"Noite de Vinho e Dois Machos: Me Entreguei Sem Limites"

Conheci o Frederico (Fred) por um app de relacionamentos em janeiro de 2025, cinco meses antes dele me pedir em namoro.
Ele apareceu no app com fotos discretas: barba bem feita, sorriso charmoso, corpo de urso (grandinho, peludo e macio). O perfil dele era simples, mas algo no jeito que ele escrevia me chamou atenção. Conversamos por alguns dias até que ele me chamou para tomar um café em Itaipava.
No primeiro encontro, Fred foi honesto desde o início:
— Gugu, eu gosto muito de conversar com você… mas preciso ser sincero. Eu ainda não me assumi pra família. Eles acham que sou hétero. Eu mantenho uma amiga (a Júlia) como um “casinho” de fachada pra eles não desconfiarem. Se a gente for seguir em frente, vai ter que ser com paciência e discrição.
Eu aceitei. Apesar de curtir muito a putaria eu estava gostando dele de verdade. Fred era carinhoso, inteligente, tinha um humor seco e na cama era um urso dominante que me deixava louco.
Durante esses cinco meses, nosso relacionamento foi crescendo aos poucos. Nos encontrávamos na minha casa ou na casa dele quando a família viajava. Ele me fodia com vontade, mas também me tratava com carinho — fazia café da manhã, me abraçava pra dormir, me mandava mensagens carinhosas durante o dia.
Até que, numa noite fria de junho, depois de uma foda intensa, ele me puxou pra perto dele na cama, ainda suado, e disse:
— Gugu… eu não aguento mais esconder. Eu quero namorar você de verdade. Quero um namoro aberto, pra gente poder se divertir com outras pessoas juntos, mas eu quero você como meu namorado. Topa?
Eu aceitei. E assim começou nosso namoro aberto.
Numa sexta feira, o clima estava frio como todo mês de junho, Fred tinha me dito que viria jantar e quando chegou após o beijou, Fred apertou minha coxa com carinho e falou baixinho, com um sorriso malicioso:
— Hoje eu trouxe uma surpresa pra gente. O César, meu melhor amigo, quer participar. Ele ainda tá se descobrindo, mas tá louco pra te conhecer melhor.
Pouco depois, César chegou. Alto, negro, pele escura brilhante, sorriso branco perfeito e um olhar que misturava timidez com desejo. Ele segurava uma sacola.
— Oi, Gugu… — disse César, um pouco nervoso, mas sorrindo. — Tudo bem?
— Oi, César — respondi, sorrindo de volta. — Tá tudo ótimo. Fiquei sabendo que você queria vir… tá nervoso?
César riu, passando a mão na cabeça.
— Um pouco… mas de um jeito bom.
Fred riu e nos puxou para a sala, colocando as sacolas na mesinha.
— Hoje a gente vai te tratar bem, Gugu — disse Fred, me dando um beijo demorado enquanto César observava, visivelmente excitado.
Eu olhei para os dois e falei, já sentindo o clima esquentar:
— Vocês dois juntos vão me deixar louco, né? Trouxeram vinho e queijo… mas acho que eu vou ser o prato principal da noite.
César corou, mas sorriu. Fred apertou minha cintura e respondeu:
— Pode ter certeza. Hoje você vai servir a nós dois.
Sentamos no chão da sala, em volta da mesinha baixa. O vinho desceu rápido. Depois da segunda taça, Fred já estava com a mão na minha coxa, apertando.
— Você fica tão gostoso quando bebe… — murmurou Fred, olhando para César. — Ele é lindo, né? Eu sempre te falei que o Gugu era uma delícia.
César sorriu.
— É… ele é mesmo.
Fred se aproximou de mim e sussurrou no meu ouvido, mas alto o suficiente para César ouvir:
— Quero ver vocês dois se beijando primeiro.
César se aproximou e me beijou. O beijo começou tímido, mas logo ficou quente. Fred assistia, a mão massageando o próprio pau por cima da calça.
— Isso… beija ele direito, César. Ele adora boca quente.
Logo estávamos os três pelados. Fred me colocou de quatro e me penetrou devagar, gemendo rouco:
— Porra, Gugu… esse cu tá apertando tanto hoje. Tá gostoso? Levar rola do namorado enquanto o amigo assiste.
César se ajoelhou na minha frente e enfiou o pau na minha boca. Eu chupava com vontade enquanto Fred metia fundo.
