"Do Soda Bar pro Cuzinho Arrombado: O Urso que Me Fodeu Até o Amanhecer"



Era uma noite de sábado quando saí do Soda Bar um pouco alto, o corpo quente de cerveja e tesão. Chamei um Uber e, quando o carro parou, vi ele: Yurium, 42 anos, moreno, peludo, com uma barriguinha gostosa que aparecia por baixo da camisa. O nome dele, me contou depois, vinha da origem árabe dos pais — uma mistura de cultura que ele carregava mesmo tendo nascido e crescido no Brasil.
Ele sorriu quando entrei.
— E aí, tudo bem? — perguntou com a voz grave e aquele sotaque leve que misturava Brasil com herança árabe.
— Tudo… só um pouco bêbado — respondi, rindo.
Durante a corrida, a conversa fluiu fácil. Ele era engraçado, direto e tinha um jeito caloroso. Quando chegamos perto da minha casa, ele parou o carro e virou pra mim:
— Tá afim de continuar a noite? Minha casa fica aqui perto… posso te fazer passar uma noite bem gostosa.
Eu olhei pra barriga dele, pro peito peludo aparecendo no decote da camisa e respondi:
— Quero. Me leva, vamos nos divertir um pouco mais.
Chegamos no apartamento dele. Mal a porta fechou, Yurium me prensou contra a parede e me beijou com fome, as mãos grandes apertando minha bunda por cima da roupa.
— Você tá cheirando a bar e tesão… — murmurou ele contra minha boca. — Vem pro quarto. Quero te despir devagar.
Yurium me levou pela mão até o quarto, acendeu uma luz amarelada suave e me colocou de pé em frente à cama. Com calma e desejo no olhar, começou a tirar cada peça da minha roupa.
Primeiro a camisa. Ele deslizou as mãos pelo meu peito, apertando de leve meus mamilos, fazendo um arrepio subir pela minha espinha.
— Olha esses peitinhos… já tão durinhos pra mim — disse ele, sorrindo. — Tá gostando de ser despido assim?
— Tô… continua, Yurium… tira tudo — respondi, a voz já rouca.
Ele abriu meu cinto, baixou o short e a cueca de uma vez. Meu pau pulou pra fora, duro, latejando e babando pré-gozo. Yurium passou a mão por ele, apertando de leve, fazendo meu corpo dar um pequeno espasmo.
Fiquei completamente pelado. Ele deu um passo pra trás e começou a tirar a própria roupa. Quando tirou a camisa, revelou o peito largo e peludo, com pelos escuros descendo até a barriguinha macia e gostosa. Depois baixou a calça, liberando o pau grosso, pesado, com a cabeça rosada brilhando.
Eu não conseguia parar de olhar. Aquele exemplar de macho peludo me deixava hipnotizado.
Yurium se deitou na cama e me puxou.
— Deita de lado aqui… quero sentir essa boquinha mamando meu pau — mandou ele.
Eu me posicionei de lado, com o rosto perto da virilha dele. O cheiro dele — suor limpo, pele quente e macho — me invadiu. Segurei o pau grosso com a mão e lambi a cabeça primeiro. O gosto era salgado, forte, viciante.
— Hummm… isso… coloca na boca — gemeu ele baixinho.
Eu abri a boca e desci, sentindo a cabeça grossa esticando meus lábios, enchendo minha boca. O pau dele pulsava quente contra minha língua, as veias marcadas roçando no céu da boca.
— Aaaahhh… caralho… que boquinha quente e molhada… — gemeu Yurium, a voz rouca, a mão no meu cabelo. — Vai mais fundo… engole mais.
Quanto mais eu descia, mais ele gemia. Senti o pau dele tocar minha garganta, me fazendo engasgar levemente, saliva escorrendo pelo canto da boca.
— Isso… engole… porra, Gugu… tá me chupando tão gostoso… aaaahhh… continua… mama mais fundo — gemeu ele mais alto, o quadril mexendo devagar, fodendo minha boca com calma.
