"Do Bar pro Cuzinho: Como o Argentino Me Arrombou Depois da Bebedeira"



Eu tinha bebido mais do que devia naquela noite.
Saí do barzinho com os amigos do trabalho por volta das 2h30 da manhã, um pouco alto, rindo alto na rua, o corpo quente de cerveja e tesão acumulado. Quando cheguei no prédio, o elevador demorou e eu subi pelas escadas, sentindo o short apertado marcando minha bunda.
No corredor do meu andar, vi ele.
Diego, o argentino que estava passando uma temporada num Airbnb no prédio há uns dois meses. Alto, moreno, cabelo escuro bagunçado, uns 48 anos, corpo definido de quem malhava regularmente. Ele estava encostado na porta do apartamento dele, fumando um cigarro, só de calça de moletom cinza e regata. O volume entre as pernas dele era impossível de ignorar.
— Ei… Gugu, né? — disse ele com aquele sotaque argentino gostoso, sorrindo de lado. — Chegando tarde… tá cheirando a bar, a álcool.
Eu ri, meio bêbado, encostando na parede ao lado dele.
— É… saí com uns amigos. E você? Não consegue dormir?
Diego deu uma tragada no cigarro, me olhando de cima a baixo, demorando na minha bunda.
— Tô com insônia… e agora que te vi, acho que não vou dormir tão cedo.
O jeito como ele falou me deixou arrepiado. Ele apagou o cigarro, se aproximou e segurou minha cintura com uma mão.
— Você tá bem alto, hein? — murmurou, o rosto perto do meu. — Quer entrar um pouco? Posso te ajudar a… relaxar.
Eu sabia o que ele queria. E eu queria também.
— Quero… tô louco pra relaxar com você — respondi, a voz já rouca de tesão.
Entrei no apartamento dele. Mal a porta fechou, Diego me prendeu contra ela e me beijou com força. O beijo era dominador, a língua invadindo minha boca, as mãos apertando minha bunda por cima do short.
— Caralho… você tem uma bunda incrível — rosnou ele, mordendo meu pescoço. — Eu fico olhando pra você no elevador desde que cheguei. Sempre quis te comer. Tá duro pra mim já?
— Tô… tô duro desde que te vi no corredor — confessei, gemendo baixinho. — Quero sentir você.
Ele me tirou a camisa, baixou meu short e cueca de uma vez. Meu pau pulou pra fora, duro e babando. Diego segurou ele com a mão grande e começou a me masturbar enquanto me beijava.
— Tá durinho pra mim… que putinho gostoso.
Ele me levou pro quarto, me jogou na cama de bruços e abriu minhas pernas. Mas antes de qualquer coisa, ele se ajoelhou entre elas e começou a me chupar.
— Quero sentir seu gosto primeiro — murmurou ele, lambendo minha cabeça devagar. — Tá babando tanto… que pau gostoso.
Ele chupou meu pau com vontade, língua quente deslizando, descendo até minhas bolas e depois chegando no meu cu, me lambendo com fome.
— Que cu delicioso… tá piscando pra mim. Tá com saudade de ser chupado assim, né?
— Tô… ahh… continua, Diego… chupa mais… me deixa louco — gemi, empinando a bunda contra o rosto dele.
Ele lambeu e chupou meu cu por um bom tempo, gemendo contra minha pele, me deixando molhado e desesperado.
— Tá pronto pra mim agora — disse ele, subindo e posicionando o pau grosso na entrada. — Respira… deixa eu te abrir.
Ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro, me esticando.
— Isso… sente como é grosso? Vai caber todinho. Tá gostando?
— Tô… ahh… vai devagar… me abre mais… quero sentir tudo — gemi, mordendo o travesseiro.
Quando enterrou tudo, ele ficou parado, pulsando dentro de mim, gemendo:
— Porra… que cu apertado e quente. Tá me espremendo todo. Agora eu vou te foder gostoso.
Ele começou a meter com força, segurando minha cintura, batendo fundo. O quarto enchia com o barulho molhado da foda.
