Este conto não é sobre uma experiência que já vivenciei, mas sim sobre o que classifico como o auge da minha idealização sexual. Para chegar a esse pensamento, foram anos de conversas e fantasias com uma grande amiga. Por seu comportamento dominante e apetite sexual, ela desenvolveu em mim grande admiração e submissão. Nada mais justo, então, que para o evento máximo esteja presente a pessoa que mais me fascina e desperta o desejo de me arrastar aos seus pés. Tudo começaria com ela me dando a honra de conhecê-la. Passaria a viagem inteira aflito, ansioso, nervoso com tudo o que sabia que iria acontecer — e mais ainda com o que ela deixaria como surpresa. Não haveria cumprimentos, cordialidades, nada disso. Ao chegar na casa dela, no momento em que ela abrisse a porta, já me daria um tapa na cara por não estar de joelhos esperando pela minha rainha máxima. Eu me ajoelharia na mesma hora, pedindo desculpas, e entraria em sua casa andando de quatro, como o cachorro que sou. Ela me mandaria tirar toda a roupa, pois eu passaria o dia inteiro apenas nu. Já ela estaria deslumbrante: um vestido de couro preto, tão curto que dava para ver a calcinha, e com um decote enorme, valorizando seus enormes e perfeitos seios. Ela sabe que eu adoro os peitos dela, e não deixaria eu tocá-los tão fácil, apenas se eu merecesse. Para isso, eu teria que passar o dia todo sem reclamar. Sentada no sofá, ela me mandaria lamber seus pés e tirar a rasteirinha que ela estivesse vestindo para entregá-la a ela. Nesse momento, eu saberia que a surra iria começar, a primeira de muitas que levaria. Deitaria em seu colo e esperaria o castigo. Saberia que não poderia gritar nem me mexer muito, teria que aguentar firme a disciplina. Seria a primeira vez que sentiria a mão pesada da minha rainha. Depois de tomar a maior surra da minha vida, com a bunda toda preta, ela me amarraria e trancaria no quarto. Sem a presença dela, eu poderia chorar à vontade e sentir toda a dor que ela me aplicou. Escutaria ela abrindo a porta da rua e voz masculina. Eles se beijando, trocando carícias. Ela impressionada com o tamanho do pau dele, engasgando-se enquanto o chupava. Não saberia quanto tempo se passaria. Minha cabeça ficaria ocupada com a dor que sentia e com os gemidos dela. Até que perceberia ele indo embora, ela abrindo a porta do quarto, segurando minha cara com força, obrigando-me a abrir a boca, e cuspindo toda a porra dele. — Engole a porra de um macho de verdade, seu verme inútil — ela colocaria a mão fechando minha boca e me obrigando a engolir. — Quem sabe assim você vira um pouco homem. Em seguida, daria uma sequência de tapas na minha cara, deixando os cinco dedos marcados. Mais tarde, ela voltaria com o almoço, que colocaria no chão. Eu, com as mãos amarradas atrás das costas, teria que comer feito um cachorro. Mesmo que a dor ainda não tivesse passado, ela entraria com um cinto na mão para aplicar a segunda surra do dia. Nessa hora, eu já não conseguiria controlar o choro e a dor, o que a irritaria, fazendo com que batesse mais forte. O estrago da segunda surra seria maior. Provavelmente eu sangraria. Quando a segunda visita chegasse, eu estaria amarrado em uma cadeira e assistiria de camarote ao ato. A libido dela era enorme. Mesmo tendo transado a manhã toda, o apetite com que transaria seria de alguém que não fazia sexo há dias. Depois de horas de sexo selvagem em todas as posições imagináveis, ele gozaria dentro da buceta dela. Nesse instante, ele me desamarraria da cadeira, e ela ordenaria que eu a chupasse. Seria a primeira vez que teria a honra de chupar a buceta dela. Eu aproveitaria cada instante, cada sensação, cada textura. Limparia toda a porra que foi deixada ali, para que ela se orgulhasse de mim. Depois, agradeceria ao macho por ter dado tanto prazer à minha rainha e por tê-la enchido de porra. O ritual do jantar seria o mesmo: comendo no chão igual cachorro, porém agora com ela cuspindo na comida, me xingando, me desprezando. Até que a hora mais temida chegaria. Ela entraria no quarto com uma vara e uma mordaça. Primeiro, calaria minha boca, não queria mais ouvir meus choros. Depois, me amarraria de bruços na cama, com cada mão e pé imobilizados. Eu ficaria incapaz de me mexer para a terceira surra. Se não tivesse sangrado na segunda, agora sangraria. Os golpes da vara seriam duros e firmes. Eu não sentiria mais nem a minha bunda. Poderia tentar me mexer, mas não conseguiria. Nem gritar, por causa da mordaça. Ficaria totalmente à mercê da minha rainha. Quando ela finalmente parou, meu corpo já não era meu. Mas ela ainda não havia terminado. O pior ainda estava por vir. Após a surra, ela me lavaria e me prepararia para o ato final. Agora seriam dois machos. Ela fez questão de descrevê-los antes de chegarem: ambos negros, altos, com paus que ela só de imaginar já se molhava. Ela sempre me humilharia com o tamanho do meu pau, mas agora a humilhação seria diferente. Agora eu iria participar de verdade. — Você vai servir para alguma coisa hoje — ela diria, com um sorriso cruel. Eu chuparia os dois machos, deixando-os bem duros para que pudessem comer a minha rainha.Depois de algum tempo, já cansada de transar, ela daria a ordem: — Agora eles vão te comer. Eu não sabia o que doeria mais: o pau enorme deles entrando em mim, ou a mão grande dele segurando minha bunda toda machucada depois das surras. Mas eu aguentaria firme pela minha rainha. Daria de quatro para um e mamaria o outro, até sentir o leitinho escorrendo pela minha bunda. Enquanto um deles gozava dentro de mim, o outro gozaria nos peitos dela. O leite escorria pelos seios fartos, descendo pela barriga. Foi então que chegou minha recompensa. Ela se aproximou, ainda ofegante, e disse: — Você aguentou. Pode tocar. Ela deixaria eu tocar naqueles seios perfeitos — grandes, fartos, escorrendo porra. Eu os chuparia com uma fome que não sabia que tinha. Lamberia cada gota, cada centímetro daquela pele macia e coberta pelo esperma dos machos de verdade. Eu não queria mais nada da vida além daquilo: estar aos pés dela, servir, receber a migalha que ela escolhesse me dar. Chuparia até ela se cansar de mim. Até ela me empurrar com desprezo e dizer: — Já chega. Sai pra lá. E eu obedeceria. Como sempre. Como sempre deveria ser.
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