"O Negro do Ônibus: Ele Voltou Duas Semanas Depois Pra Me Arrombar de Novo"
Eu tinha 30 anos quando me mudei sozinho para Petrópolis, região interiorana do Rio de janeiro. Meu nome é Luis Augusto, mas todos me chamam de Gugu. Deixei o interior de São Paulo pra atrás, carregando apenas duas malas, uma mistura de ansiedade e excitação no peito. O ar frio da serra me recebeu assim que desci do ônibus, um vento gelado que atravessava a roupa e arrepiava a pele. Aluguei um apartamento pequeno, mas aconchegante, próximo ao centro histórico. As primeiras noites foram estranhas. O silêncio da cidade serrana era diferente do barulho constante que eu conhecia. Eu me deitava na cama nova, olhando o teto, sentindo o corpo quente apesar do frio lá fora. Meu cu pulsava de tesão acumulado — fazia tempo que eu não transava e a mudança só aumentava minha vontade. Foi num fim de tarde no ônibus que tudo começou, quando estava voltando de uma entrevista naquela terça. Nossos olhares se cruzaram várias vezes dentro do bus. Ele era negro, pele escura e brilhante, cabeça raspada, barba bem aparada e uma boca grossa que me deixou hipnotizado. Quando descemos no mesmo ponto, ele se aproximou. — Oi, sou o Kaio. Você não é daqui, né? Reparei pela conversa que estava tendo pelo sotaque diferente. — Sou do interior de São Paulo. Pode me chamar de Gugu. — Gugu… gostei. Quantos anos você tem? — Trinta. Kaio sorriu, olhando meu corpo sem vergonha. — Gugu… gostei. Trinta anos, Tá ótimo. Eu tenho tenho 38 anos, namoro, mas gosto de umas aventuras por fora de vez em quando. E você tá me dando uma vontade e não é de agora. Fomos conversando ele me contando sobre a vida dele, me questionando sobre a minha e foi tão natural, subimos para o meu apartamento. Assim que fechei a porta, Kaio me prensou contra ela e me beijou com fome, as mãos grandes apertando minha bunda. — Tava louco pra fazer isso desde que te vi no ônibus — murmurou ele, mordendo meu pescoço. — Essa bunda grande me deixou duro o caminho todo, Gugu. Ele me virou de frente para o balcão da cozinha, abaixou minha calça e cuspiu na mão. Senti a rola grossa de 20cm roçando entre minhas nádegas, quente e pesada. — Abre mais as pernas pra mim, safado — sussurrou ele, esfregando a cabeça grossa no meu cu. — Quero sentir esse cuzinho apertado seu meu viadinho. Quando ele entrou devagar, um gemido rouco escapou da minha boca. A rola dele era grossa, me esticando de um jeito delicioso e intenso. Senti cada centímetro me preenchendo, as veias pulsando contra minhas paredes internas. Meu cu latejava ao redor dele, apertando involuntariamente. — Isso… caralho, que cu quente e guloso — gemeu Kaio, começando a meter com estocadas profundas. — Tá sentindo como eu te entrando gostoso, Gugu? Rebola pra mim, viadinho. Empina essa bunda gostosa. Cada estocada fazia meu corpo tremer. Um calor intenso se espalhava pela minha barriga, meus mamilos endureciam, e meu pau pulsava dolorosamente, babando pré-gozo no chão da cozinha. Minhas pernas tremiam a cada vez que ele batia fundo. — Isso, geme gostoso pra mim — mandou ele, dando um tapa forte na minha bunda. — Você adora rola grossa, pelo visto hein? Tava precisando levar uma surra de pau, putinho. Depois de me foder com vontade na cozinha, ele me carregou para o quarto e me jogou na cama. — De quatro, agora vai seu puto. Eu obedeci. Ele enfiou tudo de uma vez e segurou minha cintura com força. — Porra, que delícia… — rosnou ele, metendo com estocadas brutais. — Esse cu tá apertando minha rola como se não quisesse soltar. Rebola vai, Gugu. Empina essa bundona pra