Seu Carlos estava cada vez mais ousado dias depois desta experiência na casa dele novamente. Uma noite de sábado, ele me mandou o bilhete mais perigoso até então:
“22h30. Feira noturna da Avenida Brasil. Te encontro atrás da barraca de pastel. Vem preparado.”
A feira noturna era enorme e lotada. Centenas de pessoas andando entre as barracas de roupa, comida, eletrônicos e brinquedos. Luzes coloridas, música alta, cheiro de pastel frito e pastel de queijo no ar. Era o lugar mais arriscado possível.
Cheguei um pouco antes do horário combinado. Meu coração batia forte. Estava usando um short de malha fino sem cueca, pois ele pediu para vir "preparado" e uma camiseta larga. Meu cu já piscava de nervoso e tesão.
Vi Seu Carlos perto da barraca de pastel, fingindo olhar os preços. Ele me viu, fez um sinal discreto com a cabeça e caminhou para os fundos das barracas. Eu fui atrás.
Ele me puxou para um espaço apertado entre duas barracas grandes, um beco improvisado de uns 2 metros de largura, escuro, mas ainda visível para quem passasse perto. O barulho da feira era alto, mas as pessoas passavam a menos de 3 metros de nós.
— Aqui? Seu Carlos… tem gente demais… — sussurrei, apavorado.
— Cala a boca e vira de frente pra parede — ordenou ele, já abrindo o zíper da calça.
Eu me virei. Seu Carlos baixou meu short até os joelhos, cuspiu no meu cu e enfiou o pau com força.
— Aaaahh… — gemi, mas me contendo.
— Shhh, porra! Geme baixinho, putinho — rosnou ele no meu ouvido, começando a meter. — Olha quanta gente… se alguém olhar pra cá vai ver você sendo arrombado por um coroa.
Ele segurou minha cintura e meteu fundo, ritmado. O barulho da feira ajudava a disfarçar, mas o som molhado da foda ainda era perceptível.
— Rebola devagar pra mim… isso… que cu gostoso. Você tá louco de tesão, né? Pelado da cintura pra baixo no meio da feira lotada.
Uma família passou bem perto. A mãe, o pai e duas crianças. Eu gelei. Seu Carlos tampou minha boca e continuou metendo devagar...
— Fica quietinho… se eles olharem vão ver o amiguinho dos meus filhos sendo fodido pelo pai. Imagina a cara deles…
Quando a família passou, ele acelerou de novo, metendo mais forte.
— Isso… aperta meu pau. Tá molhando tudo de tesão com o risco, né putinha? Fala baixo.
— Tô… tô louco de tesão… me fode mais… mais forte....
Seu Carlos mordeu minha orelha e sussurrou:
— Você é uma putinha sem vergonha mesmo. Sai de casa, vem pra feira lotada e empina o cu pra eu te arrombar. Se alguém te reconhecer agora… sua vida acaba. E mesmo assim você continua rebolando no meu pau.
Ele metia cada vez mais fundo, o corpo dele colado nas minhas costas. O suor dele pingava em mim. Pessoas passavam o tempo todo a poucos metros — risadas, conversas, crianças correndo.
— Imagina se fosse a minha esposa passando agora… ia ver o amiguinho do filho dela gemendo feito cadela enquanto leva rola do marido. Você ia continuar empinando, né?
— Ia… ia continuar empinando pro senhor…
Seu Carlos metia forte, controlando a respiração para não fazer barulho. Ele segurava minha coxa grossa com uma mão e tapava minha boca com a outra.
— Isso… aperta esse cu. Tô quase gozando no meio da feira como um vadio que você é.
Eu tremia inteiro. O medo, a excitação, o pau dele roçando minha próstata… não aguentei. Gozei forte, jatos grossos batendo na parede à minha frente, gemendo abafado contra a mão dele.
Meu cu apertou o pau dele com força. Seu Carlos grunhiu baixo no meu ouvido e gozou logo depois, enchendo meu cu de porra quente e grossa, pulsando fundo enquanto esvaziava tudo.
Ele ficou lá dentro alguns segundos, recuperando o fôlego, depois tirou o pau devagar. A porra começou a escorrer imediatamente pelas minhas coxas.
— Se veste rápido. E vai para o meio da multidão para não ver a gente juntos.
