Tesão pelo professor dotado: Gugu se permitindo e vivendo novas experiências

As notas começaram a cair.
No começo era só uma ou outra prova com 6,0 ou 5,5. Depois vieram os 4,0 em Redação e o 3,8 em Ética. Eu, que sempre fui um aluno mediano para bom, estava afundando. O professor João, de Ética, me chamou para conversar depois da aula.
Ele era um moreno de 48 anos, com barba bem aparada, corpo sólido, peito peludo que dava pra ver pela camisa aberta no primeiro botão. Um homem maduro, sereno, mas com um olhar que parecia enxergar tudo.
— Gugu, você está diferente — disse ele, fechando a porta da sala. — Suas notas despencaram. E você parece… exausto. O que está acontecendo?
Eu tentei mentir. Disse que era estresse da faculdade, carga horária, etc. João me olhou por um longo tempo e falou baixo:
— Eu não sou burro. E eu me importo com você. Se quiser conversar de verdade, estou aqui.
Eu desabei. Contei pedaços da história — sem nomes, mas o suficiente. Falei que estava me sentindo dividido, viciado em algo que me destruía, que não conseguia parar.
João me ouviu em silêncio. Depois se aproximou, aproveitando que estávamos sozinhos na sala, segurou meu rosto com carinho e me beijou.
Foi um beijo diferente. Calmo, profundo, cheio de desejo controlado. Ele me encostou na mesa da sala, tirou minha camisa devagar e começou a beijar meu peito, chupando meus mamilos com calma.
— Você é um putinho… eu já tinha percebido seus olhares para mim, para meu peito — murmurou ele, lambendo meu bico esquerdo. — Mas também é um menino que merece ser amado, pois já era desejado por mim. Você merece todo respeito.
Ele me virou de frente para a mesa, baixou calça junto com a cueca e cuspiu no meu cu. Quando enfiou aqueles 20cm grossos, foi devagar, me preenchendo completamente.
— Isso… sente ele te abrindo — sussurrou, beijando minha nuca. — Você pode ser putinho comigo. Pode gemer, pode rebolar, pode pedir pra eu te foder. Mas eu nunca vou te tratar como lixo.
Ele meteu devagar, profundo, segurando minha cintura, beijando minhas costas enquanto me comia. Cada estocada era acompanhada de carinho.
— Goza pra mim, Gugu… goza sentindo que você é desejado de verdade.
Eu gozei gemendo o nome dele, tremendo, apertando seu pau. João gozou logo depois, enchendo meu cu de porra quente, me abraçando forte por trás.
Naquela noite, eu tomei a decisão.
No dia seguinte, marquei com Roni numa viela que tínhamos nos encontrando tantas vezes. Fui até lá à noite. Assim que ele tentou me puxar, eu segurei firme:
— Eu não quero mais, Roni. Acabou Não tô bem e isso esta sendo muito ruim pra mim.
Ele ficou sério. Depois riu, de nervoso.
— Tá brincando, né? Depois de tudo que eu te dei, seu porra? Depois de te viciar nessa rola preta?
— Não tô brincando. Eu tô me destruindo. Quase reprovei em várias matérias. Eu preciso parar.
Roni se aproximou, segurou meu queixo com força e falou baixo, quase rosnando:
— Você vai sentir falta. Quando estiver com saudade dessa rola, quando seu cu ficar piscando à noite, você vai me procurar. Porque você é puto. E meu putinho não larga esta rola preta fácil.
Eu saí de lá com o coração apertado, mas aliviado.
Foi doloroso. Por semanas eu sentia falta. Acordava duro pensando no pau dele, no jeito bruto como ele me fodia. Tive recaídas — uma ou duas vezes eu quase fui atrás. Mas consegui resistir.
João me ajudou muito. Não me pressionava, mas estava sempre presente. Me fodia com calma, me beijava, me fazia sentir desejado sem me degradar.
— Você pode gostar de dar o cu — dizia ele enquanto me penetrava devagar. — Pode gostar de ser putinho. Mas você é adorável!
Pela primeira vez, eu estava tentando conciliar as duas partes de mim:
O estudante que queria se formar em Jornalismo.
E o putinho que ainda, às vezes, sentia falta de uma rola preta me destruindo. Era difícil. Mas eu estava tentando.

