"O Negão Casado do Evento: Como Perdi o Controle pro Pau Grosso de Samuel"
Depois de me formar em Jornalismo, a vida parecia ter tomado um rumo mais “normal”. Eu estava trabalhando como repórter num portal de notícias em São Paulo, morando num apartamento pequeno no centro, tentando construir uma carreira. Fazia alguns meses que eu não relatava minhas aventuras sexuais aqui — não porque elas tinham parado, mas porque eu estava tentando (sem muito sucesso) me controlar. Mas o vício nunca dorme. Numa noite de junho, fui convidado para um evento grande da área de comunicação em São Paulo capital. Era um coquetel de networking com jornalistas, publicitários e criadores de conteúdo. O salão estava lotado, luzes baixas, música ambiente e muita gente bem-vestida. Foi lá que eu o vi. Ele era um negro alto, por volta dos 42 anos, pele bem escura, corpo largo e sólido, daqueles que carregam anos de academia e vida pesada. Casado — dava pra ver a aliança dourada brilhando no dedo. Veio de Santa Catarina para o evento. Chamava-se Marcelo. Olhar penetrante, barba bem aparada e um sorriso perigoso. Nossos olhares se cruzaram do outro lado do salão. Foi imediato. Um calor subiu pela minha espinha. Ele me encarou por tempo demais, como se estivesse me despindo mentalmente. Eu desviei o olhar, mas senti meu cu piscar involuntariamente. Ele tinha um porte que me deixava louco — dominador, maduro, casado. Proibido. Durante a noite, nos aproximamos. Conversamos sobre trabalho, sobre Santa Catarina, sobre a vida em São Paulo. Mas o ar entre nós estava carregado. Cada vez que ele falava, seus olhos desciam para minha boca, para meu peito, para minha bunda. Eu sentia o pau dele marcando na calça social quando ficávamos mais perto. Em determinado momento, ele se inclinou perto do meu ouvido e murmurou: — Você tá me deixando louco desde que eu te vi. Quer sair um pouco daqui? Eu assenti. Ele me levou para um corredor mais reservado, atrás de uma cortina de veludo que separava o salão principal de uma área de serviço. Assim que ficamos sozinhos, ele me prensou contra a parede e me beijou com fome. O beijo foi bruto, dominante. A língua dele invadiu minha boca, a barba roçando no meu rosto. Ele apertou minha bunda com as duas mãos grandes, gemendo baixo contra meus lábios. — Caralho… você tem uma boca feita pra chupar — sussurrou ele, mordendo meu lábio inferior. — Tá duro pra mim, né? Eu vi como você me olhou o salão inteiro. Ele desceu a mão, abriu meu cinto e enfiou os dedos por trás da minha calça. Dois dedos grossos pressionaram meu cu, circulando, depois entrando devagar. — Aaaahh… — gemi contra a boca dele, as pernas tremendo. — Shhh… quietinho, putinho — murmurou ele, enfiando os dedos mais fundo, mexendo dentro de mim. — Tá molhado pra caralho… esse cu tá pedindo rola grossa, né? Tá sentindo meus dedos te abrindo? Imagina meu pau… 22cm bem grosso, da cabeça até as bolas. Você ia gemer igual uma vadia se eu te fodesse aqui agora. Ele mexia os dedos com habilidade, roçando minha próstata, me fazendo salivar e gemer baixinho contra o ombro dele. O risco de alguém passar pelo corredor deixava tudo ainda mais intenso. — Você gosta de dar o cu pra homem casado, né? — sussurrou ele, mordendo minha orelha. — Eu tenho mulher em casa… mas tô aqui com os dedos no seu cu, louco pra te foder. Rebola nos meus dedos, vai… mostra como você é putinho. Eu rebolava discretamente, gemendo abafado, o pau duro marcando na calça. Marcelo enfiou um terceiro dedo, me abrindo mais, mexendo com vontade. — Isso… aperta meus dedos. Imagina meu pau grosso te destruindo. Você ia aguentar, né? Ia gemer pedindo mais enquanto eu te enchesse de porra. Ele me beijou novamente, engolindo meus gemidos enquanto os dedos entravam e saíam, me levando ao limite. Eu estava prestes a gozar só com os dedos dele quando ele parou, tirou a mão e lambeu os dedos na minha frente. — Não aqui — disse ele, a voz rouca. — Quero te foder direito. Me chama quando puder. Quero te ver engolindo minha rola grossa até o fundo. Ele me deu um último beijo possessivo e voltou para o salão como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei lá, encostado na parede, o cu piscando, a calça molhada de pré-gozo, o corpo todo tremendo de tesão. Voltei pra casa com o gosto dele na boca e a certeza de que eu ainda era o mesmo putinho guloso de sempre. Mesmo tentando ser “normal”, bastava um olhar, um toque, um pau grosso… e eu me entregava. Depois do evento, trocamos mensagens a noite inteira. As palavras de Samuel eram diretas, safadas