e agora a minha no mesmo dia. Tá gostando de ser comido escondido? — Tô… ahh… tô gostando — respondi abafado pela mão dele. Ele acelerou um pouco, metendo mais firme, mas sempre controlando o barulho. O banheiro estava quente, o som molhado da foda ecoando baixinho. Daniel gemeu no meu ouvido: — Porra… vou gozar… aguenta aí. Ele enterrou o pau o máximo que conseguiu e gozou forte dentro de mim. Senti jatos quentes misturando com a porra do Osmar. Ele ficou pulsando lá dentro, respirando pesado. Depois de uns segundos, tirou devagar. Meu cu estava destruído, pingando porra dos dois. Daniel me deu um beijo rápido no pescoço e sussurrou: — Você é delicioso, Gugu. Limpa direito e volta pra sala. Depois a gente conversa mais. Eu limpei como deu, lavei o rosto e voltei pra sala com as pernas bambas. Sentei no sofá com cuidado. Meu cu estava cheio, latejando, melado com a porra de dois machos no mesmo dia. O William olhou pra mim e perguntou: — Demorou hein. Tá tudo bem? — Tô… só tava com dor de barriga — menti, vermelho. Do outro lado, o Osmar sorria disfarçado. O Daniel continuava jogando, calmo, aqueles olhos verdes inocentes como se não tivesse acabado de me foder no banheiro. Ninguém percebeu nada. Mas eu sabia que aquelas férias tinham virado uma loucura completa… e eu estava amando cada segundo.
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