Bebemos, comemoramos verdadeiramente a chegada do Edu. Andressa parece que tinha se dado muito bem com ele, e ele com ela. Não a culpo, a personalidade do Edu é magnética. Se você não se policiar, em alguns minutos já tava capturado por aqueles olhos pretos. O jeito rebelde dele era charmoso demais, às vezes eu me pegava só olhando ele e rindo comigo mesmo de como ele era bonito. Nem parece que horas atrás eu tava me pegando com ele no sofá. O álcool foi entrando e eu acabei deixando pra lá todo tabu e medo que eu tinha de desapontar minha família, eu queria saber onde isso ia dar. Talvez se a gente se provasse ele ia cansar e procurar outros boys pela cidade, então poderíamos somente ser tio e sobrinho de novo? Era o que eu imaginava. Tava na verdade procurando motivos pra poder continuar sem peso na consciência, a chupar a boca carnuda dele e o frio do ferrinho do piercing nos meus lábios. Eu queria cheirar o cabelo dele de novo, morder os lábios dele. Eu estava desesperadamente tentando encontrar de novo uma forma de fuder. -Então, Edu, você é gay, hétero? Andressa perguntou rindo. -Eu gosto de tudo. Falou rindo. Claro que ele seria bissexual, e nós três somos bissexuais nessa sala. Três bissexuais perigosos, pensei comigo. -E o que você gosta quando tá com um homem e uma mulher? Andressa insistia. -Com mulher eu gosto de ser ignorante, dar tapa, morder o peito da puta, segurar os peitos e bater na minha cara. Com mulher eu gosto de dar tapinha na buceta, chupar buceta com gosto e mandar pica. Ele não falou brincando, ele falou isso diretamente olhando pra ela. E ela arrumou os peitos pra mostrar o decote mais ainda. Deu pra perceber que ela tava com tesão, eu conheço essa vadia de perto. Já comi a buceta dela, já leitei o cu dela. -Que foi? Falei alguma coisa errada? Ele ria alto. E continuou: -Com homem é diferente, eu quase não fiquei com homem na vida. É claro que eu sou puto, mas com um cara que eu gosto eu penso primeiro em dar prazer pra ele. Eduardo falou isso olhando diretamente pra mim de novo. Que merda, eu um cara de quase dois metros, todo parrudão, caído pra caralho por um pigmeu. O álcool tava me deixando muito alto e eu tava ficando de pau duro de novo. -Opa, alguém acordou aí? Andressa riu passando a mão na minha bermuda. Eu tirei a mão dela instintivamente. -Acho melhor pararmos. Amanhã é cedo, Andressa. -É, então só mais um shot. Não é como se eu tivesse trazido duas calcinhas pra ir direto daqui pro trabalho amanhã. Eduardo só olhava essa zorra toda e ria sentado no sofá. Ele tava adorando me ver caído por ele, ele sabia que tinha me dominado. Viramos mais um shot, e outro, e outro e eu não lembro de muita coisa. -Que merda, Eduardo, tu é muito bom pra cachaça! Lembro do Eduardo me levando pra minha cama, fechei os olhos e dormi. Acordei não sei que horas, tava tudo escuro, menos na sala. Ouvi barulhos. Ouvi gemidos. Não pode ser. Não pode ser, Eduardo. Pensei que estava ainda muito bêbado e poderia ser coisa da minha cabeça, fui levantando aos poucos e os gemidos abafados estavam vindo da sala. Abri a porta com cuidado, ainda bêbado. Apenas as luzes quentes estavam acesas. Eduardo tava deitado por cima da Andressa no sofá. Eu vi um peito imenso esparramado pro lado, enquanto ele beliscava a aureola preta dela. Enquanto isso ele estocava a pica na buceta vermelha dela. Eu sentia cheiro de pica e buceta, ele não tava usando camisinha. O sofá tava molhado de suor ou pré gozo, eu não sei o que era. Ela tentava gemer e ele dava tapa na cara dela, enfiava três dedos na boca dela. A cachorra chupava os dedos dele como se fosse pica. -Meu tio comeu essa buceta também? -Hmmm, arrhnnn, comeu, comeu. -Sabe o que você é? Você é uma puta. -Eu sou, eu sou uma puta. -E puta dá a buceta pra homem. -Sim, eu dou a buceta pra homem. -Meu tio é meu, o cu dele é meu e sua buceta agora é minha também. Ela tentava gemer e ele enforcava ela, ela tentava mais ainda. Atrás da porta eu comecei a bater punheta. Aquilo era surreal demais pra ser verdade. Eu tava com ódio dela por dar pro meu sobrinho, eu tava com raiva dele por fuder a buceta dela. E