Seu Carlos e Roni, dois machos, dois vícios e a volta do negão

Eu e Seu Carlos estávamos cada vez mais ousados. Depois de alguns meses numa tarde de sexta, ele me mandou um bilhete dizendo para encontrá-lo na obra abandonada que ficava atrás do antigo armazém, um lugar que quase ninguém frequentava mais.
Cheguei por volta das 15h30. O sol ainda estava forte. Seu Carlos já me esperava encostado numa pilastra. Assim que me viu, ele sorriu daquele jeito safado:
— Tira só o short. Quero te foder vestido hoje.
Eu baixei o short e a cueca até os joelhos. Seu Carlos cuspiu no pau e me virou de frente pra parede. Enfiou devagar, mas fundo, e começou a meter com calma, segurando minha cintura por baixo da camiseta.
— Isso… que cu quente, meu garoto. Tá cada vez mais gostoso — murmurou ele, metendo ritmado. — Rebola devagar pra mim, putinho. Quero sentir você apertando meu pau. Isso assim que eu gosto!
Eu rebolava devagar, gemendo baixinho, encostado na parede fria. O pau dele entrava e saía gostoso, profundo. O risco de alguém aparecer na obra abandonada deixava tudo mais intenso.
De repente, ouvimos passos.
— Que porra é essa? — disse uma voz grave.
Era o Roni. Logo reconheci pela voz daquele baita negão.
Ele estava parado na entrada do barracão, com uma caixa de ferramentas na mão, olhando a cena: eu com o short abaixado, debruçado na parede, e Seu Carlos metendo devagar no meu cu.
Seu Carlos parou de meter, mas não tirou o pau. Roni largou a caixa e cruzou os braços, o corpo negro musculoso tenso.
— Então é isso… — falou Roni, a voz baixa e carregada. — O putinho que eu comi tá agora dando pro pai de família num canteiro de obra.
Seu Carlos sorriu, ainda com o pau dentro de mim, e respondeu:
— O garoto é guloso. Não aguenta ficar sem rola. Esta viciado na minha.
Roni se aproximou devagar, olhando meu rosto vermelho e minha bunda empinada. O pau dele já começava a marcar na bermuda.
— É pra você parar de foder ele, seu porra — disse Roni pra Seu Carlos, mas os olhos estavam fixos em mim. — Mas pelo visto a putinha não consegue ficar sem dar o cu.
Ele parou ao nosso lado, abriu o zíper e tirou aquele pau monstruoso, preto e grosso.
— Já que eu peguei vocês no flagra… vou participar também. Só pra lembrar pro garoto quem fode melhor.
Roni segurou meu cabelo e enfiou o pau na minha boca sem aviso. Ao mesmo tempo, Seu Carlos voltou a meter no meu cu, agora com mais força.
— Isso… chupa meu pau enquanto leva rola — grunhiu Roni. — Continua sendo a putinha que eu conheço.
Os dois me foderam ao mesmo tempo, num ritmo diferente. Seu Carlos metia fundo e ritmado no meu cu, enquanto Roni fodia minha garganta com estocadas longas. Depois eles trocaram.
Roni me colocou de quatro no chão sujo e enfiou aquele pau enorme no meu cu, metendo devagar mas fundo, esticando tudo.
— Caralho… ainda tá apertado. Tá sentindo a diferença, putinho? Essa rola preta que você tanto gostou…
Seu Carlos enfiou o pau na minha boca, fodendo minha garganta:
— Chupa, vadia. Chupa o pau que encheu você enquanto minha esposa tava na feira.
Eles me usaram por quase uma hora. Me foderam de quatro, de lado, me fizeram sentar no pau do Roni enquanto chupava o Seu Carlos, e depois me colocaram de pé, encostado na parede, sendo fodido pelos dois alternadamente.
Roni metia mais bruto e possessivo. Seu Carlos metia mais ritmado, falando safadezas o tempo todo.
No final, Roni me colocou de quatro novamente, segurou minha cintura com força e meteu fundo várias vezes até gozar grosso dentro de mim, grunhindo como um animal. Seu Carlos gozou logo depois na minha boca, me obrigando a engolir quase tudo.
Eu fiquei caído no chão, destruído, o cu aberto e escorrendo porra dos dois, a boca inchada.
Roni limpou o pau na minha bunda e olhou pra Seu Carlos:
— Ele é bom pra caralho. Mas eu não vou mais dividir. Da próxima vez que eu quiser ele, vou mandar bilhete. E você vai ter que respeitar.
Seu Carlos riu, ainda ofegante:
— Veremos.
Roni me olhou uma última vez, vestiu a bermuda e saiu sem falar mais nada.
Fiquei lá, no chão, pensando se ele realmente ia voltar… ou se tinha sido só essa vez.
Mas algo me dizia que Roni não conseguiria ficar longe dessa bundona por muito tempo.