Uma noite, depois de uma foda especialmente gostosa no apartamento dele, João me puxou para o peito dele, ainda com o pau meio duro dentro de mim. Ele acariciava minhas costas com a mão grande, beijando minha nuca devagar.
— Gugu… eu quero te fazer uma proposta — murmurou ele, a voz rouca e carinhosa.
Eu virei o rosto, ainda ofegante.
— Que proposta?
João saiu de dentro de mim com cuidado, me virou de frente pra ele e me olhou nos olhos.
— Depois do divórcio, esse apartamento ficou grande demais pra mim sozinho. Tem dois quartos, uma sala enorme, cozinha… eu me sinto perdido aqui. Quero que você venha morar comigo. Como meu colega de quarto… e talvez no futuro, meu namorado, quando você estiver certo do que sente por mim.
Meu coração acelerou. Ele continuou, passando a mão na minha bunda musculosa:
— Você não precisaria pagar aluguel no começo. Pode se concentrar na faculdade, estudar sem pressão, dormir todo dia do meu lado, quando não quiser dormir na sua cama… e eu posso te dar noites como essa sempre que você quiser.
Ele me beijou devagar, enfiando a língua na minha boca enquanto apertava minha bunda.
— Imagina… chegar da faculdade cansado, tomar um banho juntos, eu te chupando devagar no chuveiro… depois te deitar na cama e te foder bem gostoso, sem pressa. Todo dia, se você quiser. Eu quero te dar prazer, Gugu. Quero te ver gozando na minha boca, no meu pau, gemendo meu nome enquanto eu te encho.
Ele desceu a boca pro meu peito, chupando um mamilo com vontade, fazendo eu gemer.
— Seus peitinhos ficam tão durinhos quando eu chupo… você adora isso, né? Meu putinho sensível. Quero acordar todo dia e poder te chupar até você gozar antes mesmo de tomar café.
João desceu mais, lambeu minha barriga e chegou no meu pau, chupando devagar enquanto me olhava.
— E à noite… eu quero te comer bem devagar, te enchendo com meus 20cm, te fazendo rebolar no meu colo enquanto eu chupo esses mamilos. Quero te ouvir gemendo “João… mais fundo…” enquanto eu te faço gozar sem nem tocar no seu pau.
Ele subiu novamente, encaixou o pau grosso em mim mais uma vez e começou a meter devagar, olhando nos meus olhos.
— Aceita, Gugu… vem morar comigo. Quero te dar noites prazerosas todos os dias. Quero te foder na cozinha, no sofá, no chuveiro… Quero te acordar chupando sua bunda, te fazer gemer antes mesmo de abrir os olhos. Quero ser o homem que te dá prazer e paz ao mesmo tempo.
Eu gemia, rebolando contra ele, sentindo aqueles 20cm me preenchendo completamente.
— Eu… eu aceito… — respondi, a voz tremendo de tesão e emoção.
João sorriu, acelerou um pouco as estocadas e me beijou com fome.
— Bom garoto… meu putinho lindo. Amanhã mesmo você pode trazer suas coisas. E hoje eu vou te foder até você dormir com meu pau dentro de você.
Ele cumpriu a promessa. Me fodeu devagar, profundo, carinhoso, me fazendo gozar duas vezes antes de finalmente gozar dentro de mim, me enchendo de porra quente enquanto me abraçava forte.
Naquela noite, dormi com a cabeça no peito dele, sentindo o pau dele ainda meio duro dentro de mim.
Pela primeira vez, eu senti que talvez pudesse ter as duas coisas: uma vida mais estável… e noites prazerosas, intensas, com um homem que me desejava de verdade.
Mudar para o apartamento de João foi estranho no começo, mas também libertador.
Eu trouxe apenas duas malas e uma mochila. João me recebeu com um abraço longo na porta, me beijou com carinho e disse:
— Bem-vindo em casa, Gugu. Agora é nossa.
Os primeiros dias foram uma mistura de doçura e tesão constante.
Depois de arrumarmos minhas coisas, João me puxou para o chuveiro. A água quente caía sobre nós enquanto ele me beijava, as mãos grandes deslizando pelo meu corpo. Ele me virou de frente para a parede, abriu minhas pernas e se ajoelhou atrás de mim.
— Deixa eu cuidar de você… — murmurou, antes de enfiar a língua no meu cu.
Eu gemi alto, apoiando as mãos nos azulejos. João me chupou com calma, língua profunda, lambendo, chupando, gemendo contra minha pele. Depois se levantou, encaixou aqueles 20cm grossos que eu tanto amava sentir e entrou devagar, me enchendo completamente.
— Isso… sente como eu te preencho, meu lindo — sussurrou ele, mordendo minha nuca enquanto metia devagar. — Bem-vindo à nossa casa… vou te foder todo dia assim, se deixar.
Ele me comeu no chuveiro por um longo tempo, devagar, profundo, uma mão apertando meus mamilos, a outra masturbando meu pau. Eu gozei gemendo o nome dele, o cu apertando forte. João gozou logo depois, enchendo meu cu de porra quente enquanto me abraçava.
Dormimos colados, ele ainda dentro de mim.
Dias depois quando eu chegava da faculdade exausto. João me esperava com jantar pronto. Depois da refeição, ele me deitou no sofá, tirou minha calça e me chupou devagar, olhando nos meus olhos.
— Relaxa… você estudou o dia todo. Agora deixa eu cuidar de você.
Ele me virou de bruços, abriu minhas pernas e me comeu com a boca por quase vinte minutos, me deixando molhado e desesperado. Depois enfiou o pau, metendo devagar, beijando minhas costas.
— Você fica tão gostoso quando tá cansado… rebola pra mim, vai… isso… meu putinho lindo.
Ele me fodeu no sofá, lento e profundo, até eu gozar sem tocar no pau. Depois me carregou para a cama e me fodeu mais uma vez, gozando dentro de mim enquanto me beijava. Eu acabei dormindo mais uma noite com ele, estava me sentindo seguro e desejado ao mesmo tempo.

