Kauan
Estudante de Direito, 23 anos. Alto, corpo musculoso e definido, pele morena, sorriso arrogante de quem sabe que tem uma rola grossa entre as pernas. Líder da atlética, dominante pra caralho, adora mandar no cu dos outros e ver putinhos gemendo enquanto ele mete fundo.
Theo
Estudante de Publicidade, 22 anos. Loiro de olhos verdes, corpo magro e sarado, cara de anjo pervertido. Safado, voyeur e sem limites — adora assistir, provocar e foder bocas até fazer o outro babar inteiro. Quando quer, vira um demônio na cama.
Ruan
Estudante de Psicologia, 24 anos. Moreno, olhar penetrante e perigoso, corpo definido e pele bronzeada. Calmo por fora, mas um dominador nato por dentro. Gosta de ler o desejo no rosto do putinho, controlar o ritmo e deixar o cu latejando por horas.
O Kauan me encontrou primeiro. Alto, corpo atlético, cheiro de colônia misturado com suor fresco. Ele me segurou na parede, segurou meu queixo e me beijou com força, enfiando a língua quente e molhada na minha boca enquanto apertava minha bunda com as duas mãos grandes.
— Tá cheirando a putinho no cio — rosnou ele contra meus lábios. — Já tá piscando esse cu só de imaginar meu pau te arrombando hoje, né seu puto?
Theo se aproximou por trás, o corpo magro e definido colando nas minhas costas. Senti o calor da pele dele, o pau duro roçando contra minha bunda enquanto ele lambia meu pescoço devagar, deixando um rastro úmido e quente.
— Eu já tá louco pra te arrombar desde que te viu rebolando na pista meu putinho.
Ruan, o moreno de Psicologia, segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou com calma, quase estudado, explorando minha boca como se quisesse decorar cada gemido que eu soltava.
— Você não imagina como eu to louco pra te foder, gostoso? Vai me dar bem gostoso hoje, não vai?
Fiquei sem saber o que fazer, os três querendo me foder, como podia acontecer, meus contatinhos da faculdade nesta festa. Foi ai que o Kauan o mais puto, disse
— Você aguenta nos três, né putinho? Vai virar nossa puta particular hoje.
Fomos para uma sala de aula nos fundos, usada como depósito. Assim que a porta fechou, o clima esquentou, o ar ficou ainda mais denso — cheiro de madeira velha, giz e tesão. Ruan veio até mim me beijando e me encostando numa mesa de madeira, pegando na minha bunda e convidando o Kauan que abriu minha camisa, expondo meu peito, e atacou meus mamilos com a boca quente.
— Porra, esses peitinhos tão sensíveis… tão durinhos na minha boca. Você fica todo arrepiado quando um macho mama eles?
Theo abaixou minha calça e cueca até os joelhos. Senti o ar frio tocar minha bunda exposta, depois o calor das mãos dele abrindo minhas nádegas. Ele cuspiu direto no meu cu e enfiou a língua fundo, lambendo com vontade, o som molhado ecoando na sala. O prazer era avassalador. Cada lambida enviava ondas quentes que faziam minhas pernas tremerem. Meu cu pulsava, molhando de saliva e tesão, enquanto meu pau babava pré-gozo no chão.
Ruan se ajoelhou ao meu lado e chupou meu outro mamilo, mordiscando de leve enquanto enfiava dois dedos no meu cu junto com a língua de Theo.
— Que cu guloso da porra… tá piscando pedindo minha rola. Tá quente pra caralho, putinho. Abre mais essa bundona pra mim. Me fez ficar segurando para ele enfiar a lingua ainda mais fundo, me fazendo gemer a cada linguada, Ruan enfiou dois dedos junto com a língua de Theo, girando e massageando minha próstata.
— Tá sentindo? Tô abrindo esse cu pra você aguentar os três paus que vão te arrombar gostoso hoje. Rebola nos meus dedos, putinho. Mostra como você vira puta quando a gente te toca.
Kauan aproveitou que estava no extase do tesão e enfiou a rola grossa aqueles 20cm de uma vez. Senti cada centímetro me esticando, me preenchendo, a veia grossa roçando na minha parede interna. Um gemido rouco escapou da minha boca enquanto meu cu apertava instintivamente em volta dele.
— Isso… toma essa rola grossa até o talo! Sente como eu te rasgo, putinho? Aperta bem forte, caralho! Rebola pra mim, empina essa bunda grande. Isso, porra! Você adora ser arrombado, né seu safado?
