Cheguei em casa quase meia-noite, cu inchado, latejando e escorrendo porra.
João estava na sala. Assim que fechei a porta, ele veio como um animal. Me prensou contra a parede, mordeu meu pescoço e apertou meu pau por cima da calça.
— Tá fedendo a rola de outro macho, sua puta gulosa — rosnou no meu ouvido. — Deu esse cu hoje, né? Então agora vai tomar rola de verdade, porra.
Me arrastou pro quarto, me jogou de bruços na cama e arrancou minha roupa.
— Abre essa bunda agora, vadia. Mostra esse cu usado.
Enfiou a língua fundo no meu cu melado, lambendo a porra do Binho.
— Ainda tá cheio da porra daquele outro… seu cu de puta traíra. Mas agora eu vou apagar tudo com minha rola.
Enfiou o pau grosso de uma vez, até o saco, me fazendo gritar.
— Toma essa rola, caralho! — socou com força brutal. — Esse cu é MEU, porra! Você sai se oferecendo como uma vadia barata e volta pra ser destruído por mim? Rebola, sua puta! Aperta esse cu guloso no meu pau!
Segurou meu pescoço, puxou meu cabelo e meteu sem piedade.
— Geme alto, porra! Quero ouvir você gritando como a putinha safada que é! Isso… empina mais essa bundona! Tá sentindo como eu te arrombo melhor que ele? Fala, vadia!
— Você fode melhor… porra, João!
Me virou sentado no colo dele, cara a cara, e me fez rebolar enquanto chupava meus mamilos com força.
— Rebola inteiro no meu pau, sua puta! Senta gostoso! Usa essa rola como a vadia faminta que você é! Goza pra mim, caralho! Goza enquanto eu te encho!
Eu gozei gritando, jorrando forte entre nossos corpos. João apertou minha bunda com violência, meteu até o fundo e explodiu dentro de mim, enchendo meu cu destruído com porra quente e grossa.
Ainda enterrado bem fundo, mordeu meu lábio e rosnou:
— Da próxima vez que chegar cheirando a outro macho, eu te fodo a noite inteira até você implorar e chorar, entendeu, sua putinha?
Meu corpo tremia inteiro, cu completamente destruído e cheio.
E eu já queria mais.