mim. Isso, porra! Toma tudo! Ele me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e meteu ainda mais fundo, beijando meu pescoço. — Olha como você treme, viadinho guloso. Seu cu tá piscando toda vez que eu entro. Você adora ser arrombado? Fala pra mim… fala como você gosta de levar rola grossa. — Eu adoro… me fode mais forte — gemi. Kaio acelerou, dando tapas na minha bunda. — Isso, geme alto pra mim. Você é um putinho insaciável. Já deve ter dado bastante mas ainda é tão guloso… porra, que tesão. No final, ele se deitou na cama e me puxou para cima. — Vem, senta no meu pau. Quero ver você cavalgando seu gostoso. Porra como esse cu aperta meu pau, continua vai. Eu me posicionei sobre ele e desci devagar, sentindo a rola grossa me abrindo novamente. Comecei a rebolar, subindo e descendo. Kaio apertou meus peitinhos com as duas mãos, que já estavam vermelhos, chupava com vontade e uma fome que eu gemia e pedia para ele chupar mais. — Isso… cavalga gostoso pra mim, Gugu — ordenou ele, apertando meus bicos entre os dedos. — Rebola inteiro. Olha como esses peitinhos estão inchados... Você tem muito tesão pelo visto ainda mais quando eu aperto eles, né? Cada movimento fazia a rola dele acertar minha próstata. O prazer era avassalador. Meus mamilos latejavam dolorosamente mas era uma dor prazerosa. Meu pau pulsava, babando sem parar. — Goza pra mim, putinho guloso — sussurrou ele, enfiou meus peitinhos na boca e depois de um tempo ordenou — Goza cavalgando na minha rola. Quero ver você tremendo enquanto eu encho esse cu de porra também. Não aguentei. Gozei gemendo alto, tremendo violentamente, jorrando forte no peito dele. Meu cu apertava a rola dele com força, pulsando sem controle. Kaio gemeu rouco e gozou fundo dentro de mim, enchendo meu cu de porra quente. Ficamos um tempo abraçados, suados e ofegantes. Ele acariciava minha coxa e murmurou: — Vou querer te ver de novo, Gugu… esse cu é bom demais pra usar só uma vez. Eu sorri, exausto, o cu latejando cheio da porra dele, sabendo que minhas aventuras em Petrópolis tinham acabado de começar. Duas semanas se passaram desde a primeira vez com aquele negão gostoso. Eu ainda sentia o fantasma daquela rola grossa me abrindo. Meu cu latejava só de lembrar. Numa terça à noite, Kaio me mandou mensagem: “Tô passando perto da sua casa. Posso subir? Tô com a rola latejando só de lembrar desse seu cu guloso.” Quando abri a porta, ele já entrou me empurrando contra a parede, mas dessa vez com calma, quase cruel. Segurou meu queixo e me olhou nos olhos. — Olha pra mim, Gugu… — murmurou, a voz grave e baixa. — Você passou esses dias todo pensando na minha rola, né? Confessa. — Pensei bastante… — respondi, já respirando pesado. Kaio sorriu, malicioso. — Eu sabia. Eu tenho namorada, mas nenhuma buceta me deixa tão louco quanto esse seu cu apertado. Tira a roupa. Quero te ver pelado pra mim. Ele me fez ficar completamente nu no meio da sala, enquanto ele continuava vestido. Ficou me olhando devagar, passando a mão nas minhas coxas grossas, apertando minha bunda. — Porra… que corpo safado. Com essa idade e ainda com essa bundona empinada. Abre as pernas e empina pra mim. Isso… mostra esse cu que eu vim comer hoje. Ele se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas e enfiou a língua fundo, lambendo com vontade, gemendo contra minha pele. — Que cu cheiroso e gostoso… porra que tesão — disse ele, dando tapas leves. — Tá piscando pra mim. Tá com saudade da rola grossa, meu viadinho? Depois de me deixar todo molhado e tremendo, ele tirou a roupa, liberando aquela rola grossa e pesada