"Viadinho na Casa do Professor: Fodido a Noite Toda"

Marcelo me convidou para uma festa numa chácara com alguns amigos. Aceitei na hora pois já estava com saudades daquele peludo gostoso. Quando chegamos, o lugar estava bonito apesar de simples era sofisticado: luzes suaves, piscina iluminada, música baixa e gente conversando em pequenos grupos.
Marcelo me apresentou como “um amigo da universidade”, já que descobri que ele era professor da rede estadual e também de uma universidade, mas assim que ficamos um pouco mais afastados, ele se aproximou por trás e falou baixinho no meu ouvido:
— Você tá uma delícia hoje, viadinho. Essa calça tá marcando essa bunda gostosa pra caralho. Tá difícil me controlar aqui na frente de todo mundo, o bichão já tá nervoso desde a hora que você entrou no carro.
Eu sorri, tentando disfarçar o arrepio que subiu pela minha espinha.
— Você disse que ia ser tranquilo… tá me olhando como se quisesse me comer aqui mesmo.
Marcelo riu baixo, passando a mão discretamente na minha cintura.
— E não quero? Se dependesse de mim, eu te levaria agora praquele banheiro ali e te fodia rapidinho. Mas vou me comportar… por enquanto.
Ele pegou duas bebidas e me entregou uma. Ficamos perto da piscina, conversando. Ele se inclinou um pouco e murmurou:
— Sabe o que eu tô pensando agora? Em te colocar de quatro na minha cama mais tarde. Quero ver você gemendo baixinho enquanto eu te como devagar.
Eu corei e olhei em volta, nervoso.
— Marcelo… aqui tem gente. Se alguém ouvir…
— Ninguém vai ouvir — respondeu ele, sorrindo safado. — Mas se você continuar me olhando assim, com essa cara de putinho curioso, eu vou acabar perdendo a paciência e te levando embora mais cedo.
Em determinado momento, ele me puxou para um canto mais escuro do jardim e me prensou levemente contra uma árvore.
— Tá me querendo já, né viadinho? — perguntou, a voz rouca. — Eu sinto seu corpo quente só de encostar em você. Imagina quando eu te tiver sozinho na minha casa...
— Você é muito safado… — respondi, rindo nervoso, mas claramente excitado.
— Safado? Eu tô me controlando pra não te comer aqui mesmo. Você não faz ideia do quanto eu tô louco pra sentir esse cu apertando minha rola de novo.
Ficamos mais um tempo na festa, mas a tensão sexual entre nós só aumentava. Por volta das duas da manhã, ele segurou minha mão e disse:
— Vamos embora. Quero te mostrar minha casa. Lá ninguém vai nos atrapalhar.
Aceitei. No caminho, ele dirigia com uma mão na minha coxa, apertando de leve.
Quando chegamos ao condomínio que ficava em Americana mesmo, O condomínio era luxuoso, com casas grandes, jardins bem cuidados e segurança 24h. A casa dele era moderna, com piscina particular, sala ampla e uma vista linda da área verde.
— Nem acredito que tô entrando numa casa dessas… — murmurei, impressionado
 Assim que entramos, Marcelo trancou a porta e me prensou contra ela.
— Agora você é todo meu, viadinho gostoso… Finalmente vou entrar de novo neste cuzinho, seu gostoso — murmurou contra minha boca, abrindo minha camisa. — Quero te foder na minha cama a noite toda.
Ele me levou para o quarto principal, um ambiente amplo e elegante com uma cama king size. Me despiu devagar, beijando cada parte do meu corpo que ficava exposta.Tirou a própria roupa, revelando o corpo maduro, peludo no peito e na barriga, ainda firme para os 56 anos que tanto tinha me deixado louco na primeira vez. Quando me deitou na cama, subiu por cima de mim, o corpo peludo e quente roçando no meu.
Marcelo atacou meus peitinhos com a boca, sugando forte um mamilo enquanto apertava o outro com os dedos. Um choque quente subiu pela minha espinha, fazendo meus bicos endurecerem imediatamente. Cada chupada enviava ondas de prazer direto pro meu pau, que pulsava e babava na minha barriga. Meu corpo inteiro arrepiou, as coxas tremendo levemente.
— Olha como você reage pra mim, viadinho — gemeu ele, alternando a boca entre os dois bicos. — Esses peitinhos já conhecem minha língua. Você treme todinho quando eu chupo eles, bebê safado.
Ele abriu minhas pernas e enfiou a rola grossa e cabeçuda devagar. Senti a cabeça larga me esticando, uma pressão quente e deliciosa que fez meu cu pulsar ao redor dele. Cada centímetro que entrava mandava ondas profundas de prazer pela minha barriga, fazendo meus músculos internos contraírem involuntariamente.