Eu me vesti tremendo por ter gozado a pouco. O short ficou imediatamente molhado na bunda. Saímos do beco e caminhamos juntos pela feira lotada como se nada tivesse acontecido.
Enquanto andávamos no meio das pessoas, eu sentia a porra dele escorrendo pelas pernas. Cada passo era uma tortura deliciosa.
Saí do beco escuro e voltei para o meio da feira lotada. O contraste era absurdo: luzes coloridas, música alta, cheiro de pastel, risadas de famílias… e eu andando com o cu cheio de porra do pai dos meus amigos.
Mal tinha dado uns 30 metros quando ouvi uma voz familiar:
— Gugu?! É você mesmo, cara?
Era o Lucas e o Matheus, dois amigos da minha sala. Eles estavam comendo pastel perto de uma barraca.
— E aí, mano! O que você tá fazendo aqui sozinho? — perguntou Lucas, se aproximando.
Eu tentei sorrir, mas meu rosto estava quente. Sentia a porra do Seu Carlos escorrendo lentamente pela minha perna esquerda.
— Ah… vim só dar uma volta… comprar umas coisas pra minha mãe — menti, apertando as coxas para tentar conter o fluxo.
Matheus olhou pra baixo e franziu a testa:
— Cara, seu short tá molhado atrás… tá suando muito?
Eu gelei. A mancha molhada era visível. Tentei disfarçar:
— É… tá muito calor. Corri um pouco antes. Deve ser por isso
Lucas riu:
— Tá estranho hoje, hein? Tá com a cara vermelha e suado pra caralho. Tá tudo bem?
Antes que eu pudesse responder, uma voz feminina chamou atrás deles:
— Lucas! Matheus! Vamos embora?
Era a mãe deles… e logo atrás dela vinha a esposa de Seu Carlos — Dona Sandra.
Meu sangue gelou.
Dona Sandra era uma mulher de 43 anos, morena, corpo cheio, bem arrumada. Ela sorriu ao me ver:
— Gugu? Que surpresa te encontrar aqui! Os meninos te chamaram pra vir junto?
— Não… eu… eu vim sozinho — respondi, a voz falhando.
Nesse exato momento, senti um jato grosso de porra do Seu Carlos escorrendo pela minha coxa. Tentei apertar as pernas, mas era tarde. Uma gota grossa desceu visivelmente pela minha perna.
Dona Sandra olhou pra baixo por um segundo, mas pareceu não entender o que era. Ela sorriu gentilmente:
— Você tá bem? Tá suando bastante… e seu short tá molhado. Quer ir embora com a gente? Te damos carona.
Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que eles conseguiam ouvir. A porra do marido dela ainda estava quente dentro de mim, escorrendo lentamente enquanto eu conversava com ela.
— Não precisa… eu… eu tô de bike — respondi, quase gaguejando.
Lucas deu um tapinha nas minhas costas:
— Cara, você tá estranho hoje. Tá doente?
Nesse momento, vi Seu Carlos andando devagar do outro lado da barraca, observando tudo de longe com um sorrisinho safado no rosto. Ele sabia exatamente o que estava acontecendo.
Dona Sandra se aproximou e colocou a mão no meu ombro:
— Tem certeza que tá tudo bem, Gugu? Você parece febril…
Eu sentia a porra dele escorrendo mais, agora molhando visivelmente a parte de trás da minha coxa. Se ela olhasse para baixo por mais de dois segundos, poderia ver.
— Tô bem… sério. Só tá calor mesmo. Vou indo pra casa.
Consegui me despedir deles de qualquer jeito e saí andando rápido, sentindo a porra escorrer cada vez mais enquanto caminhava no meio da multidão.
Quando finalmente me afastei o suficiente, olhei para trás. Seu Carlos estava encostado numa barraca, me observando com um olhar de puro tesão e satisfação.
Mais tarde, em casa, tomei banho sentindo a porra dele ainda saindo de mim. Meu cu estava sensível, e minha cabeça não parava de repetir a cena: conversando com a esposa dele enquanto o leitinho do marido escorria pelas minhas pernas.
O risco tinha chegado a um nível insano. E eu sabia que não ia conseguir parar.