— Rebola pra mim… isso… empina essa bundona. Você adora dar o cu, né? Veio bêbado do bar e já tá gemendo no meu pau.
— Adoro… me fode mais fundo… quero sentir você todo dentro de mim — gemi, rebolando contra ele.
Diego metia sem parar, dando tapas na minha bunda, puxando meu cabelo.
— Isso… geme pra mim. Você é um putinho delicioso. Tá sentindo meu pau bem fundo? Tá sentindo como eu te abro todinho?
— Tô sentindo… me fode mais forte… eu quero gozar com você dentro de mim… — implorei, empinando mais.
Ele me fodeu por quase uma hora, me virando em várias posições: de quatro, de lado, eu por cima rebolando enquanto ele apertava minha bunda. No final, me colocou de bruços, montou em cima de mim e meteu com força até gozar bem fundo, enchendo meu cu de porra quente enquanto rosnava no meu ouvido:
— Toma toda… isso… bom garoto.
Ficou lá dentro um tempo, pulsando, beijando minha nuca. Depois saiu devagar, olhando meu cu escorrendo porra.
— Você é delicioso, Gugu… — disse ele, sorrindo. — Se quiser repetir, é só bater na minha porta. Eu tô sempre com vontade, e posso te foder quando quiser.
Eu voltei pro meu apartamento com as pernas bambas, sentindo a porra dele escorrendo enquanto caminhava.
Mais uma vez, eu tinha me entregado.
E mais uma vez, eu não me arrependia.
Depois daquela primeira noite com Diego, eu tentei me controlar. Tentei mesmo. Mas dois dias depois, quando ele me mandou mensagem dizendo que estava “muita vontade de me ver de novo”, eu não resisti.
Cheguei à noite. Assim que entrei, Diego já estava diferente — os olhos mais escuros, a respiração mais pesada. Ele fechou a porta, me prensou contra ela e me beijou com força, mordendo meu lábio.
— Você voltou rápido, putinho… — rosnou ele, apertando minha bunda com as duas mãos. — Na primeira vez eu me segurei pra não te assustar. Hoje eu não vou me segurar. Quero te foder de verdade.
Eu gemi contra a boca dele, já excitado.
— Quero sentir você sem controle hoje… me fode como você quiser, Diego. Me abre todinho.
Ele tirou minha camisa com urgência, baixou minha calça e me jogou na cama de bruços. Abriu minhas pernas e cuspiu no meu cu, enfiando dois dedos com força.
— Tá apertado… mas hoje eu vou te abrir direito — disse ele, mexendo os dedos rápido. — Tá gostando? Fala pra mim.
— Tô gostando… me abre mais… quero sentir seu pau grosso me destruindo — gemi, empinando a bunda.
Diego tirou os dedos, encaixou o pau grosso e enfiou de uma vez, me fazendo gritar.
— Aaaahhh! Diego… tá muito bruto… vai devagar no começo…
— Na primeira vez eu fui devagar pra você aguentar — rosnou ele, começando a meter forte. — Hoje não. Rebola pra mim. Mostra como você quer ser fodido de verdade, mostra como você quer esse pau.
Eu rebolava, gemendo alto enquanto ele socava fundo.
— Isso… aperta meu pau. Caralho, que bundona gulosa. Você adora rola grossa? Fala alto.
— Adoro… me fode mais forte… quero sentir você me abrindo todinho — respondi, empinando mais.
Ele me virou de lado, levantou minha perna e meteu ainda mais fundo, chupando meus mamilos com fome.
— Seus peitinhos tão durinhos… na primeira vez eu nem prestei atenção neles. Hoje eu vou chupar até você implorar. Tá gostando?
— Tô… chupa mais forte… me morde… ahh… me fode ao mesmo tempo… não para…
Diego chupava e mordia meus mamilos enquanto metia com força, me fazendo tremer inteiro.
— Você é um putinho sensível pra caralho… geme pra mim. Quero ouvir você virando vadia na minha cama.
