"Minha Primeira DP: Arrombado por Dois Paus no Dark Room"



Foi em 2019, em São Paulo. Eu já estava bem mais solto sexualmente, mas ainda tinha algumas primeiras vezes pela frente.
Conheci os dois num barzinho escuro e movimentado no centro numa sexta-feira, depois de uma semana insana. Eles eram amigos, uns 35~38 anos. Um se chamava Ricardo (alto, moreno, barba bem feita) e o outro, Tiago (mais forte, pele clara, sorriso safado). A gente conversou, bebeu, flertou bastante. O clima foi esquentando rápido. Eles eram bem diretos.
— Você topa uma coisa mais intensa? — Ricardo perguntou no meu ouvido, a mão já apertando minha coxa por baixo da mesa.
— Depende… o que vocês têm em mente? — respondi, sentindo o corpo já reagindo.
Tiago sorriu e completou:
— Tem uma cabine nos fundos com dark room. Quer ir com a gente?
Aceitei.
Eles me levaram para o fundo do bar. Entramos numa cabine pequena, escura, com luz vermelha bem fraca. No meio tinha uma caixa de madeira larga, tipo um banco firme. Assim que fecharam a porta, os dois me prensaram contra a parede. Trocamos um beijo triplo.
— Tira tudo — mandou Ricardo, já tirando minha camisa.
Fiquei completamente pelado em menos de um minuto. Eles me olhavam com fome, passando as mãos no meu corpo.
— Porra… que bundona — disse Tiago, apertando minha bunda com força. — Hoje você vai sentir os dois ao mesmo tempo.
Ricardo ficou na minha frente, segurando meu queixo, enquanto Tiago se posicionava atrás. Os dois já estavam com os paus pra fora, duros.
Ricardo enfiou o pau na minha boca primeiro.
— Chupa gostoso… isso… prepara a gente pra te foder.
Enquanto eu mamava Ricardo, Tiago cuspiu no meu cu e enfiou dois dedos, abrindo devagar.
— Tá apertado… mas vai aguentar — murmurou ele.
Depois de um tempo, Tiago tirou os dedos e encostou o pau na entrada e ficou sarrando. Me colocaram sentado no colo do Tiago, que já estava com o pau grosso pra cima na caixa de madeira
Quando Tiago me guiou para sentar no pau dele, eu já estava tremendo de expectativa.
— Senta devagar, Gugu… isso… vai descendo — disse ele, segurando minha cintura.
Eu fui descendo e senti a cabeça grossa forçando minha entrada.
— Aaaahhh… caralhooo… é muito grosso… me abrindo todinho… — gemi alto, mordendo o lábio inferior.
— Porra… que cu apertado e quente — Tiago gemeu, segurando minha bunda. — Tá gostando de sentar no meu pau?
Quando sentei completamente, o pau dele estava enterrado fundo. Eu comecei a rebolar devagar, gemendo sem controle.
— Hummm… tá tão fundo… me enche tanto… — gemi, rebolando no colo dele
Ricardo se aproximou por trás, passando as mãos nas minhas costas.
— Agora vai sentir os dois — murmurou ele, posicionando o pau ao lado do do Tiago.
Senti a cabeça dele pressionando minha entrada já ocupada.
— Espera… aaahhh… tá muito apertado… vai devagar, por favor… — implorei, já ofegante.
Ricardo começou a forçar junto. A pressão aumentou absurdamente.
— AAAAAHHH!! Caralhooo… tá me rasgando… os dois ao mesmo tempo… aaaahhh… tá muito grosso… — gritei, o corpo inteiro tremendo forte.
— Isso… respira… deixa a gente te encher todinho — Tiago falou, segurando minhas coxas abertas.
— Nããão… aaaahhh… tá me abrindo demais… tô sentindo os dois me esticando… hummmm… caralhooo… — gemi alto, quase chorando de prazer e ardor.
Quando os dois paus começaram a forçar minha entrada ao mesmo tempo, meu corpo inteiro reagiu de uma forma que eu nunca tinha sentido.
Primeiro veio a pressão. Uma pressão absurda, quente e implacável. Meu cu se esticou ao limite, ardendo como se estivesse sendo aberto por algo muito maior que o possível. Senti a pele queimando, os músculos do anel se contraindo desesperadamente contra a invasão dupla.
— Aaaahhh… caralho… tá muito apertado… — gemi, apertando a borda da caixa de madeira com força, os dedos ficando brancos.