e me deixavam louco. Na manhã seguinte, não aguentei. Fui até o Ibis Budget. A porta do quarto 412 estava entreaberta, como ele tinha pedido. Entrei e fechei devagar. Samuel estava de pé, só de cueca boxer preta, o corpo negro sólido e musculoso brilhando sob a luz da janela. Ele sorriu ao me ver. — Veio mesmo, putinho… — murmurou ele, se aproximando. — Tira a roupa toda e fica de joelhos. Eu obedeci rapidamente, ficando pelado no meio do quarto. — Olha pra mim — disse ele, segurando meu queixo. — Tá nervoso? — Um pouco… — respondi, a voz baixa. — Mas tô louco pra sentir você. Samuel sorriu satisfeito e tirou o pau pra fora. Era exatamente como ele tinha descrito: 22cm bem grossos da cabeça até as bolas, pesado, veioso e com a cabeça grande e brilhante. — Chupa devagar primeiro — ordenou ele. — Quero ver você babando bastante nesse pau que te deixou louco no evento. Eu segurei o pau com as duas mãos e comecei a chupar. A cabeça era tão grossa que minha boca mal cabia. — Isso… mama gostoso — gemeu ele, segurando meu cabelo. — Olha pra mim enquanto chupa. Tá gostando do pau do papai? Fala. — Tô gostando… é muito grosso… — respondi, tirando o pau da boca por um segundo, babando. — Tá me deixando louco desde o evento. — Então chupa mais fundo. Engole o máximo que conseguir. Isso… boa garoto. Tá babando todo… que boquinha gulosa. Eu chupava com vontade, babando bastante, engasgando de leve quando ele empurrava mais fundo. Samuel gemia rouco, fodendo minha boca devagar. — Isso… mama bem devagar… sente o gosto. Tá sentindo como ele é grosso? Da cabeça até as bolas… tudo pra você hoje. Depois de me deixar babar bastante, ele me puxou pra cima, me virou de frente pra cama e me inclinou. — Empina essa bundona. Abre bem as pernas pra mim. Eu empinei, mordendo o travesseiro. Samuel cuspiu no meu cu e enfiou dois dedos grossos, mexendo devagar. — Tá molhado pra caralho… — murmurou ele. — Tá ansioso pro pau do papai, né? — Tô… me fode, Samuel… quero sentir você dentro de mim. Ele tirou os dedos, encaixou o pau grosso e foi entrando devagar, me abrindo centímetro por centímetro. — Isso… respira… deixa o papai entrar todinho. Tá sentindo como ele te abre? Como eu tô tão fundo? — Tô sentindo… ahh… tá muito grosso… vai devagar… — gemi, mordendo o travesseiro. Quando enterrou tudo, ele ficou parado, pulsando dentro de mim, uma mão tapando minha boca. — Quietinho… papai vai te foder gostoso agora. Sem gemer alto. Só sentir. Ele começou a meter devagar, mas fundo, segurando minha cintura com força. O ritmo foi aumentando, mas ele mantinha o controle, tapando minha boca quando eu gemia mais alto. — Isso… aperta o pau do papai. Que cuzinho guloso… tá me sugando todinho. Você adora dar esse rabo pra homem casado, né putinho? — Adoro… me fode mais… eu quero sentir você inteiro… Ele me virou de lado, levantou minha perna e meteu ainda mais fundo, gemendo no meu ouvido: — Tá gostoso assim? Fala pra mim. — Tá muito gostoso… me fode mais fundo, Samuel… eu adoro seu pau grosso… Ele me colocou de quatro na beira da cama, segurou minha cintura e meteu com força controlada, sempre mandando eu ficar quietinho. — Shhh… quietinho. Deixa o papai cuidar desse cuzinho. Rebola devagar pra mim… isso… você é tão obediente… tão gostoso. No final, ele me colocou de bruços, montou em cima de mim e meteu com força, mas ainda controlando meus gemidos com a mão. Quando gozou, enterrou tudo e grunhiu baixo no meu ouvido, enchendo meu cu de porra quente e grossa. Ficou lá dentro um tempo, pulsando, beijando minha nuca. — Bom garoto… você aguentou bem. Agora vamos tomar café. Quero te ver sentado do meu lado com meu leitinho escorrendo no seu cu. Tomamos café num lugar simples ali perto do hotel. Eu me sentava com cuidado, sentindo a porra dele vazando devagar. Samuel me olhava com um sorriso satisfeito. — Você é perigoso, Gugu… — disse ele baixinho. — Me deixou com vontade de te chamar de novo antes de voltar pra Santa Catarina. Eu sorri, o cu latejando, sabendo que eu ia querer mais. Se você é um macho dominante da região de Petrópolis (ou arredores), que sabe como tratar um putinho obediente, que gosta de um cu guloso, apertado e bem trabalhado… pode me mandar mensagem. Não preciso de romance, não preciso de compromisso. Quero servir. Quero sentir um pau grosso me abrindo, quero ser chamado de putinho, quero gemer baixinho enquanto sou usado do jeito que eu mereço. Estou aqui. Pronto para servir. E quem sabe… essa história ainda não acabou.
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