— Eu sou sua vadia… me fode mais forte, Diego… me enche todinho… quero gozar com você dentro de mim…
Ele me colocou de quatro na beira da cama, segurou minha cintura e meteu com tudo, dando tapas fortes na minha bunda.
— Empina mais… isso… rebola enquanto eu te como. Você fica tão safado assim… gemendo, babando, pedindo rola. Fala o que você é.
— Eu sou seu putinho… sou uma vadia que adora ser fodida por você… me fode mais fundo… eu quero gozar com você dentro de mim…
Ele me puxou pelo cabelo, arqueando minhas costas, e meteu com selvageria.
— Isso… toma meu pau. Na primeira vez eu fui bonzinho… hoje você vai sentir o que eu realmente quero fazer com esse cu.
Ele me fodeu por quase uma hora, me virando em várias posições, sempre voltando a chupar e morder meus mamilos com fome. Eu gemia alto, o corpo todo tremendo, completamente entregue.
De repente, Diego parou, tirou o pau de dentro de mim e me puxou pelo braço.
— Vem pro banheiro. Quero te foder debaixo do chuveiro.
Ele me levou até o banheiro, abriu o chuveiro e me empurrou contra a parede molhada. A água quente caiu sobre nós enquanto ele abria minhas pernas e enfiava o pau grosso de uma vez.
— Aaaahhh! Diego… tá escorregadio… me fode assim…
— Isso… aperta meu pau debaixo da água — rosnou ele, metendo com força, o som molhado da foda misturando com o barulho do chuveiro. — Rebola pra mim, putinho. Quero sentir essa bundona trabalhando enquanto a água cai na gente.
Eu rebolava contra ele, gemendo alto, a água escorrendo pelo meu corpo enquanto ele socava fundo, segurando meus quadris com força. Ele chupava meus mamilos novamente, mordendo de leve, me fazendo arquear as costas.
— Seus peitinhos tão sensíveis… tão vermelhos… eu adoro chupar eles enquanto te fodo. Geme mais alto pra mim.
— Me fode mais forte… me enche todinho… eu adoro sentir você assim… — gemi, empinando mais a bunda.
Depois de me foder por vários minutos no chuveiro, ele desligou a água, me puxou pelo braço e me levou até a cozinha, ainda molhados.
— Aqui. Quero terminar te fodendo em cima do balcão.
Ele me colocou sentado na beira do balcão da cozinha, abriu minhas pernas e enfiou tudo de uma vez. A posição era perfeita — ele conseguia meter fundo, olhando nos meus olhos, enquanto segurava minhas coxas grossas.
— Isso… aperta meu pau. Rebola pra mim enquanto eu te como em cima da mesa. Tá gostando de ser fodido em todo canto da casa, né putinho?
— Tô… me fode mais forte… quero gozar com você dentro de mim… — implorei, rebolando contra ele.
Diego acelerou, metendo com força, o balcão rangendo a cada estocada. Ele chupava meus mamilos novamente, mordendo e lambendo enquanto socava fundo.
— Goza pra mim… goza sentindo meu pau te destruindo gostoso.
Eu gozei forte, gemendo alto, jatos grossos batendo na minha barriga. Meu cu apertou ele com força. Diego grunhiu rouco, enterrou tudo e gozou bem fundo, enchendo meu cu de porra quente enquanto mordia meu ombro.
Ficou lá dentro um tempo, pulsando, me beijando com força. Depois saiu devagar, olhando meu cu escorrendo porra.
— Você aguentou bem pra caralho… — disse ele, satisfeito, passando a mão na minha bunda. — Da próxima vez eu vou te foder em todos os cantos dessa casa.
Eu voltei pro meu apartamento com os mamilos vermelhos e sensíveis, e o cu latejando. Sabia que realmente o Diego tinha se segurado bem na primeira vez que me fodeu, eu já queria de novo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
"Do Bar pro Cuzinho: Como o Argentino Me Arrombou Depois da Bebedeira"

Codigo do conto:
265362

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
25/06/2026

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