Lucas, o loiro de olhos verdes, 23 anos, corpo definido de quem malhava todos os dias, pele clara e um sorriso arrogante. Tinha um pau grosso e ligeiramente curvado para cima, conhecido por ser incansável pelas meninas da universidade.
Pedro, moreno com cabelo cacheado bagunçado, 24 anos, pele bronzeada, barba rala e um olhar predador. Era o mais grosso dos quatro, com uma rola pesada e veiosa que fazia qualquer um gemer só de entrar.
Victor, o mais alto do grupo (quase 1,90m), corpo longo e normal, pele morena clara, cabelo preto liso e um sorriso perigoso. Tinha uma rola longa e fina, perfeita para chegar bem fundo.
Talles sorriu ao ver minha reação.
— Eles sabem de tudo., sabe que estou te fodendo algum tempo já, que você é doido pela minha rola, mas hoje você vai dar pra gente.
Meu coração acelerou. Tentei recuar, mas Talles me prensou contra a parede, beijando meu pescoço enquanto os outros três me olhavam com fome.
— Eu te prometi que ia ser bom — sussurrou ele no meu ouvido. — Quatro machos jovens, com tesão e rola dura só pra você. Você aguenta, né putinho?
Antes que eu pudesse responder, eles me levaram para a sala. Me tiraram a roupa devagar, me deixando pelado no meio deles. Talles foi o primeiro a falar:
— Olha pra ele, galera. Essa bundona, essas coxas grossas, esses peitinhos deliciosos … esse é o putinho gostoso que vamos brincar.
Eu completamente pelado no meio deles, que estavam de cuecas ainda. Quatro pares de olhos famintos percorrendo meu corpo.
Talles foi o primeiro. Me colocou de quatro no tapete e enfiou a rola grossa de 22cm de uma vez.
— Isso… toma a rola do dono. Sente como eu te abro todinho? Bem-vindo ao seu primeiro gang bang, putinho.
Lucas se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau grosso na minha boca.
— Chupa, putinho. Mama enquanto meu amigo te fode. Olha pra mim. Quero ver esses olhos lacrimejando enquanto você engole minha rola.
Pedro e Victor se posicionaram dos lados, masturbando os paus enquanto assistiam.
O prazer foi avassalador. Quatro machos jovens e bonitos me usando ao mesmo tempo. Meu cu sendo esticado pela rola grossa de Talles, minha boca cheia do pau de Lucas, os dedos de Pedro e Victor apertando meus peitinhos e coxas.
— Isso… aperta meu pau — gemeu Talles, dando tapas fortes na minha bunda. — Rebola pra mim, vadia. Olha como você engole 22cm gostoso. Você tá amando ser nosso putinho? Tá sentindo quatro machos te usando?
Eles me viraram em várias posições. Me foderam de quatro, de lado, no colo, contra a parede. Sempre dois na minha boca, um no cu, e outro chupando meus peitinhos ou apertando minhas coxas grossas. Talles foi o primeiro a gozar e disse que era apenas o começo da nossa "partida de cartas".
Lucas (metendo na minha boca):
— Engole tudo, putinho. Tá babando todo na minha rola. Você fica tão lindo com a boca cheia.
Pedro (fodendo meu cu):
— Caralho, que cu apertado da porra. Tá piscando na minha rola. Rebola mais, guloso. Mostra pra gente como você vira uma vadia quando leva rola.
Victor (chupando meus peitinhos):
— Esses peitinhos são uma delícia… tão sensíveis. Fica todo arrepiado quando eu chupo, dá pra ver sua carinha de prazer. Goza pra gente, putinho. Quero ver você gozando sem tocar no pau.
Eles me negaram o orgasmo várias vezes. Toda vez que eu chegava perto, paravam ou apertavam a base do meu pau.
— Ainda não — dizia Talles, sorrindo. — Você só goza quando a gente permitir. Hoje você é nosso brinquedinho.
Depois de quase duas horas me usando e gozando no meu cuzinho, boca, peito e cara, eles finalmente me permitiram.
Me colocaram de quatro no centro da sala, Pedro e Victor embaixo. Talles meteu fundo no meu cu, Lucas enfiou o pau na minha boca, enquanto Pedro e Victor chupavam meus peitinhos e apertavam minhas coxas.
— Agora pode gozar, putinho — ordenou Talles. — Goza só com rola dentro. Mostra pra gente como você vira uma vadia completa nesta putaria grupal.
Meu corpo inteiro convulsionou. Gozei forte, jorrando no chão mal tinha tocado no meu pau, tremendo violentamente enquanto meu cu apertava a rola de Talles e minha boca se enchia do pau de Lucas.
Eles gozaram logo depois — um enchendo meu cu, outro minha boca, os outros dois jorrando no meu peito e nas minhas costas.
Fiquei destruído no tapete: cu arrombado, escorrendo porra de quatro machos, corpo tremendo, peitinhos vermelhos e sensíveis.
Talles foi o último a gozar. Ele puxou o pau devagar do meu cu, observando a porra escorrendo pelas minhas coxas. Os outros três já tinham ido tomar banho ou pegar bebida na geladeira. Só restávamos nós dois no tapete da sala.
