Negão possessivo me viciando na pica e me tornando "putinho" particular



Depois da primeira foda com Mauro e Roni, eu voltei pra casa destruído. No dia seguinte, quando retornei à obra, Mauro me puxou pro barracão e falou rindo:
— O Roni gostou de você, hein? Ele normalmente não come viado… mas disse que sua bundona é das melhores que ele já arrombou. Disse que vai te usar bastante.
Roni entrou logo atrás e disse:
— Eu já comi muita mulher na vida… mas cu de macho guloso como o seu tá me viciando rápido.
Mas acabou aparecendo algumas pessoas e tive que sair de fininho assim que pude e não ganhei as duas picas no meu cuzinho, tive que ficar na fome e doido para mais encontros com Mauro e Roni, aquele negão sabia como deixar um puto viciado na pica preta dele.
Passou três dias depois de ter aparecido na obra, eu estava voltando de uma caminhada quando parei na caixa de correio da frente de casa, como sempre fazia. Abri a portinhola e peguei algumas contas e uma carta. No meio das correspondências, havia um envelope branco simples, sem selo, só com meu nome escrito à mão: “Gugu”.
Meu coração acelerou. Abri ali mesmo, discretamente.
Dentro tinha um pedaço de papel dobrado, escrito com letra forte e irregular:
“Hoje às 23h00.
Rua das Acácias, 87 — fundos.
Bate palmas.
Não demora.
R.”
Meu estômago revirou de tesão e medo. 23h era perigoso. Minha mãe e meu pai já estariam dormindo, mas o risco de ser visto na rua aquela hora era grande.
Mesmo assim, às 22h50 eu saí de casa em silêncio pela janela do meu quarto. Cheguei na Rua das Acácias que ficava uns 10 minutos de casa com o coração disparado. A rua estava escura, apenas um poste distante funcionando. Fui até os fundos da casa 87 e bati palmas uma vez, bem baixo.
Roni apareceu quase imediatamente, só de bermuda. Puxou-me pelo braço com força para dentro do quintal escuro.
— Você veio mesmo, putinho… — murmurou ele, a voz grave. — Tá ficando cada vez mais safado.
O quintal era pequeno, cercado por muro baixo. Dava pra ver a casa vizinha e ouvir o som da televisão de alguém acordado. Era extremamente arriscado.
Roni me empurrou contra a parede dos fundos, longe da luz, e falou bem perto do meu ouvido:
— Tira toda a roupa. Quero você pelado agora.
— Aqui fora? Roni… e se alguém passar na rua? — sussurrei, nervoso.
— Cala a boca. Você veio até aqui, agora aguenta — rosnou ele, já baixando minha bermuda. — Tira tudo ou eu arranco.
Fiquei completamente nu no quintal escuro. Roni baixou a bermuda e o pau monstruoso já estava duro, pesado e latejando.
— De quatro. Empina essa bundona pra mim.
Fiquei de quatro no chão de terra. Roni cuspiu no meu cu e enfiou dois dedos grossos, abrindo-me com brutalidade.
— Ainda tá inchado do Mauro… mas isso vai mudar hoje — disse ele, tirando os dedos e encaixando a cabeça do pau.
Empurrou com força. Eu mordi o braço pra não gemer alto quando ele enfiou mais da metade.
— Aaaahh… Roni… vai devagar…
— Devagar porra nenhuma — rosnou ele, segurando minha cintura e metendo fundo. — Esse cu é meu agora. Só meu.
Ele começou a meter com força, batendo fundo, sem dó. O barulho molhado da foda ecoava no quintal escuro. Ele segurava meus ombros e socava sem parar.
— Isso… toma no cu, sua putinha. Geme baixinho. Se alguém ouvir, vai ser pior pra você.
— Roni… ahh… tá muito fundo…
Ele puxou meu cabelo, arqueando minhas costas, e meteu ainda mais forte.
— Eu avisei o Mauro hoje. Falei que você não é mais dele. Disse que essa bundona agora tem dono. É desse negão. Só eu vou te foder. Entendeu, viadinho?
— Entendi… — gemi, a voz tremendo.
— Repete — ordenou ele, dando um tapa forte na minha bunda.
— Eu sou só seu… só você vai me foder…
— Isso mesmo, porra. Mauro que se foda. Essa bunda gorda e esse cu guloso agora são meus. Se ele tentar te comer de novo, eu quebro a cara dele.
Roni me fodeu com raiva e tesão, metendo fundo, possessivo. Mudou de posição várias vezes: me colocou de lado no chão, depois me fez sentar no pau dele encostado na parede, rebolando enquanto ele apertava minha bunda com força.
— Rebola gostoso, putinho. Mostra pro seu dono como você gosta de dar o cu.
— Roni… eu sou sua putinha… — murmurei, rebolando desesperado.
Ele me virou de quatro novamente, montou em cima de mim e me fodeu com peso, socando fundo como um animal. O suor dele pingava nas minhas costas.
— Isso… geme pra mim. Você é minha cadela agora. Toda vez que eu quiser, você vem correndo, entendeu? Não importa a hora.
— Entendi… eu venho sempre que você quiser…
Roni gozou pela primeira vez com um grunhido baixo, enchendo meu cu de porra quente. Não parou. Continuou metendo, mais escorregadio e bruto.
— Segunda carga… aguenta tudo, viado.
Ele me fodeu por mais uns vinte minutos, me virando, me usando, me xingando baixinho. Gozou pela segunda vez, ainda mais fundo, enchendo meu cuzinho até transbordar.
Quando finalmente tirou o pau, meu cu estava completamente aberto, inchado e escorrendo rios de porra.
Roni limpou o pau na minha bunda, deu dois tapas bem fortes e falou sério:
— Levanta e se veste. E escuta bem: se o Mauro tentar qualquer coisa com você, você avisa ele que agora você é só minha. Entendeu, putinho?
— Entendi… eu sou só seu.
Ele me puxou pelo cabelo, me deu um último tapa na bunda e abriu a porta dos fundos.
— Agora vai pra casa com meu leitinho escorrendo. E espera o próximo bilhete.
Saí andando devagar pela rua escura, o short encharcado, sentindo a porra grossa do Roni descer pelas minhas coxas a cada passo.
Eu estava oficialmente virando a putinha particular de Roni.
E o risco só torna tudo mais viciante.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Negão possessivo me viciando na pica e me tornando "putinho" particular

Codigo do conto:
261413

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/05/2026

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