Negão possessivo e faculdade: recomeço do putinho querendo ser alguém

Faltavam apenas quatro dias para a prova do Enem.
Eu estava destruído. Passava madrugadas inteiras com livros de Redação, Matemática e Linguagens abertos na mesa do quarto, caneta na mão, tentando me concentrar. Mas minha cabeça não parava quieta. Toda vez que eu tentava ler um texto, minha mente traía: eu via paus grossos me abrindo, sentia o cheiro de suor de macho, ouvia vozes roucas me chamando de “putinho”, “vadia”, “bundão guloso”. O gosto de porra ainda parecia estar na minha boca, mesmo depois de escovar os dentes três vezes.
Meu cu latejava só de lembrar. Estava sensível, um pouco inchado das últimas fodas com Roni. Eu apertava as coxas uma contra a outra, tentando ignorar o tesão que subia. Meu pau endurecia dentro da cueca só de imaginar uma rola preta me invadindo. Eu era patético. Um estudante tentando se concentrar pro Enem enquanto o cu pedia rola.
Na véspera da prova, o bilhete chegou.
“21h. Casa. Namorada viajou. Vem.”
Meu corpo reagiu antes da razão. Meu cu piscou, meu pau ficou duro na hora. Eu sabia que não deveria ir. Sabia que precisava dormir cedo, descansar a mente, chegar bem na prova. Mas o vício falou mais alto.
Cheguei na casa dele às 21h em ponto, pedalando rápido, o coração acelerado. Roni abriu a porta, me puxou pra dentro pelo braço e me prensou contra a parede do corredor. O beijo foi bruto, possessivo, daqueles que ele sabia que me viciavam. A língua dele invadiu minha boca com fome, enquanto a mão grande apertava minha bunda por cima do short.
— Tá com saudade da rola, né putinho? — rosnou ele contra meus lábios, mordendo meu inferior. — Veio de bike até aqui na véspera da prova só pra levar no cu.
— Tô… — confessei, já gemendo baixinho. — Não consegui me concentrar o dia todo pensando em você.
Roni sorriu satisfeito, tirou minha camisa e baixou meu short até os joelhos de uma vez. Ele cuspiu na mão, passou no pau dele e me virou de frente pra parede.
— Empina essa bundona pra mim.
Eu empinei. Roni cuspiu direto no meu cu e enfiou o pau grosso de uma vez, me abrindo sem piedade.
— Aaaahhh! Roni… tá fundo pra caralho…
— Cala a boca e aguenta, sua vadia — grunhiu ele, começando a meter forte. — Amanhã você vai sentar naquela prova com meu leitinho escorrendo no cu. Toda vez que você for escrever alguma merda de redação, vai lembrar que é um putinho que adora dar o rabo pra negão na véspera.
Ele segurou minha cintura com força e meteu com vontade, batendo fundo, fazendo minhas coxas grossas tremerem. O barulho molhado da foda enchia o corredor.
— Rebola pra mim… isso… caralho, que bundona gostosa da porra. Você tem que ficar mais gostoso pra mim, sabia? Fala.
— Pro... meto que vou ficar gostoso pra você… ahh… pra você me foder melhor…
Roni me fodeu sem pressa, mas com intensidade. Me virou de quatro no sofá, me fez sentar no pau dele, me comeu de lado, me prensou contra a parede de novo. Ele me beijava com força, mordia meu ombro, apertava meus mamilos enquanto metia fundo.
— Você é um putinho viciado mesmo… vai fazer faculdade de Jornalismo, vai querer ser alguém… mas no fundo adora ser minha cadela. Adora vir correndo pra levar essa rola preta.
Eu gemia alto, rebolando, completamente entregue. Gozei primeiro, jatos grossos sujando o sofá, o cu apertando o pau dele. Roni grunhiu rouco, enterrou tudo e gozou forte dentro de mim, enchendo de porra quente e grossa.
Ele ficou lá dentro um tempo, pulsando, depois me deu um tapa forte na bunda e sussurrou no meu ouvido:
— Agora vai pra casa. Amanhã faz sua prova direitinho… mas não esquece quem é o dono desse cu.
Saí da casa dele com o short molhado, sentindo a porra dele escorrendo pelas coxas enquanto pedalava pra casa.
No dia seguinte, fiz a prova do Enem com o cu latejando e cheio do leitinho dele.
E eu sabia que, por mais que eu tentasse ser um bom estudante… eu continuava sendo um putinho.