Theo e Ruan continuavam chupando meus peitinhos, alternando entre sugar forte e passar a língua devagar nos bicos sensíveis. Cada chupada enviava choques diretos pro meu pau, que pulsava dolorosamente, babando sem parar.
Nós quatro aquela putaria gostosa estava muito quente e cheios de tesão, mas de repente, a porta se abriu.
Seu Jorge, o segurança noturno da universidade — negro, forte, 49 anos, bigode grosso — entrou e fechou a porta atrás de si. Ele já me pegava às vezes quando eu ficava estudando até tarde no quartinho dos fundos.
— Eu sabia que ia encontrar putaria aqui — disse ele, sorrindo. — Esse putinho já leva minha rola preta quando fica estudando até tarde. Hoje eu vou participar da suruba e dar mais prazer para esse puto.
Kauan riu, ainda metendo fundo. Não parou de meter rola nem um segundo ele estava como se tivesse enfeitiçado pelo meu cuzinho, que piscava a cada metida, que estava cada fez mais forte.
— Entra na roda, Seu Jorge. O garoto aguenta mais essa rola preta.
Seu Jorge tirou a rola preta grossa e longa, de 22cm. Os três olharam com os olhos arregalados e falaram:
— Porra que tamanhão hein Seu Jorge, é uma senhora de uma rola grossa e grande desse jeito, nosso putinho vai se esbandar,
Theo chamou ele e disse:
— Isso… mama as duas rolas, putinho. Engole a rola preta do segurança enquanto os alunos te fodem. Caralho, que boca gulosa. Você geme tão gostoso pra essa rola preta, né? Engole tudo, vadia!
A suruba ficou selvagem. Kauan socando meu cu com força, Seu Jorge fodendo minha boca, Theo e Ruan chupando meus peitinhos com fome.
Kauan:
— Rebola pra mim, puta! Empina essa bundona e toma minha rola grossa! Isso, porra! Aperta bem forte. Sei que você adora ser meu putinho como estava com saudades desse cuzinho, sabia? Levando rola de aluno e de segurança ao mesmo tempo!
Seu Jorge:
— Engole minha rola preta, putinho! Isso… engasga gostoso. Eu te fodo escondido no quartinho dos fundos e agora tô te pegando na frente dos seus amigos.
Theo:
— Olha pra mim enquanto chupa. Isso… você fica tão lindo todo melado de saliva. Abre mais a boca. Quero foder sua garganta enquanto o Kauan te destrói.
Seu Jorge foi para o lugar do Kauan e meteu fundo me fazendo gemer abafado pois agora Ruan estava fudendo minha boquinha, Theo mamando meus peitinhos e falando putaria que foi ficando cada vez mais pesada e gostosa, um gozou na minha boca, outro na minha calça, nos meus peitinhos que já estava vermelho e sensivel e outro gozou no meu cuzinho. No final, eu estava destruído, escorrendo porra de quatro machos, corpo tremendo, pau latejando dolorosamente sem ter gozado.
Eles me deixaram lá, ofegantes e satisfeitos, foram saindo como se nada tivesse acontecido, Kauan foi o ultmo a sair me deu um beijo na boca e partiu.
Voltei pra casa de fininho, o cu latejando, escorrendo porra, o corpo todo sensível. Tomei um banho rápido e me deitei pelado na cama do quarto.
Fechei os olhos e comecei a me tocar, relembrando cada detalhe: as quatro rolas me usando, os gemidos roucos, as mãos apertando minha bunda, as línguas nos meus peitinhos, cada beijo mais selvagem. Meu cu ainda pulsava, sensível, acabei me dedando mesmo assim pois estava doido de tesão Não demorou muito. Gozei forte, gemendo baixo, jorrando no próprio peito enquanto meu corpo tremia, lembrando de como fui usado como o putinho da festa.
Eu sorri, exausto e satisfeito.
Pela segunda vez, eu tinha sido o centro de um gang bang mas agora na própria universidade.
Meu pau endureceu novamente só de pensar na putaria que rolou.
— Quero mais… — sussurrei pra mim mesmo, passando a mão devagar sobre minha bunda sensível. — Quero que eles me peguem. Quero dar esse cu pra quantos quiser. Quero ser o putinho que todo mundo deseja foder gostoso.
Deitei de lado, ainda sentindo meu cuzinho piscando e sorri com um misto de cansaço e excitação.
A noite tinha sido intensa.
Mas eu já sabia que não ia ser a última.
Eu queria mais.
Muito mais.
E eu ia deixar eles me pegarem.