Ricardo, que estava atrás, segurou minha cintura com firmeza e empurrou devagar.
— Relaxa o cuzinho… isso putinho!
A sensação era avassaladora. Eu sentia cada centímetro dos dois paus me abrindo, me rasgando de prazer e dor ao mesmo tempo. O pau do Tiago já estava dentro, quente e grosso, pulsando. Quando Ricardo começou a forçar ao lado dele, eu senti meu interior sendo completamente preenchido, esticado ao máximo. Era como se meu cu estivesse virando do avesso.
Uma queimação intensa se espalhou, misturada com uma pressão profunda que chegava até a minha barriga. Meu corpo tremia inteiro. As coxas tremulavam, o estômago contraía, e uma onda de calor subia pela minha coluna.
— Porra… tá me abrindo demais… eu tô sentindo os dois… tão grosso… tão fundo… — gemi, quase sem voz.
Quando os dois começaram a se mover juntos, devagar no começo, a sensação mudou. A ardência foi dando lugar a um prazer bruto, profundo, quase insuportável. Cada estocada fazia minha próstata ser massacrada ao mesmo tempo pelos dois paus. Era como se ondas elétricas de prazer explodissem dentro de mim.
Meu cu latejava, pulsava em torno dos dois paus, apertando eles involuntariamente. Eu sentia a fricção quente, a pele deles deslizando uma contra a outra dentro de mim, o calor da porra pré-gozo lubrificando tudo. Meu interior estava completamente tomado, cheio, dilatado de um jeito que eu nunca imaginei ser possível.
— Tá sentindo os dois te fodendo ao mesmo tempo? — Tiago perguntou rouco, metendo mais fundo.
— Tô… ahhh… tô sentindo tudo… tá me enchendo demais… tá roçando tão fundo… — respondi, gemendo alto, saliva escorrendo do canto da boca.
A cada movimento, eu sentia minhas paredes internas sendo esfregadas, pressionadas, esticadas. Meu cu ardia, mas o prazer era tão intenso que eu empinava mais, pedindo mais. O suor escorria pelas minhas costas, minhas pernas tremiam sem parar, e meu pau babava sem ninguém tocar.
Quando eles aceleraram, a sensação ficou quase insana. Era como se eu estivesse sendo destruído e reconstruído ao mesmo tempo. Uma mistura de dor gostosa, prazer profundo e uma sensação de submissão total.
— Aaaahh… tá roçando tão fundo… tá me destruindo… não para… me fode mais forte — gemi alto, o corpo tremendo sem controle.
— Que putinho guloso… tá aguentando os dois bem fundo — Tiago rosnou, apertando minha bunda.
Eu estava perdido de prazer. Meu cu ardia, latejava, mas cada estocada dupla mandava ondas de prazer que subiam até minha cabeça. Meu pau babava sem parar.
— Tô quase gozando… me fode assim… quero gozar com vocês dois dentro de mim… — pedi, a voz rouca.
Quando Ricardo gozou primeiro, eu senti os jatos quentes e grossos explodindo bem fundo dentro de mim. Logo depois Tiago gozou também, misturando a porra dos dois. Meu cu, já completamente aberto, latejava em torno dos paus, sentindo cada pulsação, cada jato quente enchendo meu interior.
Quando eles saíram devagar, senti um vazio imediato e chocante. Meu cu ficou piscando, aberto, escorrendo uma mistura grossa de porra que descia pelas minhas coxas. A ardência voltou forte, mas junto veio uma satisfação profunda, quase viciante.
Fiquei deitado na caixa de madeira, ofegante, o corpo tremendo, o cu latejando e vazando.
Aquela foi a primeira vez que eu realmente entendi o que era ser completamente tomado.
— Você aguentou muito bem pra uma primeira vez — disse Ricardo, passando a mão na minha bunda. — Quer repetir algum dia?
Eu só consegui sorrir, ainda zonzo de prazer.
— Quero…

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Ficha do conto

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Nome do conto:
"Minha Primeira DP: Arrombado por Dois Paus no Dark Room"

Codigo do conto:
265443

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
26/06/2026

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