Cada vez que eu descia mais, sentia a cabeça grossa pressionando minha garganta, o gosto forte dele inundando minha boca, a saliva misturada escorrendo pelo pau e pelas bolas dele. Meu próprio pau latejava, babando no lençol.
— Hummmm… caralho… você vai me fazer gozar só na boca se continuar assim… que putinho guloso… aaaahhh… chupa mais… isso… — grunhiu ele, apertando meu cabelo, a barriga peluda subindo e descendo com a respiração pesada.
Eu mamava com fome, babando tudo, olhando pra cima enquanto ele gemia cada vez mais alto enquanto eu mamava com fome, babando todo o pau grosso dele. A cabeça inchada pressionava minha garganta, o gosto forte e salgado me deixando ainda mais excitado.
— Porra… você mama tão bem… aaaahhh… engole mais fundo… isso… que boquinha gulosa — grunhiu ele, segurando meu cabelo com mais força, o quadril mexendo devagar.
Depois de um tempo ele me puxou para cima, me beijou com desejo e me deitou de bruços na cama.
— Agora eu quero esse cu — disse ele, abrindo minhas pernas. Cuspiu no meu buraco e enfiou dois dedos grossos, mexendo devagar. — Tá molhado pra caralho… tá ansioso pra levar rola, né?
— Tô… me fode, Yurium… quero sentir esse pau grosso me abrindo — respondi, empinando a bunda.
Ele encaixou o pau e foi entrando devagar, me esticando centímetro por centímetro. A sensação era intensa: ardor gostoso misturado com prazer profundo.
— Aaaahhh… caralho… tá tão grosso… vai devagar… me abre todinho — gemi, apertando o lençol.
Quando enterrou tudo, a barriga peluda dele pressionou minha bunda. Ele ficou parado, pulsando dentro de mim.
— Sente ele bem fundo… tá gostando da bombada? — perguntou rouco.
— Tô… me enche todinho… sua barriga, seu gostoso… me fode — respondi, rebolando contra ele.
Ele começou a meter com força. Cada estocada fazia meu cu arder e minha próstata ser acertada em cheio, mandando ondas de prazer pelo meu corpo inteiro.
— Isso… aperta meu pau… que cu guloso… tá sentindo cada bombada bem fundo? — rosnou ele, acelerando.
— Tô sentindo… aaaahhh… me fode mais forte… quero levar rola a noite toda… — gemi alto, rebolando desesperado.
Ele me virou de lado, levantou minha perna e meteu ainda mais fundo, chupando meus mamilos enquanto socava.
— De lado você aperta mais… tá gostando assim, putinho?
— Tô… aaaahhh… me fode assim… chupa meu peito enquanto me arromba… não para — implorei, tremendo.
A noite foi longa e intensa. Ele me fodeu em várias posições: me sentou no colo dele, me fez rebolar enquanto chupava meus peitinhos, me colocou de frango assado para me beijar enquanto metia fundo, e ainda me fodeu de quatro, segurando minha cintura e dando tapas na bunda.
Em todas as posições ele era safado e falador:
— Rebola pra mim… isso… aperta meu pau com esse cu guloso. Tá sentindo minha barriga ?
— Tô… me esmaga mais… me fode forte… quero gozar de novo — gemi, rebolando com vontade.
Eu gozei várias vezes durante a noite: uma sentado no pau dele, outra com ele chupando meus mamilos e enfiando os dedos no meu cu, outra ainda com ele metendo forte de quatro.
Perto das 5h da manhã, exaustos e suados, ele me deitou de lado, entrou por trás e ficou dentro de mim.
— Vamos dormir assim… engatado em você — murmurou ele, beijando minha nuca, a barriga peluda quente nas minhas costas. — Quero acordar já fodendo esse cu.
Dormi sentindo o pau dele pulsando dentro de mim, completamente cheio e satisfeito.
