Roni me chamou novamente para a casa dele numa noite de quarta-feira. A namorada tinha viajado para passar uns dias com a família. Quando entrei pela porta dos fundos, ele estava sentado no sofá, só de bermuda, mas com aquele olhar sério e dominante que eu já conhecia.
— Vem cá — disse ele, a voz grave.
Eu me aproximei. Roni me puxou pelo braço e me fez sentar no colo dele, de frente. Era raro ele me colocar assim. Normalmente ia direto pro sexo bruto.
Ele segurou meu queixo com uma mão grande e me olhou nos olhos por um tempo, em silêncio. Meu coração batia forte.
— Você já beijou homem antes? — perguntou ele, sério.
Eu fiquei vermelho e neguei com a cabeça.
— Nunca… só mulher… e foi pouco.
Roni deu um sorriso lento, quase satisfeito.
— Então hoje vai ser sua primeira vez.
Antes que eu pudesse pensar, ele segurou minha nuca com firmeza e trouxe meu rosto para perto do dele. Seus lábios grossos tocaram os meus. Foi um beijo lento no começo, quente, dominante. Ele abriu minha boca com a língua e invadiu, beijando com vontade, como se estivesse marcando território.
Eu gemi baixinho contra a boca dele. Era completamente diferente de tudo que eu já tinha sentido. O beijo dele era bruto, mas ao mesmo tempo profundo. A língua grossa explorava minha boca, chupava minha língua, mordia meu lábio inferior. O cheiro dele — suor, homem, perfume barato — me deixava tonto.
Roni interrompeu o beijo por um segundo, encostou a testa na minha e murmurou rouco:
— Você é meu primeiro viado que eu beijo. Nunca quis beijar homem… mas com você é diferente. Essa boquinha me deixa doido.
Ele me beijou de novo, mais intenso, mais possessivo. As mãos grandes apertavam minha bunda por cima do short enquanto a língua dele dominava a minha. Eu me derretia no colo dele, gemendo baixinho, sentindo o pau dele endurecendo embaixo de mim.
Quando ele parou, meus lábios estavam inchados e vermelhos. Roni olhou pra mim com um brilho diferente nos olhos.
— Agora você foi marcado. Eu fui o primeiro homem que te beijou. E vou ser o primeiro negro que você nunca mais vai esquecer.
Ele me tirou do colo, me colocou de joelhos entre as pernas dele e tirou o pau monstruoso pra fora.
— Chupa agora. Quero sentir essa boca que eu acabei de beijar mamando meu pau.
Eu segurei aquele pau preto grosso com as duas mãos e comecei a chupar com fome. Roni segurava meu cabelo, guiando o movimento, gemendo rouco:
— Isso… mama gostoso. Olha pra mim enquanto chupa. Isso… que boquinha quente. Você fica tão lindo com meu pau na boca.
Ele me fodeu a boca devagar, fundo, saboreando cada segundo. Depois me puxou pra cima, me beijou de novo — agora com mais tesão, sentindo o próprio gosto na minha língua — e me virou de costas.
— Empina essa bunda.
Roni cuspiu no meu cu e enfiou o pau devagar, bem fundo. Enquanto metia, ele me puxava pelo cabelo, virava meu rosto e me beijava novamente, enfiando a língua na minha boca enquanto o pau entrava e saía.
— Tá sentindo? — murmurava ele entre beijos. — Tá sentindo o primeiro negro da sua vida te arrombando? Você já tá viciado em pau preto, putinho. Depois de mim, nenhuma rola branca vai te satisfazer mais.
Ele me fudeu por muito tempo, alternando entre metidas fortes e beijos possessivos. Me virou de várias posições só pra poder me beijar enquanto me comia.
No final, ele me colocou de quatro, segurou minha cintura com força e meteu fundo, acelerando até gozar com um grunhido grave, enchendo meu cu de porra quente e grossa.
Quando tirou o pau, ele me virou, me deu mais um beijo longo e profundo, e falou baixinho contra meus lábios:
— Você agora tá marcado. Eu fui seu primeiro beijo de homem… e você vai sonhar toda noite comigo. Toda vez que eu quiser essa bundona, você vem. Entendeu?
— Entendi… — respondi, a voz fraca, os lábios inchados e o cu cheio de leite.
Roni passou o polegar na minha boca e sorriu satisfeito:
— Boa, putinho. Agora vai pra casa com meu gosto na boca e minha porra no cu.
