"Contatinho do app: 20cm de Macho no Motel da Esquina"
Fazia semanas que eu estava louco de saudade do Talles, mas não queria mandar mensagem para não parecer carente. Baixei o app e, depois de muitas conversas frustradas e bloqueios, encontrei o Donisete, mas gostava de ser chamado de Dony. 42 anos, moreno claro, corpo definido, quase sem pelos e com uma pegada de macho. Ele foi bem direto: disse que tinha 20cm bem grossos e que gostava de usar um cu guloso. Marcamos rápido. Ele me pegaria perto de casa e iríamos para um motel ali do lado. Assim que entrei no carro, Dony já estava com o olhar faminto. Mal cumprimentou e foi logo falando com a voz grave: — Tira a roupa agora, Gugu. Quero você pelado aqui dentro do carro mesmo. Meu coração acelerou. Olhei para os lados, nervoso, mas obedeci. Tirei a camiseta, depois a calça e a cueca, ficando completamente nu no banco do passageiro enquanto ele dirigia. — Isso… bem peladinho pra mim — disse ele, passando a mão na minha coxa. — Agora vem pra cá. Quero sentir essa boca trabalhando. Eu me inclinei sobre ele. Dony abriu o zíper, baixou a calça e liberou aquele pau moreno, grosso, de 20cm, já duro e com a cabeça brilhando. Segurei com as duas mãos e comecei a chupar. — Isso… mama gostoso, putinho — gemeu Dony, colocando uma mão na minha nuca. — Caralho, que boca quente… vai devagar primeiro, lambe a cabeça… isso! Eu lambia a cabeça grossa, descia a língua pela veia principal e tentava engolir o máximo possível. Dony gemia rouco, apertando meu cabelo. — Porra… você mama bem pra um putinho tão novinho. Engole mais fundo… isso! Caralho, tá babando todinho na minha rola… que delícia. Chupa com vontade, vai… não para. Enquanto eu mamava, Dony dirigia com uma mão só, gemendo cada vez mais alto: — Isso, guloso… engasga um pouco no meu pau. Olha como você tá babando… que boca de putinho! Chupa as bolas também… isso, lambe tudo. Caralho, Gugu, porra … você tá me deixando louco. Mama mais fundo, vai! Quero sentir minha rola batendo no fundo da sua garganta. Eu me esforçava, babando bastante, fazendo barulho enquanto chupava. Dony tirava a mão do volante de vez em quando só para empurrar minha cabeça mais fundo. — Isso… assim mesmo! Porra, que putinho guloso, fui achar. Tá mamando como se estivesse com fome de rola grossa. Continua… não para. Tô adorando essa boca quente me chupando. Ele gemeu mais alto, apertando minha nuca: — Caralho… você mama melhor do que eu imaginava. Tá me deixando doido… engole mais, vadia! Isso! Olha como você tá melado de saliva… que safado. Depois de uns bons minutos mamando, com o carro já estacionado na garagem do motel, Dony puxou minha cabeça para cima, olhou nos meus olhos e disse rouco: — Agora chega de mamar. Quero sentir esse cu. Ele saiu do carro, abriu a porta do meu lado, me pegou pelo braço e me levou pelado para dentro do quarto. Mal fechei a porta e ele já me jogou na cama com força, de bruços. — Que cu guloso… já tá piscando pedindo rola — murmurou ele, dando um tapa forte. Ele se levantou rapidamente, segurou o pau grosso de 20cm e pressionou a cabeça contra minha entrada. — Agora você vai sentir de verdade o que um macho faz com um putinho, como você. Dony empurrou devagar, mas firme, me abrindo centímetro por centímetro. Eu gemi alto, agarrando os lençóis. — Isso… vai relaxando esse cu pra mim — rosnou ele, segurando minha cintura. — Caralho, como você é apertado… tá engolindo minha rola grossa todinha. Respira fundo, putinho… isso… toma mais. Quando enterrou tudo, ele parou, pulsando fundo dentro de mim, e se debruçou sobre minhas costas: — Sente ele todinho? 20cm de rola grossa bem no fundo do seu cu. Agora eu vou te foder do meu jeito. Dony começou a meter com estocadas longas, profundas e controladas. Não era tão agressivo quanto o Talles, mas tinha um domínio lento e intenso que me desmontava. Ele segurava meus pulsos contra a cama, me mantendo preso enquanto metia. — Isso... Eu gosto de sentir cada apertadinha desse cu — sussurrou rouco no meu ouvido. — Você tá amando, né? Tá amando ser dominado por um macho. Ele me virou de lado, levantou minha perna e meteu ainda mais fundo, olhando nos meus olhos enquanto controlava o ritmo. — Olha pra mim... Isso… geme baixinho pra mim primeiro. Isso, putinho… você tá apertando meu pau todo. Esse cu tá viciado em rola grossa? Depois ele me colocou de bruços completamente (prone bone), deitando o corpo inteiro sobre o meu, me prendendo contra o colchão enquanto metia fundo e lento. — Fica quietinho… deixa o macho te foder assim — murmurou, mordendo minha nuca. — Tá sentindo como eu te domino? Esse cuzinho quente tá me apertando tão gostoso… você tá amando ser usado assim, bem dominado. Eu gemia contra o travesseiro, completamente entregue. Dony me virou de frente, colocou minhas pernas sobre os ombros dele e meteu olhando nos meus olhos, com estocadas profundas e ritmadas. — Isso… abre bem as pernas pra mim. Quero ver sua cara de putinho enquanto eu te fodo. cada vez mais lento, mais fundo… te fazendo sentir cada centímetro. Fala pra mim. — Tô amando… porra, Dony… você me fode tão gostoso… mais forte... Ele sorriu satisfeito e acelerou, segurando minhas coxas abertas enquanto socava como eu tinha pedido. — Isso que eu queria ouvir. Esse cu é meu agora. Toda vez que eu quiser, vou te chamar pra vir levar rola grossa. Você vai vir correndo, né guloso? Ele me virou novamente, me colocou de quatro na beira da cama, segurou meus ombros para trás e meteu com força, batendo fundo. — Rebola pra trás, putinho. Isso… empina esse cu e toma meu pau. Caralho, que bundinha perfeita… tá me apertando tanto. Dony me fodeu por quase duas horas, alternando o ritmo entre lento e profundo e estocadas mais brutas, sempre mantendo o controle. Gozou duas vezes dentro de mim: a primeira gemendo alto enquanto me segurava firme, a segunda me olhando nos olhos enquanto eu tremia. No final, com meu cu arrombado e escorrendo porra, ele me puxou para o peito dele e passou a mão nas minhas costas. — Você aguenta bem, Gugu… gostei pra caralho desse seu cu. Da próxima vez vou te foder mais. Eu tava me tornando um ninfomaníaco, cada vez mais queria algo novo e diferente, e cada rola grossa que estava encontrando.... Não queria parar, não tem como parar!
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