Seu Carlos: primeiro gosto de homem e despertando meu lado de puto
Tudo começou antes das férias em Piracicaba, quando eu ainda era virgem. Eu tinha 18 anos e era o garoto tímido da turma. Morava perto da casa de Thiago e Leandro, e ia muito lá pra fazer trabalhos da escola. O pai deles, Seu Carlos, era um homem de 45 anos, moreno, forte, com barba bem feita e um jeito sério que me intimidava e, ao mesmo tempo, me atraía de um jeito que eu não entendia. Naquela tarde, Thiago e Leandro estavam no quarto fazendo trabalho da escola e tava lá ajudando com minha parte. Eu sai para pegar um copo de água na cozinha quando Seu Carlos apareceu. Ele estava só de bermuda, sem camisa, o corpo suado depois de ter chegado do trabalho. — Tá com sede, Gugu? — perguntou ele, com a voz grave, encostando na pia. Eu assenti, nervoso. Ele me olhou de cima a baixo, demorando um pouco mais na minha bunda. Depois sorriu de canto. — Vem aqui no banheiro de serviço. Tem água gelada lá. Eu fui. O banheiro era pequeno. Assim que entrei, ele fechou a porta por dentro e me olhou com intensidade. — Eu vejo como você me olha, garoto — disse ele baixinho. — Tá curioso, né? Eu fiquei vermelho, sem conseguir falar. Seu Carlos se aproximou, abriu o zíper da bermuda e tirou o pau pra fora. Era grosso, pesado, com a cabeça grande e rosada. Semi-duro, balançando na minha frente. — De joelhos vai seu viadinho — ordenou, a voz baixa mas firme. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair do peito. Eu nunca tinha feito isso. Mas obedeci. Caí de joelhos no chão frio do banheiro. Seu Carlos segurou o pau pela base e bateu de leve na minha bochecha. — Abre a boca. Devagar. Quero sentir essa boquinha tímida recebendo meu pau como você tanto deseja. Eu abri os lábios tremendo. Ele encostou a cabeça grossa na minha língua. O gosto era forte — suor, pele, homem. Eu comecei a chupar devagar, só a cabeça, sem saber muito o que fazer. — Isso… chupa gostoso — gemeu ele baixinho, segurando meu cabelo. — Usa a língua na cabeça… assim… boa garoto. Você tem boca quente pra caralho. Eu chupava como conseguia, babando, os olhos lacrimejando. Seu Carlos foi empurrando devagar, fodendo minha boca com calma. — Relaxa a garganta… isso… engole mais um pouco. Caralho, Gugu… você mama tão bem pra quem nunca fez isso. Tá gostando? Seu cuzinho deve tá piscando só de chupar o pai dos seus amigos. Eu gemia abafado, o próprio pau latejando dentro da cueca. Seu Carlos acelerou um pouco, fodendo minha boca mais fundo, mas ainda controlado. — Olha pra mim enquanto mama. Isso… Você fica tão lindo com essa carinha. Tá babando tudo… que putinho guloso eu arrumei. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha boca com mais ritmo, gemendo rouco. — Isso… chupa mais gostoso. Tá quase… vou gozar na sua boquinha. Abre bem e engole o que conseguir. Ele grunhiu baixo e gozou. Jatos grossos e quentes jorraram na minha língua e no fundo da garganta. Era muito. Eu engasguei, mas engoli o máximo que pude. Parte escorreu pelo canto da boca. Seu Carlos tirou o pau devagar, limpou na minha língua e sorriu satisfeito. — Boa… primeira vez chupando pau e já engoliu quase tudo. Você tem talento, garoto. Ele me ajudou a levantar, passou a mão na minha bundinha.... — Limpinho. Vai me dar esse cuzinho hoje? Quero você sentindo meu gosto o resto da tarde. Fiquei apavorado e sai correndo pro quarto com medo não sei de que, o gosto forte dele na boca. Thiago e Leandro continuavam entretido no trabalho, sem fazer ideia do que tinha acontecido no banheiro com seu pai, fiquei um tempo me acalmando e continuamos o trabalho. Foi ali que tudo começou. A primeira vez que eu senti o gosto de um homem e queria mais.
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