Eu saí da casa dele pedalando devagar, os lábios ainda formigando do primeiro beijo de homem da minha vida… e completamente viciado.
Roni tinha conseguido o que queria. Ele me marcou pra sempre.
Algumas semanas depois, Roni me mandou um bilhete diferente dos outros:
“Hoje 20h. Casa da nega. Ela viajou de novo.
Traga bastante fome.
R.”
Quando cheguei, a casa estava com as luzes baixas. Roni abriu a porta só de bermuda e estava com uma lata de cerveja na mão, o corpo negro musculoso brilhando. Mas ele não estava sozinho. Sentado no sofá da sala estava um homem enorme. Devia ter uns 1,90m, pele negra bem escura, cabeça raspada, barba cheia e um corpo absurdamente musculoso — ombros largos, peito enorme, braços grossos como troncos. Era claramente amigo de academia e trabalho pesado dele. O nome dele era Jeferson, mas Roni o chamava de Jefão.
— Esse é o Gugu — disse Roni, me puxando pra dentro. — O putinho de bundona que eu te falei e não consigo parar de fuder esse cuzinho quente guloso.
Jefão me olhou de cima a baixo com um sorriso lento de predador. Seus olhos pararam na minha bunda.
— Porra… você não exagerou não. Essa bunda é realmente grande pra caralho.
Roni trancou a porta e foi direto:
— Tira a roupa toda. Hoje você vai ser nosso.
Eu tirei tudo, ficando pelado no meio da sala. Roni sentou ao lado de Jefão e abriu as pernas.
— De joelhos. Começa por mim.
Caí de joelhos entre as pernas dos dois. Roni segurou meu cabelo e enfiou o pau na minha boca. Enquanto eu chupava, Jefão tirou a bermuda e soltou o pau dele.
Era ainda maior que o do Roni. Mais longo, mais grosso na base, com uma cabeça enorme e escura. Eu arregalei os olhos.
— Assustou, né putinho? — riu Jefão. — Agora chupa o meu também.
Eles me fizeram chupar os dois paus ao mesmo tempo. Eu alternava, lambendo um enquanto masturbava o outro, babando tudo. Os dois gemiam e falavam safadezas:
— Olha como ele mama bem — disse Roni. — Eu te falei que a boquinha dele é viciada em rola preta.
Jefão segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou mais fundo:
— Caralho… que boca quente. Você realmente gosta de pau grande, né? Tá babando todo no meu.
Depois de uns minutos mamando os dois, Roni me puxou:
— De quatro no sofá. Quero te foder primeiro.
Eu me apoiei no sofá e empinei a bunda. Roni cuspiu no meu cu e enfiou devagar, me puxou para um beijo quente e guloso. Começou a meter ritmado
— Isso… leva rola do seu negão — grunhia Roni. — Rebola pra mim, putinho. Mostra pro Jefão como você é guloso.
Jefão quis usar minha boquinha e fodia minha garganta devagar, segurando minha cabeça:
— Porra, Roni… o cu dele deve ser uma delícia. Tá apertando meu pau na boca. Mal posso esperar pra experimentar esse rabo.
Eles me foderam por muito tempo, trocando de posição. Roni me comia enquanto eu chupava Jefão, depois Jefão me fodeu de lado enquanto Roni enfiava na minha boca. O contraste dos dois paus pretos me usando era insano.
Jefão era mais bruto que Roni. Metia com força, segurando meus quadris com as mãos enormes, falando bem baixo e rouco:
— Que cu apertado… tá engolindo meu pau todo, viado. Você nasceu pra dar pra negão.
No final, Roni me colocou de quatro novamente e meteu com força até gozar dentro de mim, enchendo meu cu. Jefão gozou logo depois na minha boca, segurando minha cabeça firme enquanto despejava uma porra grossa e abundante.
Eu fiquei caído no sofá, destruído, o cu aberto escorrendo porra e a boca cheia do gosto dos dois.
Roni passou a mão na minha bunda melada e falou:
— Esse aqui agora é nosso. Dos dois. Entendeu, Gugu?
Jefão riu e apertou minha bunda:
— Pode deixar. Eu vou querer bastante essa bundona também.
Eu saí da casa dele, o short molhado, sentindo a porra dos dois.
Agora eu não tinha mais só o Roni… Tinha dois negões e eu estava completamente rendido