Esta estória se passou faz mais de 30 anos, quando os padres ainda usavam batina. Eu, adolescente, ouvia dizer pelos corredores do colégio que padre Mário gostava de garotos, o que me despertava enorme curiosidade. O que será que o padre Mário fazia que gerava tanta falação? Padre Mário, 50 e poucos anos era careca, usava óculos e pouco sorria, daí pensar que tudo que diziam sobre ele não passava de intrigas maldosas e fofoca de gente que não tem o que fazer. Mas, havia um fundo de verdade na boca do povo. Descobri isso quando a casa paroquial onde ele morava precisou de uma pequena reforma no telhado e o padre contratou meu patrão seu Libório para realizar o serviço. Estávamos trabalhando no telhado ( naquela época eu era uma espécie de jovem aprendiz) e padre Mário percebeu que eu olhava para ele com insistência. Minha curiosidade era observá-lo para tirar a dúvida se ele era viado. Seu Libório teve que sair para comprar uns materiais e fiquei sozinho com padre que me chamou: - Garoto, está muito calor, desça do telhado e venha tomar uma água fresca! Desci, padre Mário me deu um copo d’agua, foi muito gentil e até enxugou o suor da minha testa com seu lenço. Depois disse para eu descansar um pouco, se sentou perto de mim e perguntou se eu queria alguma coisa. Antes de eu responder o padre colocou a mão sobre meu calção, acariciou meu pau e disse: - Garoto você já usa isso com alguma namorada? Olha o pecado! Se você usar esse pinto com o padre não vai para o inferno! - Não?? Antes de responder o padre enfiou a mão dentro do meu calção, retirou meu pau para fora e começou a acariciá-lo e chupá-lo com gosto. Fiquei paralisado sem saber o que fazer... só via a careca do padre brilhando enquanto ele me chupava. Padre Mário se levantou, me levou para seu quarto e disse: - Quero que você cometa uns pecados comigo, depois te absolvo, mas tem que ser do jeito que eu gosto, viu? Eu sem muita experiência, mas com muito tesão abaixei meu short, tirei a cueca... o padre ficou de quatro, levantou a batina e deixou a mostra um bundão branco lisinho sem pelos se oferecendo todo para mim. Ele passou vaselina no cuzinho rosado, depois no meu pau e pediu para eu meter tudo. Nem precisou pedir, pois eu já não aguentava de tesão em ver aquela bundona aberta. Ele abriu mais e fui colocando meu pau naquele cuzinho gostoso até entrar tudo. Ele mexia gostoso, coisa de quem sabe o que está fazendo, de quem já deu muito o cu e gosta de dar. Percebi que ele batia uma punheta enquanto eu o enrabava, até que, de tanto meu pau entrar e sair naquele cu, eu acabei gozando. Não sabia o que dizer ao padre que se antecipou e falou: - Não conte a ninguém o que aconteceu porque vão achar que eu comi você também...não quero que você seja vítima de fofocas. Respondi para ele ficar tranquilo, mas que eu queria comer ele mais vezes. Padre Mário então falou: - Pode vir quantas vezes você quiser, mas eu sempre vou dar meu cu de batina. É como eu gosto de sentir um pau dentro de mim. Você gostou desse jeito? - Gostei tanto que quero meter outra vez ainda hoje! Seu Libório voltou, deixou o material, mas logo saiu. Eu sem perder tempo levantei a batina do padre e meti a rola no seu cu novamente. E foi assim por vários meses comendo o cu do padre Mário com a batina levantada.
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