No final da primeira semana, fui convidado para uma festa de calouros de Publicidade. João não pôde ir (tinha compromisso com o pai). Eu fui sozinho.
Foi lá que conheci Fábio — Binho.
Ele era alto, moreno claro, 44 anos 1.75 de altura, recém-separado, com um sorriso fácil e um jeito maduro que me atraiu imediatamente. Conversamos por quase uma hora no canto da festa. Ele era charmoso, inteligente, trabalhava como designer gráfico numa agência em Sumaré. Quando a música ficou mais alta, ele se aproximou, segurou minha cintura e me beijou.
Foi um beijo quente, molhado, cheio de desejo. A língua dele era experiente, dominadora. Eu correspondi com vontade, sentindo o pau dele endurecer contra minha coxa.
— Caralho… você beija bem pra porra — murmurou ele, apertando minha bunda. — Quer sair daqui?
Eu neguei. Ainda estava muito recente com João. Mas trocamos números.
Nos dias seguintes, Binho começou a me mandar mensagens. Carinhosas, safadas, interessantes. Ele me chamava de “gostoso”, “lindo”, mas também conversava sobre cinema, música, trabalho. Era leve. Era novo.
Eu continuava morando com João, transando com ele quase todas as noites — sexo carinhoso, profundo, intenso. Mas agora tinha Binho na cabeça… e a culpa começava a crescer.