Ele se deitou ao meu lado, ainda ofegante, e me puxou para o peito dele. A mão grande deslizou pelas minhas costas suadas e cheio de porra, foi descendo até apertar minha bunda com possessividade.
— Olha pra mim — ordenou baixinho, segurando meu queixo.
Eu obedeci. Meu corpo ainda tremia, os peitinhos sensíveis roçando no peito dele, o cu latejando e aberto.
— Você foi perfeito hoje — murmurou Talles, a voz rouca. — Quatro machos te usaram… e você aguentou tudo como um putinho obediente. Mas agora… você é meu. Não deles. Meu.
Ele me beijou devagar, quase carinhosamente, mas a mão ainda apertava minha bunda com firmeza, como se marcasse território.
— Eu vi como você gozou… tremendo, apertando nossas rolas. Você adora ser usado, né? Mas depois que a gente termina… você volta pra mim. Só pra mim.
Ele me beijou novamente, mais suave, enquanto eu ainda tremia levemente, o corpo marcado e cheio da porra dos quatro.
Eu sorri, exausto, e me encostei no peito dele.
Talles me posicionou com cuidado, me fazendo sentar no colo dele. Segurou minha cintura e me desceu devagar sobre sua rola grossa de 22cm, ainda dura.
— Isso… senta gostoso pra mim — murmurou, olhando nos meus olhos. — Sente como eu te preencho? Devagar… quero sentir cada centímetro meu entrando em você.
Eu gemi baixo enquanto descia, sentindo ele me abrir novamente. Ele me abraçou, colando meu peito no dele, e começou a mover os quadris para cima com estocadas profundas e ritmadas.
— Isso… rebola devagar. Assim… caralho, Gugu… você aperta tão gostoso. Esse cu tá quente, molhado de porra… e mesmo assim ainda quer mais a minha rola.
Ele chupou meus peitinhos com calma, lambendo os bicos sensíveis enquanto metia fundo, me segurando firme contra o corpo dele.
— Você é meu putinho favorito… — sussurrou, mordiscando de leve. — Mesmo depois do sexo grupal que tivemos. Vai rebola mais gostoso. Isso… usa minha rola como você sabe.
O sexo com Talles era diferente. Mais íntimo, mais profundo. Ele me olhava nos olhos o tempo todo, controlando o ritmo, me fazendo sentir cada estocada como se fosse a primeira.
De repente, Lucas, Pedro e Victor voltaram para a sala. Eles pararam na porta, paus semi-duros, e ficaram assistindo.
Talles não parou. Continuou me fodendo devagar, segurando minha bunda enquanto eu rebolava no colo dele.
Ai Lucas e Pedro, sentados no sofá, batiam punheta devagar enquanto assistiam. Victor, o mais ousado, se aproximou da gente e segurou meu queixo.
— Abre a boca pra mim, putinho — ordenou ele, enfiando o pau grosso entre meus lábios.
Talles, ainda com o pau enterrado fundo no meu cu, sorriu com satisfação possessiva. Ele segurou minha cintura com força e começou a meter devagar, mas profundo, controlando cada movimento.
— Isso… mama o pau do Victor enquanto eu te fodo — murmurou Talles, a voz rouca de prazer. — Olha pra eles. Lucas e Pedro tão batendo punheta só de te ver sendo usado. Você virou o putinho da turma toda… mas esse cu aqui… esse cu é meu.
Ele acelerou as estocadas, batendo fundo, segurando meus quadris com firmeza.
— Rebola pra mim, Gugu. Isso… aperta minha rola. Caralho, que cuceta gostosa. Eu tô viciado nessa sua bundinha. Mais viciado do que eu queria admitir. Você aperta tão perfeito… tão quente… tão guloso. Eu domino você do jeito que eu quero e você ainda aperta como se pedisse mais.
Victor fodia minha boca com estocadas ritmadas, gemendo rouco:
— Isso… engole tudo. Tá babando todo na minha rola enquanto o Talles te arromba. Oh putinho perfeito.
Talles metia cada vez mais forte, o som molhado da rola entrando no meu cu enchendo a sala.
— Olha pra eles, putinho. Lucas e Pedro tão quase gozando só de assistir. Eles tão vendo como eu domino você… como você vira minha putinha particular. Esse cu é meu.
Lucas e Pedro gemeram quase ao mesmo tempo, jorrando forte no peito e na barriga enquanto assistiam a cena.
Victor segurou minha cabeça e gozou na minha boca, enchendo minha garganta de porra quente.
Talles, ainda metendo fundo, apertou minha cintura com força e gozou por último, pulsando longamente dentro de mim, enchendo meu cu mais uma vez.
Ele ficou dentro de mim, respirando pesado e sussurrou só pra mim, com a voz carregada:
— Eu tô completamente viciado nessa sua cuceta… Você não sabe o quanto eu penso em você o dia todo. Eu domino você porque eu quero… porque eu preciso. Esse cu é meu agora. Só meu.
Ele me deu um beijo na nuca, ainda com o pau latejando dentro de mim, enquanto os outros se recuperavam ao redor.
Eu sorri, exausto, destruído e absurdamente satisfeito.
Pela primeira vez, eu tinha sentido o prazer avassalador de um gang bang. E eu já sabia que queria repetir.