Binho me chamou para o apartamento dele numa noite de quinta. Disse que queria conversar, mas o tom rouco da voz já entregava que a conversa ia virar putaria. Quando cheguei, o vinho estava aberto, mas mal encostamos nas taças. O ar entre nós queimava. Sentamos no sofá e ele segurou minha mão. — Gugu… eu tô gostando demais de você — confessou, olhando nos meus olhos. — Sei que você tá confuso, dividido com o João… mas abre esse coração pra mim. Contei tudo: o carinho do João, o medo de me prender, o vício pela brutalidade do Roni, a culpa e a sensação de estar perdido. Binho ouviu com atenção, mas seus olhos escureciam de tesão. Quando terminei, ele me puxou pro colo dele com força, apertando minha bunda. — Eu entendo… — murmurou, roçando o pau duro contra mim. — Mas comigo você não precisa escolher. Eu posso te dar carinho… e posso te foder como a putinha gulosa que você é. O beijo começou lento, mas logo virou fome. Binho me deitou no sofá, arrancou minha roupa e me devorou com a boca: chupou meus mamilos com força, desceu lambendo minha barriga e abriu minhas pernas. — Porra… olha esse cu piscando pra mim — gemeu, enfiando a língua fundo. — Tá encharcado de tesão, né seu putinho? Morre de vontade de levar rola grossa. — Me fode, Binho… por favor… Ele subiu, roçou o pau grosso e quente contra meu buraco e encaixou a cabeça. — Olha pra mim — ordenou, empurrando devagar. — Isso… sente meu pau te abrindo todinho? Sente como eu tô te rasgando gostoso, vadia? Enterrou centímetro por centímetro, gemendo rouco. — Caralho, Gugu… você aperta tanto… esse cu guloso tá me engolindo. Tá sentindo cada veia? Tá sentindo como eu te encho inteiro? Quando estava todo dentro, ele parou, pulsando fundo, e me beijou com força. — Agora aguenta, putinho. Começou a meter: lento e profundo no início, depois cada vez mais forte. O som molhado de rola entrando no cu enchia a sala. — Rebola pra mim… isso, porra! Empina esse cu e toma minha rola até o saco. Você fica tão safado rebolando assim… meu putinho perfeito. Acelerou o ritmo, socando mais fundo, segurando minhas coxas grossas abertas. — Tá sentindo como eu te arrombo? Fala, vadia! Diz que ama levar rola grossa no cu! Isso… aperta mais, caralho! Aperta esse cu guloso no meu pau! — Eu amo… Binho… me fode mais forte! Ele me virou de lado, levantou minha perna e meteu ainda mais fundo, batendo com força na próstata. — Olha pra mim enquanto eu te destruo… Isso! Geme alto, sua puta! Esse cu é meu agora. Tá sentindo como eu te encho melhor que ninguém? Rebola, porra! Rebola gostoso no pau que tá te arrombando! Binho estava suado, olhando nos meus olhos enquanto socava sem parar. — Você é tão guloso… tão safado… Goza pra mim, putinho! Goza com meu pau bem fundo no seu cu! Quero sentir esse buraco apertando minha rola enquanto você jorra! Eu explodi gemendo o nome dele, jorrando forte no peito e na barriga. Meu cu apertou ele com força. Binho grunhiu como um animal, meteu até o talo e gozou quente e grosso dentro de mim, pulsando sem parar enquanto me enchia. — Toma toda… isso, vadia… leva minha porra bem fundo. Ficamos abraçados, ele ainda enterrado até o fundo, beijando meu pescoço suado. — Eu tô viciado em você, Gugu — sussurrou, mordendo minha orelha. — Quero ser seu refúgio… pra conversar, pra te abraçar… e pra te arrombar sempre que esse cu safado ficar com fome. Pela primeira vez, alguém me queria inteiro: o garoto confuso e o putinho insaciável. E isso estava me deixando completamente louco por ele.
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