Morar com João foi a melhor decisão que eu tomei em muito tempo.
Os dias foram se transformando numa rotina doce e intensa. De manhã, ele acordava antes de mim, preparava o café e me dava um beijo na testa antes de eu sair para a faculdade. À noite, quando eu chegava cansado, ele me recebia com um abraço longo, um banho juntos e, quase sempre, sexo lento e profundo.
Com o tempo, João foi despertando partes de mim que eu nem sabia que existiam.
Uma noite, depois de um dia exaustivo na faculdade, ele me deitou na cama de bruços e passou óleo quente nas minhas costas. Suas mãos grandes deslizavam pela minha pele, massageando meus ombros, descendo pela coluna, apertando minha bunda musculosa com carinho.
— Você carrega tanta tensão aqui… — murmurou ele, beijando minha nuca. — Deixa eu te relaxar.
Ele abriu minhas pernas devagar e começou a me comer com a boca, língua lenta e molhada, circulando meu cu, penetrando fundo, chupando com paciência. Eu gemia contra o travesseiro, empinando a bunda sem nem perceber.
— Isso… abre pra mim, meu lindo — sussurrou ele. — Deixa eu te sentir.
Quando ele enfiou aqueles 20cm grossos, foi devagar, como sempre. Mas dessa vez ele ficou parado lá dentro por um longo tempo, pulsando, beijando minhas costas, acariciando meus mamilos. Depois começou a mover o quadril em círculos lentos, roçando sem parar.
— Sente isso? — perguntou ele, a voz rouca no meu ouvido. — Não é só rola entrando. É conexão. Eu tô dentro de você… e você tá me apertando como se não quisesse me soltar nunca mais.
Eu gemia alto, o corpo todo formigando. Ele descobriu que, se ficasse muito tempo nessa posição de conchinha, eu entrava num estado quase hipnótico — gemendo baixinho, salivando, tremendo de um prazer que subia da próstata até a ponta dos dedos.
— Você tá vibrando todo… — sussurrou ele, chupando minha nuca enquanto metia devagar. — Tá sentindo ondas de prazer, né? Deixa vir. Não segura nada.
Eu gozei duas vezes só com ele me fodendo assim, sem ele tocar no meu pau. A segunda vez foi tão forte que eu chorei de prazer, o corpo convulsionando enquanto ele me enchia de porra quente, gemendo meu nome.
Depois, ainda dentro de mim, ele me virou de frente e me beijou com carinho.
— Você tá descobrindo coisas novas, né? — disse ele, sorrindo. — Seu corpo responde tão bonito quando é tratado com atenção. Seus peitinhos, sua nuca, sua próstata… tudo fica sensível pra mim.
Ele começou a explorar mais.
Descobriu que eu enlouquecia quando ele chupava meus mamilos enquanto me fodia de lado. Descobriu que eu tremia inteiro quando ele lambia devagar a parte interna das minhas coxas antes de me comer. E, principalmente, descobriu que eu me derretia quando ele me chamava de “gostoso”, “meu bebe”, “meu amor” enquanto me penetrava fundo.
Uma noite, ele me fez sentar no colo dele, de frente, e me fodeu devagar enquanto me olhava nos olhos.
— Você é tão gostoso… — murmurou ele, segurando minha bunda e me fazendo rebolar. — Tão apertado, tão quente… mas o que eu mais amo é ver seu rosto quando você goza. Você fica tão vulnerável… tão meu.
Eu gozei gemendo contra a boca dele, apertando seu pau com força. João gozou logo depois, enchendo-me enquanto me abraçava como se nunca quisesse me soltar.
Depois do sexo, ele me abraçava forte, beijava minha testa e dizia coisas que me desmontavam:
— Eu não quero só te foder, Gugu. Quero te amar. Quero que você se sinta seguro pra ser quem você realmente é… putinho, estudante, menino carente, homem forte. Tudo ao mesmo tempo.
Eu estava me apaixonando por ele. Devagar. Com medo. Mas estava.
Pela primeira vez, eu sentia que podia ser amado — inteiro, sem precisar esconder a parte safada de mim.
E isso era mais viciante que qualquer rola bruta que eu já tinha levado.
As semanas foram passando e o que eu tinha com João foi se aprofundando de um jeito que eu nunca imaginei.
Ele estava cada vez mais selvagem na cama, mas de um jeito diferente — não bruto, não humilhante. Era um tesão cru, faminto, quase animal, mas sempre cheio de carinho e atenção. Ele me devorava como se quisesse me marcar na alma.
Uma noite, depois de mais um dia daqueles na faculdade, ele me recebeu na porta, pois neste dia ele não dava aula, já com o olhar escuro de desejo. Mal fechei a porta, ele me prensou contra ela, me beijou com fome e sussurrou:
— Hoje eu tô louco pra te comer… tira a roupa, meu bebe.
Eu tirei tudo rapidinho. João me virou de frente pra parede da sala, abriu minhas pernas e se ajoelhou atrás de mim. Sua língua atacou meu cu com vontade — lambendo, chupando, penetrando fundo, gemendo contra minha pele.
— Caralho… que cu gostoso, meu putinho… tá piscando pra mim, né? — disse ele, mordendo de leve minha nádega. — Eu passei o dia inteiro pensando em te comer assim… bem molhado, bem aberto pra mim.
Ele se levantou, encaixou aqueles 20cm grossos e entrou de uma vez, me enchendo completamente. O gemido que saiu da minha boca foi quase um soluço.
— Isso… sente ele todo dentro de você — rosnou ele, começando a meter forte, mas ritmado. — Rebola pra mim, Gugu… mostra como você adora meu pau.
Eu rebolava, gemendo alto, as mãos apoiadas na parede. João segurava minha cintura com força, metendo fundo, o corpo batendo contra o meu.
— Você fica tão safado quando tá com tesão… geme mais alto pra mim. Quero ouvir você virando putinho pra mim.
— João… ahh… me fode assim… me enche todinho…
Ele me virou de frente, levantou uma das minhas pernas grossas e me fodeu olhando nos meus olhos, o pau entrando e saindo quase todo.
— Olha pra mim enquanto eu te como… isso… você é tão lindo gemendo… tão gostoso apertando meu pau. Seus peitinhos tão durinhos… quer que eu chupe eles?
Ele abaixou a cabeça e atacou meus mamilos, chupando com fome enquanto metia fundo. Eu tremia, gemendo descontrolado, saliva escorrendo pelo canto da boca.
— Isso… geme pra mim, meu putinho lindo… você adora quando eu te fodo assim, né? Selvagem… mas te fazendo sentir cada centímetro.
Ele me carregou até o sofá, me colocou de quatro e me fodeu com mais intensidade, uma mão apertando minha bunda, a outra beliscando meu mamilo. O som molhado da foda enchia a sala.
— Goza pra mim… quero sentir você gozando enquanto eu tô bem fundo.
Eu gozei forte, gemendo o nome dele, o corpo inteiro tremendo. João grunhiu rouco, enterrou tudo e gozou logo depois, pulsando lá dentro enquanto me abraçava por trás.
Depois, ainda dentro de mim, ele beijou minha nuca e sussurrou:
— Eu tô cada dia mais louco por você… não só pelo seu corpo. Por tudo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tesão pelo professor dotado: Gugu se permitindo e vivendo novas experiências

Codigo do conto:
261780

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/05/2026

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