Depois do confronto na obra, Roni desapareceu por alguns 15 dias. Eu achei que ele tinha realmente desistido. Mas numa tarde de sábado, quando eu voltava de bike de um mercado distante, vi a moto dele parada numa rua tranquila.
Roni estava encostado na moto, sem camisa, o corpo negro musculoso brilhando de suor. Assim que me viu, ele fez um sinal com a cabeça.
— Entra no beco ali atrás.
Eu pedalei até o beco estreito e escuro entre duas casas abandonadas. Roni veio logo atrás, estacionou a moto e me puxou para o fundo.
— Tira o short — ordenou, a voz grave.
Eu baixei o short e a cueca. Roni abriu o zíper da bermuda e soltou aquele pau monstruoso, preto, longo e grosso, já completamente duro.
— De quatro. Empina essa bundona pra mim. Que eu já tô doido de vontade.
Fiquei de quatro no chão. Roni cuspiu no meu cu, segurou minha cintura com as duas mãos grandes e meteu o pau devagar, mas fundo.
— Aaaahhh… Roni… é muito grande…
— Cala a boca e aguenta — rosnou ele, começando a meter. — Essa bundona tá me deixando louco. Eu tentei parar, juro que tentei… mas não consigo.
Ele metia com força, ritmado, segurando meus quadris.
— Eu tenho uma mulher em casa… uma nega linda, estilosa, que faz tudo por mim. Mas toda vez que eu tô com ela, eu penso nessa sua bunda gorda. Penso nesse cu apertado me apertando. Você virou minha fraqueza, porra.
Roni acelerou, metendo mais fundo, o saco dele batendo contra minhas coxas.
— Eu disse pro Mauro que não ia mais dividir você. Por isso que sai daquela construção, filho da puta não me respeitou. E tô falando sério. Essa bundona agora é minha. Só minha. Entendeu, putinho?
— Entendi… — gemi, rebolando pra trás.
Ele puxou meu cabelo com força, arqueando minhas costas:
— Fala direito com seu negão. De quem é esse cu?
— É seu… esse cu é seu, Roni…
— Isso mesmo. Mesmo eu tendo uma mulher em casa, mesmo ela sendo gostosa pra caralho, eu não vou parar de foder você. Toda vez que eu tiver vontade, você vai vir. Não importa a hora. Não importa o risco.
Roni me virou de lado, levantou uma das minhas pernas grossas e meteu ainda mais fundo, olhando pra minha cara de prazer.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo. Isso… geme pra mim. Você também não consegue parar, né? Você nasceu pra tomar rola preta. Que putinha viciada.
Ele metia com vontade, suado, o corpo negro brilhando. Depois me colocou de pé, encostado na parede, e me fodeu de frente, segurando minhas coxas grossas abertas.
— Caralho… que cu guloso. Tá apertando meu pau como se não quisesse soltar. Você nasceu pra dar esse rabo, Gugu. E eu nasci pra comer ele.
Roni me fodeu por quase uma hora, me virando em várias posições — de quatro, de lado, encostado na parede, e até me fez sentar no pau dele enquanto ele encostava na moto. Ele não tinha pressa. Metia fundo, devagar, depois forte, depois devagar novamente, como se quisesse marcar cada centímetro do meu cu.
No final, ele me colocou de quatro novamente, segurou minha cintura com força e meteu fundo várias vezes até gozar com um grunhido grave e longo, enchendo meu cu de porra quente e grossa.
Ficou lá dentro um tempo, pulsando, recuperando o fôlego. Depois tirou o pau devagar e ficou olhando meu cu escorrendo.
— Olha o estado que eu te deixei… todo arrombado e pingando. Isso aqui é meu agora — disse ele, dando um tapa forte na minha bunda. — Mesmo eu tendo mulher em casa, eu não me canso de te fuder.
Roni limpou o pau na minha bunda como sempre, vestiu a bermuda e falou antes de subir na moto:
— Agora vai pra casa com meu leitinho. E espera o próximo chamado. Porque eu ainda não tô satisfeito dessa bundona.
Eu pedalei de volta pra casa, o cu latejando e cheio da porra dele, pensando que Roni realmente não ia conseguir ficar longe.
Ele tinha uma mulher linda em casa… mas era a minha bundona que deixava ele doido de tesão.
E eu estava completamente viciado nisso.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Seu Carlos e Roni, dois machos, dois vícios e a volta do negão

Codigo do conto:
261648

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
09/05/2026

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