Acordei por volta das 9h da manhã com uma sensação deliciosa: Yurium já estava se mexendo devagar dentro de mim, de lado, o pau grosso entrando e saindo com calma. A barriga peluda dele pressionava minhas costas, o braço forte me abraçando por trás.
— Bom dia, putinho… — murmurou ele no meu ouvido, a voz rouca de sono e tesão, mordendo minha orelha. — Acordei com o pau duro dentro de você… não resisti.
Eu gemi baixinho, ainda sonolento, empinando a bunda contra ele.
— Hummm… continua… me fode de manhãzinha… — respondi, a voz manhosa. — Tá tão gostoso acordar com você dentro de mim.
Yurium acelerou um pouco o ritmo, metendo mais fundo, a mão descendo para apertar meu mamilo.
— Seu cu tá quente e molhado da porra de ontem… tá apertando meu pau gostoso — gemeu ele. — Tá sentindo cada bombada bem fundo?
— Tô… aaaahhh… me fode mais forte… quero sentir você me arrombando logo de manhã — gemi, rebolando contra ele.
Ele levantou minha perna de cima, abrindo-me mais, e meteu com mais força, a barriga peluda batendo ritmadamente contra minha bunda.
— Assim? Tá gostando de levar rola de conchinha? — perguntou ele, chupando minha nuca.
— Tô… aaaahhh… me fode assim… não para — respondi, gemendo mais alto.
Yurium acelerou, metendo com vontade, uma mão no meu peito apertando o mamilo, a outra segurando minha coxa.
— Rebola pra mim… isso… aperta meu pau com esse cu guloso. Tá sentindo como eu te encho todinho de manhã?
— Tô sentindo… me fode mais forte… quero gozar logo de manhã com você dentro — implorei, rebolando desesperado.
Ele me virou um pouco mais, quase de bruços, e meteu fundo, chupando meu mamilo enquanto socava.
— Goza pra mim, putinho… goza sentindo meu pau te destruindo de conchinha — ordenou ele, acelerando.
Eu gozei forte, gemendo alto, o corpo convulsionando, o cu apertando o pau dele com força.
— Aaaahhh!! Tô gozandooo… caralhooo… me enche… — gritei.
Depois de gozar pela última vez, Yurium ficou um tempo dentro de mim, pulsando devagar, a barriga peluda e macia pressionada contra minhas costas. Ele beijava minha nuca, mordiscando de leve.
— Porra, Gugu… seu cu não para de apertar meu pau — murmurou ele, mexendo o quadril bem devagar. — Tá querendo mais, né putinho?
— Tô… não para… me fode mais um pouco — respondi, empinando a bunda contra ele. — Meu cuzinho tá viciado nessa sua barriga peluda… quero sentir você me arrombando mais.
Ele me fodeu mais um pouco, com estocadas fortes e profundas, até que olhou o relógio e suspirou.
— Caralho… eu tenho que voltar a rodar. Senão vou perder o dia todo — disse ele, saindo devagar de dentro de mim.
Senti o vazio imediato e o ardor gostoso. A porra dele escorreu quente pelas minhas coxas.
Yurium me ajudou a me vestir, me deu um beijo demorado na porta e me levou de carro até minha casa. Durante o trajeto, a mão dele não saía da minha coxa, apertando de leve.
Quando paramos em frente ao meu prédio, ele segurou meu rosto e me beijou novamente.
— Foi uma das melhores noites que eu já tive — disse ele, sorrindo. — Seu cu é viciante pra caralho.
— O seu pau e essa barriga peluda também… — respondi, ainda sentindo tudo latejar. — Me chama quando quiser repetir.
Assim que Yurium me deixou em casa, entrei no apartamento ainda sentindo as consequências da noite inteira. Meu cu latejava, aberto, quente e escorrendo a porra dele a cada passo. Mal sentei no sofá, peguei o celular e comecei a digitar, o corpo ainda tremendo de tesão.