— Chupa ele gostoso, viadinho — ordenou Fred, dando tapas na minha bunda. — Ele sonhou com essa boca desde que te conheceu.
Depois de um tempo, Fred saiu de mim e olhou para César com um desejo que já vinha de antes:
— Agora eu quero você, César. Vem cá.
César arregalou os olhos, surpreso.
— Fred… você quer me foder?
— Quero faz tempo — confessou Fred, a voz rouca. — Sempre tive vontade de te comer. Hoje você vai sentir como eu fodo meu namorado.
Ele deitou César de lado, abriu as pernas dele e cuspiu no pau. Entrou devagar, mas firme. César soltou um gemido longo, apertando os olhos.
— Caralho, Fred… você é grosso pra porra — gemeu César, a voz tremendo.
Fred começou a meter, segurando a coxa de César com força.
— Isso… sente como eu te abro — rosnou Fred. — Eu sempre quis te foder, César. Sempre que você vinha em casa eu imaginava te colocar de quatro. Agora tá acontecendo.
Eu assistia tudo, extremamente excitado. Fred metia com ritmo, olhando para mim:
— Olha como ele geme, Gugu. Tá gostoso ver seu namorado comendo outro macho?
— Muito — respondi, tocando meu pau.
Fred acelerou, segurando os quadris de César e metendo mais fundo.
— Rebola pra mim, César. Isso… aperta minha rola. Você é um putinho escondido, ta gostando? Se descobrindo agora e já tomando rola gostoso.
César gemia alto, o corpo tremendo a cada estocada. Fred se inclinou e mordeu o pescoço dele:
— Goza pra mim, safado. Quero sentir você gozando enquanto eu tô dentro de você.
César gozou gemendo o nome de Fred, jorrando no próprio peito. Fred meteu mais algumas vezes e gozou fundo nele, rosnando de prazer.
Depois, Fred me puxou e me beijou.
— Agora é sua vez de novo, viadinho. Quero te foder enquanto o César assiste cheio da minha porra.
A noite estava longe de acabar.
Fomos para o quarto. Depois de descansar um pouco, Fred me deitou no meio da cama e me penetrou devagar, olhando nos meus olhos.
— Tá gostoso, amor? — perguntou ele.
— Tá… me fode mais fundo, Fred… quero sentir você todo — respondi gemendo.
César chupava meus peitinhos enquanto Fred me comia. Eu segurava a cabeça dele:
— Chupa mais forte, César... lingua meus bicos… isso!
Quando estávamos exaustos, Fred me colocou de quatro uma última vez e me fodeu com força.
— Goza pra mim, Gugu… goza com meu pau dentro de você, viadinho.
— Me fode mais forte… tô quase… — gemi desesperado.
Gozei gemendo alto, tremendo inteiro. Fred gozou logo depois, enchendo meu cu mais uma vez.
Assim que terminou Fred beijou minha nuca e murmurou:
— Essa foi só a primeira de muitas noites assim… eu te amo, Gugu.
Caímos os três na cama, suados, ofegantes e completamente satisfeitos. Meu corpo ainda tremia levemente, o cu latejando cheio da porra dos dois, os peitinhos vermelhos e sensíveis.
Fiquei ali, deitado entre Fred e César, sentindo o calor dos dois corpos grandes ao meu redor. Passei a mão devagar na coxa de um e senti a respiração pesada do outro no meu pescoço.
— Adorei servir vocês dois hoje… — murmurei, ainda com a voz rouca. — Me senti tão desejado, tão usado… ter dois machos me dominando ao mesmo tempo foi uma sensação incrível.
Dormimos os três entrelaçados, o quarto cheirando a sexo, vinho e desejo.
Desde aquela noite, descobri o quanto aprecio momentos íntimos e intensos acompanhado de dois ou mais homens. A sensação de me entregar completamente, de sentir diferentes toques e energias ao mesmo tempo, tornou-se algo especial para mim.
Se você mora em Petrópolis ou região serrana, é discreto, maduro e busca experiências sensuais e bem vividas — seja sozinho, em casal ou com alguém de confiança —, ficarei feliz em conversar. Se sentir afinidade e quiser explorar algo assim, pode me chamar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
"Noite de Vinho e Dois Machos: Me Entreguei Sem Limites"

Codigo do conto:
263628

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
03/06/2026

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