de 20cm. — Vem cá — mandou ele, sentando no sofá. — Senta devagar. Quero ver você descendo no meu pau. Eu me posicionei de costas pra ele e desci lentamente. Senti a cabeça grossa me abrindo, me esticando. Um gemido longo escapou da minha boca quando ele me segurou pela cintura e me puxou para baixo até o final. — Isso, caralho… desce tudo — rosnou Kaio. — Sente como eu te encho, Gugu? Essa rola grossa tá toda dentro de você. Rebola devagar… isso… usa esse cu guloso pra me massagear. Comecei a rebolar. Kaio apertava minha bunda com força, abrindo bem as nádegas. — Porra, olha como você desce gostoso… — gemeu ele. — Você nasceu pra sentar na minha rola grossa, viadinho. Rebola mais rápido. Quero ouvir esse cu molhado batendo em mim. Ele me fez cavalgar por um bom tempo, depois me virou de frente, me segurou no colo e me fodeu de pé, andando pela sala comigo empalado. — Tá sentindo? — perguntou ele, metendo forte. — Essa rola vai te deixar andando torto amanhã. Você adora ser meu putinho, né? Adora trair seu bom moço e virar uma vadia pra mim. Ele me jogou na cama de bruços, subiu por cima e me fodeu deitado, o corpo pesado sobre o meu, metendo fundo e devagar. — Isso… aperta meu pau — sussurrou no meu ouvido. — Você fica todo arrepiado quando eu te como assim. Geme pra mim, Gugu. Geme gostoso pro macho que tem namorada mas prefere fuder seu cu. No final, ele me colocou de quatro na beira da cama, segurou meus ombros e meteu com força bruta. — Empina essa bunda! — ordenou. — Isso, porra! Toma tudo! Você é um putinho viciado em rola grossa. Rebola pra mim, safado! Quando eu estava quase gozando, ele me puxou para cima, me fez sentar novamente no colo dele, de frente, e apertou meus peitinhos com força como da primeira vez. — Rebola gostoso… isso… cavalga no meu pau. Olha como esses peitinhos estão sensíveis… tão vermelhos, acho que chupei eles demais hoje. Você adora quando eu brinco com eles, né? Eu rebolava desesperado. Kaio linguava meus bicos, chupava e apertava. — Goza pra mim, Gugu — mandou ele, olhando nos meus olhos. — Goza sentando nessa rola grossa. Quero sentir seu cu me ordenhandode novo. Gozei gemendo alto, tremendo, jorrando forte entre nossos corpos. Meu cu apertava a rola dele ritmicamente. Kaio gemeu rouco e gozou dentro de mim pela segunda vez, enchendo meu cu de porra quente. Ele me abraçou forte, ainda enterrado, e sussurrou: — Daqui pra frente vou ter que te visitar toda semana, viadinho. Esse cu agora é meu segredo. Meu corpo inteiro estava marcado: chupões nos peitinhos, tapas vermelhos na bunda, e uma sensação deliciosa de estar completamente usado. Ele passava as mãos grandes pelas minhas coxas grossas, apertando de leve, enquanto beijava meu pescoço molhado. — Porra, Gugu… você aperta meu pau mesmo depois de gozar — murmurou ele, ainda mexendo devagar dentro de mim. — Esse cu guloso não quer soltar, né? Tá piscando em volta da minha rola como se quisesse mais. — Da próxima vez eu vou querer te foder o fim de semana inteiro. Quero te acordar com rola, te comer no café da manhã, te deixar escorrendo porra o dia todo. Você topa, viadinho? Eu apenas assenti, exausto e satisfeito, sentindo a rola dele ainda pulsando dentro de mim. Se algum macho de verdade, discreto, com tesão alto e mora em Petrópolis ou arredores (Petrópolis, Itaipava, Teresópolis, etc.), e quer provar esse cu guloso, sou obediente, safado, sem frescura, sigiloso. Se você tem pegada forte e sabe tratar um putinho direito… me procura. Estou te esperando. Até a próxima aventura!!
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