— Isso… sente como eu te encho, meu putinho guloso — sussurrou ele, metendo devagar, mas fundo. — Caralho, esse cu continua apertado e quente. Você aperta minha rola como se não quisesse soltar. Rebola pra mim, viadinho… empina essa bunda grande pra mim. Isso!
Marcelo começou a meter com estocadas longas e ritmadas, o corpo peludo colado no meu. Cada estocada acertava minha próstata, enviando choques de prazer.
— Porra, Gugu… você é tão gostoso — gemeu ele, segurando minhas coxas e acelerando. — Eu adoro te foder assim, devagar e fundo. Sente como minha rola já conhece esse cuzinho? Oh cu guloso foi feito pra mim, viadinho.
Ele me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e meteu ainda mais fundo, chupando meus peitinhos com fome.
— Geme pra mim, bebe safado. Quero ouvir você gemendo enquanto eu te arrombo. Você fica todo arrepiado, todo molhado de tesão… olha como seu pau tá babando.
Cada estocada fazia meu corpo convulsionar de prazer. Meu cu latejava sensível, apertando a rola dele ritmicamente. Os mamilos inchados e sensíveis latejavam a cada chupada, mandando faíscas de prazer direto pro meu pau.
— Isso… aperta bem forte — rosnou ele, metendo mais rápido. — Você é meu putinho guloso agora. Quero te foder aqui nessa cama sempre que eu quiser. Só você e eu, viadinho. Sem ninguém pra atrapalhar. Depois ele me colocou de costas, levantou minhas pernas e meteu com força
Eu não gozei nenhuma vez durante a noite. Marcelo me controlava, apertando a base do meu pau toda vez que eu chegava perto.
— Ainda não, viadinho — dizia ele, sorrindo. — Quero você bem sensível pra mim amanhã de manhã, pois eu acordo duro e quero gozar contigo.
Só quando o sol já entrava pelas janelas do quarto, Marcelo me acordou chupando meus peitinhos com vontade. Eu gemi, ainda sonolento, o corpo todo sensível das fodas da noite anterior.
— Acorda, bebe safado — murmurou ele, já posicionando a rola grossa na minha entrada. — Quero te ver gozando agora.
Ele levantou minhas pernas, encaixou a rola ainda dura e meteu com força, chupando meus peitinhos sem parar.
— Isso… geme pra mim, viadinho guloso — sussurrou ele, mordiscando um bico. — Goza sentindo minha rola bem fundo no seu cu. Quero sentir esse cu apertando enquanto você goza pra mim.
O prazer foi avassalador. Meu corpo, já extremamente sensível da noite inteira, não aguentou. Gozei gemendo alto, tremendo violentamente, jorrando forte no meu próprio peito e na barriga. Meu cu pulsava com força ao redor da rola dele, apertando ritmicamente. Marcelo gemeu rouco e gozou logo depois, enchendo meu cu mais uma vez de porra quente enquanto me beijava com paixão.
Ficamos um tempo abraçados, suados e ofegantes. Depois ele me puxou para o banheiro.
— Vem, viadinho. Vamos tomar banho juntos.
A banheira dele era enorme, de hidromassagem. Ele encheu com água quente, me puxou para dentro e me sentou no colo dele. Ficamos um bom tempo nos beijando devagar, a água quente relaxando meus músculos doloridos. Ele passava as mãos grandes pelas minhas coxas, apertando minha bunda com carinho.
— Você foi perfeito a noite toda — murmurou ele, beijando meu pescoço. — Adoro como você geme quando eu te fodo. Quero repetir isso muitas vezes.
Depois do banho, ele preparou um café da manhã gostoso na cozinha: pão fresco, ovos, suco e café. Comemos sentados na ilha da cozinha, eu só de short dele, o corpo ainda marcado.
Antes de me levar para casa, ele me deu um beijo longo na porta do carro e disse:
— Quero te ver de novo na próxima semana, viadinho. Pode ser na quarta ou quinta? Quero você aqui de novo, só pra mim. Vou te foder com mais calma ainda.
Eu sorri, o cu ainda latejando, e respondi:
— Pode deixar… eu venho.
Saí da casa dele com o corpo exausto, o cu sensível, marcas de chupões no peito e um sorriso satisfeito no rosto.
O que começou como uma simples… virou uma noite inteira sendo bem usado por Marcelo.
E eu já estava ansioso pela próxima vez.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
"Viadinho na Casa do Professor: Fodido a Noite Toda"

Codigo do conto:
263453

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
01/06/2026

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