Eu passei no Enem.
Não foi uma nota incrível, mas foi suficiente para entrar no curso de Jornalismo numa universidade federal pública. Quando o resultado saiu, minha mãe chorou de felicidade no sofá. Meu pai, que ainda mal falava comigo desde que descobriu que eu era gay, deu um aceno de cabeça e disse “Parabéns”. Foi o mais perto de orgulho que ele conseguiu demonstrar.
Eu me senti aliviado. Era um recomeço. Uma chance de ser alguém diferente.
Mas a realidade da universidade pública me acertou como um soco.
Aulas cedo, muita leitura, trabalhos em grupo, seminários, estágio obrigatório… o curso era pesado. Eu passava dias inteiros na biblioteca, noites em claro escrevendo reportagens, finais de semana fazendo entrevistas. Queria ser bom. Queria provar pra mim mesmo que conseguia ser mais do que um putinho viciado.
Mas Roni não aceitava dividir meu tempo.
Logo nas primeiras semanas de aula, os bilhetes dele voltaram a aparecer com mais frequência. Ele queria mais. Muito mais.
Uma terça-feira à noite, depois de um dia exaustivo de aulas e um trabalho em grupo que terminou tarde, eu recebi o bilhete:
“23h. Casa. Namorada viajou. Vem. Estou com saudade da sua bundona.”
Eu estava morto de cansado. Tinha prova no dia seguinte. Mas meu corpo traiu. Meu cu piscou e lá fui eu.
Cheguei na casa dele quase meia-noite. Roni abriu a porta sem camisa, o corpo negro musculoso brilhando de suor. Assim que entrei, ele me prensou contra a parede, me beijou com fome e já baixou meu short.
— Porra… você tá cada dia mais gostoso com essa faculdade — rosnou ele, apertando minha bunda. — Estuda, finge ser certinho… mas continua vindo correndo pra levar rola preta, né putinho?
— Roni… amanhã eu tenho prova cedo… — tentei argumentar, já gemendo enquanto ele chupava meu pescoço.
— Então eu vou te foder rápido — mentiu ele.
Ele me virou de frente pra parede, cuspiu no meu cu e enfiou o pau grosso de uma vez. Começou a meter com força, batendo fundo, segurando minha cintura.
— Isso… aperta meu pau. Tá estudando Jornalismo, mas continua sendo minha vadia. Rebola pra mim, vai… mostra como você é guloso mesmo cansado.
Eu rebolava, gemendo alto, as pernas tremendo. Roni metia sem piedade, dando tapas fortes na minha bunda.
— Você tá na faculdade pública, cheio de boyzinho intelectual… mas é aqui que você vira putinha de verdade. Fala.
— Eu sou sua putinha… — gemi, empinando mais.
Ele me fodeu por quase uma hora e meia. Me virou de quatro no sofá, me fez sentar no pau dele, me prensou contra a parede de novo. No final, me colocou de bruços na cama, montou em cima e meteu com tudo até gozar bem fundo, enchendo meu cu de porra quente enquanto rosnava:
— Amanhã você vai pra aula com meu leitinho dentro. Toda vez que você sentar naquela cadeira da faculdade, vai lembrar quem é o dono desse cu.
Eu gozei logo depois, tremendo, gemendo o nome dele como um desesperado.
Voltei pra casa às 2h da manhã, o cu latejando e zero sono. No dia seguinte, quase dormi na prova.
E assim foi se repetindo.
Roni queria cada vez mais atenção. Me chamava em dias de semana, me fazia faltar aulas, me fodia até de madrugada mesmo quando eu tinha que acordar cedo. Ele ficava possessivo:
— Você tá estudando demais. Tá esquecendo de mim. Esse cu é meu, porra. Não é da faculdade.
Eu tentava equilibrar. Tentava estudar, tentava ir bem nas matérias, tentava ser o Gugu que minha mãe sonhava. Mas toda vez que Roni me chamava, eu ia. Meu corpo não obedecia mais. Tava exausto. Dividido. Viciado e cada vez mais distante de me tornar a pessoa que eu dizia querer ser.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Negão possessivo e faculdade: recomeço do putinho querendo ser alguém

Codigo do conto:
261763

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/05/2026

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