Aqui na minha cidade, todo domingo rola um pagodinho bem conhecido em um ponto turístico famoso, a Orla. Nesse último domingo, uma amiga me chamou para ir até lá e nós fomos. O clima estava ótimo, aquele pagode rolando... E vocês sabem como é, a Orla é aquele lugar onde os caras vão para caçar, as mulheres para paquerar, e os gays também colam em peso para trocar olhares e, quem sabe, conseguir um sexo casual.
### O Olhar na Área de Fumantes
Por volta das oito da noite, enquanto curtia o som, precisei ir ao banheiro. No caminho, notei um cara me encarando. Olhei de volta para confirmar e sim, ele estava me secando mesmo. Gravei o rosto dele. Mais tarde, fui para a área de fumantes relaxar. Estava lá, acendendo um cigarro, quando de repente ele se aproximou e perguntou se eu tinha um isqueiro.
Papo vai, papo vem, começamos a conversar ali mesmo. Ele me contou que era professor da universidade e que adorava a Orla, mas sempre ia sozinho porque os amigos não curtiam sair aos domingos. Papo super gostoso. Não pensei duas vezes e o convidei para ir até a nossa mesa. Ele aceitou na hora. O cara era um moreno de 1,60 m, por volta dos 36 anos, mestre e, preciso dizer, bonito e muito gostoso.
Ficamos lá bebendo, o tempo voou e a conversa fluía sobre vários assuntos aleatórios. Quando deu duas da manhã, minha amiga avisou que queria ir embora. Falei para ele que já estávamos saindo, e ele perguntou se poderíamos dividir o Uber. Como ele morava perto da minha rota, combinamos que ele desceria na minha casa para pedir outro carro de lá.
### O Clima Esquenta no Portão
Quando o Uber nos deixou e ele desceu comigo, ficamos conversando na porta de casa. Do nada, o clima pesou de um jeito bom: ele me puxou pela cintura e começamos a nos beijar ali mesmo, no portão. Aquele beijo urgente, quente.
"Bora entrar que é melhor, porque aqui os vizinhos podem ver e vão ficar comentando", eu disse, já sem fôlego.
Entramos e não demos nem dois passos. Nos jogamos um no outro, nos pegando com um beijo de língua delicioso, uma pegação selvagem. O fogo estava tão alto que fomos tirando a roupa ali mesmo, ficando completamente pelados no meio da sala. Como eu disse para vocês, meu fetiche é ser ativo com caras de dote menor, e o dele era um mediano perfeito, muito gostoso. Fomos direto para a cama.
### Na Cama: O Jogo de Desejos
Na cama, entre carícias e beijos molhados, ele me perguntou o que eu queria fazer. Falei que queria comê-lo, mas ele logo confessou que também queria me comer. Continuamos na pegação e eu comecei a chupar o rabo dele, que por sinal era uma delícia.
Tentei penetrá-lo de fato, mas pensa num bumbum apertado! Fiquei forçando um pouco, mas não entrava — não sei se era porque eu estava um pouco bêbado. Ele começou a gemer alto, pedindo para ir devagar. Quando a cabeça do meu pau passou um pouco, eu botei mais pressão, mas ele disse que não ia aguentar e pediu para parar. Como um bom parceiro, eu parei na hora.
Então, chegou a vez dele. Fiquei de ladinho para ele, que veio por trás, encaixando o pau dele em mim devagarzinho, me abrindo aos poucos. Quando percebi, já estava tudo dentro. Ele começou a socar gostoso, bem lento, curtindo o movimento de entrada e saída, enquanto falava várias sacanagens no meu ouvido. O tesão foi ao limite e, num piscar de olhos, nós dois estávamos gozando juntos.
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### O Dia Seguinte
Depois do rala e rola, fomos tomar um banho juntos, ainda nos pegando embaixo do chuveiro. Ele perguntou se poderia dormir ali, e eu respondi que não tinha problema nenhum. Dormimos de conchinha até pegar no sono.
Como ambos somos professores, tivemos que acordar super cedo na segunda-feira: ele precisava ir em casa trocar de roupa para ir para a universidade, e eu precisava correr para não atrasar o hino na escola onde dou aula.
Foi um encontro perfeito. Trocamos redes sociais, telefones e, no meio da conversa, comentei que escrevia contos eróticos. Ele ficou louco para ler a história dele... E aqui está! Espero que tenham gostado.
Adorei, meu lindo.