Tentativa de Três que Virou Duas Horas levando no Chuveiro
Fazia meses que Júlio estava atrás de mim. Ele era aluno de Enfermagem, moreno, alto, corpo magro e definido. A gente se esbarrava na universidade, trocava mensagens, mas nunca tinha rolado nada sério. Até que numa sexta à noite ele me chamou pelo app: Júlio: “Tô num barzinho com um amigo. Vem pra cá? Tá rolando uma vibe boa…” Cheguei no bar e vi Júlio já bem animado, um pouco alto. Ao lado dele estava Marcelo, um coroa de 56 anos, moreno cor de jambo, pele escura e brilhante, peito largo e peludo que dava pra ver pela camisa aberta nos primeiros botões. Barba grisalha bem cuidada, olhar calmo mas profundo. Ele tinha um ar maduro, seguro de si, que me deixou curioso na hora. Júlio me puxou para a mesa com um sorriso bêbado. — Esse é o Gugu que eu te falei… o putinho que eu tô querendo enrabar faz tempo. Marcelo me olhou de cima a baixo, devagar, e sorriu de canto. — Então você é o famoso Gugu… — disse ele, a voz grave e rouca. — Julio não para de falar de você. Senta aqui com a gente. Eu sentei, tentando parecer casual. — Não sei se é uma boa ideia… — respondi, fingindo hesitação. — Vocês dois juntos? Eu não tô acostumado a isso. Marcelo riu baixinho, passando a mão na barba. — Relaxa, garoto. A gente não morde… a menos que você peça. Mas pelo que o Julio me contou, você gosta de levar rola grossa. É verdade isso? Eu corei, mas não neguei. Marcelo se inclinou um pouco, o peito peludo aparecendo mais na camisa aberta. — Eu fui casado há muito tempo… mas tô separado agora. E tô louco pra sentir um cu apertado de novo. Julio disse que pelo que ouviu dizer de você que é guloso. É verdade, viadinho? Júlio riu, já passando a mão na minha coxa por baixo da mesa. — Ele deve ser sim, pois tive dois amigos que saiu com ele que disse que ele aguenta rola por horas. Eu me fiz de difícil, mordendo o lábio. — Vocês estão indo muito rápido… eu nem sei se quero um três. Pode ser demais pra mim. Marcelo sorriu, os olhos brilhando de tesão. — Pode ser demais… mas você tá aqui, né? Se não quisesse, já teria ido embora. Eu vejo no seu olhar. Você tá curioso. Quer sentir dois machos te usando ao mesmo tempo, não quer, putinho? Ele passou a mão na minha coxa, apertando de leve. — Imagina eu e o Júlio te fodendo juntos… uma rola na boca, outra no cu. Você aguenta, eu sei que aguenta. Você tem cara de quem gosta de ser bem usado. Eu fingi hesitar mais um pouco, mas por dentro já estava molhando só de ouvir a voz grave dele. — Tá bom… vamos pro motel. Mas se eu não gostar, a gente para. Marcelo sorriu satisfeito. — Boa escolha, viadinho gostoso. Chegamos no motel, Júlio estava muito bêbado. Me segurou contra a parede, me beijou descontrolado, me colocou para mamar aquela rola que e gozou rápido na minha boca depois de uns minutos de mamada. Logo em seguida, caiu na cama e apagou. Marcelo, que assistia tudo em silêncio, sorriu e estendeu a mão pra mim. — Parece que ficou só nós dois, viadinho gostoso. Ele me levou para o banheiro, abriu o chuveiro e me puxou pra debaixo da água quente. O jato morno caiu sobre nós como uma carícia líquida. Marcelo me beijou com calma, mas firme, as mãos grandes explorando meu corpo molhado, apertando minha bunda com desejo contido. — Você é ainda mais gostoso do que o Julio descreveu, que bunda é essa, que peitinhos deliciosos — murmurou ele, roçando o pau grosso e cabeçudo contra minha barriga. — Deixa eu te foder direito agora, safado. Marcelo me virou de frente para a parede, abriu minhas pernas e enfiou a rola grossa e cabeçuda devagar, me enchendo centímetro por centímetro. A sensação foi avassaladora. Senti a cabeça larga me abrindo, esticando minhas paredes internas com uma pressão deliciosa e quente. Cada centímetro que entrava enviava ondas de prazer profundo que subiam pela minha espinha, fazendo meus joelhos tremerem. O pau dele era grosso, quente, pulsante — como se tivesse vida própria dentro de mim. — Isso… sente como eu te abro, putinho guloso — gemeu Marcelo no meu ouvido, a voz rouca de prazer. — Caralho, que cu quente e apertado. Você aguenta bem, né? Rebola pra mim, devagar… assim. Ele começou a meter com estocadas longas e profundas. A água quente escorria entre nossos corpos, tornando tudo mais escorregadio e intenso. Cada vez que ele entrava até o talo, eu sentia a cabeça grossa roçando minha próstata, enviando choques elétricos de prazer que faziam meu pau pulsar e babar pré-gozo sem parar. Meu cu apertava instintivamente em volta dele, como se não quisesse soltar. — Porra, Gugu… você aperta tão gostoso — sussurrou ele, mordendo