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Cursar Administração no último ano estava acabando comigo.
Minha vida girava em torno do TCC. Eu acordava pensando nele, dormia pensando nele e passava o dia inteiro revisando capítulo, formatando referência e tentando fingir que não estava surtando.
E foi justamente nessa fase que o professor Rubens resolveu revisar meu trabalho.
Rubens era aquele tipo de professor que parecia deslocado do ambiente acadêmico de tão bonito. As meninas suspiravam só de vê-lo entrando na sala.
Ele devia ter uns 1,85 m, corpo definido, mas com uma barriguinha de chopp que deixava tudo ainda melhor. Braços fortes, tatuados, barba alinhada e um perfume que permanecia na sala mesmo depois que ele saía.
E, sinceramente, ele me dava um tesão absurdo.
Quando entreguei meu TCC para ele revisar, eu estava confiante. Tinha gostado muito do resultado final.
Mas bastou ele folhear algumas páginas para soltar um suspiro baixo.
— Diogo… desse jeito aqui você corre risco de levar bomba.
Meu coração despencou.
— Como assim?
Ele apoiou os cotovelos na mesa e me olhou com calma.
— O conteúdo não está ruim. Mas tem muita coisa que a banca pode pegar. Estrutura, argumentação… você ainda precisa lapidar isso.
Fiquei em choque.
Eu realmente achava que estava pronto.
Talvez ele tenha percebido meu desespero, porque logo mudou o tom.
— Relaxa. Dá pra resolver.
Respirei fundo.
— Sério?
— Sério. Inclusive… hoje eu vou ficar até mais tarde aqui na faculdade. Se você quiser passar na minha sala depois da aula, eu posso te ajudar a deixar isso muito melhor.
Assenti na hora.
Então ele continuou:
— Mas antes você vai me ajudar com um problema meu.
Nem estranhei.
Como eu era um dos melhores alunos da turma, ele frequentemente me chamava para ajudar com organização de documentos, planilhas ou coisas da coordenação.
Então aceitei sem pensar muito.
Naquela noite, depois da aula, a faculdade já estava quase vazia quando fui até a sala dele.
A porta estava entreaberta.
Rubens levantou assim que me viu entrando.
— Achei que você fosse desistir.
Ele apertou minha mão firme e chegou tão perto que o hálito forte de Halls de menta fez meu olho até lacrimejar. E o pior era que ele parecia fazer aquilo de propósito.
Meu coração acelerou na hora.
— Pode esperar cinco minutinhos? — ele perguntou enquanto tirava o relógio do pulso. — Daqui a pouco você já me ajuda.
Assenti e sentei na cadeira em frente à mesa dele.
O silêncio da faculdade à noite deixava tudo estranho. Íntimo demais.
Eu conseguia ouvir o barulho do ar-condicionado, o clique do teclado e até o som da respiração dele enquanto mexia no notebook.
E quanto mais o tempo passava, mais eu percebia o quanto estava nervoso.
Porque Rubens tinha aquele tipo de presença que bagunçava qualquer ambiente sem esforço nenhum.
Depois de alguns minutos, ele fechou o notebook devagar.
Então me olhou.
E sorriu de canto.
Sentou na mesa e disse.
— Vem aqui, Diogo.
Eu fui até ele, cheguei bem perto. No mesmo momento, ele pegou minha mão e colocou em seu pau. Me assustei e disse:
— O que é isso? — tirando minha mão de cima do pau dele, mas com vontade de agarrá-lo.
— Ué, você concordou em me ajudar — disse ele, ainda com aquele sorriso cínico na cara.
— Achei que fosse para te ajudar com alguma questão da faculdade, e não a pegar no seu pênis — retruquei eu, tentando manter a postura.
— Ajuda é ajuda e, no momento, preciso me aliviar. Estou há semanas sem gozar e doido para saber como é foder um cuzinho — disse ele enquanto abria o zíper da calça e sacava o pau pra fora.
— Se eu te ajudar, você promete deixar meu TCC bom?
— Se você for meu putinho, eu te prometo te passar direto!
Eu hesitei um pouco. Estava nervoso e excitado com aquela situação.
— Vem, faz um carinho aqui no seu professor favorito — disse ele enquanto se tocava.
O pau dele era grande e parecia ser meio curvado, mas, quando ele se tocou e a cabeça apareceu, vi o quão cabeçudo e grosso ele era. Naquele momento, eu me entreguei. Comecei a mamá-lo intensamente.
Ele exalava cheiro de homem. Aquilo me deixava doido.
Ele entrelaçou os dedos em meu cabelo e começou a conduzir a mamada, me fazendo engasgar diversas vezes.
— Isso, engole tudo, vai — dizia ele toda vez que eu engasgava.
Depois de um tempo, ele tirou o pau da minha boca e mandou eu me despir.
Fiquei com medo de que alguém entrasse e sugeri irmos para outro lugar.
— É essa adrenalina que torna tudo muito mais excitante. Vou comer você aqui e, se entrar alguém, bom... chamamos ele para a brincadeira também.
Nisso, ele tirou minha camisa, foi beijando meu corpo, tirou minha calça e cueca.
Achei que ele fosse me mamar, mas ele me virou e começou a beijar minha bunda. Dava alguns tapas, e eu gemia intencionalmente para que ele batesse mais forte. Ele abriu as bandas da minha bunda, cuspiu lá dentro e começou a me dedar.
— Que cuzinho fechadinho, será que aguenta?
Eu quis tomar posse da situação e retruquei:
— Você é quem não deve aguentar meia hora comigo. Vai sair de perna bamba.
Ele me deu um tapa na bunda, deixando a marca da mão dele, e disse:
— É o que vamos ver.
Ele mandou eu colocar minhas mãos sobre a mesa e empinar a bunda. No mesmo momento, senti algo me penetrar, ou ao menos tentar, já que o pau dele era bem grosso.
Ele pediu para eu relaxar e começou a fazer movimentos de vai e vem para fazer o pau entrar em mim e, pouco a pouco, a cabeça entrou.
— Abre esse cuzinho pra mim, abre.
Eu coloquei as mãos para trás e o abri o máximo que pude e, com um movimento rápido, ele meteu tudo. Eu gemi alto de puro prazer. Estava com tanto tesão que nem dor senti naquele momento.
Ele colocou uma mão na minha cintura e a outra no meu pescoço e começou a bombar em mim. A cada estocada, eu via estrelas de tão gostoso. Ele metia de um jeito que eu quase gozei sem nem tocar no meu pau.
— Tá gostando, né? Tá amando cair na pica do professor. Pede pica pro seu macho, pede.
— Me fode, me fode — repetia eu, alucinando de prazer.
Ele seguiu me tendo até que pediu para eu ficar de bruços na mesa dele, e assim eu fiz.
Ele começou a meter enquanto me beijava, e ficamos naquela posição por algum tempo. Foi muito bom.
Eu disse que estava para gozar e ele disse que ia gozar junto comigo.
Ele começou a meter com mais força. Eu sorri para ele e ele me deu um tapa na cara.
— Delícia, faz de novo — pedi eu.
Ele virou outro, seu puto.
Naquele momento, ele começou a urrar. Eu gozei e comecei a sentir o leite dele me invadir.
Ele desmontou em cima de mim, mas, após alguns minutos, se recompôs.
Ele me deu alguns lenços e mandou eu vestir minhas roupas. Assim que nos vestimos, ele disse que eu já poderia ir, que ele cuidaria do resto.
Me senti um pouco usado, mas valeu a pena. E já adianto que não paramos por aí…



