Meu sobrinho agora mora comigo V

Levantei atrasado pro emprego, muita for de cabeça e corpo dolorido. Aos poucos as memórias da madrugada iam assentando e eu percebia a merda que eu fiz, o que era um negócio absurdo agora era público e num momento que eu ainda tava racionalizando o tesão que eu sentia pelo meu sobrinho Eduardo.
Rolei na cama, como que numa tentativa de esquecer tudo isso. Só queria resetar o mês.
Saí do quarto e aparentemente a cena do crime estava limpa, a casa estava brilhando e até o sofá agora tinha uma manta por cima, talvez pra cobrir as manchas de porra e suor.
Eduardo podia ser o maior punheteiro, fudedor da região, mas era um menino esforçado, que tava fazendo de tudo pra ficar ali. Não sei nem como ele conseguiu limpar tudo de madrugada. Bom, bom de cachaça ele era, então talvez curou a pinga rapidinho.
Ouvi roncos do escritório, era o safado. De alguma forma eu fiquei feliz de ter ele por ali, mesmo em meio a toda essa turbulência afetiva que eu tava vivendo pela vinda dele, eu gostava da companhia dele e pela primeira vez eu não tava desconfortável em estar sozinho.
Talvez essa putaria dessa noite tivesse selado esse momento confuso de tesão entre a gente e enfim as coisas iriam se acalmar.
Vesti um terno cinza, antes disso ainda passei na Bella Paulista, tomei um café reforçado e então rumei pro departamento público onde eu trabalhava. O dia tava nublado, mas todos os dias por aqui são meio cinza mesmo...
Chegando no trabalho decidi passar no Psicossocial, pra chamar a Andressa pra um lanche depois. Acho que é o mínimo depois de tudo. Chegando lá me informaram que ela não tinha ido, estava com dores lombares e tinha colocado um atestado de três dias. Vagabunda, pensei comigo dando um sorriso pra colega dela. Tomou tanta pirocada que arriou. Hahahahah!
Voltei pra minha sala, dei andamento em alguns processos e meu celular toca. Era Eduardo.
-E aí fedelho, dormiu bem?
-Queria ter dormido com você, mas tu trancou o quarto.
-E botar cheiro de buceta na minha cama?
Ele riu, ficou calado, depois de uns segundos falou.
-Desculpa por ontem, quando eu fico bêbado eu perco a noção. Sua amiga também não ajudou, ela tava secando meu pau desde quando chegou.
-Ela é uma puta, mas é uma grande pessoa. Não te preocupa com isso, estranho seria se você não descesse a pica nela, gostosa daquele jeito...
-Tinha tempo que eu não comia buceta, acho que judiei muito da dela. Ela pediu pra chupar, mas eu mordi, dei tapa também, descontei todo tesão que eu tava por você... Ele calou de novo.
-Eu também quero você, fedelho...
Ambos ficamos calados por uns segundos.
-Só que tio, eu vou ter que ir pra casa hoje.
-O que aconteceu?
-Minha mãe me ligou e perguntou se eu posso ficar uns dias lá antes das aulas começarem na próxima semana. Ela não conseguiu mandar minhas coisas ainda, vou aproveitar e buscar.
Será se ele tava com medo de mim? Será se eu fiz alguma merda?
-Eu fiz alguma coisa ruim?
-Não, tio. Eu queria ficar, mas sinto que é importante voltar da maneira certa. Se você ainda deixar, eu quero voltar pra você próxima semana. Posso?
-Mas você já tá indo?
-É... Eu consegui uma carona por aplicativo que sai antes de meio dia.
-Resolve tuas coisas e volta pra mim. A gente precisa resolver uma coisa que ficou pela metade.
Ele respirou fundo do outro lado.
-Eu volto. Beijo!
Passei o resto do turno pensando como eu tava caído pelo fedelho. Nunca na vida algum homem me deixou assim. Tinham alguns entraves, mas eu queria ver até onde isso ia dar. E eu tinha muito afeto pelo moleque, queria ver ele feliz.
Não fui pra academia, voltei direto pra casa. Além de escuro, tudo vazio. Pouco tempo que o moleque tava em casa já tinha feito estrago, eu tava com saudade do cheiro dele, do cheiro da pica dele, do sorriso malandro.
Fui até o escritório e a cama tava lá, arrumada. Em cima da cama uma cueca preta slip toda suja de porra.
-Fedelho filho da puta! Ri muito alto!
Sentei na cama dele, cheirei a cueca muito profundamente.
O cheiro de porra seca ainda era muito forte. Esfreguei a cueca dele no rosto, enquanto tirava minha roupa.
Deitei na cama dele ainda cheirando a cueca esporrada e comecei a me punhetar.
Lambia a cueca e a porra, esfregava nos meus peitos enquanto o barulho da minha pica era alto.
Meu telefone toca, era Eduardo. Chamada de vídeo.
-Oi, tio, tô em casa! Já tô com saudade.
-Chegou bem? Falei arfando.
-Cheguei sim.
-Tá tudo b-e-m aí?
Ele percebeu que eu tava suado.
-Sim. Achou meu presente?
-Você tá sozinho?
-To no meu quarto.
Ouvi barulho da porta sendo trancada.
Assim que ele voltou pro vídeo eu comecei a lamber a cueca dele na câmera.
-Seu puto desgraçado. Meu pau perto de você esperando você abocanhar ele e você nada.
-Eu não falava nada. Mostrava minha pica vermelha e dura na câmera.
-Punheta essa pica com a minha cueca, meu puto.
Eu não acredito que tava obedecendo um moleque. O poder que ele tinha sobre mim não poderia ser normal.
Como uma puta eu apoiei o celular na cama e comecei a punhetar meu pau com a cueca dele, que já tava molhada de novo do meu pré gozo.
-Isso, putinho. Esse pau é meu. Esfrega minha cueca no cu, mostra ele pra mim!
Levantei meu bundão de macho peludo pra cima com um braço e abri meu cuzinho rosa com a outra mão.
-Meu puto. Esse cu é meu! Quando eu voltar eu vou te deixar aberto.
Essas palavras entravam no meu ouvido e me deixavam maluco.
-Eu não dou o cu, fedelho.
-Mas eu não sou qualquer um. Eu sou seu macho!
Eu via tesão puro de dominador pela câmera dele.
Cuspi no dedo e comecei pincelar meu cu com ele.
Ouvi respiração forte dele.
-Ai que delícia porra, deda esse cu pra mim, vai!
Enfiei o dedo no cu. Nunca tinha dado o cu, sempre fui ativo. A sensação foi de dor. Gemi alto.
-Tá doendo, fedelho.
-Não enfia mais, porque eu que quero fazer doer.
-E vou sentir tesão? Depois de doer vai ser bom. Ele delirava falando.
-Então posso gozar com o dedinho no cu?
-Goza, filho da puta.
Enquanto enfiava o dedinho no cu eu gemia bastante, quando sinto o gozo vindo como uma lava quente.
-Vou gozar, Edu, vou gozar!
-Goza meu puto, goza pra mim!
Peguei a cueca dele e gozei em cima dela, socando ainda o dedo no cu. Foi uma gozada imensa.
Limpei meu pau com a cueca e desliguei.
No banho passei o dedinho com sabonete líquido no meu cu, que pela primeira vez começou sentir tesão. Eu precisava dele, eu queria ele dentro de mim.
Fui dormir pensando no Eduardo, cheirando a cueca dele.
CONTINUA

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brumascas Comentou em 14/05/2026

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu sobrinho agora mora comigo V

Codigo do conto:
261980

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/05/2026

Quant.de Votos:
4

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