de leve meu ombro. — Eu gosto do Júlio, mas ele é muito afobado. Olha o que aconteceu… gozou na sua boca e apagou. Eu prefiro fazer diferente. Quero te foder com calma, sentir cada apertadinha desse cu guloso. Ele acelerou um pouco, dando tapas leves na minha bunda molhada, o som ecoando no banheiro. — Isso… rebola pra mim, viadinho gostoso. Empina essa bunda. Eu quero te foder mais vezes só a gente. Sem o Júlio correndo. Quero te ter só pra mim, te arrombar devagar, te ouvir gemendo meu nome. Você merece ser bem fodido, putinho guloso. Marcelo me fodeu por horas no chuveiro. Gozou a primeira vez dentro de mim, gemendo rouco, o corpo tremendo contra o meu, enchendo meu cu de porra quente que escorria misturada com a água. Mas não parou. Continuou metendo, ainda duro, me virando contra a parede, me pegando no colo com as pernas enroladas na cintura dele, me fazendo sentar no pau dele enquanto a água caía sobre nós. Depois da segunda gozada, Marcelo me virou de frente para ele, a água quente ainda caindo sobre nossos corpos como uma chuva morna e constante. Ele me beijou com fome, a língua invadindo minha boca, possessiva e urgente, enquanto suas mãos grandes deslizavam pelas minhas costas molhadas, apertando minha bunda com desejo. Ele levantou uma das minhas pernas, encaixando-a na curva do seu braço, e posicionou a rola ainda dura e latejante contra minha entrada. Quando ele empurrou devagar, senti cada centímetro grosso me abrindo novamente — uma pressão quente, deliciosamente invasiva, que fez meu cu pulsar ao redor dele. A cabeça larga roçou minha próstata com precisão, enviando um choque elétrico de prazer que subiu pela minha espinha e fez meu pau pular entre nós, babando pré-gozo na água. — Isso… geme pra mim, viadinho gostoso — murmurou ele, sugando forte um dos meus mamilos enquanto metia fundo. A sensação da boca quente dele fechando ao redor do bico, a língua girando e sugando com fome, era quase insuportável. Cada chupada enviava ondas quentes diretamente para o meu pau, fazendo ele latejar dolorosamente. Meu corpo inteiro tremia. O cu latejava sensível, ainda cheio da porra das gozadas anteriores, mas a rola dele me esticava de novo, roçando em pontos que me faziam ver estrelas. Cada estocada profunda fazia meu abdômen contrair, um prazer denso e profundo que se espalhava como fogo líquido pelas minhas coxas e subia até o peito. Marcelo alternava entre sugar forte e passar a língua devagar nos bicos sensíveis, deixando eles inchados e vermelhos. Cada toque da língua enviava choques que faziam meus joelhos fraquejarem. — Olha como você treme quando eu chupo esses peitinhos — sussurrou ele, mordiscando de leve um bico. — Você adora isso? Adora ser bem mamado enquanto leva rola. Seu corpo inteiro reage pra mim… fica todo arrepiado, mais quente ainda. Cada estocada acertava minha próstata com precisão. O prazer era tão intenso que meu pau pulsava sem parar, babando sem controle, as pernas tremendo contra o corpo dele. Meu cu apertava a rola dele ritmicamente, como se quisesse puxá-lo mais fundo. — Goza pra mim, putinho guloso — sussurrou ele, mordiscando um mamilo com mais força enquanto metia fundo. — Goza só com meu pau no seu cu e minha boca nos seus peitinhos. Não aguentei. O orgasmo me atingiu como uma onda violenta. Meu corpo inteiro convulsionou, as pernas falharam, e eu tive que me segurar nele para não cair. Gozei loucamente, jorrando forte entre nossos corpos, o prazer tão intenso que minha visão escureceu por um segundo. Meu cu apertava a rola dele com força, pulsando sem controle, enquanto tremores fortes percorriam minhas coxas e minha barriga. Marcelo gemeu rouco, meteu mais algumas vezes e gozou pela terceira vez, enchendo meu cu mais uma vez, o calor da porra dele se misturando com a água quente. Ficamos um tempo abraçados debaixo do chuveiro, nos beijando devagar, o corpo dele colado no meu, a água escorrendo entre nós. Depois nos arrumamos e fomos acordar Júlio, que ainda roncava na cama. Ele acordou confuso, mas riu quando viu o estado em que eu estava — pernas fracas, cu sensível, corpo marcado. Saímos os três do motel. Marcelo me deixou perto de casa no carro dele. Antes de eu descer, ele segurou minha mão e disse: — Da próxima vez eu quero você só pra mim. Sem o Júlio bêbado. Quero te foder a noite inteira, viadinho. Entrei em casa com o cu latejando, o corpo marcado e um sorriso no rosto. O três não rolou. Mas o dois… foi inesquecível. Eu queria outro encontro com esse macho gostoso, Marcelo já entrou me deixando viciado.
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