Eu:
“Cheguei agora… meu cu tá latejando demais. Ainda sinto você bem fundo, arrombado e cheio da sua porra grossa. Essa sua barriga peluda me deixou viciado. Quando você terminar de rodar, me avisa. Quero sentir você me esmagando de novo.”
A resposta demorou uns 10 minutos, mas veio carregada:
Yurium:
“Kkkkk porra, Gugu… tô aqui no carro com o pau meia-bomba só de lembrar dessa sua bundona arrombada. Tô sentindo seu cheiro ainda na minha camisa. Assim que eu terminar o expediente (por volta das 20h) eu te chamo. Prepara esse cuzinho pra mim, quero te foder de novo até você não aguentar mais. Quero sentir essa bundona apertando meu pau enquanto eu te esmago com minha barriga.”
Eu sorri, já ficando duro de novo, e respondi imediatamente:
Eu:
“Mal posso esperar… meu cu tá piscando só de ler isso. Quero sentir você me abrindo de novo, bem devagar no começo, depois metendo forte. Tô louco pra mamar essa rola grossa e depois sentar nela até você gozar dentro de mim de novo. Vem logo, peludo gostoso.”
Yurium:
“Caralho… você é safado pra porra. Tô aqui no Uber com passageiro e já tô duro. Se eu não tivesse que trabalhar, já tava indo te arrombar agora. Guarda essa bundona pra mim. Hoje à noite eu quero te foder até amanhecer de novo.”
Fiquei ali no sofá, sorrindo, o cu ainda latejando e escorrendo um pouco da porra dele. Mesmo exausto, eu já estava ansioso pela mensagem que ele mandaria mais tarde.
A noite tinha sido longa.
A manhã tinha sido insana.
E eu mal podia esperar para sentir aquele peludo gostoso em cima de mim de novo.

Por volta das 19h30, Yurium chegou no meu apartamento. Assim que abri a porta, ele me empurrou e fechou a porta me beijou com urgência quase selvagem, as mãos apertando minha bunda com força.
— Eu passei o dia todo com o pau latejando pensando em você — rosnou ele contra minha boca. — Sete horas imaginando te arrombar de novo. Tira a roupa agora, vai meu putinho guloso.
Eu tirei tudo rapidamente. Yurium também se despiu, o pau grosso já duro e babando. Ele me jogou na cama e subiu por cima.
— Senta no meu pau primeiro. Quero te ver cavalgando gostoso — mandou ele, segurando o pau pela base.
Eu subi em cima dele, posicionei a cabeça grossa no meu cu e desci devagar.
— Aaaahhh… Yurium… tá me abrindo tanto… tão grosso… — gemi alto, sentindo ele me encher centímetro por centímetro.
— Isso… senta tudo… rebola pra mim — grunhiu ele, segurando minha cintura. — Tá sentindo como eu te encho todinho de novo?
— Tô… tá me enchendo tanto… quero cavalgar forte pra você — respondi, começando a rebolar com vontade.
Eu cavalgava cada vez mais rápido, subindo e descendo, rebolando no pau grosso dele. Yurium gemia rouco, apertando minha bunda.
— Isso… cavalga mais rápido… você fica tão safado sentando no meu pau… aperta ele — gemeu ele, chupando meus mamilos com força.
— Tô apertando… me fode por baixo… quero sentir você batendo bem fundo — gemi alto, acelerando.
Depois ele me virou de quatro na beirada da cama e meteu com força.
— De quatro agora… empina essa bundona pra mim — rosnou ele, segurando minha cintura. — Quero te foder bem fundo.
— Me fode assim… bate fundo… quero sentir você me arrombando — gemi alto, empinando a bunda.
Ele metia com ritmo forte, a barriga peluda batendo contra mim.
Em seguida, ele me colocou de lado, levantou minha perna e entrou novamente.
— De lado… quero sentir você apertando meu pau assim — murmurou ele, chupando meu mamilo com fome.
— Tô apertando… me fode de lado… me arromba… quero gozar assim — gemi, rebolando contra ele.