eu tava queimando de tesão assistindo aquele aquele macho peludo estourando a buceta da minha melhor amiga. A bunda do Eduardo era muito peluda e quando ele estocava eu via ela abrindo e fechando, desejei muito chupar aquele cu. Ele não cansava, estocou por minutos e sempre falando baixo com ela como ela era uma vadia. -Me dá seu cu, Andressa. Ele não pediu, ele mandou. Só que o cu dela era meu, só meu. Saí detrás da porta com o pau grosso em riste e eles se assustaram. -O CU DELA É SÓ MEU, SEU FEDELHO MALDITO! Ele soltou a maior risada até então. Ela tava de olhos fechados, como que não acreditando naquilo tudo. Ele fez menção em tirar o pau dela, mas foi só pra encaixar ele sentado e ela deitada. Deu um tapa na cara dela enquanto me puxou pela mão pra ver de perto ele torando a buceta vermelha de tanto tapa e mordida. -Olha tio, eu sei comer buceta também. -Desculpa, cara, ele começou. Ela ainda de olho fechado falando, enquanto tomava madeirada do novinho. -Andressa, olha pra mim. Ela olhou de baixo pra cima e viu um pau muito grosso, um grande saco. -O seu cu é meu! Ela abocanhou o meu pau com toda sede do mundo. Ela mordeu meu pau também, o que doeu, mas eu senti mais tesão. -Vou mostrar quem manda nessa casa, fedelho. Eduardo tava com os olhos brilhando pra mim. E gemendo mais do que nunca enquanto estocava nela e me via botando a puta pra mamar. Segurava ela pelos cabelos e forçava a boca dela até a base do meu pau. Ela ensaiava vomitar e eu enfiava mais na garganta dela. -Tá vendo como ela é minha puta? Apoiei meu pezão 43 no outro lado do sofá e desci com meu rabo na cara dela. -Sabe essa boquinha que te beijou, seu moleque fedelho? Passou no meu cu várias vezes. A língua dela encontrou meu cu e começou a chupar desesperadamente ele, de cima pra baixo eu descia. Eduardo não falava nada, mas ria muito alto e gemia também. Ele não parava de meter. Os pentelhos dele tavam todos molhados de melzinho de buceta. -Tá vendo como ela é puta? Minha puta. Ele deixou de apertar os peitos dela e começou a tocar punheta pra mim. -Isso seu porra. Eu mando aqui. Bate pra mim enquanto come a buceta dela. Pela primeira vez desde que ele chegou ele entendeu quem mandava na casa, ele entendeu a razão de eu ter vencido na vida, e eu via isso no olhar dele. Saí de cima dela e empurrei ele. O barulho do pau dele desengatando foi alto. Puxei Andressa pelas duas pernas. -Cospe na minha mão. Gritei pra Eduardo. Ele cuspiu na minha mão. Eu peguei o cuspe e levei até o cu suado dela. Andressa tava em estado de transe, nem nos sonhos dela imaginou ser feita de boneca sexual por tio e sobrinho. Estoquei meu pau de uma vez. Andressa gritou e tomou um tapa pra aprender a não acordar os vizinhos. Eduardo tava brilhando de suor no braço do sofá socando punheta, enquanto eu acabava com o cu da Andressa. -Tá vendo como come cu de mulher, Edu? Tá vendo? Puxei ele pelo cabelo, pra ele ver de perto eu comendo o cu dela. Afundei a cara dele na buceta da Andressa, enquanto eu fazia barulho comendo o cu dela ele chupava a buceta dela e olhava pra mim de segundo em segundo. Enquanto ele chupava ela eu dava tapa na bunda dele. -Esse cu também é meu. Você mora na minha casa, você é meu também! Ele arrebitava a bunda enquanto levava tapa. -Eduardo, goza na boca dessa prostituta que eu vou encher o cu dela de porra. Ele obedeceu e botou ela de novo pra mamar. Puxei ele num beijo. Eu podia o cu arregaçado dela, ele fodia a boca. E a gente se beijava com gosto de pau que passou na boca dela e de buceta. -T-t-ioooooooooo. Esporrou a boca, a cara dela. -Toma também. Eu olhei pra eles dois e inseminei o cu da vadia de porra. Devem ter sido, uns cinco jatos de porra no cu dela. Que cu quente! Continuei metendo por uns minutos até tirar, porra voou no chão. -Vai banhar essa puta e bota ela no Uber. Eu vou dormir. Deixei os dois pelados, acabados no sofá e entrei pro meu quarto. Foda-se tudo, foda-se família, foda-se a moral e o caralho. Eu tava bêbado, eu tava cheio de tesão e eu nunca mais ia deixar de gozar por causa de nada! CONTINUA
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