Não consegui dormir direito. Toda vez que fechava os olhos via a cena: Do Seu Carlos me fodendo naquele beco com todo mundo passando, que tesão era esse que ele me dava.
No dia seguinte, por volta das 11h da manhã, minha mãe me chamou e disse que tinha alguém em frente de casa me chamando. Era ele, Seu Carlos estava no carro prata dele com aquele sorriso safado no rosto assim que sai ele me cumprimentou e sussurrou no meu ouvido
— Gostou de quase ser pego pela minha esposa ontem? Vi você conversando com ela enquanto meu leitinho escorria pela sua perna. Quase gozei só de olhar.
Hoje podemos dar uma volta là pelas 19h?
Eu respondi — Sim podemos...
Meu cuzinho começou a piscar na hora só de ouvir ele falando.
Às 18h50 eu já pronto na frente de casa, disse que ia numa festa com os meus amigos e que Seu Carlos ia levar a gente. Quando ele chegou entrei no carro dele .
Seu Carlos não esperou nem eu falar. Assim que fechei a porta, ele segurou minha nuca e falou rouco:
— Cai de boca nesse pau que você tanto gosta
Eu baixei no carro e ele me colocou para mamar aquele pau grosso que me deixava louco de tesão.
— Mama seu putinho fogoso, nem sei como ficar mais sem essa boca quente e gulosa que você tem.
Ele fodia minha boca como se estivesse metendo no meu cuzinho, eu tirei o pau dele da boca, pois ele tava muito bruto....
— Aaaahh… Seu Carlos… Que grosso você esta hoje
— Isso… toma minha rola, nesta boquinha safada — grunhiu ele, começando a meter forte. — Ontem eu quase gozei vendo você falar com a Sandra enquanto minha porra escorria pela sua perna. Você tava com cara de quem ia gozar de medo, sabia?
— Tava… ahh… tava morrendo de medo… mas também de tesão…
Ele metia fundo na minha boca, segurando minha cabeça com força, o carro balançava.
— Imagina se ela tivesse olhado pra baixo… ia ver meu leitinho grosso escorrendo pela coxa do amiguinho dos nossos filhos. O que você ia falar pra ela? “Dona Sandra, seu marido acabou de me encher de porra aqui na feira.”
— Eu… eu não sei… — gemi, com ele deixando eu dar uma respirada.
Seu Carlos deu um tapa forte na minha cara:
— Fala a verdade, putinho. Você ficou com tesão de quase ser pego pela esposa? Seu cu apertou meu pau que você me fez gozar só de imaginar ela descobrindo que você é minha puta particular.
Ele acelerou, metendo com vontade na minha boquinha, o saco dele batendo na minhas bochechas.
— Você é uma vadia mesmo. Vai pra casa dos meus filhos, finge que é amigo deles, e depois vem tomar rola do pai no meio da rua, na feira, no terreno baldio… Se um dia a Sandra descobrir, sua vida tá acabada. E mesmo assim você continua voltando pra mim como uma cadela no cio.
Ele tirou o pau da minha boca e me virou de lado com a bundinha para ele e levantou minha perna e meteu fundo, olhando nos meus olhos:
— Fala pra mim: você prefere tomar rola do pai dos seus amigos ou dos peões da obra?
— Dos dois… mas a do senhor é mais perigoso… me deixa mais louco…
Seu Carlos sorriu com tesão e acelerou as estocadas, o carro rangendo alto.
— Isso… você é meu putinho secreto agora. Toda vez que eu quiser, você. Não importa onde. Não importa o risco.
Ele meteu fundo, forte e sem parar, até que enterrou o pau bem no fundo e gozou com um grunhido rouco, enchendo meu cu de porra quente e grossa.
Ficou pulsando lá dentro por um tempo, respirando pesado no meu ouvido.
— Da próxima vez… eu vou querer te foder numa construção. Quero ver até onde você aguenta o risco de verdade.
Ele tirou o pau devagar, olhando satisfeito meu cuzinho todo aberto.
— Agora se veste vou te levar para casa pois já são quase 22h40. E quero você dormindo com meu leitinho dentro de você esta noite.
Saí do carro com as pernas bambas, fui entrando em casa sentindo a porra dele escorrendo.
O vício estava completamente fora de controle, eu queria ele cada vez mais.