Depois ele me levantou, me colocou de pé encostado na parede (posição da árvore), levantou uma das minhas pernas e meteu em pé.
— De pé agora… quero te foder segurando você — disse ele, metendo com desejo. — Tá sentindo como eu te suspendo e te encho?
— Tô… me fode de pé… me segura firme… quero sentir você me levantando enquanto me arromba — respondi, gemendo descontrolado.
Por fim, ele me deitou de lado novamente (posição do filhote), entrou por trás e me abraçou forte, metendo devagar e profundo.
— Assim… bem juntinho… quero gozar te abraçando — murmurou ele, beijando minha nuca.
— Me fode assim… me enche… quero gozar com você me abraçando — gemi, rebolando contra ele.
Nós gozamos quase juntos, gemendo alto, o corpo tremendo. Yurium ficou dentro de mim, pulsando, me abraçando forte.
Eram quase 5h da manhã quando finalmente paramos. Estávamos exaustos, suados e satisfeitos. Ele me puxou para os braços dele, ainda engatado em mim.
— Vamos dormir assim… — sussurrou ele, beijando minha nuca. — Tô acabado… mas não quero sair de dentro de você.
Dormimos profundamente, completamente exaustos e colados um no outro.
Acordei por volta das 7h10 com Yurium já estava se mexendo, de lado.
— Bom dia, meu putinho… — murmurou ele, metendo com vontade. — Acordei com o pau duro… não resisti, tive que entrar em você!
— Hummm… me fode rápido… tenho que sair às 8h pro trabalho — gemi, empinando a bunda contra ele.
— Então vou te foder bem rápido e gostoso — rosnou ele, acelerando as estocadas. — Tá sentindo meu pau batendo fundo?
— Tô… aaaahhh… me fode mais forte… quero gozar logo — respondi, rebolando desesperado.
Ele meteu com força de lado, apertando meu mamilo.
— Rebola pra mim… isso… aperta meu pau. Tá gostando de acordar sendo arrombado?
— Tô… me fode assim… quero gozar antes de sair — gemi alto.
— Tá sentindo como eu te arrombo rápido? - disse ele
— Tô… me fode forte… bate fundo… quero levar rola antes de trabalhar — gemi, empinando a bunda.
Ele me virou de lado novamente, levantou minha perna e meteu fundo.
— De lado… aperta meu pau… tá gostando?
— Tô… me fode mais… quero gozar de lado — implorei.
Ele acelerou, metendo com força.
— Goza pra mim… goza sentindo meu pau te enchendo — ordenou ele.
— Aaaahhh!! Tô gozandooo… caraiooo… — gritei, gozando forte.
Yurium grunhiu rouco e gozou logo depois, enchendo meu cu de porra quente.
Eram quase 7h50. Eu me levantei correndo, o corpo sensível, o cu latejando e escorrendo porra.
Yurium me ajudou a me vestir rápido, sorrindo safado.
— Vai trabalhar cheio da minha porra… — disse ele, apertando minha bunda. — Tá sentindo escorrendo?
— Tô… me leva pro trabalho?
Ele me deixou perto do trabalho. Antes de descer, ele me deu um beijo rápido e apertou minha bunda.
— Qualquer hora que quiser repetir, me chama — disse ele.
Eu desci com as pernas bambas, sentindo a porra dele escorrendo enquanto caminhava para a reunião. Durante a reunião, eu mal conseguia me concentrar — sentia a porra quente dele vazando devagar, marcando minha cueca, lembrando de tudo que Yurium tinha feito comigo durante a noite e a manhã inteira.
Sorri sozinho, disfarçando o calor que subia pelo meu corpo.
A noite tinha sido longa.
A manhã tinha sido insana.
E eu já sabia que ia querer mais daquele urso peludo gostoso.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
"Do Soda Bar pro Cuzinho Arrombado: O Urso que Me Fodeu Até o Amanhecer"

Codigo do conto:
267081

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/07/2026

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