O dia em que fui dos dois

Depois de meses de conversas intensas, provocações no WhatsApp e muita insistência de Jorge, eu finalmente aceitei.

Jorge, foi o homem que conheci em um site de encontros, e que me desvirginou. Após isso se tornou meu parceiro fixo. Contei, essa minha iniciação!em um de meus relatos aqui.

Ele, Jorge, me iniciou há alguns meses e desde então eu descobri o prazer de me entregar completamente, de ser a fêmea dele. “Você vai pirar quando for nosso ao mesmo tempo, Ricardo. Dois machos te comendo sem parar”, ele repetia.

Laércio era amigo antigo dele: um homem de 58 anos, forte, pele bronzeada de quem vive na chácara, mãos grossas de trabalhador, pau grosso e um pau grosso. Chacareiro aposentado depois de anos na fábrica no ABC, divorciado, morando sozinho em Hortolândia.

Saímos cedo de São Paulo naquele sábado quente. No carro, eu não aguentava de tesão. Minha mão direita deslizava pela coxa de Jorge, apertava o volume da bermuda, sentia o pau dele endurecendo. Ele gemia baixinho:
— Caralho, Ricardo… você tá bem safado hoje.
Eu abri o zíper, tirei aquele pau grosso para fora e fiquei masturbando devagar durante boa parte do caminho. Às vezes abaixava a cabeça e chupava a cabeça rosada, sentindo o gosto salgado do pré-gozo. Jorge apertava o volante e gemia rouco:
— Isso… chupa gostoso, vai… me deixa bem duro pra te foder mais tarde.

Chegamos na chácara de Laércio por volta das nove e meia. Ele nos recebeu com olhar faminto. Coloquei a lingerie preta rendada, cinta-liga e meias. Os dois me usaram com vontade na sala e no quarto principal: Jorge e Laércio me revezando na boca e no cu, me fodendo juntos, me fazendo gritar alto:
— Ai que delícia… me arrombem… sou a putinha de vocês!
Depois do churrasco e de mais uma rodada intensa, Jorge apagou na cama grande, exausto.
Laércio me puxou pela mão:
— Agora você é só minha, safada. Vem pra casa da empregada.

Na casinha, começamos no banho. Ele me ensaboou, dedos grossos invadindo meu cu. Eu de joelhos chupei ele com fome. Depois fomos pra piscina. Ele me comeu na borda, metendo forte enquanto eu gemia sem vergonha:
— Ahhh… Laércio… me fode mais… que pauzão gostoso!
Na cama da casinha ele me pegou de lado, metendo fundo, gemendo no meu ouvido. Depois me colocou de joelhos na frente dele.
Eu estava chupando com vontade, lambendo as bolas pesadas, quando ele segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca com mais força.
— Caralho, Ricardo… sua boca tá me deixando louco… vou gozar… vou encher você todo…
Eu gemia abafado, olhando pra cima:
— Mmmph… goza… goza na minha boca…
Laércio acelerou, o pau inchando entre meus lábios. Então veio o gozo — e foi algo impressionante. Ele deu um gemido gutural longo e profundo:
— Ahhhhhhh… porra… tô gozando… toma tudo, vadia!
O primeiro jato foi forte, quente e grosso, batendo direto no fundo da minha garganta. Eu arregalei os olhos, surpreso. Depois veio o segundo, o terceiro… e ele simplesmente não parava. Jatos longos, abundantes, enchendo minha boca sem parar. Era muito mais porra do que eu já tinha visto ou sentido na vida. Meu queixo começou a transbordar, escorrendo pelos cantos da boca enquanto ele continuava gozando, o pau pulsando forte.
Eu puxei um pouco o pau para fora, ofegante, só para ver melhor. Laércio ainda gozava, jatos grossos e brancos saindo da cabeça rosada e caindo na minha língua, no meu rosto e no meu peito. Eu estava impressionado e excitadíssimo.
— Caralho, Laércio… quanta porra! — eu disse, rouco, com a boca ainda cheia. — Tá gozando tanto… nunca vi tanto assim… olha isso… tá enchendo minha boca inteira… tá escorrendo tudo… que gozo louco, delícia!
Ele gemia, ainda tremendo, soltando mais jatos:
— Isso… engole tudo que conseguir, gostosa… toma a porra do macho…
Eu tentava engolir, mas era demais. A porra quente, grossa e salgada enchia minha boca, escorria pelo queixo, pingava na lingerie. Eu me deliciava, lambendo os lábios, passando a língua na cabeça dele para pegar mais, gemendo de prazer:
— Hmm… que delícia… sua porra é tão abundante… me sinto uma puta cheia… ainda tá saindo… me deu tanto que tô babando porra… que macho fodedor você é, Laércio.
Ele sorriu satisfeito, segurando o pau e batendo a cabeça ainda melada nos meus lábios, soltando as últimas gotas grossas.
— Gostou, hein? Guarde bem essa porra.
Depois dessa cena, ele me fodeu ainda mais na cama e na cozinha da casinha, gozando novamente dentro do meu cu com a mesma intensidade farta. No final da tarde, voltei para a casa principal com o corpo marcado, o cu e a boca ainda sentindo os efeitos daquele gozo interminável.
Jorge acordou e sorriu ao me ver:
— Gostou de ser nosso?
Eu, ainda lambendo os lábios instintivamente, respondi:
— Gostei pra caralho… quero ser a fêmea de vocês dois sempre que quiserem.

Foto 1 do Conto erotico: O dia em que fui dos dois

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O dia em que fui dos dois

Codigo do conto:
262715

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
23/05/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
5